Discussão termina em sexo selvagem

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O fluxo da buceta dela enche minha boca e meu rosto. O gosto da saliva dela cobre minha língua. O abrigo, o calor, o fogo do interior dela queima minha pica. Estou coberto dos pés à cabeça por uma camada agridoce do suor dela, das lágrimas dela, do sangue dela. Foi o orgasmo mais forte da minha vida e agora tudo se dissolve lentamente…
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O que que é isso? Sou cuck ou não? Por que essa sensação me deixa constantemente inquieto? Por que fico tão excitado pensando, fantasiando com ela sendo subjugada por outros? Por que aquela brincadeira dela me confessando uma traição me levou a um orgasmo tão forte, de um prazer tão grande, mas, no dia seguinte, me corroía inteiro de ciúmes?
http://www.poringa.net/posts/relatos/3564100/Despues-de-violar-a-mi-mujer.html
Tenho que admitir que esse jogo de imaginar minha mulher tão puta, tão sedenta de prazer, tão entregue ao primeiro desconhecido que aparecer na frente dela, é algo que me dá muito tesão, mas na realidade é outra coisa.http://www.poringa.net/posts/relatos/3567467/Voyeur-de-los-cuernos-de-mi-mujer.html
Você aguentaria a ideia dela chupando outra pica, deixando comer em todas as posições, entregando até o cu e saboreando, com sede e desejo, a gozada de outro, se esse outro não fosse só um pensamento, mas sim uma pessoa real?http://www.poringa.net/posts/relatos/3569143/Mi-mujer-me-cuenta-su-infidelidad.html
Não acho que consigo. Não. Já não dá mais. Não tô com cabeça. Preciso saber. Pra quê? Sei lá. A verdade é que não sei. Talvez fosse melhor deixar pra lá e continuar curtindo os melhores momentos, aquelas explosões de prazer que nossa longa relação teve.

Mas não consigo, e pergunto na lata, sem anestesia nem concessão: — Você já me traiu alguma vez?

É sábado de manhã e os meninos foram com a minha mãe pro fim de semana. Tô sozinho com ela, com tempo pra conversar e falar tudo o que a gente tem pra falar.

Ela me encara, me medindo, se perguntando se tô falando sério ou se quero começar esse jogo de novo. Mas eu tô sério. Mesmo assim, talvez enrolando, ela pergunta: — Tão cedo assim você quer começar hoje? Vamos ver, o que você quer dessa vez? Quer que eu conte como comi um ex-namorado naquele fim de semana que você foi pro sítio do seu amigo…? Ou como dois pais da escola dos meninos me pegaram numa festa…?

— Chega! Para com isso! Tô perguntando sério.

Ela, que tava lavando a louça enquanto eu enchia o saco, fechou a torneira, tirou as luvas e começou a secar as coisas com um pano de prato. Dava pra ver que os pensamentos atropelavam ela, de vez em quando mexia a boca como se fosse falar alguma coisa e se segurava. Os segundos passam. Eu não entendo por que tanto silêncio: — E aí? — Apresso ela pra responder. E num tom que sai mais áspero do que eu queria, completo: — É uma pergunta de resposta direta, não tem muito rodeio.

Ela esboça um sorriso forçado e fala: — Bom, você já sabe que eu acho que toda mulher merece dar pra um cara de vez em quando... — E solta a risada dela, como se tivesse dito algo engraçado. Mas não me dá graça nenhuma, pelo contrário, me irrita e, quase perdendo o controle, levanto a voz e digo: — Não me enche o saco! — Ela desvia o olhar e se concentra nuns copos que tá secando. — Você deu pra um cara? — Ela fica em silêncio. — Você deu pra um cara, sim ou não? — Isso eu pergunto já gritando na cara dela. Ela, com o susto, deixa cair das mãos uma das taças, que se estilhaça no chão em vários pedaços. — Olha o que você fez! — Ela me diz.
Se abaixa tentando pegar os cacos. Eu olho pra ela e sofro. Vejo ela ali, abaixada e, mesmo assim, vestida tão simples com seu short e camiseta de dormir, é pra mim a mulher mais gostosa do mundo. Essas pernas… essas costas… o cabelo dela… o cheiro da pele dela… Não consigo aceitar a ideia de que ela realmente esteve com outro. Quando ela levanta os pedaços de vidro, corta sem querer a lateral de um dedo. O dedo começa a sangrar, e ela se levanta pra lavar a mão ali mesmo, na cozinha. Depois vai pro quarto pegar alguma coisa na gaveta da cômoda pra estancar o sangue. Tudo isso ela faz em silêncio. Fugindo da minha presença, que a segue pela casa toda, esperando uma resposta.
— Por favor, me responde. — Falo quase implorando, engolindo seco. — Me diz que você é minha. Que foi só minha esse tempo todo. Por favor.
Não sei por que demoro tanto pra entender o que é óbvio. Preciso ouvir da boca dela. Mas ela se cala. Desvia o olhar…
Esse silêncio me mata, é mais forte do que qualquer palavra. De repente, reajo, já não controlo meus atos. Com força, agarro os braços dela e a obrigo a me olhar na cara. Ela me encara, e nos olhos dela tem tristeza, vergonha, raiva também. — Me solta! — Ela diz de repente, com uma fúria que nunca vi nela. Como já não controlo meus atos e minhas mãos continuam apertando com força, e ela também está fora de si, ao ver que não a solto, ela grita de novo com força — Me solta! Você não é meu dono! — e cospe na minha cara.
A cusparada dela acerta direto minha bochecha, perto do nariz, e sinto ela escorrer, devagar, morna, pelo canto da minha boca. A reação me surpreende, e eu a solto. Ela dá um passo pra trás sem tirar os olhos de mim, com os olhos bem abertos, e não consegue mais porque a cômoda a impede. Eu, saindo do meu choque, encaro ela e digo: digo - Como assim, não sou teu dono! Você é minha!
Ela, completamente atordoada, consegue me dar um tapa, forte, que marca a palma da mão na minha bochecha e mancha meu rosto com o sangue dela. Eu tento segurá-la, mas ela está possessa: me empurra, me dá socos no peito, grita na minha cara. Pra segurá-la, eu a envolvo com meus braços.
O que sinto agora me domina. Sinto o calor do corpo dela preso ao meu. E nesse calor, sinto a raiva e o tesão dela.
Aquela fera selvagem liberada pela minha provocação. Aquela faceta da personalidade dela que eu nunca tinha conhecido, junto com a dor e a tristeza de entender que, por mais que eu queira, não posso fazer nada. Que não sou dono dela, mesmo sendo o que mais quero nesse mundo. Essa impotência me invade, assim como todo o ser dela me invade, num sentido físico, mas também abstrato, espiritual.
Ela está nos meus braços e o turbilhão interno que me percorre inclui todos esses anos juntos, todas as nossas conquistas, todos os momentos que passamos unidos, no bem e no mal. Inclui o cheiro dela, o gosto, os sons, as sensações que ela me causou e que senti todo esse tempo.
Sinto nesse abraço como a temperatura dela sobe, como os peitos dela endurecem, e eu não aguento. Não aguento terminar assim, não aguento perdê-la, não aguento a tentação de beijá-la. Um grito surge do fundo do meu ser: - Ahhhhhhhhhhh! – E beijo ela com força, com toda a boca e língua, mordo os lábios dela, esses lábios quentes… Quando me dou conta, minha ereção está total e meu desejo é incontrolável.
Rasgo a camiseta dela e beijo, chupo, mordo os peitos dela. Com desespero e sem controle. Ela pega no meu cabelo, suave. Eu levanto ela e empurro pra cama, deitando em cima dela, enquanto não paro de beijar todo o rosto dela, todo o pescoço, e encosto a pica nela pra ela sentir. Quero que ela sinta meu tesão, essa excitação que só ela me causa, esse fogo que só ela provoca em mim… Ela geme, suspira e começa a gostar com ardor. Mas as imagens de saber que ela tá se divertindo assim com outros me invadem e eu não consigo continuar. Paro de repente, e me sento de lado na cama. Preciso pensar, preciso dar uma pausa.
Mas ela, o animal selvagem que eu despertei, não me deixa. Primeiro, ela se levanta e tenta sair do quarto, mas antes de cruzar a porta, se arrepende. O rosto dela tá desfigurado, os peitos completamente duros aparecendo por baixo da camiseta rasgada. Ela respira ofegante, com uma sensação de que tá guardando algo dentro que vai explodir.
E então ela me ataca. Chega perto e me empurra com força, me joga na cama e sobe em cima de mim, apoiando os joelhos nos meus braços e a bunda bem na minha cara. Não consigo me mexer, ela me esmaga com uma força impossível. Mal consigo respirar. Sinto o cheiro do cu dela no meu nariz, o calor e a umidade da buceta através do short, na minha boca. O momento é um sonho doce e pesadelo, fora de tudo que é concebível, sou obrigado a saborear o néctar das partes mais desejáveis dela. Faço isso na hora, hipnotizado, arrebatado. Mordo e rasgo com os dentes o pano que me separa do sabor irresistível do interior do corpo dela. Acaricio com a língua desesperado. Quero me alimentar, quero me encher dela. Enquanto ela me roça e lambe a pica com a língua, o rosto, os lábios e os dentes.
Pressinto, da ponta da minha língua, como chegam as primeiras convulsões de um orgasmo imenso. Percebo no gosto, que fica cada vez mais doce, mais irresistível. No calor que emana da vulva, no tamanho do clitóris que parece não se conter e tá prestes a explodir. E finalmente sinto como ela banha minha boca, alimentando minha desesperação como se acalmasse minha sede com fogo.
Porque quando termina de gozar, ela se levanta e tenta sair do quarto. Eu também levanto rápido e tento segurar ela pela mão: – Aonde você vai? – Falo enquanto consigo. Segurar as duas mãos dela atrás das costas.
— Você é minha. Sabe? — Falo enquanto a levo até a cômoda e a faço apoiar as duas mãos no móvel. — Você é minha. — Repito enquanto enfio a porra inteira, até o fundo, naquela buceta que, suplicante e lubrificada, está me esperando. Ela sente como eu a possuo e não diz nada…
— É minha… é minha… — Repito, quase como um louco, enquanto a meto com vigor e ela geme.
Então tiro devagar a pica e, apoiando na entrada da raba, falo de novo: — Você é minha, não é? — E faço a cabeça entrar de uma só vez. — De quem você é? — Pergunto enquanto devagar faço ela sentir o tamanho da minha pica entrando no cu dela. — De quem você é? É minha?
— Sim… — Ela fala baixinho primeiro. — Sim, sim, sim. — Começa a dizer enquanto eu me mexo dentro dela. — Minha? Só minha? — Pergunto quase me quebrando. — Sim. Sim. Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim! — Ela grita, explodindo num novo orgasmo. E eu sei que esse orgasmo tem tanto de real e poderoso quanto de falsidade e dor tem a resposta dela.
Então, num último ato desesperado de tentar me apossar dela, tiro meu membro do abrigo e do calor do corpo dela e dou na cara dela para que ela tome de mim, para que prove a essência do meu ser. "Essa é minha porra. Sua porra. Tua. Só tua…" — penso. E naquela cara, já banhada em lágrimas como a minha, ofereço minha gozada que primeiro marca a testa dela e depois, rápida, ela derrama inteira dentro da boca dela.

Agora o tempo parece ter desabado sobre mim. Estou sozinho. Ela foi embora. Não disse mais nada. Não sei se algum dia vou conseguir, se algum dia vou querer vê-la de novo…

El principio de mi historia en
http://www.poringa.net/posts/relatos/3558234/Dulce-Egoista.html

Parte 2
http://www.poringa.net/posts/relatos/3562478/Mi-mujer-me-dejo-violarla.html

Parte 3
http://www.poringa.net/posts/relatos/3564100/Despues-de-violar-a-mi-mujer.html

Extracto de parte 3
http://www.poringa.net/posts/relatos/3566340/El-video-que-mi-mujer-borro.html

Parte 4
http://www.poringa.net/posts/relatos/3567467/Voyeur-de-los-cuernos-de-mi-mujer.html

Parte 5
http://www.poringa.net/posts/relatos/3569143/Mi-mujer-me-cuenta-su-infidelidad.html

4 comentários - Discussão termina em sexo selvagem

emmaq
No me quedo claro si ella le fue infiel o no al final ☹
Por ahí estuvo con otro. Será ser infiel eso? 🙂
Uffff me gustó la intensidad, muy bueno!
Gracias! Situaciones dónde la emoción y lo físico se mezclan son las mejores. Aunque no tan border como aca. Ja.
hombre es necesario el final o mas es embriagante todo y la sosobra me carcome jaja
emmaq +1
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Muy, muy intenso
Gracias por la descripción. Polémico final triste para esta historia. A veces pasa...
@martinfcd sí, y la verdad es que me enganché tanto con ustedes que quiero seguir leyendo no sólo para calentarme, sino también para asegurarme de que pudieron resolverlo