Numa tarde chuvosa de um sábado de outono, Andre e eu estávamos prestes a nos encontrar. Eu tava muito excitado (afinal, tinha 18 anos e vivia de pau duro) e, ao passar por uma farmácia, tive a ideia de entrar e comprar um creme corporal. Minha intenção era esquentar ela com uma massagem erótica e foder ela selvagemente.
Fui buscá-la no ponto de ônibus e fomos direto pra minha casa. Assim que nos trancamos no meu quarto, começamos com beijos e carícias. Já fazia mais de 1 ano que estávamos juntos, mas eu ficava excitado como se fosse a primeira vez.
O ritmo foi aumentando e a roupa caindo. Ela baixou minha calça e começou a chupar meu pau devagar. Depois subia e me beijava sem tirar a mão do meu pau e voltava a descer. Isso me deixou a mil, então eu a despi e terminei de me despir sem parar de tocá-la e beijá-la. Passei da boca dela pros peitos e depois pra buceta dela, enquanto ela se deitava na minha cama.
Lambi fundo a buceta dela e a beijei de novo com a língua. Ela ficou mais excitada. Continuei fazendo isso por uns minutos até a respiração dela ficar forte e rápida.
— Aai, meu amor, já vou gozar!
— Sim, já sei!
Olhei nos olhos dela e enfiei dois dedos enquanto acelerava o ataque no clitóris dela. Ela me agarrou pela nuca e afundou meu rosto.
— Aaaah sim! Me come maaaaais!
Ela arqueou as costas num espasmo e relaxou. Voltei a beijá-la, suave por uns momentos e mais intenso depois. Fiquei numa posição que meu pau (duro e molhado) ficasse apoiado na entrada dela.
— Você gostaria que eu te massagiasse toda?
— Agora me fode! Depois faz o que quiser!
Ela me apertou contra ela e eu enfiei tudo, deslizando inteiro.
— Aaaih, era isso que eu queria! Que pica gostosa!
Fodi ela um pouco assim por cima e depois virei, colocando ela por cima de mim sem tirar o pau. Ela começou a cavalgar devagar e fundo, e foi aumentando o ritmo. Minhas mãos se agarraram na bundinha dela e moviam com força. Me distraí apalpando e separando as nádegas dela enquanto ela continuava. se movendo. Me aventurei e enfiei a ponta de um dedo nela. Ela parou e me olhou com um sorriso safado.
– O que você quer fazer?
– ... Quero gozar! (falei me fazendo de bobo)
– Coitadinho do neném! Kkkk Tá bom, então vou fazer você gozar do meu jeito!
Ela se ajeitou e começou a chupar minha pica de um jeito profissional. Nunca ninguém me chupou tão bem. Não parava de me surpreender como ela enfiava até o fundo e puxava até a cabeça devagar, mas sem nenhum problema. Dois minutos depois, eu não aguentava mais.
– Vou gozar na sua boca!
– Mmmhm aha!
– Aaaaah aaahh
Meu gozo saía em jatos, mas ela não tirava a boca e sugava a ponta, enfiava mais e não deixava vazar nada. Foram uns 5 segundos incríveis. Ela levantou a cara e me mostrou enquanto engolia, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra mostrar que não tinha sobrado nada. Eu quase gozei de novo só de ver ela.
– Mm aaah... Queria testar se conseguia engolir. Gostou?
– Adorei!! Me explodiu a cabeça!
– Kkkk que bom... Só que me arruma algo pra beber, porque deixou minha garganta áspera.
– Já vou, meu amor!
Tomamos um chocolate gelado e umas bolachas pelados. Um tempo depois, enquanto estávamos abraçados na cama conversando, ela me perguntou:
– Você não queria fazer uma massagem em mim?
– Sim!! Deita de barriga pra baixo que vou pegar o creme.
Ela virou de boa vontade, com uma atitude de gatinha. A primeira parte do meu plano estava feita. Passei creme nas mãos e massageei os ombros dela.
– Mmmm que delícia! Mais pra baixo, por favor!
– Claro!
Continuei por toda a costa dela, usando mais creme a cada vez. Fui descendo até chegar no meu objetivo. Passei bastante creme nas nádegas dela, apertando de leve.
– Mmhh que safado que você é! Tá se aproveitando! Kkkk
– Se você não gostar, eu paro. Me fala!
– Não, tá de boa, continua, continua!
Tirei um pouco de creme de uma mão e desci até a buceta molhada dela, enfiando dois dedos.
– Ai, mas que bom massagista! Kkk
Era a hora, com um dedo da mão livre comecei a brincar no cuzinho dela.
– Epaa... Onde você tá indo?
– É parte da massagem! Haha
Enfiei o dedo com uma facilidade que não esperava. Escorregou quase todo quando o Andre me parou.
— Gosto de brincar, mas não exagera!
— Desculpa, quero brincar com sua bunda também!
— Tá bom... Mas só um pouquinho.
— Sim, claro. Se te incomodar, eu paro.
— Ok
Ele se ajeitou de novo e eu voltei à carga. Me aproximei e enfiei na buceta dela até a metade enquanto continuava brincando com o cu dela.
— Não, assim não... Deixa eu subir em cima de você de novo.
Trocamos de posição e ela enfiou tudo de uma vez. Entrar nela sempre foi fácil, nunca apertada, nunca doía.
Minhas mãos procuraram a bunda cremosa dela de novo e enfiei o dedo na hora. Ela cavalgava e gemia. Comecei a foder ela com o dedo. Depois tentei com dois. O cu dela continuava se abrindo e ela continuava se mexendo e gemendo. Levantei ela, tirei a pica com uma mão e falei:
— Se continuarmos assim, vou gozar dentro de você!
— Aahh aahh e o que você quer fazer?
— Isso!
Segurei a bunda dela com uma mão e com a outra apertei a cabeça no buraco dela. Empurrei um pouco e a pontinha entrou.
— Aai, assim não... Passa mais creme em mim!
Obedeci sem sair de debaixo dela. Ela pegou na minha pica e foi colocando aos poucos.
— Não se mexe, deixa comigo!
Fiquei parado sentindo ela entrar bem devagar no cu dela. Tremia de ansiedade igual um moleque abrindo um presente.
Ela abriu as nádegas com uma mão sem soltar minha pica. Começou a se mexer bem pouco, se fodendo só com a metade. Gemia de dor. Eu tava excitadíssimo. Aos poucos entrava e saía mais rápido, mesmo que só a cabeça. Mexi minha pelve pra entrar mais.
— Aai... Devagar... Você me mata!
Continuamos suave por mais um minuto até ela tirar a mão que segurava minha pica e colocar as duas no meu peito. Já não gemia de dor. Coloquei minhas mãos nas nádegas dela e abri bem. Entrei mais da metade. Sem parar de se mexer, de olhos fechados, ela disse:
— Vai... Agora.
Passei saliva nos dedos e passei no que ainda tava fora do tronco. Segurei ela firme pela bunda e enfiei devagar até o fundo. Ayyy... Aaai... não se mexe...
Eu abracei ela e fiquei parado com a pica toda dentro por uns momentos. Apertei ela bem contra meu peito e comecei a mexer a pélvis, tirando até a metade e enfiando tudo de novo. Eu tava voando de prazer. Acelerei um pouco mais e foi perfeito. Eu tava desvirginando o cu da Andre. Se com a Vale eu gozei pra caralho, o prazer de abrir o cu da minha mina pela primeira vez foi muito maior.
Falei que ia encher o cu dela de porra e ela acelerou os movimentos também.
- AAAAhhh vou gozar! Vou gozar no teu cuuuu!
- Vai... Vai... joga tudo dentro!
- OOOHH uuufff
- Seu filho da puta! Sua porra queima por dentro! Me arrombou toda! Kkkk
- Aahhh a melhor foda da minha vidaaaa!
- Bem feito! Custou pra caralho!
A gente se jogou um do lado do outro. O cu dela escorria porra, mas a gente nem ligava. A gente ria que nem besta...
Fui buscá-la no ponto de ônibus e fomos direto pra minha casa. Assim que nos trancamos no meu quarto, começamos com beijos e carícias. Já fazia mais de 1 ano que estávamos juntos, mas eu ficava excitado como se fosse a primeira vez.
O ritmo foi aumentando e a roupa caindo. Ela baixou minha calça e começou a chupar meu pau devagar. Depois subia e me beijava sem tirar a mão do meu pau e voltava a descer. Isso me deixou a mil, então eu a despi e terminei de me despir sem parar de tocá-la e beijá-la. Passei da boca dela pros peitos e depois pra buceta dela, enquanto ela se deitava na minha cama.
Lambi fundo a buceta dela e a beijei de novo com a língua. Ela ficou mais excitada. Continuei fazendo isso por uns minutos até a respiração dela ficar forte e rápida.
— Aai, meu amor, já vou gozar!
— Sim, já sei!
Olhei nos olhos dela e enfiei dois dedos enquanto acelerava o ataque no clitóris dela. Ela me agarrou pela nuca e afundou meu rosto.
— Aaaah sim! Me come maaaaais!
Ela arqueou as costas num espasmo e relaxou. Voltei a beijá-la, suave por uns momentos e mais intenso depois. Fiquei numa posição que meu pau (duro e molhado) ficasse apoiado na entrada dela.
— Você gostaria que eu te massagiasse toda?
— Agora me fode! Depois faz o que quiser!
Ela me apertou contra ela e eu enfiei tudo, deslizando inteiro.
— Aaaih, era isso que eu queria! Que pica gostosa!
Fodi ela um pouco assim por cima e depois virei, colocando ela por cima de mim sem tirar o pau. Ela começou a cavalgar devagar e fundo, e foi aumentando o ritmo. Minhas mãos se agarraram na bundinha dela e moviam com força. Me distraí apalpando e separando as nádegas dela enquanto ela continuava. se movendo. Me aventurei e enfiei a ponta de um dedo nela. Ela parou e me olhou com um sorriso safado.
– O que você quer fazer?
– ... Quero gozar! (falei me fazendo de bobo)
– Coitadinho do neném! Kkkk Tá bom, então vou fazer você gozar do meu jeito!
Ela se ajeitou e começou a chupar minha pica de um jeito profissional. Nunca ninguém me chupou tão bem. Não parava de me surpreender como ela enfiava até o fundo e puxava até a cabeça devagar, mas sem nenhum problema. Dois minutos depois, eu não aguentava mais.
– Vou gozar na sua boca!
– Mmmhm aha!
– Aaaaah aaahh
Meu gozo saía em jatos, mas ela não tirava a boca e sugava a ponta, enfiava mais e não deixava vazar nada. Foram uns 5 segundos incríveis. Ela levantou a cara e me mostrou enquanto engolia, abriu a boca e colocou a língua pra fora pra mostrar que não tinha sobrado nada. Eu quase gozei de novo só de ver ela.
– Mm aaah... Queria testar se conseguia engolir. Gostou?
– Adorei!! Me explodiu a cabeça!
– Kkkk que bom... Só que me arruma algo pra beber, porque deixou minha garganta áspera.
– Já vou, meu amor!
Tomamos um chocolate gelado e umas bolachas pelados. Um tempo depois, enquanto estávamos abraçados na cama conversando, ela me perguntou:
– Você não queria fazer uma massagem em mim?
– Sim!! Deita de barriga pra baixo que vou pegar o creme.
Ela virou de boa vontade, com uma atitude de gatinha. A primeira parte do meu plano estava feita. Passei creme nas mãos e massageei os ombros dela.
– Mmmm que delícia! Mais pra baixo, por favor!
– Claro!
Continuei por toda a costa dela, usando mais creme a cada vez. Fui descendo até chegar no meu objetivo. Passei bastante creme nas nádegas dela, apertando de leve.
– Mmhh que safado que você é! Tá se aproveitando! Kkkk
– Se você não gostar, eu paro. Me fala!
– Não, tá de boa, continua, continua!
Tirei um pouco de creme de uma mão e desci até a buceta molhada dela, enfiando dois dedos.
– Ai, mas que bom massagista! Kkk
Era a hora, com um dedo da mão livre comecei a brincar no cuzinho dela.
– Epaa... Onde você tá indo?
– É parte da massagem! Haha
Enfiei o dedo com uma facilidade que não esperava. Escorregou quase todo quando o Andre me parou.
— Gosto de brincar, mas não exagera!
— Desculpa, quero brincar com sua bunda também!
— Tá bom... Mas só um pouquinho.
— Sim, claro. Se te incomodar, eu paro.
— Ok
Ele se ajeitou de novo e eu voltei à carga. Me aproximei e enfiei na buceta dela até a metade enquanto continuava brincando com o cu dela.
— Não, assim não... Deixa eu subir em cima de você de novo.
Trocamos de posição e ela enfiou tudo de uma vez. Entrar nela sempre foi fácil, nunca apertada, nunca doía.
Minhas mãos procuraram a bunda cremosa dela de novo e enfiei o dedo na hora. Ela cavalgava e gemia. Comecei a foder ela com o dedo. Depois tentei com dois. O cu dela continuava se abrindo e ela continuava se mexendo e gemendo. Levantei ela, tirei a pica com uma mão e falei:
— Se continuarmos assim, vou gozar dentro de você!
— Aahh aahh e o que você quer fazer?
— Isso!
Segurei a bunda dela com uma mão e com a outra apertei a cabeça no buraco dela. Empurrei um pouco e a pontinha entrou.
— Aai, assim não... Passa mais creme em mim!
Obedeci sem sair de debaixo dela. Ela pegou na minha pica e foi colocando aos poucos.
— Não se mexe, deixa comigo!
Fiquei parado sentindo ela entrar bem devagar no cu dela. Tremia de ansiedade igual um moleque abrindo um presente.
Ela abriu as nádegas com uma mão sem soltar minha pica. Começou a se mexer bem pouco, se fodendo só com a metade. Gemia de dor. Eu tava excitadíssimo. Aos poucos entrava e saía mais rápido, mesmo que só a cabeça. Mexi minha pelve pra entrar mais.
— Aai... Devagar... Você me mata!
Continuamos suave por mais um minuto até ela tirar a mão que segurava minha pica e colocar as duas no meu peito. Já não gemia de dor. Coloquei minhas mãos nas nádegas dela e abri bem. Entrei mais da metade. Sem parar de se mexer, de olhos fechados, ela disse:
— Vai... Agora.
Passei saliva nos dedos e passei no que ainda tava fora do tronco. Segurei ela firme pela bunda e enfiei devagar até o fundo. Ayyy... Aaai... não se mexe...
Eu abracei ela e fiquei parado com a pica toda dentro por uns momentos. Apertei ela bem contra meu peito e comecei a mexer a pélvis, tirando até a metade e enfiando tudo de novo. Eu tava voando de prazer. Acelerei um pouco mais e foi perfeito. Eu tava desvirginando o cu da Andre. Se com a Vale eu gozei pra caralho, o prazer de abrir o cu da minha mina pela primeira vez foi muito maior.
Falei que ia encher o cu dela de porra e ela acelerou os movimentos também.
- AAAAhhh vou gozar! Vou gozar no teu cuuuu!
- Vai... Vai... joga tudo dentro!
- OOOHH uuufff
- Seu filho da puta! Sua porra queima por dentro! Me arrombou toda! Kkkk
- Aahhh a melhor foda da minha vidaaaa!
- Bem feito! Custou pra caralho!
A gente se jogou um do lado do outro. O cu dela escorria porra, mas a gente nem ligava. A gente ria que nem besta...
3 comentários - A bunda gostosa da Andrea