Olá, pessoal! Depois de um tempo afastado, estou de volta à plataforma, e dessa vez nada melhor do que um relato dos meus anos transando com a Natalia (a garota do meu primeiro post). Foram muitas vezes que a gente comeu, mas vou tentar resumir os melhores momentos aqui, e ainda com fotos que ela mandou.
Com a Nata, depois daquela primeira vez no lugar abandonado, a relação tomou um rumo novo. Comecei a perceber os gostos dela sobre sexo e coisas do tipo. Foi então, umas duas semanas depois, que a gente marcou de se encontrar na cidade pra foder de novo. Ela vinha passar o fim de semana, e eu, pessoalmente, não queria perder tempo: queria comer ela dois dias seguidos. Ela não botou problema, e a gente se preparou pra esse fim de semana.
No sábado, dia em que ela chegou, eu já tava esperando com alguns preparativos no lugar onde a gente ia foder. Era difícil fazer em casa, então pedi pro meu melhor amigo, Juan Carlos, me emprestar a casa dela. Ela chegou com um vestido branco bem justinho e curto, o que já me deixou pronto pra ação que vinha. Assim que chegamos na casa, a coisa não demorou: começamos a nos beijar sem parar, enquanto nossas mãos percorriam o corpo um do outro inteirinho.
Passei a mão no rosto dela primeiro, desci direto pros peitos e finalmente comecei a apalpar a bunda dela. Lembro que, no meio dos beijos e das pegadas, senti que ela tava de calcinha de renda, o que me deixou ainda mais excitado, e meu pau começou a crescer devagar. Depois de uns minutos, não mais que cinco, a gente já tava muito tarado e começou a tirar a roupa. Rapidinho, virei ela de costas pra abrir o vestido pelas costas, enquanto ela encostava a bunda no meu pau e rebolava com gosto. Não demorei pra tirar o vestido e o sutiã dela ao mesmo tempo, e comecei a apertar os peitos dela com uma mão, enquanto a outra descia pra passar por cima da calcinha e sentir a buceta dela. Ela, feliz da vida... E excitada, continuava se movendo e aproximando a bunda dela no meu pau e lentamente abaixou a mão dela pra me tocar. Poucos segundos se passaram até que ela, de costas e com agilidade, desabotoou minha calça e a abaixou junto com minha cueca, revelando completamente meu pau ereto que ela continuava apertando com a bunda dela. Minha excitação já era grande nesse momento, então o que fiz foi curvá-la, pra ela ficar de quatro e eu poder tirar a calcinha dela. Aquele momento foi lindo, ela estava super molhada, tanto que era fácil de perceber ao toque, então ver lentamente a calcinha dela se desgrudar dos lábios vaginais úmidos e inchados me fez automaticamente colar minha boca na buceta dela pra lamber com minha língua o clitóris, a buceta, o cu, tudo, ao que ela respondia com gemidos cada vez mais profundos e com a excitação chegando num ponto muito alto. Minha sessão de oral nela durou uns 5 minutos, onde ela gemia cada vez que minha língua passava pela entrada da buceta dela e eu saboreava os fluidos vaginais deliciosos dela. Passados esses minutos, já era hora de penetrá-la, ela já pedia com o olhar e a cara de tesão, então fiquei de pé e, sem colocar camisinha nem nada, coloquei meu pau na buceta dela e comecei a penetrá-la devagar, ela que estava na segunda vez dela, ainda tinha um pouco apertada, então fui cauteloso pra não machucá-la. O movimento foi aumentando a cada segundo que passava até ficar natural. Poucos minutos se passaram e fizemos outra posição, dessa vez usamos um sofá que tinha naquela casa e a Nata me fez deitar pra ela poder cavalgar no meu pau, o movimento foi excelente, toquei nos peitos dela por um tempo enquanto ela continuava cavalgando e depois desci minha mão pra tocar a bunda dela. Ela, muito safada embora tímida, me disse pra eu tocar o cu dela, então comecei a tocar suavemente e a fazer pressão pra dilatar um pouco, ela continuava se movendo e aquela sensação adorava. Fizemos uma última troca de posição, dessa vez de papai e mamãe. Antes de penetrar ela, ela chupou meu pau por um momento, saboreando os próprios fluidos dela, e eu me preparei pra foder ela como manda o figurino. Nessa última posição, ela teve quase dois orgasmos seguidos, e depois do segundo, já era eu quem ia gozar. Então tirei meu pau da buceta dela e levei até a boca dela, falei pra ela me fazer gozar com um boquete pra ela provar meu leite. Ela topou e começou a fazer um oral tão gostoso que em menos de dois minutos eu tava gozando dentro da boca dela. Saiu bastante porra, e no começo ela se assustou, mas rapidinho se acostumou com a situação, saboreou, brincou com ele e no fim engoliu quase tudo. Logo depois dessa foda, tomamos banho juntos, nos vestimos e fomos tomar um sorvete. No caminho, mesmo ela tendo sido comida minutos antes, a gente não perdia a chance de passar a mão um no outro, ou arrumava qualquer desculpa ou movimento do corpo pra sentir os genitais do outro. Depois do sorvete, fomos pra casa de outro amigo (Santiago) pra avisar que no dia seguinte a gente precisava que ele emprestasse a casa pra foder de novo. Santi não se opôs nada, mas brilhou uma ideia na cabeça dele: chamar a namorada dele, Leidy, pra ir na casa dele no dia seguinte, pra ficar nós quatro com a casa disponível e na expectativa do que podia rolar... Essa história continua. PS: As fotos abaixo são da Natalia, ela me mandou uns dois dias antes desse encontro pra me esquentar. Dá pra ver o potencial e a buceta linda dessa mulher.


COMENTA! DÁ LIKE! MANDA O QUE VOCÊ QUISER! ME MANDA MENSAGEM DIRETA! ME ADICIONA NO SKYPE! FAZ O QUE VOCÊ QUISER, ISSO SIM, CONFORME EU VER MOVIMENTO PÚBLICO RAPIDAMENTE A SEGUNDA PARTE QUE ESTÁ MUITO MELHOR. VALEU! A GENTE SE VÊ E FELIZES PUNHETAS PRA TODO MUNDO, E GAROTAS SE VIRAM ESSE POST, MANDEM MENSAGEM
Com a Nata, depois daquela primeira vez no lugar abandonado, a relação tomou um rumo novo. Comecei a perceber os gostos dela sobre sexo e coisas do tipo. Foi então, umas duas semanas depois, que a gente marcou de se encontrar na cidade pra foder de novo. Ela vinha passar o fim de semana, e eu, pessoalmente, não queria perder tempo: queria comer ela dois dias seguidos. Ela não botou problema, e a gente se preparou pra esse fim de semana.
No sábado, dia em que ela chegou, eu já tava esperando com alguns preparativos no lugar onde a gente ia foder. Era difícil fazer em casa, então pedi pro meu melhor amigo, Juan Carlos, me emprestar a casa dela. Ela chegou com um vestido branco bem justinho e curto, o que já me deixou pronto pra ação que vinha. Assim que chegamos na casa, a coisa não demorou: começamos a nos beijar sem parar, enquanto nossas mãos percorriam o corpo um do outro inteirinho.
Passei a mão no rosto dela primeiro, desci direto pros peitos e finalmente comecei a apalpar a bunda dela. Lembro que, no meio dos beijos e das pegadas, senti que ela tava de calcinha de renda, o que me deixou ainda mais excitado, e meu pau começou a crescer devagar. Depois de uns minutos, não mais que cinco, a gente já tava muito tarado e começou a tirar a roupa. Rapidinho, virei ela de costas pra abrir o vestido pelas costas, enquanto ela encostava a bunda no meu pau e rebolava com gosto. Não demorei pra tirar o vestido e o sutiã dela ao mesmo tempo, e comecei a apertar os peitos dela com uma mão, enquanto a outra descia pra passar por cima da calcinha e sentir a buceta dela. Ela, feliz da vida... E excitada, continuava se movendo e aproximando a bunda dela no meu pau e lentamente abaixou a mão dela pra me tocar. Poucos segundos se passaram até que ela, de costas e com agilidade, desabotoou minha calça e a abaixou junto com minha cueca, revelando completamente meu pau ereto que ela continuava apertando com a bunda dela. Minha excitação já era grande nesse momento, então o que fiz foi curvá-la, pra ela ficar de quatro e eu poder tirar a calcinha dela. Aquele momento foi lindo, ela estava super molhada, tanto que era fácil de perceber ao toque, então ver lentamente a calcinha dela se desgrudar dos lábios vaginais úmidos e inchados me fez automaticamente colar minha boca na buceta dela pra lamber com minha língua o clitóris, a buceta, o cu, tudo, ao que ela respondia com gemidos cada vez mais profundos e com a excitação chegando num ponto muito alto. Minha sessão de oral nela durou uns 5 minutos, onde ela gemia cada vez que minha língua passava pela entrada da buceta dela e eu saboreava os fluidos vaginais deliciosos dela. Passados esses minutos, já era hora de penetrá-la, ela já pedia com o olhar e a cara de tesão, então fiquei de pé e, sem colocar camisinha nem nada, coloquei meu pau na buceta dela e comecei a penetrá-la devagar, ela que estava na segunda vez dela, ainda tinha um pouco apertada, então fui cauteloso pra não machucá-la. O movimento foi aumentando a cada segundo que passava até ficar natural. Poucos minutos se passaram e fizemos outra posição, dessa vez usamos um sofá que tinha naquela casa e a Nata me fez deitar pra ela poder cavalgar no meu pau, o movimento foi excelente, toquei nos peitos dela por um tempo enquanto ela continuava cavalgando e depois desci minha mão pra tocar a bunda dela. Ela, muito safada embora tímida, me disse pra eu tocar o cu dela, então comecei a tocar suavemente e a fazer pressão pra dilatar um pouco, ela continuava se movendo e aquela sensação adorava. Fizemos uma última troca de posição, dessa vez de papai e mamãe. Antes de penetrar ela, ela chupou meu pau por um momento, saboreando os próprios fluidos dela, e eu me preparei pra foder ela como manda o figurino. Nessa última posição, ela teve quase dois orgasmos seguidos, e depois do segundo, já era eu quem ia gozar. Então tirei meu pau da buceta dela e levei até a boca dela, falei pra ela me fazer gozar com um boquete pra ela provar meu leite. Ela topou e começou a fazer um oral tão gostoso que em menos de dois minutos eu tava gozando dentro da boca dela. Saiu bastante porra, e no começo ela se assustou, mas rapidinho se acostumou com a situação, saboreou, brincou com ele e no fim engoliu quase tudo. Logo depois dessa foda, tomamos banho juntos, nos vestimos e fomos tomar um sorvete. No caminho, mesmo ela tendo sido comida minutos antes, a gente não perdia a chance de passar a mão um no outro, ou arrumava qualquer desculpa ou movimento do corpo pra sentir os genitais do outro. Depois do sorvete, fomos pra casa de outro amigo (Santiago) pra avisar que no dia seguinte a gente precisava que ele emprestasse a casa pra foder de novo. Santi não se opôs nada, mas brilhou uma ideia na cabeça dele: chamar a namorada dele, Leidy, pra ir na casa dele no dia seguinte, pra ficar nós quatro com a casa disponível e na expectativa do que podia rolar... Essa história continua. PS: As fotos abaixo são da Natalia, ela me mandou uns dois dias antes desse encontro pra me esquentar. Dá pra ver o potencial e a buceta linda dessa mulher.



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