O Trevo - O Espelho

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Os dias seguintes depois do "começo" foram desconfortáveis. Não sabíamos como conversar. Na nossa típica conversa de quinta-feira (dois dias depois da noite em que me chuparam na beira da estrada na montanha) elas evitavam o assunto de sair ou mencionar o que tinha acontecido. Elas tinham conversado entre si (depois me contaram) e perceberam que tinham exagerado. Que tinham ido longe demais com alguém que conheciam há alguns meses.

Os chats no nosso grupo, que já tinha sido batizado de "o trevo", voltaram a ficar picantes depois de uma foto que as duas postaram no face. As duas de biquíni deitadas de bruços, onde dava pra ver tudo. Os peitos das duas e a raba enorme da Sole.

Eu: Essa! Que foto boa! E que privilegiados os que viram ao vivo!

Pili: Hahaha, você não pode reclamar, você já viu muito - Pili estava puxando o assunto sensível.

Eu: Viu? Como assim? Aqui o único que mostrou uma parte sensível fui eu! - disse me fazendo de vítima falsamente.

Sole: Ohhh! Pobrezinho! Não percebemos que nos aproveitamos de você!

Pili: Hahaha, sem vergonha!

Eu: É a realidade! Eu não vi o que mostram na foto.

Sole: Ele tem razão, Pili! Tudo porque você não ofereceu seus peitos pra ele gozar.

Pili: Gente!! Tô morrendo de vergonha! - finalmente começamos a falar do assunto.

Eu: Por que vergonha, meninas?? A gente se divertiu e o que acontece no trevo... Fica no trevo.

Pili: Ééé. Vai me dizer que não vai contar pros seus amigões? - sem dúvidas era a que mais arrependida estava.

Eu: Nem fodendo! Vocês são as que importam! Entendo que hoje estejam com vergonha, mas aos poucos vamos ganhar confiança e vamos rir. Tem que fazer piadas como a da Sole.

Sole: Haha, siim. Eu tenho boas lembranças da noite. No outro dia tinha partes que não conseguia lembrar. Acordei com uma puta ressaca e com gosto do seu gozo. Hahahaha.

Eu: Haha, uma fera.

Pili: Você sacrificou pelo time, amiga!
Eu: tudo pra você não sujar os peitos, Pili
Sole: da próxima é você quem fica com o final, amiga – próxima? Que lindo isso soava
Pili: Próxima?? Do que a gente tá falando? Não sei se consigo olhar pro Fer de novo na cara
Eu: Pili!! Para de frescura. Vamos fazer algo hoje pra essa vergonha passar. A gente se encontra pra tomar alguma coisa?

Depois de umas idas e vindas, acabamos combinando de nos encontrar pra beber alguma coisa. Eu sabia que o importante hoje era que a Pili, especialmente, não se sentisse mal. De mostrar pra ela que depois do que a gente fez, ainda dava pra continuar conversando e ter uma noite sem precisar transar nem nada sexual. Era óbvio que nossa relação já era especial, mas eu não queria que essas minas, que normalmente eram assediadas, passassem pela mesma coisa comigo.

Saímos duas ou três vezes sem acontecer nada. A gente tinha uns chats que esquentavam. Elas foram passar 10 dias de férias no Chile. Deram a entender que tinham se divertido muito e eu fiz o possível pra que ficassem à vontade.

Sole: e não te incomoda saber das "nossas aventuras sexuais"?
Eu: Não! Vocês têm confiança comigo. Podem falar sobre isso. A gente tinha combinado só não falar de desilusões amorosas. Mas podemos contar histórias sexuais. Na verdade, a gente já fez isso no "Nunca Eu".

Pili: Sim!! Como a gente riu da história da gatinha que foi mijar no seu menage!! – Pili já tava mais solta

Depois conversamos um pouco sobre o que a gente tinha feito e surgiu um assunto que era óbvio que elas tinham conversado antes. Meu apê.

Sole: como é que a gente ainda não conhece seu esconderijo?
Pili: É! Que vergonha, você não leva "suas nenéns" pro seu apê. Com certeza já levou um monte de minas.

Eu: haha já tive visitas. Mas os cavalheiros não têm memória. – era verdade que elas não conheciam e não sabiam bem por quê – acho que não convido pra vocês não acharem que eu quero comer vocês.

Sole: e tem problema nisso?? 😉 – Sole tava ficando provocante
Eu: nenhum, óbvio – elas estavam pedindo pra vir? Queriam transar comigo? Tava difícil de interpretar os sinais - Vamos comer juntos amanhã aqui? Pili: Ela tá nos convidando por culpa! O que você cozinharia pra gente? Eu: ahh surpresa! Aceitam? Alguma restrição na hora de comer? Sole: Sim! Aceitamos! E eu prefiro massas Pili: haha que cara de pau a gatinha já tá pedindo qual restaurante! O que a gente leva, Fer? Depois de acertar os últimos detalhes sobre bebidas, horário e até roupa (sim. Era um assunto difícil de evitar com elas. Queriam saber se depois íamos a algum lugar). No dia seguinte, eu saí mais cedo do trabalho e me dediquei aos preparativos. Costumávamos fazer nossos encontros durante a semana porque elas saíam com amigos/as no fim de semana. Comprei sorrentinos e fiz um molho especial bem leve pra ninguém passar mal caso rolasse ação. Elas chegaram às 21h30 de táxi. Estavam vestidas pra dar um troço. Sole com uma calça branca bem justa e Pili de blusa decotada e minissaia. Era uma exposição dos seus melhores atributos. Tipo exibindo aquela bunda linda e aqueles peitos de sonho. Não sabia como interpretar a roupa delas porque sabia que era uma mensagem. Tínhamos combinado de não sair depois. Então aquilo era pra mim. Eu: Boas! Bem-vindas! - fiz o gesto de recepção na entrada - que lindas vocês estão! Rolou um cumprimento com abraço muito gostoso. Só então caiu a ficha que era a primeira vez que estávamos os três sozinhos de novo, e não num bar cheio de gente onde elas não costumavam me abraçar. Sole: Obrigada! A gente se arrumou pra uma noite especial. Disseram que se come bem aqui - e fez um gesto tentando decifrar o cheiro do molho Depois de um tempinho mostrando um pouco o apartamento (era só um quarto, cozinha-sala, um banheiro e uma varanda), abrimos um vinho e petiscamos algo enquanto eu terminava o molho. Depois de 20 minutos já estávamos comendo. Elas contaram mais histórias das férias. Sole contou de um otário com quem ficou que, além de ser um inútil na cama, era pau pequeno (sic) Pili: Você ainda sente falta do pau do Fer! - disse mostrando que já estávamos à vontade Sole me franeleava o tempo todo e provocava a Pili.
Sole: haha óbvio! Você também curtiu! - e tocou no meu pau por cima da calça. Algo que eu não estava esperando.

Levantamos a mesa e colocamos música. Continuamos bebendo e elas ficavam o tempo todo puxando o assunto de se eu já tinha feito festas no apartamento. Disse que não. Queriam saber se algum dos menages tinha sido lá. A resposta é não.
Sole: então vamos batizar? - disse a Sole querendo me deixar com tesão e sua amiga desconfortável
Elas já tinham aceitado minha postura de ficar com as duas ou nada, mesmo me provocando o tempo todo.
Pili: então se eu quiser te levar pro quarto e te foder por horas, você vai dizer não?
Eu: Claro. A menos que a Sole venha com a gente.
Sole: e mesmo se eu disser que te entrego o rabo? Você diria não? - que putinha safada
Eu: também diria não. Somos o trevo!

Como era costume passar a noite jogando algum jogo (nem todos sexuais, às vezes era Chinchón ou Uno). Propus jogar algo que chamei de "o espelho", cujas regras eram simples. Tiramos três cartas: uma era o protagonista, outra o espelho e a última o reflexo. Se você tirasse o protagonista era quem decidia os movimentos, o espelho ficava no meio e o reflexo tinha que imitar o protagonista.
Depois de algumas perguntas de esclarecimento, aceitaram experimentar.
Tiramos as cartas. Eu era o protagonista, Sole o reflexo e Pili o espelho. Para começar de boa, fiz a Sole me imitar em um fundo branco.
Depois foi a vez da Pili, que me fez imitá-la dançando, e a Sole fez a Pili dar uma volta sexy. Onde ela mostrou bem como a calça ficava nela.
Pili: e que merda o espelho faz? Não faz nada - como eu esperava essa pergunta
Eu: deixa eu te mostrar
Tinha me tocado ser protagonista, Sole reflexo e nossa princesinha o espelho. Coloquei ela no meio de nós e fiz a Sole me imitar nos movimentos. Comecei no ouvido dela dizendo "o espelho também pode participar" e me dirigi à sua boca dando pequenos beijos. Do outro lado, a Sole fazia o mesmo caminho. Terminamos na boca dela os dois.
Pili: que filhas da puta! Tá bom, entendi. Já me levantaram a temperatura.
Elas me usaram de espelho e dançaram as duas apoiando a bunda em mim. Depois a Pili me fez segui-la para dar um tapa na bunda da Sole. Era a primeira vez que eu a tocava. Que delícia que era. Ela estava durinha e eu já estava de pau duro.
As duas me tocaram por cima da calça. A Sole me fez tocar uma goma na Pili.
A noite avançava com álcool e a gente se cagando de rir. Mas eu tinha que mostrar uma nova variante do jogo. A Pili era meu reflexo. Coloquei ela na minha frente e tirei meus sapatos. Ela teve que me imitar. Não parecia nada demais, mas uma coisa ficou clara: não tinha desculpa para não ficar pelada.
A Sole era reflexo da Pili. A loira olhou pra ela com cara de safada, mas não teve coragem de tirar uma peça de roupa. Em vez disso, se virou, enfiou as mãos por baixo da minissaia e mostrou uma calcinha fio dental rosa (linda). A Sole se cagou de rir e disse "vadia", e imediatamente teve que imitá-la, mostrando uma calcinha vermelha minúscula. Era óbvio que isso era pra guerra. Ela tinha vindo preparada.
Agora era a vez da Sole ser meu reflexo, e eu disse que queria ver mais daquela calcinha vermelha. Então fui tirando meu jeans lentamente, pra que ela tivesse que tirar a calça. Ela hesitou um pouco, mas depois aceitou e foi tirando a calça até ficar só de calcinha. A Pili comemorou e me fez lembrar da noite de terça.
Pili: olha que rabão que você tem, filha da puta! — dizia pra amiga.
A Sole deu uma voltinha pra exibir, mas depois pegou uma almofada pra cobrir enquanto continuávamos o jogo.
Agora era a vez da Pili ser o reflexo da Sole.
Sole: você tá muito vestida, loira! — disse com cara de malvada.
A Sole sabia que fazer a Pili tirar a blusa também a prejudicava, porque ela teria que ficar praticamente pelada. Mas ela estava no jogo e fez. As duas tiraram a parte de cima e ficaram de sutiã. Que peitões maravilhosos Pili, por favor! Os peitos dela estavam quase saindo do sutiã. As duas tentavam se cobrir como podiam.

Eu: Não se cubram! Se estamos à vontade e sozinhos.

Pili: Claro! Ele pode falar porque está de camisa!

Imediatamente ofereci um bônus e fiquei pelado. Só tinha uma cueca.

Eu: Pronto. Vocês já me viram todo. Porque o que estou cobrindo vocês já conhecem.

Sole: Teu bumbum ainda não! - disse ela, tapando minha boca.

Pili foi o meu reflexo de novo e as duas me usaram para me percorrer com a língua do pescoço até a cintura. Naquela época eu tinha um bom corpo e isso as atraía. Meu pau já estava querendo sair e elas percebiam.

Sole: Nosso amigo quer vir pra fora! Deixa ele sair, sentimos saudades - que comentário lindo. Queria ficar peladão logo e enfiar o pau na boca delas. Mas mantive minha postura de jogador.

Eu: Vão ter que descobrir como tirá-lo usando o jogo.

Sole foi meu reflexo e a levei até a boca da Pili. Começamos a beijá-la e fomos descendo pelo pescoço até chegar nos peitos dela. Pili estava nervosa. Olhei pra Sole, que esperava minhas ordens, e descobri o peito que estava ao meu alcance para começar a beijá-lo. Sole fez o mesmo com o peito que estava com ela. Pili tremia de medo e prazer. Era um passo muito gostoso pro nosso trio. Voltamos a nos sentar para jogar as cartas de novo. Mas Sole não resistiu a fazer um comentário.

Sole: Finalmente beijei seus peitos, amiga. Sempre quis fazer isso.

Pili: Filha da puta! Já vou me vingar - e dei um tapa na bunda dela.

Fui espelho de novo e me puseram entre elas. Pili comandava as ações e, como era a mais tímida, não esperava algo muito ousado. Começaram a me percorrer com as bocas desde o pescoço, mas ao chegar no elástico da cueca, Pili mordeu e começou a puxá-la pra baixo. O pau duro que eu tinha complicou a manobra, mas elas se ajudaram com as mãos e me deixaram peladão.

Sole: Oi! Sentimos sua falta! - disse ela, falando com meu pau.

Eu: Isso está muito desigual. Estou peladão demais comparado com vocês - falei fazendo... entender que a roupa não ia durar nelas
Fui o reflexo da Sole e ela não me decepcionou. Deixamos a Pili sem sutiã.
A música e o álcool nos soltaram, mas mesmo assim a gente se cobria. A Sole guiou a Pili de novo e me colocaram no meio. Eu já queria que chupassem meu pau. Levei a mão dela devagar até meu pau e a Pili teve que seguir. Ela se abaixou e, em vez de mirar no pau, me deram uma mordida na bunda.

Depois foi minha vez de guiar a Pili pelo corpo da Sole. Beijamos e mordemos a bunda dela e subi a tensão quando me juntei com a Pili na altura da boceta da amiga. Comi a boca dela gostoso enquanto a gente passava os dedos por cima da calcinha da Sole. A morena curtia a vista de cima e agarrava nossa cabeça. Ela forçava a gente a se beijar. Eu tinha uma mão guiando a Pili pra tocar na boceta, mas a outra naquele cu tentando achar onde tava escondida aquela calcinha. A gente se levantou com a Pili e a Sole, sem jogar as cartas, fez as duas se ajoelharem. Sim. Tava chegando aquele momento.

Era uma aula de como chupar um pau sem falar. Elas me percorriam com a língua. A Sole mostrava como tocar nas minhas bolas, me percorriam todo o tronco com a boca entreaberta, uma de cada lado. A Sole enfiava na boca e fazia a loira fazer o mesmo movimento. Me sentaram no sofá e a Sole tirou o sutiã pra soltar as peitinhas também. Tinha as duas ajoelhadas e já imaginava o que podia vir. A Sole começou um espanhola e fez a Pili seguir depois. Quebrando as regras do jogo e do silêncio, pedi duas coisas:

Eu: Pili, tira a saia – ela obedeceu em silêncio. Continuei com meu próximo pedido – Beijem-se.

Me obedeceram começando tímidas, mas cada vez abriam mais a boca e botavam língua. Me aproximei delas e as parei. Elas não paravam de se beijar.

Eu: Não fui um bom anfitrião. Venham pra cá – falei e coloquei as duas de quatro no sofá.

Pedi que continuassem se beijando e parei pra observar a imagem. Tinha essas duas gostosas de calcinha fio-dental, se beijando e de quatro, prontas pra mim. Queria comer elas ali mesmo, especialmente o cuzinho da Sole. Mas sabia que precisava aumentar o tesão delas. Me ajoelhei atrás delas e comecei a tocar. Elas gemiam. Beijava as bundas enquanto minhas mãos já tocavam as bocetas, que estavam bem molhadas. Decidi atacar primeiro a boceta da Pili com a língua, enquanto começava a enfiar um dedo na Sole.

A Pili começou a gemer mais alto e a Sole se ajeitou pra acariciar o cabelo e as costas dela. A morena foi além, beijando as costas enquanto apertava os peitos. Eu já estava chupando a boceta com tudo, e chegou a hora da Sole. Não podia deixá-la de lado. Ela estava sentada no sofá, abri as pernas dela e me perdi na boceta. Enquanto isso, a Pili se recuperava da chupada e ficava nos olhando. A Sole puxou ela pelos cabelos pra beijar e queria chupar os peitos. Ajeitei as duas pra Pili ficar de quatro, mas por cima da Sole. Elas se beijavam, e a morena chupava os peitos enquanto se masturbava. Tinha chegado a hora.

Peguei uma camisinha e me aproximei por trás da Pili. Beijei seu pescoço por trás, passei as mãos pelas costas e, quando cheguei nos quadris, segurei firme pra enfiar o pau. Entrou fácil, de tão molhada que ela estava. A loira soltou um gemido pro teto.

A Sole ainda estava ocupada com os peitos da amiga, mas me olhava pra acompanhar meus movimentos. Continuava se masturbando e esticava a mão pra tocar minhas bolas. Ela as apertava e acompanhava o ritmo. Também usava os dedos pra tocar a amiga. Foi quando sentimos a Pili gozar pela primeira vez. Percebi que era a vez da Sole. Tirei a loira de cima e a beijei pra curtir sua boca pós-orgasmo. Peguei a Sole pelas pernas e a penetrei com força. Ela mordia os lábios e estendia as mãos pra amiga, que atendeu ao chamado. beijando ela.
Sole: Aiii siiim. Como eu estava esperando por esse momento - ela se surpreendeu com meu comentário
Eu: Ah é? Tava esperando que eu te comesse enquanto beija sua amiga? - lembrei que Sole curtia um papo safado
Pili: Sole disse que a gente ia te pegar essa noite e ela tá me enchendo a cabeça faz tempo - respondeu a amiga enquanto se levantava e me beijava ao mesmo tempo que com a mão acariciava todo o meu corpo.
Sole começou a gemer como uma louca
Sole: Ah ah ah. Vai, não para! Me dá mais forte - tive que aumentar a potência e largar a Pili um pouco.
Pili estava irreconhecível. Por trás, ela me acariciava e dizia
Pili: Você gosta de comer a gente juntas? - com voz de gata. Eu acenava - é isso que você queria desde a primeira noite? - eu acenava de novo
Eu: E mais
Sole gritou e chegou ao orgasmo.
Pili: E mais? Aproveita que você nos tem assim
Levantei a Sole e tinha as duas em pé. Beijava e tocava elas por todo lado.
Sole: O que você quer fazer com a gente? Tarado - a Sole me provocava.
Estavam despertando a fera que estava contida. Coloquei as duas de quatro, uma do lado da outra. Pedi que se beijassem e dei um tapa na bunda de cada uma. Elas soltaram um grito meio de prazer, meio de surpresa. E fui aproveitar a vista da Sole. Comer ela por trás deve ser uma das imagens que vou lembrar pra sempre. Aquele bunda redonda. Durinha. Com a calcinha fio-dental ainda enfiada e recebendo minhas metidas.
Dava algumas enfiadas e trocava pra Pili na mesma posição. Eu estava louco e elas adoravam
Sole: Siiim. Filho da puta. Come a gente! Somos suas - vi que ela estava se tocando enquanto eu fodia a amiga dela.
Elas chegaram praticamente ao mesmo tempo. Pili com meu pau dentro e Sole se masturbando enquanto eu ajudava com minha mão. Já não aguentava mais. Tinha que descarregar toda a porra.
Eu: Não aguento mais. Tenho que gozar - disse com voz de possesso
Sole: Mmmmmm e dessa vez é a vez da loira? Olha que eu adorei
Eu olhei pra Pili enquanto ela ia se virando pra reclamar a dela turno. Ela se ajoelhou na minha frente, pegou meu pau e começou a me masturbar apontando para os peitos dela.
Pili: acho que estou em dívida – dizia enquanto acelerava.
Sole se aproximou e ajudou ela a fazer de um jeito mais puta. Pegou meu pau, levou até os peitos, mostrou para Pili como bater uma mais devagar.
Sole: onde você quer, amiga? Na boca? – Pili balançou a cabeça negando – nos peitos? – Pili assentiu.
Alguns segundos depois não consegui segurar a explosão e enchi os peitos da Pili de porra. Sole guiava meu pau e tentou levar o último jato até a boca, mas não deu tempo.
Sole: ai, fiquei com vontade – disse brincalhona.
Como não era de se contentar, se aproximou da amiga. Passou os dedos pelos peitos melados e os levou à boca.
Pili: que puta que você é – disse surpresa.
Sole pegou mais um pouco de porra com o dedo. Levantou devagar e foi levando até a boca da Pili. A loira fez cara de entrega e lambeu.
Sole: você vai ver como depois vai sentir falta do gosto de porra.
Eu observava elas e não conseguia acreditar no que tínhamos feito, mas ao mesmo tempo comecei a me lembrar da sensação depois do boquete na montanha e não queria que ficássemos desconfortáveis. Procurei algo fresco para beber e ofereci a elas. Eu ainda estava de pau bem duro. As duas se levantaram para ir ao banheiro. Sole se aproximou de mim e beijou meu pau como despedida, e Pili me beijou na boca.
Quando voltaram, eu já tinha arrumado tudo e elas estavam vestidas e radiantes de novo.
A noite seguiu mais um pouco com conversas e álcool. Não evitamos o tema do nosso relacionamento e os três estávamos convencidos de que ia acontecer de novo.

Ainda temos cerca de nove anos de experiências para contar.

7 comentários - O Trevo - O Espelho

Excelente, quedé muy húmeda al leer,por favorrr. Me quedé tranquila que fueron 9 años,asi que seguro la saga continuará. Felicitaciones 💋
Gracias @Lujisex! Hay mucho por contar todavía. Gracias por pasar
Que siga la saga, te empiezo a segui, muy bueno, explosivo.