A BRANCA REBECAEra uma área com casas muito distantes umas das outras. A exceção era uma que tinha, ao lado do seu terreno, um chalé de madeira bem antigo. Seu dono, que os construtores da casa nova não conseguiram convencer a vender aquela parte e sua casinha de madeira. Lá morava sozinho um velho negro chamado Ibrahim, de uns 60 anos. Cubano de nascimento, fugiu da ditadura de Castro quando era jovem, ele e a mulher. Começou uma vida nova assim que pisou nas terras da Flórida. Mas aconteceu como sempre, como tem que acontecer. Teve sua descendência: 3 mulheres e 4 homens. Deu estudo a eles e os preparou para a vida, mas assim que os moleques se sentiram fortes, partiram, deixando a casa para Ibrahim e a mulher. Uns dois anos na companhia da esposa, e ela foi adoecendo aos poucos até que um belo dia partiu deste mundo. Os filhos voltaram, mas tinham que ir embora de novo, ninguém queria cuidar do pai, e a única solução que viram foi pagar um asilo de idosos. Ibrahim, furioso, botou todo mundo pra fora na base do chute e, invocando o nome de Awewancan, os desterrou da sua vida, ou do que restasse dela. E assim, sozinho, seguiu sua vida naquele velho lar de sempre.
Seus vizinhos eram um casal jovem que tinha se instalado há um ano, vindos de outra cidade do norte dos Estados Unidos. Ele se chamava Roger e ela Rebeca, e tinham um filho de dois anos. Eles se conheceram de vários encontros casuais, assim como porque fazia seis meses que a esposa do velho senhor Ferrer tinha morrido. Aos poucos, começaram uma amizade com o velho. Impulsionados pela piedade, talvez. Mas o casal demonstrou uma preocupação sincera com a sorte do velho.
Rebeca era uma mulher como poucas. Seu corpo não tinha nada a invejar às profissionais da moda ou do pornô: era perfeito. Com 1,70m e 110-62-99, suas medidas não podiam ser melhores. Só com outro guarda-roupa, sandálias e maquiagem, poderia competir com as celebridades do ranking mundial. Nem preciso dizer da sua beleza perfeita de traços e tons: seus olhos... Olhos azuis imensos, você não conseguia sustentar o olhar se eles te encarassem; lábios carnudos e grandes, você desejava que te devorassem, dentes perfeitos, tudo harmonizado numa pele branca absolutamente admirável. O marido da Rebeca, Roger, era um viajante comercial e naquele momento em que tudo começou, ele estava viajando. Por um curto-circuito elétrico, com o velho negro na cidade fazendo compras, começou um incêndio que rapidamente destruiu todo aquele lindo chalé de madeira velha. Diante de tanta desgraça e vendo a Rebeca o desespero do vizinho, que tanto ela quanto o marido consideravam um bom homem, ela consultou o marido, que estava viajando, e teve a ideia de oferecer hospedagem na casa espaçosa deles até que o vizinho reconstruísse o novo chalé. O marido, sendo um bom cristão, concordou na hora. Assim, o velho senhor Ferrer se instalou num quarto do andar onde ficavam todos os cômodos, perto do quarto do casal. Desde o momento em que o velho negro se instalou, ele percebeu o quanto a vizinha branca era apetitosa; tudo o que via nela era o que o senhor Ferrer desejava como um louco. Se o diabo resolveu jogar, é certo que na vida do velho e da Rebeca os dados foram lançados. Tendo ela por perto no café da manhã, almoço e jantar, até se despedirem com um "até amanhã" e a Rebeca ir para o banheiro e o senhor Ferrer para o quarto, o negro só pensava nela e negligenciava o acompanhamento da reconstrução do chalé; parecia que cada vez tinha menos pressa de terminá-lo. A Rebeca percebia os olhares que o velho negro do senhor Ferrer lhe dava, mas achava que ele estava perturbado pelo ocorrido. Dizia a si mesma que deveria se vestir com roupas menos sugestivas, apesar do calor que sempre fazia naquela região do país. Quatro dias depois da nova moradia do velho, ele dizia a si mesmo que estava louco para conseguir algum favor da branca casada. Ficou pensando se comeria ela, aproveitando a situação dela como viúva desolada e sem casa, já que Rebeca era uma mulher de bom coração que sempre ajudou mendigos e necessitados que batiam na porta dela, assim como tinha feito com ele. No fim, decidiu e se preparou pra armar o show naquela mesma noite, no banheiro da ninfa branca. Se pelou e entrou no banheiro onde Rebeca tava tomando banho. Pegou do chão as calcinhas minúsculas dela e levou pro nariz. Aqueles fluidos e a umidade daquela peça deixaram a pica dele dura igual um pau. A pica do seu Ferrer era descomunal. Se por si só os negros já têm um membro mais avantajado, supostamente pra satisfazer as bucetonas das negonas deles, a daquele velho era desmedida e fora de qualquer padrão estatístico. De comprimento passava dos 27 centímetros e de diâmetro, 14. Era uma peça de respeito. O próximo passo era abrir a porta do chuveiro onde Rebeca, pelada, se refrescava e cuidava do corpo, mesmo pra dormir sozinha. Ao ouvir o clique, ela ficou parada e soltou um "quem tá aí?" se cobrindo as partes íntimas. Ao ver o velho negro vizinho, não podia ficar mais surpresa, e vê-lo pelado com aquela pica dura então, foi demais, e ela soltou um — Mas o que o senhor faz aqui, seu Ferrer!? Faça o favor de sair do meu banheiro. O velho, que já tinha tudo planejado, começou a atuar na hora e, como se estivesse envergonhado e fingindo chorar, desabafou — Ai, dona Rebeca, tô com uma dor terrível aqui que não me deixa viver, desde que cheguei na sua casa. Passei o tempo todo malvivendo e sentindo uma dor imensa no meu sexo por sua causa… sei que a senhora não tem culpa, mas só a senhora pode me ajudar, dona Rebeca… a senhora é tão boa que, se eu pedisse pra tirar essa dor. Que só a senhora pode tirar, eu seria o homem mais feliz do mundo… acredite, só a senhora pode me aliviar e com uma vez só já ficaria completamente curado… mas se não quiser me ajudar, vou entender e vou embora dessa casa. para sempre e com minha dor… Aquele discurso ele sustentou olhando disfarçadamente para o rosto da mulher, pra ver a reação dela diante da sua queixa e súplica, conhecendo ela, não esperava uma resposta feia, além disso, ele tratava de pegar sua tremenda pica e movê-la numa exibição descarada das suas dimensões. — Ai, mas seu Ferrer, espera… não vá embora, não quis dizer que não queria ajudar, só que sua… coisa se estiver dolorida, posso tentar, mesmo não sabendo se vou conseguir. Se eu ajudar, é só uma vez, hein? E não vá contar nada pro meu marido. — Combinado, Rebeca, só uma vez e… nada pro seu marido — o velho babava. — O que o senhor quer que eu faça pra ajudar? — Bem, pra começar, seus peitos me deixam… O negrão do seu Ferrer se levantou e, por trás da mulher, passou os braços na cintura dela e pegou um peito com cada mão pra apertar com desejo e sensualidade. Ela se deixou fazer, pensando “mas como é que eu vou fazer isso…?” O homem, já solto depois de uma amassada de vários minutos e encostando a pica imensa na bunda dela, sussurrava coisas no ouvido tipo “que peitos que você tem”, “como seu corpo me deixa de pica dura”, “seu cheiro me embriaga”, “seus bicos são uma maravilha”… Depois da amassada constante, ao ver que a casada se deixava levar e devia estar achando gostoso, ele a virou e os dois se abaixaram pra ele colocar a pica enorme na frente da boca dela. — Vai, Rebeca, cure a dor intensa da minha pica e dá uma chupadinha. A branca se viu abrindo a boca e começando a enfiar a cabeça daquele pau, pensando “bom, coitado do seu Ferrer, se é só isso, não me custa fazer, mas olha que pau que o velho tem, não, não se chama pau, ele chamou de pica, isso mesmo, tô gostando de chupar essa pica que o seu Ferrer tem… que estranho, sinto minha buceta molhando por dentro, poucas vezes chupei o meu marido, e era na base do rancor. Mas essa pica tem um gosto delicioso… tô com vontade de continuar… sim, sim, é bom… De repente, o velho tirou a pica da boca de Rebeca de uma vez e disse: —Para já, que por pouco eu gozo na sua boca. Vamos, bora continuar no seu quarto.
Uma vez na cama de casal de Rebeca, ela lembrou que era só uma vez e fez ele prometer:
—Só uma vez, eu juro…
Na cama, ele desce até a buceta dela e começa a tocar, separando os lábios íntimos, ficando vidrado na elasticidade, na cor e no cheiro. Vai falando tudo isso enquanto se aproxima até ficar bem na altura da boca dela. Ela não acredita no que aquele velho preto está fazendo—tocando nos cantinhos mais íntimos que são só do marido—e ele começa a lamber.
Depois de um bom tempo, ela já entra num estado de transe e grita bem alto:
—Ahhh, o que cê tá fazendo comigo… meu marido nunca fez isso… é bom, sim… ahhh siiiiiiiim… é muito… muuuuuito bom💕💕💕
Rebeca tem um orgasmo que nunca tinha sentido antes e grita, tanto de surpresa quanto de prazer, sentindo no corpo uma explosão de gozo que jamais conheceu.
—Vou te tratar com mais carinho que seu marido. Você não sabia o que era um orgasmo, sabia? Cê é mal comida, Rebeca. Se com a língua você já gozou, imagina o que vai sentir com meu pau.
Enquanto a mulher branca ainda se recupera daquele primeiro orgasmo da vida dela, aos 26 anos, ele coloca a cabeça do pau entre os lábios da vagina e avisa:
—Aí vou eu, Rebeca. Aproveita!
A penetração é impossível como o velho imaginava—mesmo com a buceta dela lubrificada, era pelo tamanho desproporcional do membro e pelo aperto da vagina da mulher, pouco acostumada. O pau fica meio preso na metade do caminho. Com um empurrão decidido, o enorme pau entra, e a dona da buceta solta um grito terrível:
—Aaaaaaahhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!⚡⚡
Sem esperar muito, o velho preto começa a se mexer pra fazer a mulher passar rápido de uma dor insuportável pra uma dor suportável, e dessa pra começar a sentir prazer. Ele acertou… Depois de algumas bombadas leves, a mulher começou a sentir algo que nunca tinha sentido antes, como se… estava acontecendo naquela noite já várias vezes. -Ahhh… é… muito… grande… 💫 -com voz entre resignada e reclamona, a branca casada foi se acostumando com a ideia de que aquele velho estava tirando dela uma vida inteira de ignorância. O senhor Ferrer sentou ela no colo dele, mas com toda a pica dele dentro dela, enfiada completamente, via como ao bater com a bacia e cravar até o fundo, ela mordia o lábio inferior e esperava o próximo empurrão se apertando o máximo possível na virilha do preto. O preto não conseguiu evitar gemer e falar entrecortado enquanto mordia os bicos dela -Isso minha rainha… se mexe sozinha… enfia mais minha pica preta grandona… cê gosta como eu como a senhora Rebeca… -Ohhh… que delícia… como eu gosto de como o senhor Ferrer me come… que pica o senhor tem… siiiim… me faz delirar de prazer… vou desmaiar de gosto senhor Ferrer… ahhhhh… vou gozaaaaar !!!! Outra vez… vou gozaaaaar!!! 💖💖💖 -Pois eu ainda não gozei, Rebeca. O velho preto ficou comendo ela por mais vinte minutos, onde ela teve mais três orgasmos destruidores e tava sem forças quando o velho soltou -Vou gozar, Rebeca, quero gozar dentro de você, cê quer que eu goze dentro? -Goza dentro senhor Ferrer!, me enche com seu esperma preto! Então ele se apertou como não fez durante toda a fodida e endurecendo a pica enorme gritou -Lá vai!!! 💦💦 Uma torrente de esperma preto e quente inundou o útero da branca casada, porque a cabeça da enorme pica preta tinha passado do colo dela e tava enchendo aquele lugar com jorros e jorros da semente preta do velho. Ao sentir a barriga quente pelo esperma do velho, ela exclamou -Ahhhhh senhor Ferrer!!! eu também gozo de novo… ahhh De manhã ela tava na cozinha lembrando da noite passada. Não cabia na cabeça como tinha se deixado comer pelo vizinho, hóspede da casa dela. Nunca ela tinha reparado em homens de raça preta e ainda por cima velhos e meio feios; o vizinho dela tinha seducido pela experiência dela, fez com que ela chegasse a um ponto em que estava perdida de luxúria, sem poder negar nada. Entendia que, por não ter experiência com o marido — o único homem na vida dela, que não a fazia sentir absolutamente nada —, o que sentiu a transformou em outra mulher, e ela gozou como jamais imaginou, embora tenha se preocupado ao lembrar das vezes que ele gozou dentro dela, mas… a pedido dela mesma. Sorte que ele prometeu que seria só uma vez, senão poderia mudá-la demais, e isso a assustava muito. Estava pensando nisso quando, de repente, umas mãos agarraram suas tetas enormes por trás. — Ahhhhh! que susto… me solta… — Mas como, Rebeca, sua boca diz isso, mas seus bicos estão duros e dizem outra coisa. — Não… nada… você prometeu que seria só uma vez… — Promessas foram feitas pra serem quebradas, você sabe disso… olha como eu tô com minha pica preta velha e grande pensando em você desde que acordei… pega nela, vê… você quer minha pica preta grande, não é verdade? Ela estava com a mão segurando a pica do velho por cima da calça, e ele estava apalpando com força as tetas dela e apertando os bicos. Ela respondeu fraca: — Siiim… — Então vamos pro quarto… O velho despiu ela num instante, e ele arrancou a pouca roupa que tinha, de modo que os dois ficaram pelados, e ele na frente dela mostrando o pedaço de pica enquanto dizia: — Sei que você quer minha pica, Rebeca, não nega, não vou repetir, me pede o que você quer que eu te dê. — Ééé… siiim… senhor Ferrer, quero sua pica preta… — com voz quase inaudível — você é malvado… 🥺 — Não sou malvado, só sou um velho que gosta de bucetas brancas de mulheres casadas… toma! A pica do preto entrou deslizando sem tanta dor como da primeira vez, porque a buceta da mulher ainda estava lubrificada pelos fluidos contínuos e restos de esperma de ontem. Ele ficou parado pra esperar sentir como os músculos da buceta invadida agora sim trabalhavam como nunca tinham trabalhado, apertando o tronco dele e notando como ela contraía aqueles músculos voluntariamente, como dando permissão pra ele ficar ali. A primeira foda daquela manhã durou uma hora e ela só gemia de alegria, se parabenizando por descobrir sensações tão novas. —Me fode, seu Ferrer, me enche com seu esperma preto, mete até bem fundo... tô gozandooooo!!!... ahhhgrggg!!! —Tô gozandoooooooo... —Isso! Isso! Me enche toda... goza dentro de mim... eu adoro. Descansaram dez minutos sem se falar e no final ela não conseguiu se segurar e reclamou: —Ah, sou uma esposa ruim... tô na cama com meu velho vizinho preto, que não é meu marido, e quero que me foda, nunca meu marido me fez sentir o que você me fez sentir, seu Ferrer. —Eu só tirei a mulher que tinha dentro de você, Rebeca. Quando você encontra um amante que te faz sentir, seus instintos naturais aparecem, a natureza sempre vence. Dizendo isso, ele envolve a cabeça dela com o braço esquerdo e beija a branca casada na boca. Ela dá um susto pela surpresa, mas, sensível às novas carícias, se deixa beijar, sentindo o velho meter a língua na boca dela e começar a remexer, procurando a dela, que, sem reclamar, vai ao encontro da intrusa pra começarem a se lamber mutuamente. Rebeca fecha os olhos e vive a nova situação com aquele velho que tá ensinando ela a ser mulher de um jeito tão gostoso, sentindo a barriga cheia da pica enorme do preto e se entregando de vez, se sentindo uma mulher de verdade. Ela continuava pedindo pra ele gozar dentro, parecia que só conhecia esse jeito de foder, e foi isso que fizeram o dia inteiro, só com pequenas pausas pra dar de comer ao filhinho de dois anos, que passava o dia dormindo, meio lerdo que nem o pai. Estavam na cama os dois na manhã seguinte e ela ainda tinha remorso de esposa ruim, mas não mandava ele embora nem afastava ele do lado, grudado nela, ele se... despertou. -Bom dia! -Bom dia, senhor Ferrer, estou muito mal, acho que não me comportei direito, dividir a cama do meu marido com outro homem… ohhh -Nada, Rebeca, como eu disse, é a natureza, assim como a natureza me diz que não quero café no café da manhã -O que o senhor Ferrer quer no café da manhã? -Você… Ele comeu a boca dela e ela só conseguiu murmurar que ele era um safado, mas de forma irônica e carinhosa, porque ele já estava agarrando os peitos dela e apertando do jeito que a excitava, descobrindo o corpo todo dela para os dois se verem nus naquela cama de casal. O homem parou o beijo, já que as salivas deles tinham enchido o rosto dela, e desceu até a virilha dela para chupar a buceta da sua amante branca, e na hora ela o incentivou, dizendo como ele sabia fazer uma mulher se sentir bem e que não parasse. Depois do primeiro orgasmo dela, ele se ergueu para preparar a penetração e, exibindo seu instrumento monumental, disse para a sua mulher: -Me diga, Rebeca, o que você quer de mim? -Quero sua enorme piroca preta para me foder bem no fundo da minha… assim… asssssim… Uf, como ele tá grande hoje de manhã, assim, mete tudo… E assim por mais uma hora de bombadas, gemidos, orgasmos e espasmos dos dois, fodendo como animais no cio. -Aahhhhhh já tô gozandooooooo…….💕💕 -Eu tambémmmmmmm…….uf, senhor Ferrer, sinto que você bombeou de novo seu sêmen preto no meu ventre, acho que já me engravidou -Sempre tem uma primeira vez para tudo, nunca tive filhos com uma branca, vai ser minha primeira vez também, mas agora… agora me dá um beijinho, e para de me chamar de senhor Ferrer, sou seu male Ibrahim... Enquanto a piroca estava enterrada na buceta da sua mulher branca, Rebeca deu o beijo mais intenso que nunca tinha dado com o marido, vendo que ele já a tinha completamente sua. -Siiiiii, Ibrahim!!!! -Ahhhhhhjjjj 💞💞 O marido dela chegou da viagem e à noite a chamou para fazer amor. Sem perceber, ela teve que disfarçar como nunca tinha feito com ele. Marido, ao perceber que nos últimos tempos ela tinha mudado, não sentia nada por aquele homem que dormia ao lado dela na cama de casal. Não aguentando mais, esperou ele pegar no sono por causa do cansaço da viagem e da gozada dele — ridícula, pensou ela — e se levantou pra ir até o quarto dos fundos onde o amante dela dormia. Encontrou ele acordado. — Já tava estranhando você não vir, Rebeca. É insuportável foder com seu marido, não é? — Sim, não sinto nada e preciso do seu pau, Ibrahim. Me fode a noite inteira, não consigo viver sem seu pau preto e grande… Foderam a noite toda até amanhecer, os beijos de língua eram selvagens e ele gozou três vezes dentro da buceta dela, sempre a pedido dela. Continuaram fodendo o mês inteiro, a branca e o preto, com o marido dela por perto, deixando ele dormindo depois de espremer ele pra ficar cansado, e ela acabava na cama do velho, fodida até a exaustão. Rebeca já tava com umas olheiras enormes. No jantar, antes de sair da casa de Rebeca pra voltar pra casa reformada dele, Ibrahim agradeceu ao Roger pela hospitalidade, e ele agradeceu por ele cuidar e dar atenção à família dele durante suas viagens longas e frequentes. — Vou viajar de novo por duas semanas e gostaria que você desse uma olhada na minha casa de vez em quando. — Será um prazer, Roger, será um prazer… Isso que o preto respondeu, ele disse tapando o rosto, menos os olhos, pra não deixar escapar o sorriso, e acabou olhando pra Rebeca, que também tava como se estivesse bebendo da tigela dela e olhou pra ele de um jeito penetrante, porque entendeu perfeitamente o que o velho vizinho preto quis dizer com "prazer"… Já se despedindo do marido, à noite Rebeca esperou pra ver se o preto aparecia pra foder ela. No dia seguinte, a mesma coisa, e ele não apareceu; "que filho da puta", pensou, como é que eu aguento se fico o dia inteiro morrendo de vontade de ser fodida pelo velho preto. E não pensou duas vezes: saiu com o baby doll dela andando até a casa do vizinho preto. Não ligava de ser ela que se ela quisesse que ele a fodesse, sentia falta dos seus numerosos e intensos orgasmos quando ficavam o dia inteiro juntos. Sem dizer nada, o velho atendeu a chamada dela e ela entrou. Ambos sabiam o que queriam. Rebeca abraçou seu macho, beijou ele e ele perguntou, como um campeão para suas admiradoras, com uma ênfase quase cômica: —Rebeca, temos 12 dias só pra gente, o que você quer fazer? —O que você quiser, macho, faz comigo o que quiser. —Então porra, vou te foder muito, querida Rebeca… A partir desse dia e todas as tardes e todas as noites, depois que o filho dela dormia, Rebeca e o senhor Ferrer se dedicavam a foder sem parar, de um jeito quase selvagem, porque ela ia soltando a luxúria e o tesão adormecidos por tantos anos. Ela era multi-orgásmica, o que a fez rir muito quando o amante explicou sem precisar provar, pois ela mesma, a cada dia, alcançava um pouco mais de intensidade em suas explosões orgásmicas e, além disso, com as carícias ferozes que trocavam antes do coito, ela também conseguia chegar ao limite do prazer. O velho preto não parou de enchê-la com suas gozadas generosas, para o gosto da sua mulher, que era um dos momentos mais intensos dela ao sentir-se inseminada. Justamente no oitavo dia dos encontros de acasalamento, num dos momentos em que os dois já estavam bem excitados, ele pede o cu dela, manda ela mostrar, e ela, obediente como há quase dois meses, mostra —Assim que ele gosta, Rebeca fica de quatro e de costas e, com a mão, separa com afinco a nádega para oferecer o buraco do seu ânus franzido e imaculado. Ele ficou extasiado diante daquela preciosura de anelzinho, chegando a pensar que por ali cagava a mulher espetacular como qualquer animal da criação, mas como ele ia pro que interessava, começou a lamber o buraco com sua língua formidável, musculosa e treinada —Ah, Ibrahim, isso é meu cu, é que… você quer foder meu cu? —Claro, Rebeca, quero te dar pelo cu como seu macho merece assim, ter ocupado todos os seus buracos como seu homem que já sou agora, claro, se não quiser, pode ir embora e não voltar mais… — Ah nãoooo, love, não fica bravo, pode me desvirginar o cu e o que quiser, sou sua mulher e como você disse, você é meu homem. O velho começou a lamber ela e enfiar um primeiro dedo, reclamando do apertado que o ânus da Rebeca estava. Continuou com dois dedos e a língua, conseguindo fazer ela relaxar — Oh love ❤️ isso que você faz é muito sujo… mas que gostoso… siiiim… ahhhhhhh — Bom, isso já tá quase aberto, vou meter a pica… — Ufff! isso dói, meu amor… dói… dói muito… — Espera que logo passa e você vai pedir mais. O cu da Rebeca era irremediavelmente fodido pela pica preta enorme do velho, que entrava e saía deslizando por todo o reto dela. Ela já começou a gozar com as exclamações de prazer que seu amante conhecia tão bem, e quando depois de meia hora ele avisou que ia gozar, ela teve uma contração por não ter referência dessa nova invasão no corpo dela e, à beira do orgasmo, esperou um instante até sentir os jatos e mais jatos habituais do seu querido velho preto, para explodir num dos orgasmos mais violentos da vida dela — Ohhhhh deus… Eu gozo com uma pica… no… cuuuu. Depois de se acalmar da superexcitação, pensou que seu agora amante era uma joia, pois conseguia proporcionar prazeres e deleites que ela jamais teria conhecido sem ele. À beira do apaixonamento, ela pensou que estava. Sempre que o marido viajava, mais de três semanas por mês, ela o convidava para dormir na casa dela ou ia para a casa dele depois de cuidar do filho. Portanto, o velho a fodia todo dia, dez ou doze horas divididas entre duas horas de manhã, quatro horas à tarde e cinco horas à noite. Supostamente, o velho tinha recursos farmacêuticos, embora com aquela mulher não fosse difícil estar sempre pronto. Num desses momentos em que ele a está fodendo de costas e a tem empalada por trás com Mais de um palmo de pau dentro da buceta dela, ela sente que vai gozar e fala pra ele, sem pedir permissão nem nada sobre onde vai gozar:
— Gostosa, você cada vez gosta mais e curte mais que eu goze dentro, é que quer engravidar?
— Ah, love, eu… então… você pode gozar sempre dentro de mim, eu sou muito feliz em receber seu leite dentro de mim e… ficaria muito feliz em ter um filho seu, love ❤️ isso… siiiim… assim…!!!!
— Isso!!! Toma, minha mulher…!!! Toma meu leite preto dentro de você… Quero ver meu bebê preto crescer na sua barriga branca… siiiim…!!!
— Isso!... Buceta, me dá seu leite preto e me engravida que vou fazer um bebezinho preto na minha barriga… quero um filho seu dentro de mim!!!...... ahhhhhhhhh… siiiim……
Assim iam passando os dias entre uma foda e outra sem descanso pra nenhum dos dois, bêbados de tanta luxúria e tesão, com o corno do marido sempre viajando e eles no paraíso do sexo, embora pra Rebeca os sentimentos já fossem de um amor declarado em muitos momentos em que ela se entregava completamente ao seu velho e preto amante. Num desses momentos, ela confessou que já tinha parado de se preocupar com as gozadas dele dentro da buceta dela.
— Ah, é? E por quê?
— Porque já estou grávida, meu love… vou fazer seu bebezinho preto na minha barriga branca… já faz quase dois meses que tive a segunda falta… então, pro próximo mês de setembro, vou te dar seu prêmio por ter me feito sua mulher. Só que uma coisa me atormenta: o bebê vai ser preto, se meu marido me rejeitar, o que eu faço?
— Se o corno e impotente do seu marido te rejeitar, você não perde grande coisa, vem pra minha casa e eu caso com você pra cuidar do nosso bebezinho, e fazer outro, que tal, você gosta?
— Ah, siiiim, meu love, era isso que eu queria pedir, queria ser sua esposa há muito tempo, adoraria ser sua esposa e a mãe dos seus filhos e ficar com você pra sempre.
Conforme a barriga dela crescia, ela tomava muito cuidado pra não machucar o feto. Na gravidez anterior, o marido não a tocou nos nove meses igualzinho neste aqui, que o Roger também não pediu sexo nenhum dia. Mas o pai do futuro filho dela, exigia ela todo santo dia pra foder ela, e ela adorava que ele fizesse isso, mas tanto pela frequência quanto pelo tamanho da pica do homem dela, preocupava ela. O esquema era que ele metia no cu dela muito mais vezes do que na buceta e todo mundo feliz. Assim até os nove meses. A Rebeca tava com dores e umas contrações leves, e decidiram ir pra clínica ter o bebê. O senhor Ferrer ficou olhando eles quando pegaram o carro pra ir embora, com um sorriso de deboche por causa do idiota do Roger gritar "tá chegando nosso bebezinho" e se despedir com um acorde amigável. A Rebeca olhou pra ele entre animada e assustada, por saber que ia rolar o que ela imaginava há tempos. Não queria falar com o marido, já não considerava ele importante na vida dela, não amava ele, não desejava ele, que ele visse com os próprios olhos a decisão que a amada esposa tinha tomado. Com as dores do parto, a cabeça dela ficou com medo, como uma perda súbita de força pra encarar sozinha o que ia se revelar daqui a pouco, e como se estivesse gemendo, ela falava fraquinho pro marido que precisava explicar uma coisa muito importante... as contrações não deixavam ela coordenar as palavras, e o Roger, totalmente sem atenção sensível pra com a mulher, nem respondeu, só tava preocupado em nascer o segundo filho dele, era o triunfo do machismo dele... O médico tava por dentro e incentivava a parturiente a aumentar os empurrões pra sair a cabeça de quem ia nascer. Já tava quase acabando e com um último empurrão raivoso, a Rebeca expulsou o bebê. O médico ficou besta, com uns olhos arregalados,👀 falando umas coisas sem nexo tipo: "o senhor vai ver, é...", "bom, sim, não, tá tudo bem... mas". O Roger, sem entender nada, exigiu uma explicação pelo comportamento estranho que ele tava tendo, e no fim, sem saber como dizer o que só ele via, levantou o bebê, antes de cortar o cordão. umbilical e mostrou pro pai duvidoso dela. Ao ver um menino preto como carvão, cada um teve uma reação diferente: ela, suada como nunca e sorrindo, disse "ele é uma gracinha" e ele desmaiou de susto. Mais tarde, no quarto da parturiente, enquanto ela fazia carinhos e beijinhos no seu recém-nascido bebezinho, filho do seu novo e definitivo love, o senhor Ferrer, entrou o marido dela feito uma fúria — Que isso, Rebeca, o que aconteceu? — Não fica bravo, Roger, mas eu não posso te explicar nada. — Como assim não pode me explicar nada? Você dormiu com outro homem enquanto eu tava trabalhando pra você. — Bom, Roger, você sempre me deixou sozinha, isso é verdade, mas o que eu te culpo é que você nunca me fez aproveitar o sexo que me dava, nunca foi capaz de me ter como sua mulher e me fazer sentir minhas capacidades como mulher. Se você não quiser ficar comigo e decidir me largar, vou entender, o senhor Ferrer decidiu cuidar de mim se você me abandonar… — O quê?!... o preto… do senhor Ferrer?... nosso vizinho… não!, espera… o preto velho do nosso vizinho… é ele o pai do menino?!? — Sim, Roger, ele é o pai desse menino, ele é o pai… O marido da Rebeca não pensou duas vezes e, pegando o filho dele, expulsou a Rebeca e o filho preto dela de casa, e ela foi pra casa do senhor Ferrer como já tinham combinado e decidido. Ela, muito feliz com o bebezinho preto nos braços, dando de mamar o dia inteiro porque ele tinha uma voracidade enorme pelos mamilos dela, igual ao pai, ela pensou, com certeza. O preto velho deixou ela uns dias sossegada por causa do trauma do marido, até que, quatro dias depois, ele se aproximou dela e soltou: — Rebeca, vamos casar, esse é meu filho e precisa do carinho de um pai. — Ahhh, nada vai me fazer mais feliz do que ser sua esposa, meu pretinho velho… hahaha Pouco depois; eles se mudaram pra Nova Orleans, pra um bairro novo. O casamento foi um espetáculo pro bairro onde aquele casal peculiar chegou, era um lugar cheio de afro-americanos. Todo mundo preto, bem na miséria, vendo como um deles, o mais feio e velho do gueto, se casava com uma mulher branca formidável, jovem, gostosa, sexy e um palmo mais alta. Não entendiam como aquela beleza branca tinha conseguido se apaixonar por um sujeito tão desagradável. O que aconteceu depois já é história, Rebeca foi engravidada de novo pelo seu negro e longevo amante, já perdidamente apaixonado…💞💞
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