Desde que formei minha família, sempre achei que seria feliz com meu marido e meu pai morando na mesma casa. Éramos uma família muito unida, tanto que eu sempre transava com meu marido na hora de dormir, achando que as meninas estavam dormindo. A Natalia sempre foi uma garota tranquila, provocante e submisa ao mesmo tempo, me obedecia em tudo. Ela dormia no quarto ao lado, separado só por uma cortina, não tinha parede dividindo os cômodos. Isso me deixava louca, e meu marido também. Quando a gente transava, dava pra ver o selvagem que ele ficava, me fazendo gemer de prazer. Ele tinha um pau de 21 centímetros e grosso, então eu comia ele toda noite. Começava chupando a rola dele, mas não conseguia engolir inteira nem fazendo garganta profunda. Ele adorava que eu lambesse as bolas dele e a cabeça do pau até ele ficar duro, passando a língua das bolas até a cabeça. Depois, ele me mandava ficar de quatro e pedia pra eu me tocar enquanto ele olhava, esfregando meu clitóris com a mão. Eu realizava o desejo dele, gozando enquanto ele falava putaria e perguntava se eu gostava de ficar daquele jeito, e eu sempre respondia que sim. Aí ele começava a enfiar o pau na minha buceta, e as estocadas eram como se ele tivesse com toda a raiva, fazendo barulho com minha bunda e a cama, e eu gemia muito. Nisso, ouço passos se aproximando, eram os da Natalia, e devo dizer que sempre tive o tesão de ela nos ver assim. Ela estava ouvindo atrás da cortina, e eu consegui ver que ela abriu um pouco. Continuei gemendo até gozar. No dia seguinte, era como se nada tivesse acontecido, mas notei que minha filha me olhava de outro jeito, olhava pra minhas tetas que apareciam na camisola transparente que eu usava e que meu marido amava. Até que uma noite, ouvi a Natalia gemendo e dizendo: "ai, minha putinha, mamãe, minha putinha". Ela estava se masturbando. Eu e meu marido ouvimos enquanto eu chupava ele, e imaginava minha filha gozando — uuuf, era de morrer de prazer.
5 comentários - La puta de mi hija