(Um grupo de policiais abusa do poder com uma das garotas da rota 4.)
Ela nunca pensou que as mãos pudessem ficar tão dormentes, sentia uma dor aguda na cabeça e não parecia que seu calvário fosse acabar tão cedo. Pra piorar, o olho estava cada vez mais inchado e ela não lembrava quanto tempo tinha passado desde a última vez que comeu alguma coisa. Tiveram que dar um empurrão nela pra que avançasse até a mesa, ela nem tinha percebido que um homem estava chamando ela.
Era um dos filhos da puta que ia curtir uma garota que tava começando a se prostituir.
- Vamos, bora fazer isso rápido que quero ir pra casa com minha mulher. Nome e idade.
- Letícia, tenho 21 anos – respondeu a pobre coitada quase num murmúrio e chorando, era a primeira semana dela e o problema era que uma das garotas onde ela parava tinha roubado um parente do delegado.
- Uma menininha quase, Garrido, cada vez vem mais piranhas... e gostosas – completou o velho com uma piscada que ele devia achar sexy – qual foi o motivo dessa vez? Roubo, agressão...
- Muito pior que tudo isso, responderam, se cagando de rir, prostituição.
Eles sabem perfeitamente o proibido que é e ainda assim continuam se oferecendo, hahahahaha se cagavam de rir, ironicamente. Mas já vou ensinar ela a se comportar – completou com uma voz autoritária.
- Assim que eu gosto, chefe – disse um que tava olhando a bunda da garota, que além de ser gostosa, era muito magra, mas com uns peitos carnudos e uma raba que era de dar água na boca, o estranho é que ela não tava drogada e parecia bem saudável, já que as da rota 4 pro lado da Firestone sempre deixam muito a desejar.
O policial agarrou ela forte pelo braço e puxou por um corredor que tinha na delegacia, e dava num corredor que fazia divisa com uma casa abandonada no fundo.
Era de madrugada, então a maioria das luzes tava apagada. Foram passando por uma fileira de policiais bem gordos e nojentos que murmuravam coisas tipo "que delícia". vadia, tá pra fuder ela toda, não tem que ter pena, se a gente te pegar vai deixar teu cu feito uma flor, vadia.
Ela sentiu muita angústia e um choro contido, mas não demonstrou nada.
Depois de abrir umas portas que estavam meio escondidas num canto da casa, chegaram a algo parecido com uma cela com uma porta maciça, só tinha um colchão no chão.
O homem, ao abrir a porta, empurrou ela até que ela caiu de bunda no centro do quarto, deixando ver meio peito pra fora, e a saia dela estava acima da cintura, mostrando uma tanga vermelha fininha, quase minúscula.
- Bem-vinda à suíte presidencial, vadia, aqui você vai saber o que é ser vadia profissional.
- Por... por favor, me deixe pelo menos avisar meus pais, é tarde e eles devem estar muito preocupados – Letizia tentou parecer o mais dócil possível enquanto perguntava.
- Quer ligar pra eles pra contar como a filha deles é uma vadia? Você já é grandinha, deixa eles pensarem que você tá na farra ou dando pra alguém. E se vierem perguntar por você, a gente já explica por que você não vai poder sair.
- Nãoooo, por favor, você não pode fazer isso – ela gemia desesperada, enquanto chorava.
- Claro que posso, na verdade, posso fazer o que eu quiser e quando eu quiser.
Nesse ponto, a garota desabou, o corpo inteiro dela doía pra caralho e a única coisa em que conseguia pensar era deitar em algum lugar e chorar até dormir. Mas pra azar dela, parecia que os policiais não queriam deixar ela sozinha tão cedo.
Um deles saiu pra fora, o outro ficou do lado de dentro, e disse: agora vai vir o chefe, daqui a pouco, então ou você amolece, ou vai sofrer, ouviu?, e puxou a rola pra fora da calça, suja, grossa, peluda, e tinha uma cara de nojenta pra caralho.
- Vamos ser realistas, você vai passar muuuuito tempo aqui, não tem chance de ninguém te soltar, ainda mais sem a permissão do chefe.
Com as calças já abaixadas até os joelhos, ele chegou perto da cara da garota. A pobre Letícia sentia que Ela começava a ficar tonta, com o cheiro o policial encostava ela na boca com força e metia a rola até que ela se entregou e abriu a boca, entre choros e ânsias de vômito pelo fedor nauseabundo que ele soltava, enfiou de uma vez até a garganta. Sentia que faltava ar e os olhos começaram a lacrimejar enquanto aquela massa de carne abria caminho na boca dela.
— Isso, assim que eu gosto, sabia que essa boquinha pedia guerra desde o começo — as estocadas da cintura dele só aumentavam enquanto a mantinha agarrada com força pelo cabelo.
Assim se passaram alguns minutos em que o cara não parava de xingar ela e dizer que ela ia ser a puta de toda a delegacia, e se se comportasse mal os presos que pagassem também iam aproveitar ela — entre gemidos enquanto a rola dele não parava de entrar e sair da boca deixando um fio de baba e lágrimas pelo caminho. Parecia que o homem ficava excitado com a asfixia que causava nela, e começou a apertar o pescoço dela enquanto cravava a rola no fundo da garganta, deixando a garota duplamente sem ar. Sentindo que ia desmaiar, ela começou a bater nas tetas dele e ela arranhou as mãos dele com tanta força que finalmente conseguiu se soltar do aperto no cabelo, a velocidade com que ele a fazia chupar rola estava provocando vômitos nela.
Ela começou a tossir e tentar respirar bocadas de ar enquanto tentava se afastar, assustada com o que poderia acontecer. O olhar de ódio absoluto não demorou a aparecer. Embora abaixasse a cabeça e pedisse desculpas, não escapou de um forte puxão no cabelo e um murro que atravessou a cara dela e rachou o lábio.
— Quem você pensa que é, puta de merda? Enquanto estiver aqui, sua única função é tentar fazer a gente gozar o máximo possível — se aproximando do ouvido dela, acrescentou — meu amigo, o tenente Martínez, é um expert com booties e pode te fazer gozar muito.
O corpo de Letizia começou a tremer sem controle. As histórias que algumas garotas contavam pareciam ser verdade. Embora a boca doesse horrores e percebia como estava inchando a cada momento, decidiu tentar não piorar a situação.
- Nem pense que seu ataque vai ficar sem castigo. Fica de quatro. Agora – o tom que usou não admitia réplica.
- Me perdoa, não vai acontecer de novo – enquanto chorava.
- Claro que não vai acontecer de novo, putinha. Depois dessa noite vai ficar bem claro o quão dócil e obediente você vai ser. E agora tira a roupa e fica como eu mandei. JÁ!
A garota começou a tirar a camiseta que vestia, deixando à mostra seus peitões. O policial começou a perder a paciência com a lentidão e decidiu arrancar a saia dela, rasgando a calcinha fio-dental e machucando-a com o puxão.
- Você vai me obedecer em tudo e aceitar tudo que a gente quer fazer com você, puta de merda?
- Sim, senhor – respondeu num sussurro, enquanto as lágrimas caíam incontroláveis pelas bochechas.
Uma tapa na cara com a mão aberta fez Letícia soltar um grito de dor.
- Não ouvi! Fala mais alto! – a raiva na voz dele aumentava.
- SIM! Vou obedecer em tudo – Letícia gritava desesperada.
- Muito bem, assim eu gosto mais. Agora, pra você entender que vai fazer tudo e, quando eu terminar, vai me agradecer e me pedir pra arrebentar seu cu. Entendeu?
- Sim… sim, senhor.
A excitação do homem aumentava e claramente ele não aguentava mais esperar. Ele estava com o pau duro como pedra, e a visão daquele corpo gostoso nu à mercê dele fazia a ponta ficar molhada. Agarrou o cinto com força e, sem piedade, começou a descarregar todas as frustrações na bunda da garota.
- Você é uma puta… – os insultos se sucediam intercalados com as palmadas – Zás!
As palmadas caíam rapidamente, sem dar tempo pra ela se recuperar da dor. Nunca tinha sentido uma dor tão intensa na vida; parecia que a bunda dela estava pegando fogo. Os gritos saíam rasgados da garganta.
A pobre Letícia estava no limite das forças, mas, por mais destruída que se sentisse por dentro, não tinha esquecido das ameaças dele.
- Obrigado por me castigar, senhor, eu merecia.
- Claro que merecia, sua puta, assim você vai saber qual é o seu lugar e não vai ter a ideia de se rebelar de novo. Mas acho que você está esquecendo de alguma coisa.
- Me foder como uma puta – não importava se a voz soava convincente ou não.
- Com muito prazer – o homem não perdeu tempo e, colocando o cinto no pescoço dela como uma coleira de cachorro, cuspiu na própria piroca e começou a lambuzá-la com saliva.
Tentando se preparar para a dor que viria. Nunca tinha feito pelo cu, mas, segundo a melhor amiga dela, podia ser muito doloroso. Mas por mais que tivesse tentado se mentalizar, nada a preparou para o que sentiu quando aquele cara começou a empurrar, tentando abrir caminho.
Não tinha preparado o cu dela, só cuspiu e tentou enfiar o dedo sem nenhuma intenção de suavidade. Estava totalmente fechada, e os músculos dela se recusavam a relaxar com aquilo. Ela arqueava as costas e gritava enquanto o policial empurrava com toda a força até conseguir que a cabecinha da piroca entrasse.
- Que cu mais rebelde que temos aqui… mas eu vou ensinar quem é o dono – agarrou firme os quadris de Letizia e, com um último empurrão, cravou a piroca até doer nele também, e ele gritou pelo erro, porque doeu tanto nele quanto nela. De uma só vez, tirou a piroca e colocou na boca dela: "Chupa, sua filha da puta, você tem o cu tão fechado que já vai ver como vai ficar quando terminarmos". E ela chorava, e ele xingava e se lamentava por ter feito tamanha brutalidade.
- AHHHHHH! – ela gritava.
E ele a obrigava a chupar a piroca. Ela tinha chupado tão rápido e tanto que estava dura como uma pedra na boca de Letizia. Ele agarrou o cabelo dela, soltou o cinto que tinha no pescoço, virou ela de novo e cuspiu no cu outra vez, mas dessa vez estava puto, irritado. A piroca ardia nele, e ele queria arrebentar o cu dela antes dos colegas dele, com a mão. aberta, agarrou uma das nádegas dela enquanto enfiava o dedão e cuspia de novo. Letizia chorava e gritava, mas pra Garrido isso não importava. O berro de dor que saiu da garganta dela gelaria o sangue de qualquer um, mas não do sargento Garrido, cujo maior prazer na vida era ver esses corpos jovens submissos sem condições. Nunca se privou do prazer, e com os anos só ficou mais sádico e brutal.
— Isso, puta, sente ele rasgando teu cu. Com o tempo, você vai ver que vai sentir falta de ter ele dentro e vai esperar todo dia pra te arrombarem — ele dizia enquanto dava estocadas fortes com a bacia, que ecoavam.
O choro abafado de Letizia se misturava com os gemidos de excitação do policial. Cada vez as estocadas ficavam mais rápidas e intensas, acompanhadas de tapas sonoros na bunda machucada e puxões de cabelo pra segurar ela enquanto a domava à vontade.
Nesse ponto, a garota tava quase anestesiada. A única coisa que conseguia sentir enquanto era usada como um brinquedo era dor em cada centímetro do corpo. Embora soubesse que não tava presa há mais que algumas horas, já parecia uma eternidade. O cu dela tinha se acostumado ao tamanho do intruso, mas notava que tinha sangrado, e cada vez que ele penetrava era como se mil agulhas quentes atacassem o rabo dela.
Cansado de foder o cu dela e de ouvir ela gritar que nem uma retardada, ele tirou a pica, que tinha restos de sangue, merda e gozo, e enfiou na boca dela, com energia renovada.
Pra Letizia, no começo foi um alívio, ela não achava que o cu dela aguentaria muito mais tempo aquela brutalidade, mas logo percebeu que ele tava sufocando ela, e também não tava preparada, e cada vez que ele penetrava, a ponta da pica tocava a garganta dela, fazendo ela engasgar.
Tirando a pica à força, ela pediu chega, por favor, chorando.
— Cala a boca! Se reclamar de novo, teu cu vai levar outra lição — a única coisa que o pedido dela conseguiu foi que o estupro Foi mais impiedoso –
Virou ela de lado pra ver bem a bunda dela e cuspir nela, isso o excitava. A garota sentia as costas raspando no chão de concreto a cada estocada, mas o pior era que aquele nojento agora enfiava a piroca na boca dela sem parar de mexer os quadris.
De repente, as estocadas na bunda dela voltaram e aumentaram ainda mais de velocidade, e o policial agarrou com força os peitos dela e mordeu o pescoço enquanto finalmente gozava dentro dela. Ficou uns segundos lá dentro recuperando o fôlego, com Letícia à beira de desmaiar. Quando parecia que não ia se mexer, o policial se levantou, subiu as calças e deu um tapa na bunda dela, cuja dor fez a garota voltar à realidade.
– No final não foi ruim, nada ruim. Mais alguns dias e você vai ver que, pro seu bem, nem vai passar pela sua cabeça tentar fazer alguma merda. Lembra disso, aqui a gente pode fazer o que der na telha, então quero você toda manhã pronta e aberta pra mim – e se limpa um pouco, não quero foder uma puta de cu arrombado.
De repente, ouviu um carro com sirene parar no local, e outros policiais a tiraram, levando-a para um carro particular, onde suas colegas a resgatavam daquela delegacia, já que muitas delas tinham sofrido a mesma coisa, e usando uns contatos de outros lugares conseguiram resgatá-la.
Ela nunca pensou que as mãos pudessem ficar tão dormentes, sentia uma dor aguda na cabeça e não parecia que seu calvário fosse acabar tão cedo. Pra piorar, o olho estava cada vez mais inchado e ela não lembrava quanto tempo tinha passado desde a última vez que comeu alguma coisa. Tiveram que dar um empurrão nela pra que avançasse até a mesa, ela nem tinha percebido que um homem estava chamando ela.
Era um dos filhos da puta que ia curtir uma garota que tava começando a se prostituir.
- Vamos, bora fazer isso rápido que quero ir pra casa com minha mulher. Nome e idade.
- Letícia, tenho 21 anos – respondeu a pobre coitada quase num murmúrio e chorando, era a primeira semana dela e o problema era que uma das garotas onde ela parava tinha roubado um parente do delegado.
- Uma menininha quase, Garrido, cada vez vem mais piranhas... e gostosas – completou o velho com uma piscada que ele devia achar sexy – qual foi o motivo dessa vez? Roubo, agressão...
- Muito pior que tudo isso, responderam, se cagando de rir, prostituição.
Eles sabem perfeitamente o proibido que é e ainda assim continuam se oferecendo, hahahahaha se cagavam de rir, ironicamente. Mas já vou ensinar ela a se comportar – completou com uma voz autoritária.
- Assim que eu gosto, chefe – disse um que tava olhando a bunda da garota, que além de ser gostosa, era muito magra, mas com uns peitos carnudos e uma raba que era de dar água na boca, o estranho é que ela não tava drogada e parecia bem saudável, já que as da rota 4 pro lado da Firestone sempre deixam muito a desejar.
O policial agarrou ela forte pelo braço e puxou por um corredor que tinha na delegacia, e dava num corredor que fazia divisa com uma casa abandonada no fundo.
Era de madrugada, então a maioria das luzes tava apagada. Foram passando por uma fileira de policiais bem gordos e nojentos que murmuravam coisas tipo "que delícia". vadia, tá pra fuder ela toda, não tem que ter pena, se a gente te pegar vai deixar teu cu feito uma flor, vadia.
Ela sentiu muita angústia e um choro contido, mas não demonstrou nada.
Depois de abrir umas portas que estavam meio escondidas num canto da casa, chegaram a algo parecido com uma cela com uma porta maciça, só tinha um colchão no chão.
O homem, ao abrir a porta, empurrou ela até que ela caiu de bunda no centro do quarto, deixando ver meio peito pra fora, e a saia dela estava acima da cintura, mostrando uma tanga vermelha fininha, quase minúscula.
- Bem-vinda à suíte presidencial, vadia, aqui você vai saber o que é ser vadia profissional.
- Por... por favor, me deixe pelo menos avisar meus pais, é tarde e eles devem estar muito preocupados – Letizia tentou parecer o mais dócil possível enquanto perguntava.
- Quer ligar pra eles pra contar como a filha deles é uma vadia? Você já é grandinha, deixa eles pensarem que você tá na farra ou dando pra alguém. E se vierem perguntar por você, a gente já explica por que você não vai poder sair.
- Nãoooo, por favor, você não pode fazer isso – ela gemia desesperada, enquanto chorava.
- Claro que posso, na verdade, posso fazer o que eu quiser e quando eu quiser.
Nesse ponto, a garota desabou, o corpo inteiro dela doía pra caralho e a única coisa em que conseguia pensar era deitar em algum lugar e chorar até dormir. Mas pra azar dela, parecia que os policiais não queriam deixar ela sozinha tão cedo.
Um deles saiu pra fora, o outro ficou do lado de dentro, e disse: agora vai vir o chefe, daqui a pouco, então ou você amolece, ou vai sofrer, ouviu?, e puxou a rola pra fora da calça, suja, grossa, peluda, e tinha uma cara de nojenta pra caralho.
- Vamos ser realistas, você vai passar muuuuito tempo aqui, não tem chance de ninguém te soltar, ainda mais sem a permissão do chefe.
Com as calças já abaixadas até os joelhos, ele chegou perto da cara da garota. A pobre Letícia sentia que Ela começava a ficar tonta, com o cheiro o policial encostava ela na boca com força e metia a rola até que ela se entregou e abriu a boca, entre choros e ânsias de vômito pelo fedor nauseabundo que ele soltava, enfiou de uma vez até a garganta. Sentia que faltava ar e os olhos começaram a lacrimejar enquanto aquela massa de carne abria caminho na boca dela.
— Isso, assim que eu gosto, sabia que essa boquinha pedia guerra desde o começo — as estocadas da cintura dele só aumentavam enquanto a mantinha agarrada com força pelo cabelo.
Assim se passaram alguns minutos em que o cara não parava de xingar ela e dizer que ela ia ser a puta de toda a delegacia, e se se comportasse mal os presos que pagassem também iam aproveitar ela — entre gemidos enquanto a rola dele não parava de entrar e sair da boca deixando um fio de baba e lágrimas pelo caminho. Parecia que o homem ficava excitado com a asfixia que causava nela, e começou a apertar o pescoço dela enquanto cravava a rola no fundo da garganta, deixando a garota duplamente sem ar. Sentindo que ia desmaiar, ela começou a bater nas tetas dele e ela arranhou as mãos dele com tanta força que finalmente conseguiu se soltar do aperto no cabelo, a velocidade com que ele a fazia chupar rola estava provocando vômitos nela.
Ela começou a tossir e tentar respirar bocadas de ar enquanto tentava se afastar, assustada com o que poderia acontecer. O olhar de ódio absoluto não demorou a aparecer. Embora abaixasse a cabeça e pedisse desculpas, não escapou de um forte puxão no cabelo e um murro que atravessou a cara dela e rachou o lábio.
— Quem você pensa que é, puta de merda? Enquanto estiver aqui, sua única função é tentar fazer a gente gozar o máximo possível — se aproximando do ouvido dela, acrescentou — meu amigo, o tenente Martínez, é um expert com booties e pode te fazer gozar muito.
O corpo de Letizia começou a tremer sem controle. As histórias que algumas garotas contavam pareciam ser verdade. Embora a boca doesse horrores e percebia como estava inchando a cada momento, decidiu tentar não piorar a situação.
- Nem pense que seu ataque vai ficar sem castigo. Fica de quatro. Agora – o tom que usou não admitia réplica.
- Me perdoa, não vai acontecer de novo – enquanto chorava.
- Claro que não vai acontecer de novo, putinha. Depois dessa noite vai ficar bem claro o quão dócil e obediente você vai ser. E agora tira a roupa e fica como eu mandei. JÁ!
A garota começou a tirar a camiseta que vestia, deixando à mostra seus peitões. O policial começou a perder a paciência com a lentidão e decidiu arrancar a saia dela, rasgando a calcinha fio-dental e machucando-a com o puxão.
- Você vai me obedecer em tudo e aceitar tudo que a gente quer fazer com você, puta de merda?
- Sim, senhor – respondeu num sussurro, enquanto as lágrimas caíam incontroláveis pelas bochechas.
Uma tapa na cara com a mão aberta fez Letícia soltar um grito de dor.
- Não ouvi! Fala mais alto! – a raiva na voz dele aumentava.
- SIM! Vou obedecer em tudo – Letícia gritava desesperada.
- Muito bem, assim eu gosto mais. Agora, pra você entender que vai fazer tudo e, quando eu terminar, vai me agradecer e me pedir pra arrebentar seu cu. Entendeu?
- Sim… sim, senhor.
A excitação do homem aumentava e claramente ele não aguentava mais esperar. Ele estava com o pau duro como pedra, e a visão daquele corpo gostoso nu à mercê dele fazia a ponta ficar molhada. Agarrou o cinto com força e, sem piedade, começou a descarregar todas as frustrações na bunda da garota.
- Você é uma puta… – os insultos se sucediam intercalados com as palmadas – Zás!
As palmadas caíam rapidamente, sem dar tempo pra ela se recuperar da dor. Nunca tinha sentido uma dor tão intensa na vida; parecia que a bunda dela estava pegando fogo. Os gritos saíam rasgados da garganta.
A pobre Letícia estava no limite das forças, mas, por mais destruída que se sentisse por dentro, não tinha esquecido das ameaças dele.
- Obrigado por me castigar, senhor, eu merecia.
- Claro que merecia, sua puta, assim você vai saber qual é o seu lugar e não vai ter a ideia de se rebelar de novo. Mas acho que você está esquecendo de alguma coisa.
- Me foder como uma puta – não importava se a voz soava convincente ou não.
- Com muito prazer – o homem não perdeu tempo e, colocando o cinto no pescoço dela como uma coleira de cachorro, cuspiu na própria piroca e começou a lambuzá-la com saliva.
Tentando se preparar para a dor que viria. Nunca tinha feito pelo cu, mas, segundo a melhor amiga dela, podia ser muito doloroso. Mas por mais que tivesse tentado se mentalizar, nada a preparou para o que sentiu quando aquele cara começou a empurrar, tentando abrir caminho.
Não tinha preparado o cu dela, só cuspiu e tentou enfiar o dedo sem nenhuma intenção de suavidade. Estava totalmente fechada, e os músculos dela se recusavam a relaxar com aquilo. Ela arqueava as costas e gritava enquanto o policial empurrava com toda a força até conseguir que a cabecinha da piroca entrasse.
- Que cu mais rebelde que temos aqui… mas eu vou ensinar quem é o dono – agarrou firme os quadris de Letizia e, com um último empurrão, cravou a piroca até doer nele também, e ele gritou pelo erro, porque doeu tanto nele quanto nela. De uma só vez, tirou a piroca e colocou na boca dela: "Chupa, sua filha da puta, você tem o cu tão fechado que já vai ver como vai ficar quando terminarmos". E ela chorava, e ele xingava e se lamentava por ter feito tamanha brutalidade.
- AHHHHHH! – ela gritava.
E ele a obrigava a chupar a piroca. Ela tinha chupado tão rápido e tanto que estava dura como uma pedra na boca de Letizia. Ele agarrou o cabelo dela, soltou o cinto que tinha no pescoço, virou ela de novo e cuspiu no cu outra vez, mas dessa vez estava puto, irritado. A piroca ardia nele, e ele queria arrebentar o cu dela antes dos colegas dele, com a mão. aberta, agarrou uma das nádegas dela enquanto enfiava o dedão e cuspia de novo. Letizia chorava e gritava, mas pra Garrido isso não importava. O berro de dor que saiu da garganta dela gelaria o sangue de qualquer um, mas não do sargento Garrido, cujo maior prazer na vida era ver esses corpos jovens submissos sem condições. Nunca se privou do prazer, e com os anos só ficou mais sádico e brutal.
— Isso, puta, sente ele rasgando teu cu. Com o tempo, você vai ver que vai sentir falta de ter ele dentro e vai esperar todo dia pra te arrombarem — ele dizia enquanto dava estocadas fortes com a bacia, que ecoavam.
O choro abafado de Letizia se misturava com os gemidos de excitação do policial. Cada vez as estocadas ficavam mais rápidas e intensas, acompanhadas de tapas sonoros na bunda machucada e puxões de cabelo pra segurar ela enquanto a domava à vontade.
Nesse ponto, a garota tava quase anestesiada. A única coisa que conseguia sentir enquanto era usada como um brinquedo era dor em cada centímetro do corpo. Embora soubesse que não tava presa há mais que algumas horas, já parecia uma eternidade. O cu dela tinha se acostumado ao tamanho do intruso, mas notava que tinha sangrado, e cada vez que ele penetrava era como se mil agulhas quentes atacassem o rabo dela.
Cansado de foder o cu dela e de ouvir ela gritar que nem uma retardada, ele tirou a pica, que tinha restos de sangue, merda e gozo, e enfiou na boca dela, com energia renovada.
Pra Letizia, no começo foi um alívio, ela não achava que o cu dela aguentaria muito mais tempo aquela brutalidade, mas logo percebeu que ele tava sufocando ela, e também não tava preparada, e cada vez que ele penetrava, a ponta da pica tocava a garganta dela, fazendo ela engasgar.
Tirando a pica à força, ela pediu chega, por favor, chorando.
— Cala a boca! Se reclamar de novo, teu cu vai levar outra lição — a única coisa que o pedido dela conseguiu foi que o estupro Foi mais impiedoso –
Virou ela de lado pra ver bem a bunda dela e cuspir nela, isso o excitava. A garota sentia as costas raspando no chão de concreto a cada estocada, mas o pior era que aquele nojento agora enfiava a piroca na boca dela sem parar de mexer os quadris.
De repente, as estocadas na bunda dela voltaram e aumentaram ainda mais de velocidade, e o policial agarrou com força os peitos dela e mordeu o pescoço enquanto finalmente gozava dentro dela. Ficou uns segundos lá dentro recuperando o fôlego, com Letícia à beira de desmaiar. Quando parecia que não ia se mexer, o policial se levantou, subiu as calças e deu um tapa na bunda dela, cuja dor fez a garota voltar à realidade.
– No final não foi ruim, nada ruim. Mais alguns dias e você vai ver que, pro seu bem, nem vai passar pela sua cabeça tentar fazer alguma merda. Lembra disso, aqui a gente pode fazer o que der na telha, então quero você toda manhã pronta e aberta pra mim – e se limpa um pouco, não quero foder uma puta de cu arrombado.
De repente, ouviu um carro com sirene parar no local, e outros policiais a tiraram, levando-a para um carro particular, onde suas colegas a resgatavam daquela delegacia, já que muitas delas tinham sofrido a mesma coisa, e usando uns contatos de outros lugares conseguiram resgatá-la.
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