Lo que pasó en Cancún 2

Eu já tinha contado até a praia de nudismo, acho que chamava Praia Esmeralda (depois confirmo direitinho). Vamos continuar a história. Quando a gente chegou, estávamos cansados e muito excitados, então decidimos ir pro hotel onde estávamos hospedados, já que a outra mina (a russa) ia demorar pra fazer as coisas dela. Queríamos aproveitar pra fazer mais. Quando chegamos no quarto, eu já não aguentava mais. Peguei ela no colo e joguei na cama enquanto tirava o shorts que eu tava usando. Ela tava com uma cara de puta afogada em luxúria. Assim que fiquei pelado, ela deslizou até mim e, com a língua, percorreu meu pau inteiro, desde as bolas até a ponta. Peguei ela pelo cabelo e mandei abrir a boca, o que ela fez bem obediente. Comecei a deslizar meu pau até o fundo. No começo foi difícil, mas aos poucos ela foi se acostumando. Foi uma delícia, uma das melhores boquetas que já recebi (e olha que eu não curto muito receber oral). Depois peguei uma daquelas máscaras de dormir e coloquei nela, e comecei a amarrar ela na cama. Meu lado sádico tinha aparecido. Com um fio, comecei a percorrer o corpo todo dela: pescoço, mamilos, barriga, pernas, buceta. Depois fui pegar um gelo e fiz a mesma coisa. E puta merda, parece que ela adorou, porque tava escorrendo. E não satisfeito com isso, no final, com minha boca e meu hálito, repeti tudo até gozar dentro da buceta dela e lamber tudo. Aí foi a primeira vez que ela gozou. Peguei um desodorante mini e comecei a enfiar nela, e ela amou. Não podia se mexer, e eu podia fazer o que quisesse com ela. Brinquei até ela não aguentar mais e, num português meio engraçado, ela falou "mete em mim". O tom de voz dela foi tão sexy que eu não pensei duas vezes. Soltei ela e comecei a foder como um animal no cio. Primeiro na buceta, e comecei a brincar com o cu dela de novo (eu amo sexo anal), e ela adorava. Foi tanta intensidade que, num único movimento, enfiei tudo no cuzinho dela. Ela soltou um gemido que acho que deu pra ouvir no andar inteiro. Foi muito sexy. E a gente continuou. Foi tanta... nossa intensidade foi tanta que nem percebemos que nossa colega de quarto tinha chegado, e quando a vimos, paramos na hora, porque não sabíamos o que ia rolar. Até aqui a segunda parte. Espero que tenham gostado.

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