Quando fui estudar na universidade, fiz amizade com um parceiro vizinho que também era colega de curso. Foi por ele que conheci uma amiga, que não tinha nada a ver com a faculdade. Era uma gatinha uns anos mais velha que eu, baixinha, pele branca, muito caderuda, cara de senhora, ou seja, além de ser uns 4 anos mais velha que eu, parecia ainda mais. Tinha olhos castanhos grandes e cabelo liso castanho que mal passava dos ombros. Mãos pequenas e gordinhas, mas com unhas compridas pintadas. Finalmente, sua figura de no máximo 1,65 era uma figura cheia de curvas, mas com muito mais quadril do que peitos e uma cintura bonita e marcada. Posso dizer que não era meu tipo, mas muito simpática, conversadeira. Naquela época, eu tinha deixado meu primeiro amor, e única pessoa com quem tinha tido intimidade, a centenas de km de distância. A gente tinha encerrado, de palavra, nosso ciclo. Cada um na sua vida; embora nos escrevêssemos cartas constantemente. Eu morava sozinho pela primeira vez, num apê mais que modesto (um belo quitinete) e sinceramente era um inútil em tudo que envolvia tarefas de casa... Cozinhar, lavar, passar... E foi por aí que ela se aproximou. O amigo dela morava ao lado do meu, e ela vinha visitá-lo todo dia, mas começou a chegar em horários em que ele não estava e então, com a desculpa de saber dele, batia na minha porta e pedia pra esperar, já que a casa dela era longe. Foi assim que a gente conversou, ela me ajudava com a cozinha e as receitas, como passar roupa, e começou a me perguntar sobre minha namorada, que naquela época eu sentia muita falta e nem preciso dizer que há meses eu não fazia outra coisa além de me masturbar... porque de sexo, nada! Curiosamente, o trabalho dela ficava bem perto da minha casa e ela começou a vir entre os horários... Pra me ajudar, dizia, e pra "matar tempo", entre 13h e 16h. As conversas cada vez iam mais intensas e muitas derivavam pro tema sexo.. Ela ria de mim, me chamava de frango (e era mesmo, só tinha transado com uma mulher, meu primeiro e único amor). (risadinha). Uma noite que eu ia sair pra um pub com uns parceiros, ela me disse que ia pra uma balada, tipo um bailão, e que se eu quisesse passar lá depois que saísse do pub. Pra eu ir dançar um pouco com ela e a prima dela. Achei a ideia legal, embora já imaginasse algo a mais. Combinamos que às 4 da manhã eu passava lá e a gente se encontrava na bilheteria. Depois do pub, fui pro lugar e me deparei com ela me esperando, mas do lado de fora. — O que houve? — Nada, tá muito ruim lá dentro... melhor a gente ir conversar e fumar um cigarro na sua casa. O que acha? Eu, claro, percebi que a coisa ia além... mas não tava preparado. Mesmo assim, já tava excitado com a ideia. Seria a segunda gostosa na minha vida! Enfim. Chegamos em casa. Ela tirou o casaco, foi ao banheiro, saiu, acendeu um cigarro enquanto eu ia ao banheiro. Começou a conversar e se deitou na minha cama (lembra que era um kitnet pequeno). Eu costumava sentar na mesa, que era de madeira maciça e firme... e de lá eu conversava com ela. A conversa rapidamente foi pro lado do assunto... — Faz quanto tempo que você não fica com sua namorada? Ficou com alguém depois? Ou seja, faz tempo que não faz nada! Eu, pra segurar o ataque, porque era um novato nervoso, comecei a perguntar pra ela. — E você, faz quanto tempo que tá sozinha? Ficou com alguém ultimamente?... Nesse instante, ela se levanta da cama, se aproxima e diz: — Faz tempo que não fico com ninguém, e não tenha medo, não vou fazer nada que você não queira! Além disso, ninguém sabe que tô aqui... Se desculpando pelo calor, tirou um pouco da roupa... aí pude ver que ela tinha se preparado pra ocasião. A figura baixinha dela, com uma bunda e quadris enormes em forma de pera, pernas firmes, peitos pequenos e pele branca. Tava com uma calça social preta, de corte reto, e uma blusinha decotada bonita. Eu continuava sentado na mesa, então ela se aproxima e fica na minha frente, entre minhas pernas... aí a gente se beijou. Começamos a nos abraçar e nos tocar nas costas, depois na cintura, e eu agarrei ela. Pelo pescoço... Ela me segurou pelo quadril e se apoiou firme, tentando se esfregar no meu pau que já tava duro. Rapidamente apertei os peitos dela e, aos poucos, comecei a deixá-los de fora... chupando os peitinhos dela, pequenos e brancos como algodão. Ela ficou louca e começou a gemer. Aí a gente se esfregou um pouco, ela tirou minha camisa e passou a mão no meu peito e nas minhas costas, até que ela deu um passo pra trás, soltou meu cinto e o botão, e se jogou na cama, abaixando o zíper da calça e tirando os sapatos. Sem dúvida, era um convite pra mais. Tirei meu sapato e a calça, me aproximei, tirei o que ainda tinha nela por cima (ela tapou os peitos com as mãos) e comecei a beijá-la de cima pra baixo, até chegar na cintura dela e puxar a calça pra baixo. Me aproximei da buceta dela, que tava com uma calcinha branca de florzinhas rosa. Toquei a calcinha bem na vagina dela com a ponta dos dedos e tava encharcada. Eu só tinha transado com uma mulher na minha vida e parecia que dava pra perceber, porque ela falou: — Deixa, deita de costas que eu te mostro. Obedeci e, olhando nos meus olhos, ela disse: — Não fica nervoso, você vai se divertir. E se alguma coisa não te agradar, é só falar e não tem problema. Foi assim que, depois desse aviso, ela se concentrou no que queria fazer. Começou a esfregar meu pau com a mão e, quando ficou bem duro, puxou minha cueca pra baixo e pegou ele com as mãozinhas, me masturbando de verdade! — Que lindo! É muito bonito! Mas pra minha surpresa (eu tava certo de que ela ia chupar e eu queria muito que ela colocasse na boca), ela montou em cima de mim e encaixou meu pau na calcinha dela, começando a se mexer como se quisesse enfiar a calcinha pra dentro dela usando meu pau de alavanca. Eu, super excitado, enfiava a calcinha nela com cada estocada, até que a calcinha virou puro suco, tava encharcada! E a cabeça do meu pau quase ardia de tanta fricção. Ela percebeu meu desconforto e tirou a calcinha, e, como se estivesse beijando meu pau com os lábios da vagina, começou a esfregar ele suavemente... como se estivesse espalhando o creme. da buceta babosa e lubrificada dela..
— cê tem camisinha? Ou senão dá uma olhada na carteira que tem ali..
Peguei as camisinhas e ela continuava por cima de mim, esfregando a buceta dela, que já era pura água, em cima de mim.. eu já tava com o pau e as bolas encharcados do líquido dela. Quando abri a camisinha, ela se afastou um pouco e me olhou enquanto eu colocava. Depois me beijou, apoiou a cabeça no meu peito e sentou em cima de mim, procurando com a cintura, tentando achar meu pau e fazer ele entrar sem pegar.. tava tudo tão molhado que era difícil..
Finalmente, ela enfiou uma mão entre as pernas, segurou a cabeça do meu pau, esfregou ele na entrada da buceta e sentou com tudo!! Soltando um gemido seco.. kmaaaaa haaamm haaam..
Eu já não aguentava mais.. a preliminar longa e minha falta de experiência tinham me excitado tanto que meu pau já tava explodindo..
— para, para, não aguento mais.. (falei).
— e se você me der de quatro?
— pior.. nessa posição não aguento nada, melhor você ficar por baixo.. talvez funcione.
Ela saiu devagar, olhando entre as pernas como o pau saía, controlando a camisinha e massageando minhas bolas..
— desce da cama — ela disse.
Ela se deitou de costas na cama, abriu as pernas me convidando a meter de pé na beirada da cama..
Me aproximei, e ela subiu as pernas nos meus ombros e, com a buceta, procurou meu pau em pé..
Quando achou e ajeitou um pouquinho, ela disse..
— agora sim, mete tudo! Enche minha buceta de porra.
Eu não meti de imediato, me abaixei, beijei ela, passei a língua nos peitos e ela ficou mais louca..
— mete! Quero sentir você dentro..
Deitei meu corpo sobre as pernas dela e meti tudo! Dei movimentos suaves, mas profundos, como se quisesse apunhalar ela com o pau. Sentia os gemidos dela e os fluidos escorrendo entre minhas bolas, inundando o cuzinho dela. Eu morria de vontade de tirar e enfiar no cu, mas não ia aguentar, então meti firme enquanto olhava ela se arqueando, de boca aberta, gemendo, e gozando a língua, como se pedisse pra enfiar uma rola na boca dela. Finalmente, ela baixou uma perna e colocou entre as minhas, enquanto a outra ficou no meu ombro. Eu continuei enfiando a rola nela, dando estocadas. Peguei a bunda dela, abri as nádegas e apoiei o dedão no buraquinho! Tava tão lubrificada que quase meu dedo escorregou pra dentro.. eu só queria massagear a portinha do cu dela. E assim, fui enfiando e massageando o ânus dela com movimentos circulares.. e ela não aguentou mais.. óbvio que eu já tava pronto há um tempão, não sei como tava me segurando pra não soltar a porra.. Comecei a meter mais rápido, ela me olhou com os olhos meio fechados enquanto se esfregava os peitos.. e eu enfiei meio dedo no cu dela.. aí dei três bombadas com a rola e senti como se ela queimasse com líquidos quentes.. Era uma mistura de porra quente e sucos vaginais que mostrava que tudo, apesar de ter sido rapidinho, tinha dado muito certo.. As pernas dela amoleceram, tirei a rola de dentro. Ela se ajeitou na cama, tirei a camisinha e me deitei com ela. Eu tava feliz, ela parecia também, porque me olhou e disse: - ainda tem mais camisinhas, né? E pegou na minha rola.
— cê tem camisinha? Ou senão dá uma olhada na carteira que tem ali..
Peguei as camisinhas e ela continuava por cima de mim, esfregando a buceta dela, que já era pura água, em cima de mim.. eu já tava com o pau e as bolas encharcados do líquido dela. Quando abri a camisinha, ela se afastou um pouco e me olhou enquanto eu colocava. Depois me beijou, apoiou a cabeça no meu peito e sentou em cima de mim, procurando com a cintura, tentando achar meu pau e fazer ele entrar sem pegar.. tava tudo tão molhado que era difícil..
Finalmente, ela enfiou uma mão entre as pernas, segurou a cabeça do meu pau, esfregou ele na entrada da buceta e sentou com tudo!! Soltando um gemido seco.. kmaaaaa haaamm haaam..
Eu já não aguentava mais.. a preliminar longa e minha falta de experiência tinham me excitado tanto que meu pau já tava explodindo..
— para, para, não aguento mais.. (falei).
— e se você me der de quatro?
— pior.. nessa posição não aguento nada, melhor você ficar por baixo.. talvez funcione.
Ela saiu devagar, olhando entre as pernas como o pau saía, controlando a camisinha e massageando minhas bolas..
— desce da cama — ela disse.
Ela se deitou de costas na cama, abriu as pernas me convidando a meter de pé na beirada da cama..
Me aproximei, e ela subiu as pernas nos meus ombros e, com a buceta, procurou meu pau em pé..
Quando achou e ajeitou um pouquinho, ela disse..
— agora sim, mete tudo! Enche minha buceta de porra.
Eu não meti de imediato, me abaixei, beijei ela, passei a língua nos peitos e ela ficou mais louca..
— mete! Quero sentir você dentro..
Deitei meu corpo sobre as pernas dela e meti tudo! Dei movimentos suaves, mas profundos, como se quisesse apunhalar ela com o pau. Sentia os gemidos dela e os fluidos escorrendo entre minhas bolas, inundando o cuzinho dela. Eu morria de vontade de tirar e enfiar no cu, mas não ia aguentar, então meti firme enquanto olhava ela se arqueando, de boca aberta, gemendo, e gozando a língua, como se pedisse pra enfiar uma rola na boca dela. Finalmente, ela baixou uma perna e colocou entre as minhas, enquanto a outra ficou no meu ombro. Eu continuei enfiando a rola nela, dando estocadas. Peguei a bunda dela, abri as nádegas e apoiei o dedão no buraquinho! Tava tão lubrificada que quase meu dedo escorregou pra dentro.. eu só queria massagear a portinha do cu dela. E assim, fui enfiando e massageando o ânus dela com movimentos circulares.. e ela não aguentou mais.. óbvio que eu já tava pronto há um tempão, não sei como tava me segurando pra não soltar a porra.. Comecei a meter mais rápido, ela me olhou com os olhos meio fechados enquanto se esfregava os peitos.. e eu enfiei meio dedo no cu dela.. aí dei três bombadas com a rola e senti como se ela queimasse com líquidos quentes.. Era uma mistura de porra quente e sucos vaginais que mostrava que tudo, apesar de ter sido rapidinho, tinha dado muito certo.. As pernas dela amoleceram, tirei a rola de dentro. Ela se ajeitou na cama, tirei a camisinha e me deitei com ela. Eu tava feliz, ela parecia também, porque me olhou e disse: - ainda tem mais camisinhas, né? E pegou na minha rola.
2 comentários - De fazer amor a foder