A mãe gostosa do meu amigo

Fala! Tô compartilhando um puta relato da minha coleção. Não sou o autor e não consegui achar ele de novo na net pra colocar o link, mas tô copiando exatamente como tenho aqui. Acho que vale a pena resgatar porque é muito bom...



A Mãe do meu amigo. Paixão em Buenos Aires


Bom, isso aconteceu comigo ontem e vou contar como foi:
Trabalho na empresa do meu pai há uns 2 anos, mas não exerço nenhuma função essencial (sou um "peixe" lá). Só que aqui em Buenos Aires é muito difícil arrumar emprego, então não tive escolha a não ser aceitar. Não gosto de viver dependendo dos meus pais, mas não tinha outra opção, então aceitei e não posso reclamar disso, ainda mais agora com o que aconteceu.
No trabalho, somos várias pessoas, e entre os funcionários tem a mãe de um amigo meu, que é amiga da família há anos. Na verdade, ela é amiga da minha mãe, e eu de vez em quando saio com o filho dela (futebol, balada, etc.), mas somos mais conhecidos do que amigos próximos.
A mãe do meu amigo começou a trabalhar com a gente faz menos de 3 meses. Ela tem 38 anos, mas aparenta ser mais nova. Tem um corpo bonito, é alta, magra, separada (há 4 meses). Minha mãe, sabendo da situação dela, encheu a cabeça do meu pai, e hoje ela trabalha conosco. Fiquei sabendo disso depois.
Pra vocês terem uma ideia, ela tem cabelo liso (alisado), loiro (pintado) na altura dos ombros, é magra, cintura fina, costas finas, alta, se veste muito bem, é bem atraente. Resumindo, uma mulher gostosa.
Desde que começou a trabalhar aqui, sempre olhei pra ela de um jeito diferente do que antes, e isso tem um motivo: ela tem um corpo espetacular. Fez silicone nos peitos, vai pra academia quase todo dia, e tá tudo no lugar — a bunda, os peitos, a silhueta. Nem preciso dizer que aqui no trabalho mais de um já deu em cima dela.
Como a gente fica sempre na mesma sala só nós dois, conversamos sobre vários assuntos, um pouco de tudo.
Um dia, vi ela entrar vestida com uma saia de tecido leve, daquelas semitransparentes, e uma camisa branca. Dava pra ver perfeitamente a calcinha fio dental que ela tava usando. Era branca e muito, muito pequenininha, tipo só um triângulo olhando de frente, dava até pra perceber se você olhasse com atenção a calcinha que ela usava, porque a tanga era meio rendada, nas laterais era um fio e atrás era Booty less, isso me deixou com muito tesão, diria que bastante.
Naquele dia comecei a conversar com ela sobre por que se separou e ela me contou, sempre sobra tempo no escritório e ela detalhou tudo o que aconteceu, eu então comecei a perguntar com muito cuidado se ela estava saindo com alguém, já que sou conhecido e amigo do filho dela, minhas perguntas eram bem, digamos, educadas.
O diálogo foi assim: (é um resumo)
Eu: Então desde que se separou não sai com ninguém?
Ela: Sim, olha, sabe o que acontece, se eu quisesse sair por sair com alguém, tenho muitos candidatos, mas não faço isso, aqui você vê, vivem me dando em cima (e ria).
Interrompo e falo
Eu: Pois é, claro, você não é uma mulher feia de jeito nenhum, tipo, entende...
Ela: Obrigada, mas os caras, e isso você não vai entender, o que eles querem é simplesmente... e eu procuro um companheiro, se não tivesse um filho, talvez pensasse diferente, mas na minha idade não, as coisas mudam.
Eu: Tipo, por isso que vai pra academia, fez os peitos, não é ha ha ha.
Ela: Não ha ha ha, não é como você pensa, vou pra academia porque é bom pra ocupar meu tempo livre, desde que me separei meus tempos são outros, os peitos eu fiz porque há muito tempo queria fazer, mas meu ex, você sabe como ele é, e quando estava com ele, sugeri a ideia, mas ele nunca concordou e então...
Eu: Sim, sei, ninguém, e acho que nem eu gostaria que minha mulher fizesse os peitos assim como você, ha ha ha, e ainda mais sabendo como era seu ex.
Ela: Sim, (fica um silêncio longo, e me pergunta) e você, sua namorada?
Eu: Já era, é todo um assunto... não sei, já era
Ela: Mas suponho que está procurando algo, não?
Eu: Sim (e olho fixo pra ela e ela sorriu), procuro algo, mas...
Ela: O que é mas...
Nesse momento ela se levanta, olha pra fora e como a janela é grande, dava pra ver perfeitamente, as pernas dela, a raba dela, tipo, dava pra ver claramente tudo que tava por baixo daquela saia.
Eu: Sei lá, tô afim de alguém mas não sei como falar, é como se eu tivesse medo.
Ela: Pô, você já é grandinho pra essas coisas, se não for pra cima, olha só, vai perder, melhor tirar a dúvida logo, né?
Eu: É, cê tem razão, mas sei lá…

Nessa hora o telefone toca e, bom, a conversa corta com ela e eu já tinha que ir embora.
No dia seguinte, ela chegou vestida com uma minissaia que era tipo recortada, e quando sentava, dava pra ver a calcinha que ela tava usando, era preta e muito linda, não conseguia parar de olhar, me deixava louco. E com uma camisa que, num momento em que ela me cumprimentou e se abaixou na frente da minha mesa pra me dar um beijo no rosto, notei que não tava de sutiã, isso me deixou a mil, me enlouqueceu, e o perfume que ela usava era espetacular. Nem preciso dizer que durante quase o dia todo eu ficava olhando quando ela mudava de posição as pernas ou sentava reta, dava pra ver tudo, isso porque minha mesa fica na frente da dela.

A questão é que no fim da tarde a gente começou a conversar.

Ela: O Gabriel (filho dela) me contou que sábado te viu bem acompanhado, é verdade, era a mina que você gostava?

Eu: Não... nada a ver, era uma amiga, não é ela que eu gosto.

Ela: Olha só, pensei que talvez fosse ela que você tava afim (Ela ri e coloca uma caneta na boca, isso me deixou bem excitado).

Eu: Que o Gabriel sabe que alguém me gusta, foi você que contou?

Ela: Nãooo, olha as coisas que a gente fala aqui, nunca contei nada, vamos separar bem as coisas, aqui somos colegas de trabalho (E ri de novo).

Eu: Bom, eu também não conto nada, não tem nada a ver, imagina se eu falo pra ele sobre seus peitos etc, ele me mataria, ia ser tudo errado, não tem nada a ver.

Ela: Kkkkkk, por que você me diz isso?

Eu: Ué... sei lá...

Ela: Bom, chega de papo de peitos (Ela muda de posição as pernas, e eu não consegui evitar de olhar de novo por baixo da mesa dela).

Eu: Eu às vezes não acredito nessa história de que você não sai com ninguém, se eu tivesse sua idade, acho que tentaria de todo jeito te conquistar, sei lá, você é uma mulher gostosa e, sinceramente, não entendo seu ex.

Ela: Sério, não saio com ninguém, olha, no dia que eu sair com alguém, vou te contar, mas fica entre a gente, ok?

Eu: Duvida da minha palavra? Que vacilo, não pode ser.

Ela: Por via das dúvidas, tô te falando, eu conheço você, dá pra perceber. Na sua pessoa, vamos fazer um pacto: você me conta três coisas e eu as minhas, mas ninguém nunca vai saber, ok?
Eu: ok
A gente continuou conversando um monte e chegou a hora de ir embora e ela me diz
Ela: O que você vai fazer agora?
Eu: Nada, ia na casa de um amigo e só visitar ele
Ela: Se não te incomodar, você não me leva até o Alto Palermo? (e me olha com uma carinha que me deixou louco de tesão), já que tá chovendo bastante, tipo, se for no seu caminho.
Eu: Não, te levo de boa, não me incomoda, até estranhei você pedir as coisas assim, quase que a gente vive mais aqui do que com nossos parentes (e soltei uma risada olhando pro escritório do meu pai).
Ela: É, bom, você praticamente vive com eles.
A gente saiu e no elevador continuou conversando.
Eu: É, e o Gabriel, o que ele tá fazendo? Por que ele não me ligou hoje e pra você também não?
Ela: Gabriel, ele foi pra Vila Gesel hoje com uns amigos do clube dele, não te falou nada?
Eu: Falou, mas não sabia se ele ia ou não
Ela: Foi sim
Eu: Então você ficou sozinha?
Ela: Fiquei sozinha, mas tudo bem ele ir, que ele se divirta, coitado, com essa parada que aconteceu, entendeu?... o pai não dá um puto pra ele, tá tudo uma merda...
Eu: Sabia disso, hoje você não vai pra academia?
Ela: Hoje não, a verdade é que não tô muito a fim, vai ser amanhã.

Chegamo no carro, ela sobe e quando senta, meio que levantou a saia e deu pra ver tudo, tipo, entrou apressada porque tava chovendo pra caralho lá fora, e ela fala:
Ela: Huyyyy, deu pra ver tudo (e tava rindo)
Eu: Sim, tudo bem, eu só vi
Ela: Você é hein...
Eu: E o que você quer que eu faça, que olhe pro chão? Me segura, sou homem, não sou uma máquina.
Ela: Não, mas pelo menos disfarça
Eu: Olha, com você não dá pra disfarçar, quer que eu minta pra você?
Ela: O quê?
Eu: (Pensando que ela tinha se irritado, mudei de assunto) Te levo até o Alto Palermo
Ela: Sim (ela também mudou de assunto) Como chove, né?
Eu: Sim, demais
Eu: Sim, ontem fui ver ela, e hoje minha mãe ia pra casa dela porque você sabe como ela tá
Ela: Sim, coitada, mas melhor pelo que eu soube
Eu: Sim, e sinceramente não sei se vou na casa do meu amigo, não tô muito a fim
Ela: E se chove muito, é bem perigoso andar com o carro assim, melhor ir pra sua casa, não é um dia pra sair hoje, não acha?
Eu: Sim, sei lá, no máximo vou comer um McDonald's e depois vou pra casa, porque a sirviente pra cozinhar é de madeira, às vezes não entendo minha mãe, por que ela contrata.
Ela: Ah, não seja assim, ela cozinha tão mal assim?
Eu: Uma bosta, mas fazer o quê...
No caminho pro shopping, enquanto ela falava comigo, tava se maquiando e passou um gloss daqueles que deixa os lábios tipo molhados e se perfumou, isso só aumentou minha tesão.
Eu: Vejo que ou me parece que hoje você sai, né? Fala, não seja, fala que pro Gabriel não conto nada, lembra do pacto
Ela: Não, sério, já te falei que não saio com ninguém, como é que duvida da minha palavra agora?
Eu: E o que você quer? Você tá se maquiando, tipo que vai sair
Ela: Não, assim como tô não posso entrar no shopping, gosto de me ver bem sempre.
Eu: Sei lá, sei lá, bem sempre você se vê, talvez você esteja na caça de algo.
Ela: Ai ai ai esse menino desconfiado, olha, quer vir em casa jantar?
Eu: Sim, sem problema, até prefiro mil vezes comer fora de casa do que comer a comida nojenta da empregada.
Ela: Não fala assim, vai saber, essa mulher faz o que pode. O que você quer comer, me diz?
Eu: Tanta coisa que quero comer (e dou um sorriso), mas umas milanesas não cairiam nada mal.
Ela: Beleza, vamos fazer assim: hoje te convido pra comer lá em casa, milanesas, ok?
Eu: Fechou, show de bola.
Ficamos em silêncio e eu falo:
Eu: Quer que eu te acompanhe no shopping?
Ela: Se você não tiver nada pra fazer, beleza, mas depois tenho que fazer umas compras no supermercado. Me acompanha, ou se quiser, vem mais tarde pra casa?
Eu: Fechado, te acompanho, mas com a condição de que eu compro a comida de hoje, ok?
Ela: Não tenho carne em casa, tenho que comprar artigos de limpeza e tal.
Eu: Beleza, só por precaução, compro hepatalgina pro fígado, ha ha ha.
Ela: Não precisa, você vai ver como eu cozinho.
Chegamos no Alto Palermo e descemos. Eu a acompanho pra fazer umas compras e ela entra em várias lojas. Numa loja de lingerie, ela fala antes de entrar:
Ela: Quer dar uma olhada nas vitrines? Porque aqui eu demoro muito.
Eu: Na real, estive aqui semana passada e não tem nada novo, pelo que vejo. Mas olha, se te incomoda, espero do lado de fora.
Ela: (Dá um sorriso) Não, bobo, não me incomoda. Vamos entrar.
Entro na loja com ela, pra ser sincero, me senti meio sem graça. Ela começa a escolher lingerie e comprou um conjunto cor da pele, onde o sutiã era transparente e a calcinha fio dental era do mesmo estilo, tipo um tecido de mosquiteiro.
Ela: Vou levar esse.
Eu: (Enquanto esperava ela pagar) Hmm, acho que tem algo estranho, não? Você compra esse conjunto que é de matar.
Ela: Olha aqui, pequeno (e mexe uma das pernas, fazendo barulho com os saltos), eu sempre uso esse tipo de lingerie.
Eu: Sei, já sei.
Ela: Como assim, você sabe?
Eu: Ué, quando você subiu no carro…
Ela: Shhh, chega, olheiro.
Entramos depois numa loja de roupas femininas e ela experimenta um vestido. Me chama (ela ainda no provador) e pergunta: como ficou em mim?
Eu olhei pra ela e falei: sim. Você usa assim sem sutiã, me parece que… e ela sorri e começa a tirar o vestido. A única coisa que consegui ver foi a calcinha fio dental preta dela quando ela tirou o vestido. Fiquei olhando, me fazendo de besta, e ela me olhou pelo espelho com um olhar que dizia: “cai fora, já era”. Saímos de lá e fomos a um supermercado perto da casa dela, fizemos as compras e ela me disse: “passa numa farmácia”. Ela desce do carro e eu fico esperando. Volta, senta e me diz: “Para, para, para, esqueci uma coisa”. Freio o carro e ela desce de novo. Nisso, me dá na telha de olhar o que ela comprou na farmácia e vejo absorventes, álcool, aspirinas, etc., mas vejo um frasco de anticoncepcionais. E fiquei pensando: que porra é essa, essa mulher, sem ninguém, comprando anticoncepcional? Me desconcertou isso. Ela volta pro carro e me diz: “Já era, vamos. Que paciência que você tem”. Eu: “Tudo por um prato de comida, ha ha ha”. Ela: “Ha ha ha”. Eu: “Não é por nada, não, mas vi as pílulas anticoncepcionais. Pra que você toma, se você não tá com ninguém?” Ela: “Ah, você sabe, a gente tem que estar preparada, nunca se sabe” (e sorri). Chegamos na casa dela, descemos tudo e subimos. Ela: “Pega na geladeira que tem Coca Booty, e se quiser liga a TV enquanto vou tomar um banho”. Eu: “Ok”. Nesse momento não tinha me ligado, mas ela levou o que comprou na farmácia pro banheiro, e fiquei pensando. Ela: “Ei, me alcança o telefone” (grita do banheiro). Eu: “Já vai” (o telefone estava tocando, e cheguei até a porta do banheiro e ela estava com uma toalha, olhei pra ela e ela sorriu pra mim). Ela atende o telefone e eu vou até a cozinha, onde tinha outro telefone, levanto o fone e tampa o microfone pra escutar o que ela falava. Ela tava falando com uma amiga e ouvi isso num momento da conversa: Ela: “Não, sozinha não tô”. Amiga: “Fala sério, com quem você tá?” Ela: “Ahhh” (e suspira). Amiga: “Acho muito bom você começar a refazer sua vida, e tudo bem”. Ela: “É, sei lá, acho que vou fazer uma loucura, ha ha ha”. Amiga: “ Me diz quem é, eu conheço? Não seja besta, fala logo, vai…
Ela: Não, olha, depois te conto
Amiga: Fala logo, não se faz de difícil, quem sabe o que você vai fazer com esse alguém?
Ela: Depois te conto, acho que vai rolar alguma coisa

E aí continuaram falando um monte de besteira, aquilo que a amiga dela falou me deixou gelado.
Ela sai do banheiro e entra no quarto dela, e quando sai, tava só de roupão e com a toalha na cabeça, vem até a cozinha e me fala:
Ela: Desculpa te fazer esperar, mas beleza, cê deve estar com fome, né?
Eu: Sim, tranquilo.
Ela começa a preparar a comida, e tinha uns movimentos que ela fazia, e eu via que por baixo daquele roupão ela tava usando aquela lingerie que tinha comprado no shopping.
Num desses movimentos, ela se abaixa pra pegar um pote de um armário e, olhando pra mim, tipo, eu consegui ver a calcinha fio dental dela, a buceta dela, porque o roupão abriu entre as pernas dela e eu não consegui evitar de olhar. Ela percebe e se cobre, mas não falou nada.
A gente terminou de jantar, tinha conversado sobre um monte de coisa, e ela me fala:
Ela: Vamos pra sala.
Eu: Beleza, vamos.
Ela senta num sofá e liga a TV da sala, traz um café.
Eu: Valeu.
Ela: Imagina, quer açúcar?
Eu: Sim. (Ela fica na minha frente e eu não aguentei mais, fiquei olhando pros peitos dela que apareciam com aquele sutiã, e ela percebe e se cobre.)
Ela: Cê é bem olhudo, hein.
Eu: (Fiquei vermelho) É, o que acontece é que não quero que cê leve a mal, mas entende...
Ela: O que que cê tem?
Eu: Nada, melhor eu ir embora.
Ela: Calma aí, um pouco. (Senta do meu lado e pega uma das minhas mãos) Fala, me diz o que cê tem. (Com uma voz sensual)
Eu: Tô com dificuldade de falar, sei lá, talvez cê possa levar a mal.
Ela: Fala, já te falei que o que cê disser ninguém vai ficar sabendo.
Eu: Sério? Mas jura? Se eu falar, fica entre a gente, né?
Ela: (Passa a mão na minha cabeça) Fica sim, confia em mim.
Eu: Olha, eu sei que talvez cê fique brava, não quero isso, mas a verdade é que cê lembra que eu te falava um dia no escritório que eu gosto de alguém mas não tenho coragem de contar? (Aí eu fiquei nervoso) E é difícil pra caralho e não quero que essa pessoa fique puta comigo, entende? É uma pessoa que eu vejo todo dia, mas tem um rolo no meio. Meio.
Ela: (me encara fixo) sim, imagino quem é
Eu: quem você acha que é
Ela: Alejandra? e ri
Eu: não, nada a ver
Ficamos em silêncio, tomo café
Eu: é alguém que eu gosto, que é separada, que o filho dela é meu amigo (falei tudo isso com o rosto virado pro outro lado)
Ela: Vem, olha pra mim (pega minha mão de novo), tá tudo bem, eu te entendo, mas quero que isso fique entre a gente, entendeu? (falou com um tom de voz muito sensual)
Eu: sim
Então ela se aproxima e me dá um beijo na bochecha, eu me afasto um pouco (abraço ela) e aproximo a boca, e aí começamos a nos pegar (a pica tava dura), ela me beijava bem suave no começo, só uns selinhos, mas depois nossas línguas foram se juntando cada vez mais.
Ficamos nos beijando por um bom tempo, quando nos separamos ela me olha e sorri, e me diz
Ela: tá bem? (com a voz trêmula)
Eu: agora sim
Ela: me promete uma coisa e jura… (faz uma pausa), nunca contar pra ninguém (fala isso no meu ouvido)
Eu: prometo
Continuamos nos beijando por mais um tempo.
Ela levanta, vai até a cozinha, e eu fico sentado que nem um idiota, vou até a cozinha e falo
Eu: Bom, vou embora
Ela: Por quê?
Eu: Ah, sei lá…
Ela se aproxima e me beija, eu beijo ela de volta, e aí não aguentei mais e comecei a passar a mão na bunda dela devagar, disfarçando, até que meti uma das minhas mãos entre as pernas dela (a torneira ainda tava aberta), ela fecha a torneira com uma mão, e a gente vai pros dois pro quarto dela se beijando, chegamos e nos jogamos na cama e ela diz
Ela: nada pra ninguém, ok?
Eu: nada pra ninguém…
Comecei a tirar a roupa dela devagar, e quando ela tava só de calcinha e sutiã eu falo
Eu: posso confessar uma coisa?
Ela: (sorri) o quê?
Eu: não me leva a mal, não sou um tarado, mas desde que você tá na minha frente no escritório, fico te olhando e, bem, olhando pra sua buceta, e não acredito que tô aqui com você agora.
Ela: vou confessar uma coisa agora também, eu fazia de propósito, percebi seus olhares, confia em mim, ninguém vai saber de nada De nada.
Aí eu comecei a beijar ela mais e mais até que com uma das minhas mãos eu tirava minha roupa, os dois respirando forte, estávamos excitados.
Ela me interrompe e me diz
Ela: Quero que você seja meu homem, quero que essa noite seja só pra nós dois e mais ninguém
Eu: sim, vai ser assim
Começo a beijar o pescoço dela, vou descendo pelos peitos dela, o corpo dela, e ela abre as pernas e eu comecei a puxar pra um lado aquela calcinha fio dental cor da pele semitransparente e começo a chupar a buceta dela devagar (ela tinha poucos pelos na buceta) e com minhas mãos apertando os peitos dela e ela me diz
Ela: assim, assim meu bebê, adoro, continua
Eu tiro meu pau e paro de chupar a buceta dela e vou me colocando por cima dela, apoio meu pau entre os peitos dela (ela ainda estava de sutiã) e ela sozinha com as mãos aperta ele e eu vou levando até a boca dela, e ela começou a chupar ele devagar, até que eu ia pouco a pouco empurrando mais e mais pra dentro da boca dela, consegui enfiar meu pau inteiro na boca dela, isso me excitava mais e mais, tiro ele e enxugo bem meu pau e ela começa a fazer umas massagens com a língua dela suave até que coloca ele de novo na boca, então eu tiro ele e me jogo na cama, ela me segue, se coloca na minha frente por cima e começa a chupar ele de novo, com as mãos dela segura as minhas e chupava suave, mas muito suave, isso me enlouquecia e ela me olhava com uns olhos que me esquentava mais e mais e eu falo chega, não aguento mais, ela puxa o cabelo dela pro lado e coloca ele de novo na boca dela e eu viro ela como pra fazer o 69, assim ficamos um bom tempo, ela ainda estava de calcinha (não quis tirar porque me excitava mais ver ela com aquela calcinha) e comecei a chupar a buceta dela e senti que ela começou a gozar (sinceramente não me importava com o gosto porque ela continuava chupando meu pau e eu queria gozar na boca dela, mas por medo não fazia) até que eu falo chega, vou gozar, ela sai da posição do 69, se coloca na minha frente, pega e prende o cabelo dela e me Ela chupa de novo e eu falo:
Eu: chega, por favor, chega, você tá me deixando louco
Ela: essa é a ideia, love (e coloca um dedo da mão dela na minha boca)
Eu: vou gozar, não aguento mais
Ela me olha e começa a chupar com mais força e mais força meu pau, foi foda a mudança de ritmo que ela fez e o jeito que ela chupava (aí eu percebi que ela queria que eu gozasse na boca dela e foi o que fiz)
Quando começo a gozar na boca dela, ela fala:
Ela: vai dar tudo pra mim? (ela tirou meu pau da boca dela e eu gozava e via minha porra saindo)
Eu: sim, meu amor, tudo é pra você, é só seu
Ela começou a chupar de novo e eu gozava mais e mais, e ao mesmo tempo ela me olhava, eu não acreditava, tava comendo a mãe de um amigo meu e ainda por cima gostava dela, e sentia ela engolindo a porra que saía de mim.
Quando terminei de gozar, ela tinha engolido tudo, se deitou do meu lado, me abraçou e falou no meu ouvido:
Ela: gostou de mim?
Eu: sim
Ela: eu também gostei
Ficamos um tempo abraçados em silêncio, eu fumei um cigarro e liguei a TV do quarto dela, e ela me fala:
Ela: quer tomar um banho?
Eu: beleza
Ela: então vai, mas rápido, hein
Eu: sim
Tomo banho, saio e ela tava me esperando
Ela: vem, vem cá
Eu: (me jogo na cama e começo a beijar ela na boca)
Comecei a ficar com tesão de novo, ela ainda tava de calcinha e sutiã, e tava por cima de mim, quando tirei o sutiã dela, comecei a chupar aqueles peitos que eram uma delícia, e não aguentava mais, queria meter nela
Eu afasto a calcinha dela e com uma das mãos guio meu pau até a buceta dela, passo ele na entrada da buceta pra cima e pra baixo, em alguns momentos deixava ele parado e pressionava bem de leve, e ela me fala:
Ela: (faz um barulho tipo tch tch tch) assim não
Eu: então, tenho camisinha no meu bolso (pego e deixo na mesinha de cabeceira, na real queria comer ela sem camisinha, tava me fazendo de besta)
Continuo beijando ela e afasto a calcinha dela de novo e encosto meu pau na buceta dela sentia todos aqueles pelos recém-crescidos de uma depilação na cabeça do meu cock e isso me esquentava mais, eu tava por cima dela, até que tiro a thong dela.
Fico por cima dela, ela ali abriu mais as pernas e beijo ela na boca, e só apoio meu cock na buceta dela e com uma das mãos pego uma camisinha enquanto beijava ela e, estando por cima, tentava abrir com uma mão só a caixinha de camisinha que eu tinha, e realmente não conseguia, então no ódio falo pra ela
Eu: deixa eu meter um pouquinho assim
Ela: não, a camisinha
Eu: vai, por favor
Tudo isso era interrompido com beijos
Até que num momento, passando meu cock pela buceta dela pra cima e pra baixo, começo a empurrar devagar, mas ela se mexia pro lado, num momento fica parada e lentamente começo a meter nela bem devagar, quase sem movimento, ela não dizia nada e eu aproveitava isso, até que meu cock começa a entrar suavemente, foi difícil porque ela era apertada, entrou toda e ainda do meu lado tava a caixinha de camisinha, senti como tava quente a buceta dela e já tava dentro dela mas não me mexia, tipo, não tirava.
E ela me fala
Ela: não goza dentro de mim, meu amor
Eu ali comecei a bombar mais e mais, ela gemia, me falava me come assim, continuei, eu cada vez mais agitado e ela gemia até que não aguentei mais e falei no ouvido dela
Eu: vou gozar
Tiro meu cock pra fora da buceta dela e gozo na parte de fora, e vendo os gestos da cara dela, lentamente voltei a meter meu cock dentro daquela concha apertada e quente.
Ela: (gemia e sorria) assim, sim, adoro
Comecei a gozar dentro dela o pouco que me restava, não aguentei mais e continuei bombando mais e mais, até que tirei e ficamos abraçados nos beijando.
Não podia acreditar no que tava fazendo, tava comendo a mãe de um amigo, que ainda por cima era apertada, isso me fez esquentar mais e mais.
Ela: adorei como você me come
Eu: sério, olha que confiei em você, não saiu com ninguém
Ela: chega Sério, na real eu saí com alguém, não fica bravo.
Eu: Com quem?
Ela: Saí umas vezes com o dono da ……… e, bom, acabou porque senti que não dava, ele é casado e você sabe disso, nunca rolou nada de nada.
Eu: Como você fez? Nunca percebi que você saía com esse cara.
Ela: São segredos de mulher (e me beija).
Eu: Você se cuidou, verdade.
Ela: Sim, você é demais, meu amor, não transei com ele, não quero mais falar desse assunto.
Eu: Adorei que você confia em mim, adorei te comer sem camisinha, desculpa ser grosso.
Ela: Eu também adorei, amor, e quero que essa não seja a única noite nossa, desde que me separei nunca mais fiz isso desse jeito (e me olha e me acaricia).
Ficamos abraçados e dormimos os dois.
No dia seguinte, acordo e subo em cima dela e começo a comer ela de novo, ela gemia e falava: "vai que a gente vai chegar atrasado no escritório", eu disse: "fica tranquila, tá tudo sob controle".
Quando tô quase gozando, coloco meu pau em cima dos peitos dela e gozo ali, e ela com o dedo levou meu gozo pra boca dela, não podia acreditar no que via, até que mandei ela chupar e ela mamou, nunca passei uma noite assim com uma mulher, eu me segurava na cabeceira da cama e comia a boca dela porque esse é o termo certo, embora ela com as mãos me segurasse.
Levantamos e fomos pro escritório, cada um entrou por um lado, não queríamos levantar suspeitas.
No escritório, meu pai vê ela e fala:
Meu Pai: "Haha, que cara hoje, parece que você foi bem atendida" e ria.
Eu: "Vai saber o que ela tá fazendo".
Ela: "Bom, eu sou solteira, não?"
Meu Pai: "Sim, tudo bem, bom, o assunto de ………"
Aí o papo cortou até meu pai sair às 5:30 da tarde.
Começo a falar com ela a sós e pergunto: "Hoje tem milanesa?"
Ela: "Sim, e tem uma espetacular".
Saímos, deixo ela no apartamento dela e vou pra casa trocar de roupa porque ia voltar pra casa dela mais tarde.
Chego e ela tava me esperando de meia-calça e liga, coisa que não esperava, e disse: Ela: hoje vou te foder eu mesma (e me leva pro quarto dela)
E a gente transou a noite toda, praticamente não fiz nada, ela montou no meu pau e era ela quem se mexia, me deixava ver como meu pau entrava e saía da buceta dela, e fazia caretas que me deixavam louco de tesão. Eu queria comer o cu dela até que numa pausa que a gente deu, consegui comer o cu dela, coloquei ela de quatro e comecei a meter na buceta, e quando tirei num momento, enfiei no buraco do cu dela, e não entrava. Aí resolvi chupar o cu dela (sinceramente não senti nojo) e ela dizia "isso, continua assim". Tentei de novo penetrar ela pelo cu, mas antes peguei um lubrificante que vinha junto com a caixinha de camisinha e passei no meu pau e derramei no cu dela, e aí sim, com paciência dos dois, consegui meter meu pau no cu dela. Era a melhor sensação, porque quando meu pau tava no cu dela, ela apertava por dentro, isso me deixou muito louco e gozei dentro.
Até hoje ainda como ela, o problema é quando meu amigo voltar, o que vai acontecer?
Eu conversei com ela sobre isso.
Ela: me promete que se um dia a gente brigar por qualquer motivo, o Gabriel não vai saber de nada.
Eu: prometo.
Ela: te amo, e não quero que nada quebre isso.
Bom, escrevi isso no meu tempo livre hoje, ela tá sentada na minha frente, e obviamente não sabe que tô mandando isso pra publicar. Às vezes acho que ela tá me usando, mas fazer o quê, como ela. E disso não conversei com ninguém e decidi contar aqui, então qualquer opinião me escrevam: nestormartinez1@starmedia.com.ar
A verdade, não sei como vou olhar na cara do meu amigo. Por enquanto decidi aproveitar isso, que tem um gosto diferente de tudo que já vivi na minha vida. Pensar que conheço ela há anos e nunca passou pela minha cabeça comer ela, até que ela começou a trabalhar com a gente. É bem provável que eu vá viajar com ela, conversei e tá tudo certo.
Vamos viajar sozinhos. Os dois, e como ela diz, sou só sua (duvido um pouco disso, mas tudo bem). Não sei se ela se deixa foder porque sou filho do dono onde ela trabalha, ou acho que ela tá me usando pra alguma coisa, mas eu tô curtindo ela agora, e vamos ver até onde isso vai.

Autor: Nestor

4 comentários - A mãe gostosa do meu amigo

olvidate de esas dudas te estas cogiendo a una gran mujer y mejor seguir manteniendola al lado