Um trio com a sogra, com a permissão da minha mulher...🔥🔥

Um trio com a sogra, com a permissão da minha mulher...🔥🔥Quero começar minha história dizendo que na minha vida de solteiro, e não falo isso por presunção, eu procurei e tive oportunidade de foder com várias mulheres diferentes. Não queria ser igual ao resto dos meus amigos, que casaram cedo e, depois de casados, saíam feito loucos procurando onde enfiar a pica em qualquer buceta que não fosse da mulher deles. Sempre pensei que, uma vez que escolhesse a mulher com quem dividir minha vida, se tudo corresse bem, não precisaria buscar refúgio em outros braços, e isso dava pra conseguir tendo tido antes uma vida sexualmente satisfeita. Bem, depois dessa enrolação, só pra situar e vocês conhecerem meus pensamentos, me apresento: meu nome é Camilo, tenho trinta e quatro anos, sou afro-americano, sou casado há dois anos com uma mulher extraordinária, dez anos mais nova que eu, e nossa vida conjugal vai de vento em popa. Só tem uma coisa que nos deixa um pouco inquietos: mesmo sem a gente colocar nenhum impedimento, não tem jeito da Leonor, minha mulher, engravidar. Como vocês veem, casei um pouco mais velho, com trinta e dois anos, e ainda por cima com uma novinha que é um autêntico tesão. Leonor: era muito jovem quando a conheci, ela era a melhor amiga de uma velha amizade que a gente tinha em comum. Leonor tinha 20 anos, media 1,59-1,60. Tinha umas tetas enormes que ninguém conseguia resistir a olhar, sério, eram impossíveis de ignorar. A carinha dela era meio redonda, de bonequinha, isso dava uma ternura pros olhos cor de mel, a pele clara mas bronzeada e o cabelo lindo castanho claro, que ela usava preso. Era de corpo magro, mas com muitas curvas, tinha uma bunda grossa e bem torneada, imagino que por causa das horas de treino em alguma academia. As pernas dela eram minha fantasia total, tinha panturrilhas e coxas muito grossas e largas, que me faziam ter um frenesi de punhetas só de pensar nelas. Tive a sorte divina de ver aquelas tetonas enormes com bicos rosa claro e auréolas grandes, e não consegui me segurar ao ver como o Sabão e água escorriam por aquela bunda grossa no chuveiro. A buceta dela era linda, com pouco pelo. Minha mulher é irresistível... Como é que eu consegui conquistar aquela gostosa? Pra começar a entender, vou dizer que me formei em Letras Inglês e, pra completar meu conhecimento, fui pra Inglaterra estudar mais. Passei uns anos lá e, além de enriquecer culturalmente, tive aquela putaria toda que já contei no começo. Quando voltei pra Costa Rica, comecei a dar aula de inglês num colégio e, de tarde, numa academia. Foi lá que conheci a Leonor. Ela entrou no curso já começado e, pra se atualizar, pediu aulas particulares pra não ficar atrás dos outros alunos, e eu topei. Era uma mulher um amor e eu via que era novinha, mas uma coisa levou à outra... No fim, um ano depois de nos conhecermos, casamos.

E tudo isso que tô contando, pra quê? Mais pra explicar como cheguei a aceitar a proposta que minha mulher fez. Como eu disse, nunca tentei transar com ninguém além da Leonor, mas às vezes aparecem umas propostas difíceis de recusar. Dava pra negar? Talvez, mas aceitei e, depois de ver as consequências, não me arrependo nem um pouco.

Tudo começou quando minha sogra veio morar com a gente por um tempo. Pelo que vi, ela não queria, mas minha mulher insistiu pra ela vir.

Aconteceu depois que a avó da Leonor morreu, a que minha sogra cuidava morando com ela. Minha mulher achou que era uma boa a mãe vir pra cá, pra se distrair, depois de passar a vida inteira cuidando da avó. Foi o que entendi e o argumento dela me pareceu certo. Achei natural ela convidar a mãe pra nossa casa.

Como reagi a ela vir? Aceitei de boa, era mãe dela e não tinha motivo pra eu encher o saco. Objeção. Não tinha tido muito contato com minha sogra, mas ela me parecia uma mulher prudente e eu não achava que ela se intrometeria muito na convivência que eu e Leonor tínhamos.

E foi assim; quase nem sentia que ela estava lá. E era inacreditável o recato dela, sendo uma mulher relativamente jovem, tanto que, se eu passava dez anos da filha dela, ela não chegava a passar dez de mim. O fato é que ela não era nenhum estorvo, pelo contrário, nossa cozinha ficou mais rica com os pratos que ela preparava. Leonor e eu passávamos quase o dia todo fora de casa, cumprindo nossos respectivos trabalhos, e era uma delícia chegar em casa, encontrar a mesa posta e ainda bem sortida.

Vocês devem estar se perguntando como era fisicamente essa mulher tão encantadora. Bem, não era nada desprezível. Seus 40 anos ela levava muito bem e, se não fosse pelas roupas tão fora de moda que insistia em usar e pela falta total de maquiagem, poderia muito bem ser uma mulher mais que apetecível para qualquer homem.

Eu, nas discussões sobre se arrumar e se vestir que mãe e filha tinham, não me metia. Respeitava que a mulher fizesse o que achava adequado, mesmo não concordando. Achava que era desperdiçar um corpo que merecia ser exibido.

Tinha uma coisa que me chamava a atenção. Depois do jantar, tínhamos o costume de sentar na sala e ver um pouco de televisão. Até aí tudo bem, mas se surgia um filme onde o sexo imperava ou aparecia alguma cena mais quente, minha sogra arrumava qualquer desculpa para sair da sala e ir para o quarto dela.

Uma noite, perguntei à minha mulher por que essas fugas, mas ela não me esclareceu muito. O fato é que tive a sensação de que abri completamente a porta para Leonor, para que, a partir daquele dia, ela começasse a falar mais sobre a mãe.

Leonor nunca conheceu o pai e sabia apenas que, antes de poder se casar com a mãe, ele morreu num acidente de carro, mas nada mais. A vida de Leonor transcorreu Ao lado da mãe e da avó, sem nenhum homem aparecendo em casa. Quando criança, ela se acostumou com esse tipo de vida com as duas mulheres, até que, quando ficou mais velha, quis saber por que a mãe não saía com nenhuma companhia masculina ou tentava se casar, mas a única coisa que ouvia da boca da mãe é que estava bem assim e ela evitava dar outros tipos de explicações. Para Leonor, esse comportamento não parecia certo, e ela achava que não era bom a mãe não ter relações com homens. Ela me dizia que isso era algo muito importante na vida e que a mãe se recusava a aproveitar.

Falando e falando da minha sogra, uma noite, estando eu e minha mulher na cama e depois de termos nossa deliciosa e apetitosa dose de sexo, Leonor teve a ideia de que eu poderia ajudar a quebrar esse vazio sexual na mãe dela. Tentei entender que era brincadeira, mas não. Ela me disse que tinha pensado muito e acreditava que era o melhor que podia fazer pela mãe.

Era algo que eu não esperava e não me parecia certo que eu fosse a pessoa adequada, havendo tantos homens que ficariam mais do que felizes em quebrar esse vazio. Eu não tinha olhos para ninguém além de Leonor, me dedicava a ela e assim fiz questão de deixar claro, mas ela insistiu e a coisa terminou assim:

— Você não acha minha mãe atraente o suficiente?
— Não é sobre isso. Sua mãe é tão gostosa que deixaria mais de um homem louco…
— Então?
— Leonor, é sua mãe!
— Por isso peço que você faça isso. Me faça esse favor, Camilo, mas quero que ela nunca saiba que estou por trás disso.

Parecia mentira, minha mulher me pedindo para seduzir a mãe dela, mas ela estava falando muito sério.

— Por que você me pede isso? — perguntei, ainda incrédulo com a proposta.
— Não estou pedindo, estou implorando. Você é o único homem que pode fazer com dignidade com que minha mãe perca essa fobia que tem sobre o sexo.

Algo me dizia que a proposta de Leonor não estava certa e, além disso, quebrava o conceito de não me entregar a outra mulher. que não fosse minha esposa, mas a insistência da minha mulher não deixava dúvidas. Ela queria e desejava que fosse eu quem quebrasse essa aversão da minha sogra ao sexo.

Desde aquele dia, comecei a ver minha sogra com outros olhos e, sinceramente, era uma mulher mais que gostosa. Claro que não precisava fazer muito esforço para me render a ela e atender ao pedido da Leonor.

Chegou o dia que minha mulher achou oportuno começar. Eu tinha que aproveitar que a Leonor ia viajar naquela sexta-feira e passaria o fim de semana inteiro fora de casa para participar de uma convenção do trabalho. Eu ficava sozinho com a mãe dela.

Não sabia o que ia sair disso tudo, porque era muito difícil entender e compreender, mas botei a mão na massa. Naquela sexta à noite, depois do jantar, preparei de propósito um filme na TV para assistirmos após comer. Era uma fita que, no começo, não deixava transparecer nenhuma cena de sexo, mas conforme avançava, o clima ia esquentando até chegar a cenas de cama bem excitantes.

Exatamente como eu tinha planejado, depois do jantar, como de costume, sentamos tranquilamente para ver o filme, e convidei minha sogra Inês (de agora em diante vou chamá-la pelo nome) para sentar do meu lado. Era o lugar onde a filha dela normalmente se sentava, e não era estranho eu oferecer aquele assento.

Vi que ela estava interessada no filme até começarem as cenas mais quentes.

— Me desculpa, mas vou dormir, estou com sono e um pouco cansada — disse ela, desviando o olhar do filme.

Eu esperava essa reação e não a deixei ir embora. Peguei nas mãos dela. Senti um arrepio nela, e mais ainda quando falei:

— O que você tem contra o sexo?

— O que você está dizendo, Camilo?

— O que você ouviu, e não quero que vá embora sem me responder.

— Não tenho nada contra o sexo.

Ela estava confusa, tentou soltar as mãos das minhas, mas não deixei.

— Então por que essas fugas quando vê na televisão... Cenas de cama?
O olhar dela ficava alternando entre me encarar e olhar pra nossas mãos.
— Me deixa ir, Camilo, não tenho nada pra dizer.
— Inés, você é uma mulher muito nova e eu percebo que carrega algo dentro de você que precisa soltar de uma vez. Eu posso te ajudar muito a desabafar… Vai, se solta.

Não sei se foi um impulso ou vontade de encorajar ela a falar, o fato é que me aproximei e dei um beijo rápido na boca dela.
— O que você tá fazendo, Camilo!! 😱 — ela disse quando se recuperou do susto.
— Quero que você veja que é uma mulher desejável e não pode se esconder nessa casca que você criou.
— Mas Camilo!... você é o marido da minha filha.
— Eu sei, e por isso mesmo você precisa enxergar em mim alguém que te quer bem e pode te ajudar. Vai, me conta, que tenho certeza que vai te fazer bem se abrir comigo.

As mãos dela se agarraram ainda mais nas minhas, tão forte como se quisesse extrair delas uma raiva guardada.
— Para com essas merdas!! 😡
— Não tenho nada pra contar — ela disse, irritada.
— Eu te imploro, Inés. Não é que eu queira me meter na sua vida, mas tenho certeza que vai te ajudar, e muito, desabafar comigo. Confia em mim.

Apertei as mãos dela com força enquanto encarava bem nos olhos dela. Ela tentou depois puxar as mãos, mas eu não deixei. Ela não saiu do sofá. Continuou me olhando nos olhos com a boca entreaberta, e ficou assim por uns instantes até que resolveu falar:
— Não sei se vai adiantar de algo. Você tem razão, tem algo bem preso dentro de mim e não sei se faço bem em te contar… — ela parou e na sequência disse — Por favor, não quero que a Leonor saiba de nada disso, você tem que me prometer.
— Fica tranquila que o que você for me dizer vai ficar entre nós.
— Que assim seja… Isso que vou te contar é algo que nunca contei pra ninguém, e se tô te contando é porque vejo em você uma pessoa que me passa confiança, ainda mais desde que vivo com vocês. Você é muito bom comigo e eu agradeço por isso.

Eu via que ela estava ganhando confiança e precisava encorajá-la a continuar. — Inés, você é uma pessoa muito doce e é um prazer pra mim ter você com a gente.
— Obrigada, Camilo.
Não falei mais nada e esperei ele continuar.
— Repito, por favor, que isso não chegue aos ouvidos da minha filha — eu assenti com a cabeça e ele seguiu:
— Pra Leonor, ela foi fruto de um homem que não era da nossa cidade, mas com quem eu estava prestes a me casar. Por causa de um acidente em que ele perdeu a vida, não conseguimos chegar a casar… mas isso não é verdade, ela foi concebida por causa de um estupro terrível que um desalmado fez comigo numa viagem de estudos, quando eu tinha 16… A culpa foi minha, porque me deixei enganar por aquele homem que me pareceu muito atraente e que conheci nessa viagem…
Ela baixou a cabeça e umas lágrimas apareceram no rosto dela, e achei prudente não deixar ela continuar, mas ela insistiu:
— Deixa eu continuar: foi horrível, por mais que eu recusasse e tentasse com todas as minhas forças me livrar dele, não consegui. Ele tinha força demais e não parou até me estuprar. Foi a única vez que um homem me possuiu. Fiquei grávida e, apesar de ter a filha que amei e amo loucamente, tenho cravada no meu corpo aquela experiência terrível, que me fez odiar tudo relacionado a sexo. Não aguento ver imagens eróticas. Tenho tanta frustração que me levou a não querer saber de homem nenhum.
Deixei ela se acalmar um pouco, mas tinha que aproveitar pra saber que tipo de homem ela via em mim.
— E eu, como você me vê? — perguntei.
— Você…? — ela estranhou a pergunta, mas me definiu. — Você é diferente. Em você vejo uma pessoa carinhosa, agradável, que faz minha filha muito feliz. E, de verdade, eu também sou muito feliz por te conhecer.
Bom, já sabia por que ela fugia quando a gente via algum filme de sexo e também que ela via em mim um homem diferente dos outros, mas era preciso ir um pouco mais longe e ver se eu também podia ser o cara que tirasse esse rancor dela dos homens.
— Deixando de lado que eu sou O marido da Leonor, como você me vê só como homem?
— Ai, que coisas você fala, Camilo!
— Me diz, sem rodeios. É muito importante.
— Bom, que eu queria ter encontrado um homem como você. Além disso, você é muito gostoso e não me surpreende que minha filha seja louca por você.

Já estava tudo dito. Era hora de entrar e propor o que a Leonor e eu combinamos.
— Você quer que eu te ajude a perder essa fobia com sexo?
— Como? — ela perguntou, sem pensar no que eu ia propor.
— Deixando que eu seja quem vai te libertar dessa experiência ruim.
— Você…! — ela disse, arregalando os olhos. 😱
— Sim, eu. Quem melhor do que eu, que você vê como diferente dos outros homens? 😏
— Mas, Camilo!… Você esquece que é o marido da Leonor?
— Por isso mesmo que me ofereço, porque não posso esquecer que você é a mãe dela e não quero que continue com essa fobia. Você tem muita vida pela frente e o sexo pode muito bem fazer parte dela. Também é uma parte importante da vida e você precisa aproveitar.
— Já vivi muitos anos sem isso e posso continuar.
— Sim, você pode, mas não deve. Você mesma disse que se sente frustrada, e isso não é bom.
— Mas, Camilo, mesmo que seja assim, eu não posso trair minha própria filha, nunca me perdoaria.
— Você não vai trair ninguém. Isso que estou te oferecendo é como quando alguém tem uma dor e vai ao médico para se curar. Eu, nesse caso, vou ser esse médico e nada mais. Não vou deixar de amar a Leonor por causa disso.
— Ai, Camilo! Não acredito no que você está me propondo.
— Pois acredite. Não vou te obrigar a me responder agora. Pense nisso, você tem a noite toda para refletir com calma e espero que aceite. Além disso, pense também que para mim vai ser um verdadeiro prazer poder descobrir esse corpo maravilhoso que você mantém tão escondido.

Ela me olhava alucinada. Queria fugir de mim, mas antes que fosse embora, peguei o rosto dela com as duas mãos e beijei seus lábios. Dessa vez, mantive minha boca na dela por mais tempo. Queria que ela levasse um doce pra ajudar ela a pensar.
Ela não disse nada, parecia completamente perdida. O olhar dela não se desviava do meu até que resolveu ir embora. Deixei ela ir...

No dia seguinte era sábado e acordei meio atordoado. Passei quase a noite toda remoendo a história que a Inês tinha me contado e como ela reagiria à minha proposta. Quando me clareei, lembrei que tinha umas aulas cedo na academia. Saí de casa voando e não tive tempo nem de dar bom dia pra Inês.

Não consegui voltar pra casa na hora do almoço e liguei pra Inês pra avisar. Falei que ia comer algo leve com uns colegas, porque à tarde tinha surgido uma reunião que eu não podia perder. Notei ela alegre e falante, me dizendo:

- Que pena, eu tinha pensado em preparar algo especial.
- Especial por quê? – respondi.
- Hoje é Santa Inês e queria comemorar, mesmo que a Leonor não possa estar.
- Parabéns, Inês, e desculpa por não lembrar. Olha, tive uma ideia: hoje à noite a gente podia jantar num restaurante pra comemorar.
- Não, não, prefiro que a gente comemore em casa. Só me diz a que horas você acha que consegue chegar.
- Como você quiser. O convite ainda tá de pé. Vou estar em casa umas nove horas e, repito, parabéns.
- Obrigada, Camilo, você é muito gentil.

Recebi uma ligação no celular, e dessa vez era a Leonor querendo saber como iam meus avanços com a mãe dela. Pra mim, depois de falar com a Inês na noite anterior, não tinha dúvida de que seria um prazer e uma honra conseguir possuir ela e quebrar aquela repulsa dela por homens. Já pra minha mulher, parecia que era algo que ela desejava com verdadeira paixão. Ela me incentivou a seguir em frente.

Cheguei em casa um pouco antes das nove com uma garrafa de espumante e um buquê de flores. Não deu tempo de ir buscar a Inês e dar os parabéns, porque ela veio me receber. Alucinante. Tinha na minha frente a cópia exata da Leonor, só que com alguns anos a mais. Ela tinha se livrado daquela roupa Antigona e apareceu com um vestido que marcava todas as curvas dela, além de ter mudado o penteado, dando um ar mais jovem que ela tinha escondido até então. Não acreditei no que meus olhos estavam vendo. Fiquei mudo e a única coisa que consegui fazer foi entregar o buquê de flores. Ela me abraçou e me deu um beijo na bochecha quando recebeu as flores.

— Sensacional, você está divina — falei quando me recuperei.

— Ah, para com esses elogios. A janta tá pronta, quando você quiser a gente come.

— Coloca essa garrafa na geladeira que em cinco minutos eu tô aí. Vou tomar um banho rápido antes.

Parecia mentira a mudança que ela tinha passado. Não sabia na hora se era por causa do aniversário dela ou da nossa conversa do dia anterior, mas francamente, dava vontade de comer ela. Se aceitasse minha proposta, não ia me custar nada cumprir os desejos da minha mulher. Embora os sinais fossem bem positivos, eu esperava ansioso pela resposta dela.

Depois de tomar banho e vestir uma roupa confortável, fui pra sala de jantar e outra surpresa me esperava. A mesa estava arrumada pra um jantar romântico. Umas velas iluminavam a mesa e uns pratos deliciosos estavam lá, junto com taças e uma garrafa de vinho. Pra completar, uma música suave de fundo envolvia o ambiente.

— Inês, isso é porque você vai me...? — ela me cortou e não deixou eu terminar a frase.

— Não me pergunta nada, Camilo, deixa as coisas acontecerem naturalmente.

E aconteceram mesmo.

Foi uma janta deliciosa, comemos, bebemos, rimos, conversamos, mas em nenhum momento tocamos no assunto do dia anterior. Ela estava radiante e não parecia nem um pouco a mulher reservada e prudente de sempre. Ria de tudo e me contagiava com a alegria dela.

No fim da janta, levantamos nossas taças de espumante pra brindar e ali começou nossa aventura. Me aproximei dela e depois de brindar e beber um pouco da taça, fui dar um beijo nela. beijo. Ela me ofereceu a bochecha, mas minha boca não estava pra frescuras e foi direto nos lábios dela. Acho que ela nunca tinha beijado de verdade com paixão, ou pelo menos parecia. Tive que ir afastando devagar os lábios dela com minha língua até que eles se separaram e ela começou a sentir o que é um beijo quente de verdade. Os braços dela se agarraram no meu pescoço e ela não me soltou até quase ficarmos sem fôlego. Queria falar, mas dessa vez não deixei e me adiantei pra dizer: — Deixa as coisas rolarem como você disse, naturalmente. Ela não se segurou e exclamou: — Ai Camilo, isso é uma loucura! Beijei ela de novo e, como aluna aplicada, não precisei ensinar nada novo. Nos enroscamos num beijo danado. Não tava com pressa, queria que ela vivesse aquilo como algo inesquecível. Precisava fazer ela esquecer a lembrança tão amarga que guardava dentro dela. A boca dela já tinha entrado no jogo, mas o corpo ainda tava meio duro e travado. Coloquei minhas mãos no rosto dela pra beijar com carinho os olhos, onde brotavam umas lágrimas. Minhas mãos foram descendo pelo pescoço dela até abraçá-la. Queria que ela se sentisse protegida e soubesse que comigo não precisava ter medo. Consegui um pouco, porque dessa vez foi ela quem procurou meus lábios pra me beijar. Não foi igual ao beijo anterior, porque ela se separou logo pra dizer nervosa: — Ca..mi..lo…, eu que..ro que você me en..si..ne a amar. Por dentro, meu coração e meu ser sentiram um êxtase delicioso, uma animação triunfante... 🥒 Ia ensinar ela sim. Eu não era um amante ruim e ia dar o meu melhor pra isso. Fomos pro quarto dela e, depois de beijá-la, deitei ela devagar na cama enquanto tirava o vestido. Tava fácil. Que corpo…, apoteótico, era a palavra pra definir quando ficou nu na minha frente. Sem desmerecer o da Leonor, esse tinha mais curvas de mulher. Como Podia ser que, além do canalha que a estuprou, ela nunca tivesse sido possuída nem tivesse gozado com nenhum homem?
Como nas touradas, eu disse: “É por você, Leonor!” E fiz questão de que minha performance atendesse ao pedido da minha mulher.
O corpo de Inês estava ao meu alcance e, com uma delicadeza suave, fui saboreando cada poro da pele dela. Os peitos dela se erguiam majestosos para que minha boca se dirigisse ao topo e sugasse os bicos, como um bebê mamando. Inês tremia de prazer e teria sido muito fácil enfiar meu pau na buceta dela, já que ela me provocava, sussurrando: “sou sua…, sou sua…”. Mas não. Ainda não podia partir pra matar.
Inês precisava chegar ao deleite total. Eu tinha que quebrar completamente a memória dela e fazer com que visse o sexo não como algo sujo, mas como algo adorável, atraente, prazeroso. Para isso, ela precisava sentir que todo o corpo dela era digno de ser beijado e sugado.
E pra sugar, foi o que fiz quando minha boca se perdeu na zona genital dela. Pouquíssimos pelos cobriam aquilo, o que facilitou pra minha língua, com afinco, fuçar em cada cantinho dos lábios maiores e menores, até quase mordiscar com cuidado o delicioso clitóris dela. -mmmmmhhhhmmm❤️
Um grito de prazer escapou da boca de Inês, ao mesmo tempo que a minha se deliciava sugando o fluxo que ela soltava. O primeiro orgasmo dela. Vieram mais, e houve muitos outros, mas isso é outra história.
Deixei ela descansar porque, segundo ela, a cabeça ia explodir, mas depois desses pequenos instantes, ela buscou meus lábios para se agarrar a eles com um beijo prolongado. Recebi com satisfação, porque aquele beijo, em que ela tomou a iniciativa, não foi como o anterior. Dava pra sentir ardor e desejo nos lábios dela. Via que se aproximava o momento em que meu pau se dignasse a entrar naquela buceta já mais que alterada. Depois do beijo, Inês pediu entre sussurros: “me pega, Camilo…, me faz sua…, quero você dentro de mim…”.
Essas as palavras eram uma clara demonstração de que ela estava pronta pra receber, sem medo, meu pau já todo alvoroçado. Ele tava ansioso pra explorar e se esconder na gruta dela. Mas não. Eu queria mais da Inês. Queria que ela pedisse aos berros. Voltei com insistência a beijar e acariciar o corpo suado dela e sentia a Inês se contorcendo de prazer, prestes a explodir. Esfreguei minha vara por todas as curvas dela, no rosto e nas mãos. — Conhece meu pinto. 🥒 — Sente ele, acaricia... Ela fechou os olhos e começou a se deixar levar, sabia que tava doida pela minha estocada... Quando achei a hora certa, direcionei meu pau pra buceta dela, mas fiquei brincando ao redor até que a Inês, com a ajuda da bunda, empurrava pra cima, querendo sugar meu membro brincalhão. Chegou a hora. Da boca dela não saíram gritos, mas foi como se fossem. Um pedido claro escapou dos lábios dela: “Já, Camilo…, minha vida…, me dá…, me dá por favor…” — Tudo, tudo vai ser pra você — falei, já morrendo de vontade de enfiar minha espada nas entranhas dela. Não aguentava mais. Quis fazer direito e até aquele momento achava que tinha conseguido. Só faltava meu pau não ficar nervoso e entrar na buceta dela acelerado demais, mas não. A penetração foi devagar, principalmente no começo. Aquela gruta tava praticamente inexplorada e com suavidade ele se adaptou às paredes pra se aprofundar em todo o canal vaginal dela… Entrou!, como se diz numa partida de tênis, entrou totalmente com toda a magnificência e começou os movimentos de vai e vem, no ritmo dos que a Inês fazia, ajudada pela bunda. — Mmmmmhhh — Ahhhhhhjjjj💖💖💖 Um concerto de bufadas, ofegos e gemidos inundava o quarto, até que foram quebrados por gritos dados quase ao mesmo tempo. O balanço sincronizado tava dando resultado, a Inês curtia as penetrações. O vai e vem foi espetacular, o orgasmo da Inês com a consequente descarga de fluido e não menor o que eu tive. Uma tremenda descarga de porra inundou o mais fundo fundo da buceta dela e sumiu pelo colo do útero dela.   Caímos na cama exaustos, numa poça de suor, tentando fazer nossa respiração acelerada voltar ao normal. Ia falar pra Inês como eu tava me sentindo, mas não precisei. Foi ela quem quebrou o silêncio:    -Vou explodir, Camilo… obrigada… muito obrigada. Valeu a pena esperar tantos anos pra saber o que é sentir fazer amor.    Missão cumprida – pensei –, a Leonor ia ficar feliz quando soubesse que a mãe dela tinha se livrado das fobias com sexo. O único problema é que eu também tinha adorado, e o corpo da Inês me parecia tão gostoso quanto o da filha dela.    Ainda tínhamos umas horas até a Leonor voltar, e aproveitamos bem. Fodemos uma vez atrás da outra. Inês não se cansava de me ter dentro dela, e pra mim já não era mais cumprir uma missão, era o prazer de sentir que aquele corpo me pertencia e que eu o tornava meu com paixão de verdade.    O que ia acontecer quando eu tivesse as duas mulheres que eu desejava igualmente juntas? Inês me lembrou disso quando fomos repor as energias com um café da manhã bem servido, mesmo já sendo quase duas da tarde. A euforia da noite, ajudada pelo álcool que Inês não costumava beber, parecia ter diminuído, e ela não mostrava mais aquele rosto radiante que a acompanhou naquelas horas de prazer sem limites.    -Camilo…    -Fala, amor.    -Não me chama assim.    -O quê?    -Esse negócio de “amor”.    -Você não gosta que eu te trate com carinho?    -Não é isso. Te agradeço de coração pelo que você fez, mas não sei o que vou fazer daqui pra frente. Você é da Leonor, e por nada nesse mundo quero ser um obstáculo entre vocês.    -Não precisa se preocupar, já te falei que amo muito a Leonor e você não vai ser nenhum obstáculo entre a gente.    O que eu ia dizer? Que dava pra foder as duas numa boa? Não esperava que Inês me desse essa vontade de possuir ela de novo, mas era verdade. Eu sentia que minha oferta altruísta tinha ido pro espaço. mãos. Uma coisa era ter acendido a chama do sexo nela, outra era dizer que ela podia muito bem dividir a cama tanto com a filha quanto com a mãe. Além disso, não achava que isso entrasse nos planos da Leonor. Ela tinha me emprestado pra quebrar as fobias da mãe dela, e eu supunha que pra ela minha missão terminava ali. Então, pra não falar besteira, completei:

— Inês, de agora em diante não vai ser difícil pra você encontrar alguém com quem possa continuar curtindo o sexo.

— Não sei, Camilo, mas acho que vai ser difícil sim. Você me fez sentir a mulher mais feliz do mundo, e depois de ter te tido, não quero que ninguém quebre esse encanto. Quero guardar isso e levar pra sempre comigo.

Pô, ela tava me complicando. Eu gostava pra caralho da filha dela, mas aquele algo especial que sentia por essa mulher me deixava desconcertado. Realmente, tinha adorado o jeito dela e como ela se comportou com a gente, mas a cereja do bolo foi nas conversas que tivemos nas duas noites que a Leonor passou fora, e claro, naquela entrega tão cheia de paixão, que fez ela quebrar todas as repulsas dela pelo sexo.

Não deu pra continuar nos meus pensamentos, porque o barulho da porta do apartamento se abrindo chamou nossa atenção. Era a Leonor voltando da viagem dela.

Como é que os próximos acontecimentos se desenrolaram…? Bem, foi assim:

Depois dos beijos de praxe, a Leonor perguntou como a gente tinha se virado na ausência dela. Notei que a Inês tava mudando de cor, e tentei evitar que a Leonor percebesse, então falei:

— Bem…, a gente se divertiu, como você deve saber, comemoramos tranquilamente o aniversário da sua mãe. Depois você conta como foi pra você, te vejo toda suada, um banho vai te fazer bem.

— Já sei que iam comemorar, e é verdade, vim suada mesmo, tá um calor do caralho na rua. Beleza, vou deixar vocês e a gente conversa depois.

Inês continuava muda. A presença da filha a inibiu. Já não era mais aquela mulher desinibida de horas antes. O cérebro dela tava em conflito com o que a gente tinha feito na ausência da filha dela. Tentei de algum jeito acalmá-la.
—Fica tranquila, Inês. Não tem problema… —ela me cortou pra dizer:
—Tem problema sim, Camilo… Traí minha filha.

Não era verdade. A filha dela era quem tinha me enredado pra seduzi-la, e a Inês não merecia se sentir culpada por nada, mas eu tinha prometido pra Leonor não revelar que tinha sido por causa dela, e eu tinha que manter minha palavra. Já veria como os acontecimentos iam se desenrolar.

A voz da Leonor me chamando pra ir pro quarto me impediu de continuar consolando a Inês.

“Como é que foi?” foi a primeira coisa que a Leonor me perguntou. Respondi que tinha ido tudo bem e que ela não precisava mais se preocupar com a repulsa da mãe dela por homens. A Leonor me abraçou e me encheu de beijos, além de me agradecer. Não entendia tanta empolgação e gratidão por um negócio que tinha me dado tanto prazer. Falei pra ela que agora era a vez dela fazer a mãe não se sentir culpada por ter transado comigo. Ela respondeu pra eu não me preocupar. Ia dar um jeito, se precisasse, de consolá-la e contar na hora certa.

Não deu tempo pra nada. No dia seguinte, sem que nem eu nem a Leonor pudéssemos imaginar, a Inês foi embora pra cidade dela. Fiquei sabendo quando voltei pra casa à noite. Perguntei pra Leonor como é que tinha sido, e como resposta ela me estendeu um papel dizendo:
—Achei isso em cima da mesa e minha mãe já tinha ido embora.

Queridos filhos:

Recebi uma ligação de uns vizinhos e preciso ir. Vou aproveitar que hoje sai um ônibus direto e me perdoem por não ter esperado vocês pra me despedir.

Amo vocês dois demais e agradeço todo o carinho que tiveram comigo.

Um beijo. 💋

Inês

Fiquei perplexo. Tinha conseguido libertar ela das fobias, mas agora a gente tinha criado uma tristeza nela por se sentir culpada de trair a própria filha. Não tinha outro motivo pra ela ter ido embora tão de repente. Leonor e eu continuamos levando nossa vida normal e aproveitando a companhia um do outro. A gente transava com a mesma frequência de sempre, mas eu sentia que faltava alguma coisa. Aquela noite tão fantástica e alucinante com a virgem Inês não era algo que se esquecesse fácil, aquela mulher também tinha marcado fundo em mim.

Passaram-se dois meses, e eles me deram pouco tempo pra pensar demais na Inês. O fim do ano letivo me deixava muito ocupado. Sabia que a Leonor falava no telefone com a mãe regularmente e sempre mandava lembranças pra mim, mas ela não comentava nada com a filha sobre o que rolou comigo na ausência dela, e minha mulher também não perguntava.

Finalmente o curso acabou. Voltei pra casa morto de cansaço e louco pra chegar e tomar um banho. Assim que abri a porta, a Leonor, como se estivesse me esperando, se jogou em cima de mim, me abraçando e me enchendo de beijos.

— A que devo tanta euforia? — perguntei.

— Minha mãe tá grávida!!!

— Como assim...? — exclamei.

— Sim, sim. Acabei de falar com ela e ela me confessou que conheceu um homem muito gostoso, transou com ele e ele a deixou grávida.

— E ela te disse quem é?

— Não quis me contar. Ficou enrolando... Camilo, esse filho é nosso... é nosso...! 😆 — gritava feliz e eufórica.

Perplexo eu não tava, mas completamente desnorteado. Precisava que ela me explicasse todo aquele entusiasmo, e não demorou pra me contar.

Leonor sabia há uns meses que não podia engravidar e não quis me contar. Conhecia minha vontade de ter filhos e não sabia como lidar com isso, até que pensou que ninguém melhor que a mãe dela pra concebê-los. Era algo muito delicado o que ela tinha planejado, e amadureceu bem pra que nem a mãe nem eu desconfiássemos de nada. Primeiro, trouxe a mãe pra casa, depois me enganou e no fim propôs, como se fosse algo espontâneo, que eu quebrasse o bloqueio que a mãe dela tinha de não querer se envolver com homens.

Ela me pediu perdão. Ela começou a chorar, e não pude deixar de abraçá-la para consolá-la. Percebi que ter guardado o segredo da infertilidade dela e ter procurado a mãe para que eu a engravidasse era algo realmente comovente e muito difícil de aceitar.

Até aquele momento, não tinha me dado conta de que, naquela noite com Inês, não tomei nenhum cuidado para evitar engravidá-la. Já estava tão acostumado com Leonor, com meu sêmen invadindo o corpo dela sem nenhum resultado, que nem passou pela minha cabeça que isso pudesse acontecer. Além disso, do jeito que eu queria que ela me sentisse dentro dela, não era pra ficar protegendo meu pau. Ela tinha que sentir tudo, sem nenhuma barreira.

Leonor sabia que tudo isso ia acontecer e intuía que eu poderia engravidar a mãe dela. Ela queria que o filho que eu tanto desejava — já que ela não podia me dar — tivesse o mesmo sangue que o dela, e quem melhor do que a própria mãe para que eu a engravidasse?

Não fiquei com raiva. Longe de recriminá-la, peguei-a no colo e a levei para o quarto. Mostrei a ela todo o amor que sentia, e nada melhor do que dar o melhor de mim. Não me concentrei só em enfiar meu pau na buceta dela; mostrei, com minhas carícias, que o corpo inteiro dela era uma bênção para mim, da cabeça aos pés. Foi uma afirmação de que eu me sentia verdadeiramente feliz com ela. Confessei que com a mãe dela também senti algo especial e que me deu muito prazer tê-la possuído. Fui sincero e disse que gostaria de continuar possuindo ela, que me desse liberdade. Então, esperava uma bronca e reclamações, mas...

Uma nova surpresa: Leonor me disse:

— Quero que você vá buscá-la e a traga para ficar conosco. Quero que você a conquiste e nos tenha, que possa se entregar às duas.

Já nada me surpreendia nos pedidos de Leonor, e não demorei a atender ao pedido dela com muito prazer. Aproveitei que já estava de férias e fui buscar Inês.

A surpresa que ela teve quando apareci na casa dela foi enorme. Já era noite. Ela não esperava que Ninguém, e muito menos eu.
— O que você tá fazendo aqui? — me perguntou assustada.
— Posso entrar.
— Claro, pode.
Ela tremia igual um pudim de tão nervosa na minha presença.
— Vim te buscar — falei.
— O que você tá dizendo?
— Sua filha e eu queremos você com a gente.
— Por quê? Eu não posso ir com vocês.
— É por causa desse filho que você carrega na barriga? Sua filha me contou que é de um homem muito gostoso que você conheceu.
Ela desabou a chorar, e não foi a primeira vez que me aproximei pra secar as lágrimas dela com meus lábios. Minha boca logo procurou a dela, e nos unimos num beijo que deixava claro o que aquela mulher sentia por mim e eu por ela. Confirmava que eu podia amar duas mulheres, sem precisar colocar uma acima da outra.
— Você sabe muito bem quem é esse homem — ela disse depois que nos separamos —, nunca vai ter outro homem pra mim, ainda mais depois do que eu tenho seu dentro de mim. Já que não posso ter você, esse filho vai me completar por completo. Vai me acompanhar, e com ele vou lembrar dos momentos mais felizes que você me proporcionou. Mas, por favor, me jura que sua filha nunca vai descobrir que é seu. Eu morreria se soubesse. Não quero de jeito nenhum causar qualquer briga entre vocês.
Não tive escolha a não ser explicar que não ia causar conflito nenhum entre nós, e que tudo tinha sido um plano da filha dela por não poder ter filhos. Falei que Leonor queria dividir aquele filho com ela, e queria que fosse igualmente das duas. Da minha parte, também disse que desejava ter aquele filho e que não queria de jeito nenhum ficar longe dele. Completei que era desejo tanto da filha dela quanto meu que, além de dividir nosso filho, se ela aceitasse ficar comigo, eu estaria à disposição total dela.
Se ela não desmaiou de susto quando contei toda a história, foi porque segurei ela e mandei sentar num sofá perto. Ela se abanava com a mão e bufava igual uma parturiente.
Deixei ela se acalmar. e como se estivéssemos celebrando nossa cerimônia nupcial, eu disse solenemente, segurando a mão dela:

— Inês, você quer me receber como companheiro e compartilhar junto com Leonor toda a nossa vida?

Ela me olhou fixamente, e seu olhar refletia uma felicidade completa.

— Sim, é também o que minha filha quer, te respondo em letras maiúsculas: “SIM, ACEITO”.

Ela desabou em lágrimas, e não dava pra negar que era de alegria. Me abraçou, me beijou, se levantou e, me segurando pelo braço, me levou até o quarto dela, mas antes de entrar, me disse:

— Me pega no colo, Camilo. Quero entrar no quarto e sentir esta noite como se fosse minha noite de núpcias.

Não foi difícil atender aos desejos dela. Eu a beijei e, pegando-a no colo, entramos no quarto. Deitei-a suavemente na cama, desabotoei o roupão que ela usava e, exceto por uma calcinha fina, todo o corpo resplandecente dela apareceu diante de mim. Antes de partir pra cima daquele corpo, me deu na telha colocar minha orelha na barriga dela.

— Não, querido, você ainda não vai sentir nada — disse Inês.

— Queria saber se ele tá dormindo — respondi.

Ela caiu na risada. Nunca a tinha visto tão alegre e radiante, e eu queria que ela realmente se sentisse assim na lua de mel dela. Pra mim era a segunda vez, mas nem por isso ia aproveitar menos que na primeira. Comecei beijando ela. Eu tava por cima, mas Inês deu um jeito e virou, ficando por cima de mim.

— É minha lua de mel, e dessa vez quem vai tomar a iniciativa sou eu — disse ela, toda sorridente.

Eu me deixei levar. Ela foi percorrendo meu corpo inteiro até que a boca dela se agarrou no meu pau e, como se fosse um picolé, chupava, mamava e engolia fundo na boca até o talo. Só faltava engolir de vez.

Minha pica tava alvoroçada e faltava pouco pra eu gozar de prazer, mas não. Suavemente, Inês tirou a boca do meu pau, se ajoelhou e, com a ajuda da mão, guiou meu pau até a buceta dela e, docemente, foi escondendo ele na gruta adorável dela, dizendo cerimoniosamente:

— Camilo, você quer que esta seja uma das suas cavernas onde refugiar seu pau pelo resto da nossas vidas? Ela devolveu meu pedido. Claro que eu queria, ainda mais naqueles momentos em que estava prestes a explodir.
—Sim, Inés, eu quero, sempre vou querer…, mas não faça seu refugiado sofrer mais.

Como já disse, ela estava radiante e completamente desinibida, no controle da situação. Feito uma amazona experiente, começou a cavalgar meu pau, enquanto o resto do meu corpo se contorcia de prazer com as investidas da bunda linda dela batendo contra minhas bolas. Minhas mãos se agarravam aos peitos dela, e eu estava tão excitado que queria devorá-los. Minha excitação atingia níveis insuportáveis, e Inés contribuía ainda mais com suas palavras:

—Pega eles…, esses peitos são seus… são pra você… são pro nosso filho…, são seus… Sãããão… Aaaaaah!

Nem ela nem eu aguentamos mais. Com o grito de Inés, acompanhado de uma jorrada de fluido que senti na minha virilha, soltei um grito e um bufido da garganta. Meu pau não ficou atrás e disparou um jato enorme de porra, que banhou todo o interior da buceta já dilatada dela. Todo o esperma buscou caminho pelo colo do útero, mas os espermatozoides que vinham junto não teriam a sorte de gerar vida. Algum dos irmãos deles já tinha se adiantado dois meses antes.

—Me dá…, me dá tudo…, quero ter tudo dentro de mim…, bem meu…, te amo e te adoro, Camilo… —dizia Inés entre gemidos.

Colossal, grandioso, formidável. Não há palavras pra definir o prazer que nossos sexos nos proporcionaram. Foi uma verdadeira gozada digna de uma grande noite de núpcias… Teve mais, muitas mais. Com o tempo, numa terça-feira, acordo uma hora antes do normal e, deitado nos lençóis, ouço gemidos. Acordo e viro pro lado da cama, vejo Inés de costas, se masturbando com os dedos. Ela, entre gemidos, dizia: —Que insaciável você foi ontem à noite, meu garanhão, toda manhã mete bem forte antes de ir trabalhar, por sua culpa minha bunda cresceu e ficou mais dura—, —e os peitos Também cresceram graças às chupadas que fuck you e ao seu leite milagroso 💞 enquanto gozava... Depois da imensa gozada que ele teve, ela notou meu mastro se erguer e se preparar para entrar nela. Então, em voz alta, disse: — Não me surpreende que eu tenha ficado grávida! Olha eu aqui, com uma barriga enorme esperando seu filho 💖💖 Foram semanas de tontura e vômito, fomos ao médico que confirmou a gravidez: — Parabéns, dona Inês, a senhora está grávida. A notícia deixou minha sogra feliz, enquanto ela esboçava um sorriso de alegria. Os meses passaram e a barriga da minha sogra cresceu de forma descomunal, assim como o apetite dela por sexo. No quarto mês, ela parecia ter barriga de oito meses, e me dizia: — Camilo, como você vê, estou tendo mudanças de humor por causa da gravidez, e agora é quando mais preciso do seu carinho. Quero que me abrace muitas vezes e acaricie minha barriga, seu filhinho vai agradecer 💕. Sim, claro, pensava eu, o que você quer é que eu te esquente pra depois enfiar minha grossa barra de carne em todos os seus buracos. No sexto mês de gravidez, a barriga da Inês atingiu um tamanho incrível, não dava pra pensar em outra coisa senão em mim, que com minha pica enorme e todos os litros de esperma que depositei no útero dela, ia deixá-la nesse estado. Uma madrugada, Leonor acordou pra ir mijar e ouviu gemidos vindo da cozinha. Espiou e viu a mãe com a cabeça dentro do forno e eu penetrando ela da forma mais violenta possível. — Vai, garanhão, me fode, me faz parir agora mesmo 💓 — exclamava Inês entre gemidos. — Isso mesmo, putinha, agora mesmo te engravidaria de novo se pudesse, como você ficou gostosa, essa barrigona me excita demais, e sinto vontade de secar esses peitos — eu dizia enquanto Inês tirava o corpo do forno e chupava um dos seios dele, dava pra ver fios de porra caindo. — Uau, que porra gostosa você produz, puta — dizia enquanto eu gozava dentro. — Com toda a porra que você me dá, sobra pra me engravidar de novo, pica grossa — dizia Inês. enquanto ela chegava ao orgasmo. Depois da intensa sessão de sexo que tivemos, Leonor sentou junto da gente, estávamos pelados no sofá e começamos a conversar sobre várias coisas, entre elas contamos da rotina de sexo que a gente levava. A gente mantinha o número de encontros sexuais diários de acordo com o mês de gravidez da Inês, agora ela tá com 6 meses de gravidez, isso significa que a gente tinha 6 sessões de sexo por dia. —Meu Deus, pensei, que tipo de garanhão deve ser o Camilo pra aguentar 6 sessões de sexo num dia! —disse a Leonor. Tudo que eu tinha que fazer pra satisfazer a Inês, que também confessou que a libido dela aumentava conforme a barriga e os peitos cresciam. No oitavo mês, eles não pensavam em outra coisa a não ser foder, só de ver aquela barrigona imponente com meu filho e aquelas duas tetonas que produziam leite pra caralho já me dava uma ereção do caralho. Lembro que um dia a gente tava andando no shopping e cruza com uma jovem grávida que fica impressionada com a barrigona da Inês e pergunta: —Quantos meses você tem? Ela responde: —Oito meses. —Nossa, eu também tô grávida e tenho oito meses e meio, mas minha barriga parece ter metade do tamanho da sua, que marido você deve ter —, enquanto eu fazia um esforço sobre-humano pra não abaixar o zíper da calça e começar a meter nela com essa conversa. A jovem tinha razão, a barriga da Inês era tão imponente que todo mundo ficava surpreso ao ver, ela teve que comprar roupa nova porque a que tinha já não servia mais, já que o tamanho da bunda, da barriga, das pernas e principalmente dos peitos tinha aumentado. —Meu Deus, meu leite fez ela aumentar as medidas! Meu pau duro se erguia todo 🥒 Inês e eu já tínhamos perdido qualquer vergonha no oitavo mês, não tínhamos medo de fornicar a qualquer hora e em qualquer lugar da casa, e não importava se a Leonor ouvia. Uma tarde enquanto ela almoçava, a gente começou a foder. Na sala, eu fingi que não via nada, mas os gemidos enormes da Inês eram difíceis de ignorar. A Leonor apareceu na sala e encontrou a mãe dela montada em mim, segurando as próprias tetas e chupando elas enquanto eu, embaixo, fazia todo o trabalho. Ela viu e disse: — Filha, me desculpa, mas não consigo aguentar, seu irmãozinho tá pedindo que o pai me dê amor e não posso negar isso pra ele 💞💞 — enquanto eu tinha minha pica enfiada, ela acariciava a barriga e sorria safada. — Eu coloquei a cabeça pra fora sem parar de meter e falei: — Bom, Leonor, cê tem que aceitar que eu transformei sua mãe numa viciada na minha pica e de agora em diante vai ser assim. Depois que ela der à luz, vou engravidar ela de novo pra viver esses momentos mágicos, e pra você ver que sou um padrasto bonzinho, vou deixar você chupar as tetas dela e provar essa delícia branca que sai — falei de forma provocante. Sem dizer nada, ela se aproximou da Inês, pegou um dos peitos dela e começou a mamar com vontade. O leite começou a sair, a Inês gemia com a excitação dupla da metida frenética da minha pica e da chupada de tetas que a Leonor tava dando. Tanta era a avidez que ela deixou os dois peitos vazios. Aí a Inês disse: — Filha, você esvaziou meus peitos, mas não se preocupa, daqui a umas horas vou produzir mais ❤️. Satisfeita, a Leonor nos deixou transando... Dias depois, enquanto a Inês e eu almoçávamos, ela começou a sentir umas câimbras. — Camilo, espera, o bebê já vem, tô sentindo umas dores imensas — ela falava entre gemidos e lágrimas. Fomos pro hospital e duas horas depois nasceu meu filho, preto igual a mim, mas com os olhos da mãe dele. Ela olhava pra ele e eu pensava: esse menino trouxe uma felicidade enorme pra gente... Pois é, essa é minha história. Sei que pode encher de inveja muitos homens eu poder ter duas mulheres, mas que ninguém se engane, porque eu contribuo e coopero em casa com tudo que é necessário. O que eu tenho que dizer é que, se já era gostoso e prazeroso viver junto com a Leonor, posso garantir que vivendo com essas duas... Mulher é mais do que a gente pode imaginar. Se com a Leonor eu não precisava de jeito nenhum buscar alívio fora de casa, como meus amigos fazem, imagina ter de quebra a encantadora Inês.

E é que nossa convivência é digna de todo elogio. Nós três nos entrosamos que é uma maravilha em todos os sentidos, e entre elas não rola o menor atrito diante dos desejos delas ou dos meus em busca do nosso prazer e deleite. Também não tem problema nenhum em nós três dividirmos a mesma cama… Isso já é outra história que vou guardar pra mim.

Pra terminar, vou dizer que uma criança compartilha essa felicidade com a gente e estamos prestes a aumentá-la com um novo ser… Quem é a mãe…? As duas 💗sexo

4 comentários - Um trio com a sogra, com a permissão da minha mulher...🔥🔥

Muy linda historia, llena de lujuria y amor, té dejó mis 10 puntos y felicitaciones
YalazJ
Muchas gracias 😃