5h40 da manhã, dezembro de 2019. Já tava dirigindo no fim da madrugada. Tava voltando pra casa quando uma morena de uns 25 anos me pede uma carona pelo Uber, tava indo de Palermo pra Tigre, tava meio bêbada mas consciente, entra no banco do carona e a gente arranca. Ela tava usando um vestido preto daqueles sem costas e com um decote enorme, que deixava ver quase todas as tetas dela. Uns peitos não muito grandes mas com uma beleza incrível, daqueles que apontam o mamilo pra cima. Eu dirigia devagar, ela tava falando com alguém no WhatsApp. Me pergunta se eu posso pegar por dentro de San Isidro, que queria pegar algo na casa da prima dela em Los Bosques. Falo que não tem problema, e aí ela descobre meu sotaque. "Ahh, que lindo, tu tem um cantadinho! De onde tu é?" "Colombiano", respondo eu meio tímido. Ela fala: "Não pode ser, amo teu sotaque." Começou a me perguntar de tudo. E mostrou bem interessada em manter a conversa. Chegamos na casa da prima e ela não atendia mais. Ela fala: "Eu tenho um problema! Não tenho as chaves de casa. Podia te convidar pra minha, se quiser, enquanto alguém chega." Eu falo. Aí ela sorri e diz: "E tu é rápido, colombiano, mas bora logo, não vou ficar na rua. Além disso, assim tu pode falar mais coisinhas em colombiano pra mim." Chegamos em casa, ela tinha tirado os saltos e a primeira coisa que faz é se jogar no meu sofá. Eu olhava pra ela e não acreditava, tinha a morena ali, pronta pra mim. Daí, da comodidade do sofá, ela fala: "Vem, senta aqui." Se posiciona em fetal e me faz um espaço do lado da bunda linda dela. E me diz: "Morena, se tu falar comigo igual o Maluma, eu te fodo todinha." "Sério?" pergunto. "Se não acredita em mim?" ela diz. "Me pede o que quiser com o cantadinho e eu faço." Falo: "Tira essa roupinha, meu amor!" Ela sorri com o prazer de me ouvir falar do jeito que queria, e eu só podia imaginar como ela tava com a buceta molhada enquanto ia tirando o vestido devagar. Acariciando os mamilos dela suavemente com a ponta dos meus dedos. Dedos. Lambendo a ponta como se fosse um sorvete no verão, que a cada lambida você quer tirar o gostinho. Ela começa a gemer, me ajuda com o zíper e tira o vestido desesperadamente. Só de fio dental, senta no sofá, abre as pernas, puxa a calcinha de lado com os dedos e me fala: "vem aqui e chupa minha pussy." Eu me ajoelho, ela me pega pelo cabelo e me leva direto no clitóris dela, diz: "chupa ele, vai! Brinca com ele." Eu começo a chupar os lábios dela, a brincar com o clitóris. Faço círculos com a língua em volta enquanto seguro as nádegas dela com as mãos. Puxo ela pra mim e começo a sugar todo o suco vaginal dela, cada vez mais forte. Ela, incrivelmente gostosa, começa a soltar um gemido que misturava prazer e dor, começa a virar os olhos e, quando menos esperava, gozou em cima de mim como ninguém tinha feito antes. Jorrou um líquido transparente e meio grosso no meu rosto e me encharcou como se eu tivesse entrado no banho. Eu tava com o pau explodindo, ela vira, fica de quatro com a cabeça pra baixo e me manda meter com força. Começo a comer ela forte, bem forte. Dou tapas na bunda. Enfio o polegar no cuzinho dela e ela, ciclicamente, jogava mais e mais suco da pussy. Não acabava mais, o sofá tinha virado um mar de orgasmos. Fiquei tão excitado que gozei igual um cavalo, enchi a pussy de porra. E quando tirei, ela virou, se ajoelhou e chupou até a última gota.
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