Antes de mais nada, deixa eu me apresentar: sou Gustavo, tenho 26 anos, sou médico recém-formado na ilha de Cuba. Sou casado com a Norlys, de 23 anos, que também é médica. A gente era colega de curso e de estudo ao mesmo tempo, então tinha noite que a gente amanhecia estudando. A gente começou a namorar, e durante as sessões de estudo rolavam umas coisinhas gostosas. Nessas sessões de estudo, sempre fui muito bem tratado pela minha sogra, Hilda, uma mulher linda de 38 anos. Ela teve minha esposa aos 15 anos, sendo mãe solteira e abandonada pelo pai da Norlys. Com muito sacrifício, criou e educou a filha e conseguiu que ela terminasse a faculdade, o que era o maior orgulho pessoal dela. Durante essas longas sessões de estudo e sexo — a Norlys, que eu tinha desvirginado no quarto ano, já no final da faculdade — ela engravidou num descuido e me contou pra gente decidir o que fazer. Claro que eu fui a favor do aborto, e ela disse que falaria com a mãe, o que fez. Dona Hilda, ao saber da gravidez da filha, armou um barraco daqueles: não ia "permitir que a história se repetisse com a filha sendo mãe solteira". Me ameaçou pelo telefone, me chamando de "mulato do demônio!" Exigindo que eu cumprisse com a filha. Depois ligou pros meus pais pra contar a má atuação do filho deles. Meus pais não prometeram nada, só que iam falar comigo. Passaram os dias e sem resposta, ela foi comigo até o hospital onde eu tava fazendo meu estágio na área de Clínica Médica, e lá, na frente de todos os meus colegas, me encarou e exigiu que eu casasse com a Norlys. Por causa disso, e pra acalmar ela, falei que ia casar com a Norlys e que esse era o plano real entre a gente. Minha futura sogra foi com a Norlys contar o que eu tinha dito, mas alguns colegas nossos já tinham ligado pra dar os parabéns em dobro pra ela pelo noivado e pelo bebê a caminho, porque já tinham ficado sabendo da conversa. Mia com a mãe dela e confirmei o que eu já tinha dito pra Dona Hilda. Esse casamento apressado e com os fatos consumados nos obrigou a morar com minha sogra durante o estágio de nós dois no hospital, considerando a situação financeira que a gente passava — eu e minha mulher, médicos recém-formados, recém-casados e fazendo estágio, começando perdendo de um a zero nessa vida. Norlys fazia o estágio dela na área de Ginecologia, por isso fazia plantão uma vez por semana, que variava de dia, igual a mim. Durante esses dias de plantão da Norlys, eu ficava no apartamento da minha sogra, só eu e ela. Foi aí que comecei a ficar entediado, me sentia como um prisioneiro da minha sogra, motivo pelo qual comecei de novo a fazer caminhadas todos os dias num parque perto do apartamento, observando mulheres bem gostosas. Até que um dia minha sogra percebeu. E me disse que ela também iria caminhar no parque, se pudesse ir comigo. O clima no apartamento era muito pesado, minha esposa chegava do hospital morta e ia deitar, nem queria transar mais, enquanto eu tava fervendo de tesão. Ela só queria dormir. Aí minha nova companheira de caminhada aparece com uns looks esportivos que deixavam ver que por baixo deles minha sogra tinha uma bunda espetacular e uns peitos de bom tamanho, caramba, ela escondia bem atrás de roupas formais. E já na praça, organizei uma série de exercícios de alongamento mortais, de um jeito que fizesse ela perder o interesse em caminhar comigo. Ela seguiu cada passo dos exercícios, onde pude notar o duro que o corpo dela se mantinha e os peitos dela. Comecei a olhar diferente pra minha sogra. Caminhamos minha rotina diária e voltamos pro apartamento. Durante esse trajeto, minha sogra se abriu comigo, me contou que depois do pai da Norlys, ela só ficou com um homem que ajudava ela financeiramente, já que ela só trabalhava como empregada doméstica. governanta, até que a pessoa que a levou pra lá faleceu e ela se retirou, isso fez minha tarada começar a funcionar, pensando que ela tinha passado muito tempo sem um homem e que estaria ardendo, coisa que não se notava nela. Chegamos no apartamento e me sentei na cozinha, onde costumava tomar um copo d'água depois da minha caminhada. Minha sogra se aproxima da geladeira, pega uma jarra de suco de limão e me diz: "antes de ir, preparei isso pra nossa volta". Me serviu e eu bebi. Ali, olhei pra entrepernas dela e pude ver o quanto estava molhada do suor da caminhada, e fiz mil ideias sobre minha sogra que talvez só eu imaginava. Durante dias, as coisas foram assim: durante os exercícios de alongamento, havia roçadas de corpo, meu pau no rabo dela e coisas assim que iam aumentando a temperatura de nós dois. Até que um dia minha sogra pisa errado durante a caminhada e voltamos pro apartamento, ela pendurada no meu pescoço e os peitos dela roçando no meu corpo. Minha temperatura estava a quase mil graus, já que quase não tinha relação com a Norlys por causa do quinto mês de gravidez dela. Num olhar rápido pela perna da minha sogra, pude ver que era uma torção no tornozelo. Já no apartamento, procurei entre os remédios que costumava ter lá alguma amostra médica que pudesse aplicar pra dor. Assim, encontrei uma pomada adequada pro caso, mas ia passar eu mesmo com minhas mãos. Mandei ela sentar na sala. "Vamos ver", falei, "melhor se tirar o jogging que tá vestindo pra não sujar". Ela tirou, mas antes me pediu pra passar uma toalha pra se cobrir. Assim fiz, mas nesse tempo curto pude ter uma visão gloriosa: as coxas dela terminavam numa barriga lisa na frente, coberta levemente por uma calcinha fio dental que não escondia muito. Meu pau tremeu. "Deite de barriga pra cima primeiro", falei enquanto começava a aplicar a pomada. Ela se deitou e eu me coloquei na beirada da sala... Comecei a passar lentamente a pomada nela. Dona Hilda notou minhas carícias lentas e começou Fica vermelha. Meu pau ficou completamente louco, começou a molhar minha virilha. E dona Hilda notou o volume que aparecia por baixo da minha calça. Então, nervosa, terminou a sessão. Ao se retirar, não deixou eu ajudá-la. Então tive que ficar sentado vendo aquela bunda empinada se afastar, e aquele par de pernas torneadas. Prometendo a mim mesmo não deixar a coisa por isso mesmo. Depois de queimar meus neurônios por dias, comecei a bolar meu plano de comer minha sogra. Afinal, ela arruinou minha vida, me obrigando a casar com a filha dela. Numa terça-feira, por acaso, acordei uma hora mais cedo que o normal e fui pro mercado. Já tinha ouvido as histórias da magia das yombinas. Mas como era um produto de uso animal, preferi uma alternativa. Assim, dei de cara com o pergonal, um remédio pra infertilidade feminina, mas cujo efeito colateral era dar uma vontade enorme de foder...🔥🔥 Então, aproveitando que a Norlys estava de plantão e que minha sogra fugia de mim, preparei um coquetel do sono, disfarçado de bebida. Chamei minha sogra pra correr, e ela recusou. Mas insisti tanto que saímos pra caminhar. O trajeto não foi longo, mas deu pra beber uma bebida energética, que minha sogra tomou com uma rapidez danada. Ao chegar em casa, minha sogra começou a sentir um sono pesado e foi pro quarto dela. Minutos depois, vendo que ela tava nos braços de Morfeu, preparei a solução injetável de pergonal e apliquei. Pensando que amanhã minha sogra estaria empalada pelo meu pau... Na manhã seguinte, deitado nos meus lençóis, ouço gemidos. Vinham do banheiro. Levanto da cama, me aproximo na surdina, abro a porta e vejo minha sogra de costas, se masturbando. Um sorriso cruza meu rosto. Nem demoro, nem sou preguiçoso, me desnudo por completo e entro no banheiro junto com minha sogra. Minha sogra me olhou totalmente surpresa e disse: - Ahhhh!!! - O que você tá fazendo aqui!!😱 Reconheço que não tenho tempo, me aproximo o máximo possível, pego o rosto dela e encosto meu pau na boca dela. rosto. Ela, horrorizada, tenta se afastar de mim. Eu encosto meu pau nela e ela fica pasma vendo minha rola no auge do esplendor. — Preciso da sua ajuda — falo pra minha sogra — Meu pau precisa de alívio! Ela não entende, então meu corpo se joga sobre ela. Carícias proibidas e beijos forçados. Minha sogra tenta gritar, então opto por tampar a boca dela. Gemidos abafados, e só então começo a sentir a temperatura do corpo dela subir. Ela tá esquentando, pego uma das mãozinhas dela e arrasto até meu pacote. Ela começa a apalpar meu comprimento e começa a reclamar. — Pelo amor de Deus, Gustavo!! — Isso é errado 😭 Ignoro os lamentos dela e minhas apalpadas lentas começam a fazer efeito. — É, pois é uma pena pra senhora, sogrinha — Tá gostoso ter esse tamanho perto de você?? — Bom, então, entre nós, nenhuma reclamou...😈 Minha sogra se surpreendeu e soltou um gemido meio nervoso — Vamos, cê não quer sentir ela? — falei; surpreendentemente, minha sogra disse bem tímida: — Bom, tá bem, me mostra esse seu orgulho de macho que você tanto exibe 🥒 Fiquei chocado com a resposta da minha sogra. Em seguida, sentei ela no vaso e coloquei meu membro perto dos lábios dela. Tava ereto e era bem grande, calculo que media na hora uns 21 ou 22 cm de comprimento por uns 5 ou 6 de diâmetro. Minha sogra, assombrada, disse: — Uaaaaaauuuuuu, é enorme mesmo😱 — Claro, não minto pra senhora, sogrinha, vai, pega ele, sente a dureza Minha sogra, excitada e surpresa, pegou ele com as mãos suavemente e começou a acariciar. Vi que com uma mão ela massageava a cabeça e com a outra o tronco. Isso começou a me excitar — Vai, gata, faz o que você quiser com ele — falei — Tô surpresa — Não imaginei que veria um pau tão grande — ela respondeu — Me diz, princesa, nunca teve um tão grande na mão? — Não, 🥺 isso é o maior que já vi, meu ex tinha 10 cm duro, isso é o dobro... — ela disse — Agora sim sente uma rola grande, e é pra você, minha rainha. Ela ficou olhando vidrada pra minha rola. Fiquei estupefata com os comentários do meu genro e a atitude dele. Fiquei completamente chocada. Ele aproximou ainda mais o pau do meu rosto e eu comecei a beijar suavemente a glande, dando vários beijinhos com uma sensualidade tremenda. ❤️ Eu estava paralisada com o que meus olhos viam. Minha sogra parecia outra pessoa, nisso ela esticou a língua e passou por todo o pênis, ensalivando tudo, para depois enfiá-lo na boca — mmmmmmmmmhhhhhhhhh mmmmmhhhhh mmmmmmmmmmhh mmmmhhh 💋💋 — foi o que ouvi da minha sogra quando começou a meter na boca. Ela tirou e passou a língua de novo na glande, minha sogra parecia estar adorando e eu muito mais... 👆 Pra mim, isso já estava saindo do controle. Fiquei hipnotizada, e sabia que aquela não era eu. Mas me senti tão tesuda que só queria continuar até o fim com meu genro. Minha sogra tentou enfiar o pau inteiro na boca e não conseguiu, só entrou uns 3/4 dele. Eu não parava de gemer, até acariciava o cabelo da minha sogra, não acreditava que estava naquele momento com a minha linda sogra me chupando... Nisso, Gustavo se levantou e me levantou nos braços dele. Me levou pro meu quarto, me deitou e me colocou de frente pra ele. Enfiou o pau inteiro na minha boca, e eu continuei chupando aquele pau enorme, parecia que tava hipnotizada, não soltava. Até vi que olhava pro Gustavo e sorria, vi que ele pegou o pau dele e começou a esfregar no meu rosto, me encheu de lubrificação dele, então me levantou e de um puxão virou os lábios dele pras minhas tetas, ele enfiou a cabeça entre elas enquanto eu sentia fortes pulsações na minha buceta encharcada. Quando chegou nas minhas tetas, Gustavo se movia frenético contra elas, começou a lamber e chupar. Enquanto eu batia uma pra ele, ele pegou elas com as mãos e apertou — você não sabe quanto tempo eu desejei ter essas tetonas na minha cara 😈 — ele disse — oh oh oh ohhhh chupa elas, minhas tetonas são pra um macho como você ❤️ — minha sogra falava como uma verdadeira puta, me excitou muito. Nisso, eu mandei ele sentar. sensualmente. Empurrei ela e, com meu braço, fiz ela ficar de quatro. Desci, colocando a bunda dela na minha cara, e comecei a lamber aquelas nalgotas gostosas🍑. Ela gemia de prazer e, por conta própria, se ajoelhou de quatro. — Agora me fode como o homem que você é, enfia esse animal nas minhas entranhas🔥🔥 — disse ela, cheia de tesão e safadeza. — Vou te fazer gozar, princesa🥒 — falei. Mas antes, desci até a buceta dela e comecei a chupar. Não demorei muito ali e pedi pra minha sogra se empinar o máximo que pudesse. Aí, minha sogra me provocou com um tapa na própria bunda: — Vai, me fode, quero sentir você😈. Ele se aproximou e enfiou de uma vez — Aaaaaahhhhhhhhhh💞💞 — foi o grito da minha sogra. Segurei os quadris dela e comecei o vai e vem. Minha sogra se masturbava o clitóris enquanto eu a comia, e eu também apertava a bunda dela. Os movimentos eram rápidos, então ela sentia pra caralho. Nisso, ela gritou bem alto e gemeu, estava gozando. Quando terminou, mudei de posição enquanto minha sogra dizia: — Não devia ter gritado tão alto, os vizinhos podem desconfiar. Sentei na beira da cama e minha sogra montou em mim. Agora era ela quem se mexia. Aproveitei e chupei os peitos dela com muita sede, enquanto os apertava com força. Depois que cansamos dessa posição, minha sogra sentou e abriu as pernas. Penetrei ela assim, segurando pela cintura pra me apoiar, enquanto a beijava, quase babando no rostinho lindo dela, abraçando ela. Minha sogrinha gemia e gemia... Deitei ela na cama e montei por cima. Com os antebraços enormes, ela abriu minhas pernas e, com as mãos de gorila, segurou meus bracinhos, me firmando contra a cama. Depois, apresentou a cabeça do pau na frente da vulva e, com uma estocada, enterrou a metade. O grito da Hilda deve ter sido ouvido a um quilômetro de distância. Abriu a buceta dela enormemente por causa da grossura anormal do troço. Com só metade da porra do pau, Gustavo tinha atravessado o canal cervical da vulva, e a cabeça — do tamanho de um limão — ficou alojada no útero fértil dela. Os testículos ficaram apoiados contra o colchão. Pareciam maiores e mais duros. Eram, literalmente, duas bolas de sinuca pela cor preta e pelo peso e dureza que tinham. — "Agrhhhhhh, ochhhhhhhhhhh. Tira, tira por favor que dói. É gorda demais! Agggrrrrrrhhhhhh!!!!!!". Ele não deu ouvidos aos pedidos, sem recuar um centímetro, firmou ainda mais e os músculos da bunda e das costas se impulsionaram e, com um grunhido de búfalo no cio, enterrou o troço todo. A cabeça do pau se esmagou contra a parede mais distante do útero e o saco deu uma pancada nas nádegas dela e no colchão, dado o tamanho enorme. Ela estava totalmente cravada e reclamava abafado, sem fôlego. Gustavo começou a bombar com dificuldade, o pau arrastava as paredes internas da buceta apertada e os pelos pubianos da sogra entravam e saíam junto com a vara. Acelerou o ritmo e os ovos de touro começaram a bater nas nádegas brancas dela e no colchão. O som do saco escrotal contra ela era parecido com o de um saco de areia batendo numa parede. A gente ficou uns minutos assim quando ouvi ela dizer que ia gozar: Eu também falei — tô quase também, minha rainha, mas quero encher essas peitudas de porra minha😈 — ah sim, pois aqui estão, enche elas de sêmen. Então parei de penetrar ela, sentei ela e ela se abaixou, me deu um boquete pra ajeitar meu pau entre os peitões, apertou entre eles e começou a se mexer rápido, enquanto fazia isso, ela sorria safada e até passava a língua entre os lábios, não resisti à maciez dos peitos dela e gozei neles, ofegava muito, minha gozada foi bem abundante, os peitos escorriam de porra, minha sogra, ao terminar, beijou meu pau. Ela limpou o sêmen dos peitos e disse: — caralho, já é 1:30, é tarde pra caralho e tem que limpar essa bagunça! — é verdade, já é muito tarde, mas me diz como você se sentiu, gostosa😏 — mmmmmmm Foi maravilhoso❤️ agora adoro sua pica, de hoje em diante vamos nos divertir muito você e eu. -mas me diz, o que você vai falar pra Norlys?? Continua...
Antes de mais nada, deixa eu me apresentar: sou Gustavo, tenho 26 anos, sou médico recém-formado na ilha de Cuba. Sou casado com a Norlys, de 23 anos, que também é médica. A gente era colega de curso e de estudo ao mesmo tempo, então tinha noite que a gente amanhecia estudando. A gente começou a namorar, e durante as sessões de estudo rolavam umas coisinhas gostosas. Nessas sessões de estudo, sempre fui muito bem tratado pela minha sogra, Hilda, uma mulher linda de 38 anos. Ela teve minha esposa aos 15 anos, sendo mãe solteira e abandonada pelo pai da Norlys. Com muito sacrifício, criou e educou a filha e conseguiu que ela terminasse a faculdade, o que era o maior orgulho pessoal dela. Durante essas longas sessões de estudo e sexo — a Norlys, que eu tinha desvirginado no quarto ano, já no final da faculdade — ela engravidou num descuido e me contou pra gente decidir o que fazer. Claro que eu fui a favor do aborto, e ela disse que falaria com a mãe, o que fez. Dona Hilda, ao saber da gravidez da filha, armou um barraco daqueles: não ia "permitir que a história se repetisse com a filha sendo mãe solteira". Me ameaçou pelo telefone, me chamando de "mulato do demônio!" Exigindo que eu cumprisse com a filha. Depois ligou pros meus pais pra contar a má atuação do filho deles. Meus pais não prometeram nada, só que iam falar comigo. Passaram os dias e sem resposta, ela foi comigo até o hospital onde eu tava fazendo meu estágio na área de Clínica Médica, e lá, na frente de todos os meus colegas, me encarou e exigiu que eu casasse com a Norlys. Por causa disso, e pra acalmar ela, falei que ia casar com a Norlys e que esse era o plano real entre a gente. Minha futura sogra foi com a Norlys contar o que eu tinha dito, mas alguns colegas nossos já tinham ligado pra dar os parabéns em dobro pra ela pelo noivado e pelo bebê a caminho, porque já tinham ficado sabendo da conversa. Mia com a mãe dela e confirmei o que eu já tinha dito pra Dona Hilda. Esse casamento apressado e com os fatos consumados nos obrigou a morar com minha sogra durante o estágio de nós dois no hospital, considerando a situação financeira que a gente passava — eu e minha mulher, médicos recém-formados, recém-casados e fazendo estágio, começando perdendo de um a zero nessa vida. Norlys fazia o estágio dela na área de Ginecologia, por isso fazia plantão uma vez por semana, que variava de dia, igual a mim. Durante esses dias de plantão da Norlys, eu ficava no apartamento da minha sogra, só eu e ela. Foi aí que comecei a ficar entediado, me sentia como um prisioneiro da minha sogra, motivo pelo qual comecei de novo a fazer caminhadas todos os dias num parque perto do apartamento, observando mulheres bem gostosas. Até que um dia minha sogra percebeu. E me disse que ela também iria caminhar no parque, se pudesse ir comigo. O clima no apartamento era muito pesado, minha esposa chegava do hospital morta e ia deitar, nem queria transar mais, enquanto eu tava fervendo de tesão. Ela só queria dormir. Aí minha nova companheira de caminhada aparece com uns looks esportivos que deixavam ver que por baixo deles minha sogra tinha uma bunda espetacular e uns peitos de bom tamanho, caramba, ela escondia bem atrás de roupas formais. E já na praça, organizei uma série de exercícios de alongamento mortais, de um jeito que fizesse ela perder o interesse em caminhar comigo. Ela seguiu cada passo dos exercícios, onde pude notar o duro que o corpo dela se mantinha e os peitos dela. Comecei a olhar diferente pra minha sogra. Caminhamos minha rotina diária e voltamos pro apartamento. Durante esse trajeto, minha sogra se abriu comigo, me contou que depois do pai da Norlys, ela só ficou com um homem que ajudava ela financeiramente, já que ela só trabalhava como empregada doméstica. governanta, até que a pessoa que a levou pra lá faleceu e ela se retirou, isso fez minha tarada começar a funcionar, pensando que ela tinha passado muito tempo sem um homem e que estaria ardendo, coisa que não se notava nela. Chegamos no apartamento e me sentei na cozinha, onde costumava tomar um copo d'água depois da minha caminhada. Minha sogra se aproxima da geladeira, pega uma jarra de suco de limão e me diz: "antes de ir, preparei isso pra nossa volta". Me serviu e eu bebi. Ali, olhei pra entrepernas dela e pude ver o quanto estava molhada do suor da caminhada, e fiz mil ideias sobre minha sogra que talvez só eu imaginava. Durante dias, as coisas foram assim: durante os exercícios de alongamento, havia roçadas de corpo, meu pau no rabo dela e coisas assim que iam aumentando a temperatura de nós dois. Até que um dia minha sogra pisa errado durante a caminhada e voltamos pro apartamento, ela pendurada no meu pescoço e os peitos dela roçando no meu corpo. Minha temperatura estava a quase mil graus, já que quase não tinha relação com a Norlys por causa do quinto mês de gravidez dela. Num olhar rápido pela perna da minha sogra, pude ver que era uma torção no tornozelo. Já no apartamento, procurei entre os remédios que costumava ter lá alguma amostra médica que pudesse aplicar pra dor. Assim, encontrei uma pomada adequada pro caso, mas ia passar eu mesmo com minhas mãos. Mandei ela sentar na sala. "Vamos ver", falei, "melhor se tirar o jogging que tá vestindo pra não sujar". Ela tirou, mas antes me pediu pra passar uma toalha pra se cobrir. Assim fiz, mas nesse tempo curto pude ter uma visão gloriosa: as coxas dela terminavam numa barriga lisa na frente, coberta levemente por uma calcinha fio dental que não escondia muito. Meu pau tremeu. "Deite de barriga pra cima primeiro", falei enquanto começava a aplicar a pomada. Ela se deitou e eu me coloquei na beirada da sala... Comecei a passar lentamente a pomada nela. Dona Hilda notou minhas carícias lentas e começou Fica vermelha. Meu pau ficou completamente louco, começou a molhar minha virilha. E dona Hilda notou o volume que aparecia por baixo da minha calça. Então, nervosa, terminou a sessão. Ao se retirar, não deixou eu ajudá-la. Então tive que ficar sentado vendo aquela bunda empinada se afastar, e aquele par de pernas torneadas. Prometendo a mim mesmo não deixar a coisa por isso mesmo. Depois de queimar meus neurônios por dias, comecei a bolar meu plano de comer minha sogra. Afinal, ela arruinou minha vida, me obrigando a casar com a filha dela. Numa terça-feira, por acaso, acordei uma hora mais cedo que o normal e fui pro mercado. Já tinha ouvido as histórias da magia das yombinas. Mas como era um produto de uso animal, preferi uma alternativa. Assim, dei de cara com o pergonal, um remédio pra infertilidade feminina, mas cujo efeito colateral era dar uma vontade enorme de foder...🔥🔥 Então, aproveitando que a Norlys estava de plantão e que minha sogra fugia de mim, preparei um coquetel do sono, disfarçado de bebida. Chamei minha sogra pra correr, e ela recusou. Mas insisti tanto que saímos pra caminhar. O trajeto não foi longo, mas deu pra beber uma bebida energética, que minha sogra tomou com uma rapidez danada. Ao chegar em casa, minha sogra começou a sentir um sono pesado e foi pro quarto dela. Minutos depois, vendo que ela tava nos braços de Morfeu, preparei a solução injetável de pergonal e apliquei. Pensando que amanhã minha sogra estaria empalada pelo meu pau... Na manhã seguinte, deitado nos meus lençóis, ouço gemidos. Vinham do banheiro. Levanto da cama, me aproximo na surdina, abro a porta e vejo minha sogra de costas, se masturbando. Um sorriso cruza meu rosto. Nem demoro, nem sou preguiçoso, me desnudo por completo e entro no banheiro junto com minha sogra. Minha sogra me olhou totalmente surpresa e disse: - Ahhhh!!! - O que você tá fazendo aqui!!😱 Reconheço que não tenho tempo, me aproximo o máximo possível, pego o rosto dela e encosto meu pau na boca dela. rosto. Ela, horrorizada, tenta se afastar de mim. Eu encosto meu pau nela e ela fica pasma vendo minha rola no auge do esplendor. — Preciso da sua ajuda — falo pra minha sogra — Meu pau precisa de alívio! Ela não entende, então meu corpo se joga sobre ela. Carícias proibidas e beijos forçados. Minha sogra tenta gritar, então opto por tampar a boca dela. Gemidos abafados, e só então começo a sentir a temperatura do corpo dela subir. Ela tá esquentando, pego uma das mãozinhas dela e arrasto até meu pacote. Ela começa a apalpar meu comprimento e começa a reclamar. — Pelo amor de Deus, Gustavo!! — Isso é errado 😭 Ignoro os lamentos dela e minhas apalpadas lentas começam a fazer efeito. — É, pois é uma pena pra senhora, sogrinha — Tá gostoso ter esse tamanho perto de você?? — Bom, então, entre nós, nenhuma reclamou...😈 Minha sogra se surpreendeu e soltou um gemido meio nervoso — Vamos, cê não quer sentir ela? — falei; surpreendentemente, minha sogra disse bem tímida: — Bom, tá bem, me mostra esse seu orgulho de macho que você tanto exibe 🥒 Fiquei chocado com a resposta da minha sogra. Em seguida, sentei ela no vaso e coloquei meu membro perto dos lábios dela. Tava ereto e era bem grande, calculo que media na hora uns 21 ou 22 cm de comprimento por uns 5 ou 6 de diâmetro. Minha sogra, assombrada, disse: — Uaaaaaauuuuuu, é enorme mesmo😱 — Claro, não minto pra senhora, sogrinha, vai, pega ele, sente a dureza Minha sogra, excitada e surpresa, pegou ele com as mãos suavemente e começou a acariciar. Vi que com uma mão ela massageava a cabeça e com a outra o tronco. Isso começou a me excitar — Vai, gata, faz o que você quiser com ele — falei — Tô surpresa — Não imaginei que veria um pau tão grande — ela respondeu — Me diz, princesa, nunca teve um tão grande na mão? — Não, 🥺 isso é o maior que já vi, meu ex tinha 10 cm duro, isso é o dobro... — ela disse — Agora sim sente uma rola grande, e é pra você, minha rainha. Ela ficou olhando vidrada pra minha rola. Fiquei estupefata com os comentários do meu genro e a atitude dele. Fiquei completamente chocada. Ele aproximou ainda mais o pau do meu rosto e eu comecei a beijar suavemente a glande, dando vários beijinhos com uma sensualidade tremenda. ❤️ Eu estava paralisada com o que meus olhos viam. Minha sogra parecia outra pessoa, nisso ela esticou a língua e passou por todo o pênis, ensalivando tudo, para depois enfiá-lo na boca — mmmmmmmmmhhhhhhhhh mmmmmhhhhh mmmmmmmmmmhh mmmmhhh 💋💋 — foi o que ouvi da minha sogra quando começou a meter na boca. Ela tirou e passou a língua de novo na glande, minha sogra parecia estar adorando e eu muito mais... 👆 Pra mim, isso já estava saindo do controle. Fiquei hipnotizada, e sabia que aquela não era eu. Mas me senti tão tesuda que só queria continuar até o fim com meu genro. Minha sogra tentou enfiar o pau inteiro na boca e não conseguiu, só entrou uns 3/4 dele. Eu não parava de gemer, até acariciava o cabelo da minha sogra, não acreditava que estava naquele momento com a minha linda sogra me chupando... Nisso, Gustavo se levantou e me levantou nos braços dele. Me levou pro meu quarto, me deitou e me colocou de frente pra ele. Enfiou o pau inteiro na minha boca, e eu continuei chupando aquele pau enorme, parecia que tava hipnotizada, não soltava. Até vi que olhava pro Gustavo e sorria, vi que ele pegou o pau dele e começou a esfregar no meu rosto, me encheu de lubrificação dele, então me levantou e de um puxão virou os lábios dele pras minhas tetas, ele enfiou a cabeça entre elas enquanto eu sentia fortes pulsações na minha buceta encharcada. Quando chegou nas minhas tetas, Gustavo se movia frenético contra elas, começou a lamber e chupar. Enquanto eu batia uma pra ele, ele pegou elas com as mãos e apertou — você não sabe quanto tempo eu desejei ter essas tetonas na minha cara 😈 — ele disse — oh oh oh ohhhh chupa elas, minhas tetonas são pra um macho como você ❤️ — minha sogra falava como uma verdadeira puta, me excitou muito. Nisso, eu mandei ele sentar. sensualmente. Empurrei ela e, com meu braço, fiz ela ficar de quatro. Desci, colocando a bunda dela na minha cara, e comecei a lamber aquelas nalgotas gostosas🍑. Ela gemia de prazer e, por conta própria, se ajoelhou de quatro. — Agora me fode como o homem que você é, enfia esse animal nas minhas entranhas🔥🔥 — disse ela, cheia de tesão e safadeza. — Vou te fazer gozar, princesa🥒 — falei. Mas antes, desci até a buceta dela e comecei a chupar. Não demorei muito ali e pedi pra minha sogra se empinar o máximo que pudesse. Aí, minha sogra me provocou com um tapa na própria bunda: — Vai, me fode, quero sentir você😈. Ele se aproximou e enfiou de uma vez — Aaaaaahhhhhhhhhh💞💞 — foi o grito da minha sogra. Segurei os quadris dela e comecei o vai e vem. Minha sogra se masturbava o clitóris enquanto eu a comia, e eu também apertava a bunda dela. Os movimentos eram rápidos, então ela sentia pra caralho. Nisso, ela gritou bem alto e gemeu, estava gozando. Quando terminou, mudei de posição enquanto minha sogra dizia: — Não devia ter gritado tão alto, os vizinhos podem desconfiar. Sentei na beira da cama e minha sogra montou em mim. Agora era ela quem se mexia. Aproveitei e chupei os peitos dela com muita sede, enquanto os apertava com força. Depois que cansamos dessa posição, minha sogra sentou e abriu as pernas. Penetrei ela assim, segurando pela cintura pra me apoiar, enquanto a beijava, quase babando no rostinho lindo dela, abraçando ela. Minha sogrinha gemia e gemia... Deitei ela na cama e montei por cima. Com os antebraços enormes, ela abriu minhas pernas e, com as mãos de gorila, segurou meus bracinhos, me firmando contra a cama. Depois, apresentou a cabeça do pau na frente da vulva e, com uma estocada, enterrou a metade. O grito da Hilda deve ter sido ouvido a um quilômetro de distância. Abriu a buceta dela enormemente por causa da grossura anormal do troço. Com só metade da porra do pau, Gustavo tinha atravessado o canal cervical da vulva, e a cabeça — do tamanho de um limão — ficou alojada no útero fértil dela. Os testículos ficaram apoiados contra o colchão. Pareciam maiores e mais duros. Eram, literalmente, duas bolas de sinuca pela cor preta e pelo peso e dureza que tinham. — "Agrhhhhhh, ochhhhhhhhhhh. Tira, tira por favor que dói. É gorda demais! Agggrrrrrrhhhhhh!!!!!!". Ele não deu ouvidos aos pedidos, sem recuar um centímetro, firmou ainda mais e os músculos da bunda e das costas se impulsionaram e, com um grunhido de búfalo no cio, enterrou o troço todo. A cabeça do pau se esmagou contra a parede mais distante do útero e o saco deu uma pancada nas nádegas dela e no colchão, dado o tamanho enorme. Ela estava totalmente cravada e reclamava abafado, sem fôlego. Gustavo começou a bombar com dificuldade, o pau arrastava as paredes internas da buceta apertada e os pelos pubianos da sogra entravam e saíam junto com a vara. Acelerou o ritmo e os ovos de touro começaram a bater nas nádegas brancas dela e no colchão. O som do saco escrotal contra ela era parecido com o de um saco de areia batendo numa parede. A gente ficou uns minutos assim quando ouvi ela dizer que ia gozar: Eu também falei — tô quase também, minha rainha, mas quero encher essas peitudas de porra minha😈 — ah sim, pois aqui estão, enche elas de sêmen. Então parei de penetrar ela, sentei ela e ela se abaixou, me deu um boquete pra ajeitar meu pau entre os peitões, apertou entre eles e começou a se mexer rápido, enquanto fazia isso, ela sorria safada e até passava a língua entre os lábios, não resisti à maciez dos peitos dela e gozei neles, ofegava muito, minha gozada foi bem abundante, os peitos escorriam de porra, minha sogra, ao terminar, beijou meu pau. Ela limpou o sêmen dos peitos e disse: — caralho, já é 1:30, é tarde pra caralho e tem que limpar essa bagunça! — é verdade, já é muito tarde, mas me diz como você se sentiu, gostosa😏 — mmmmmmm Foi maravilhoso❤️ agora adoro sua pica, de hoje em diante vamos nos divertir muito você e eu. -mas me diz, o que você vai falar pra Norlys?? Continua...
5 comentários - Minha sogra chupa meu pau 🥒💦