Antes de mais nada, deixem eu me apresentar: sou Gustavo, tenho 26 anos, sou médico recém-formado na ilha de Cuba. Sou casado com a Norlys, de 23 anos, que também é médica. A gente era colega de curso e de estudo ao mesmo tempo, tanto que tinha noite que a gente amanhecia estudando. Aí a gente começou a namorar, e durante as sessões de estudo rolavam umas coisinhas gostosas. Nessas sessões de estudo, sempre fui muito bem tratado pela minha sogra, a Hilda, uma mulher linda de 38 anos. Ela teve minha esposa aos 15 anos, sendo mãe solteira e abandonada pelo pai da Norlys. Com muito sacrifício, criou e educou a filha e conseguiu que ela terminasse a faculdade, o que era o maior orgulho pessoal dela. Durante essas longas sessões de estudo e sexo — a Norlys, que eu tinha desvirginado no quarto ano, já no final da faculdade — ela engravidou num descuido e me contou pra gente decidir o que fazer. Claro que eu fui a favor de abortar, e ela disse que falaria com a mãe, o que fez. Dona Hilda, ao saber da gravidez da filha, armou um barraco daqueles: não ia "permitir que a história se repetisse com a filha sendo mãe solteira". Me ameaçou pelo telefone, me chamando de "mulato do demônio!" Exigindo que eu cumprisse com a filha. Depois ligou pros meus pais pra contar a má atuação do filho deles. Meus pais não prometeram nada, só que iam falar comigo. Passaram os dias e sem resposta, ela foi comigo até o hospital onde eu tava fazendo meu estágio na área de Clínica Médica, e lá, na frente de todos os meus colegas, me encarou e exigiu que eu me casasse com a Norlys. Por causa disso, e pra acalmar ela, eu disse que ia me casar com a Norlys e que esse era o plano real entre a gente. Minha futura sogra foi com a Norlys contar o que eu tinha dito, mas alguns colegas nossos já tinham ligado pra dar os parabéns duplos pra ela pelo noivado e pelo bebê a caminho, porque já estavam sabendo da conversa. Mia com a mãe dela e confirmei o que eu já tinha dito pra dona Hilda. Esse casamento apressado e com os fatos consumados nos obrigou a morar com minha sogra durante o estágio de nós dois no hospital, considerando a situação financeira que a gente tava passando — eu e minha mulher, médicos recém-formados, recém-casados e fazendo estágio, começando a vida perdendo de um a zero. Norlys tava fazendo o estágio dela na área de Ginecologia, por isso fazia plantão uma vez por semana, que variava de dia, igual eu. Durante esses dias de plantão da Norlys, eu ficava no apartamento da minha sogra, só eu e ela. Foi aí que comecei a ficar entediado, me sentindo um prisioneiro da minha sogra, e por isso comecei de novo a fazer caminhadas todo dia num parque perto do apartamento, observando umas mulheres bem gostosas. Até que um dia minha sogra percebeu. E me falou que também ia caminhar no parque, se pudesse ir comigo. O clima no apartamento tava pesado demais, minha esposa chegava do hospital morta e ia deitar, nem queria transar, enquanto eu tava fervendo de tesão. Ela só queria dormir. Aí minha nova companheira de caminhada aparece com uns looks esportivos que deixavam ver que por baixo deles minha sogra tinha uma bunda espetacular e uns peitos bem grandes — caramba, ela escondia tudo muito bem atrás das roupas formais. E quando chegamos na praça, organizei uma série de exercícios de alongamento tão pesados que pensei em fazer ela perder o interesse em caminhar comigo. Ela seguiu cada passo dos exercícios, e eu pude notar como o corpo dela era firme e os peitos dela, comecei a olhar diferente pra minha sogra. Caminhamos minha rotina diária e voltamos pro apartamento. Durante esse trajeto, minha sogra se abriu comigo, me contou que depois do pai da Norlys, ela só ficou com um homem que ajudava ela financeiramente, já que ela só trabalhava como empregada doméstica. Empregada doméstica, até que a pessoa que a levou pra lá faleceu e ela se aposentou. Isso fez minha tarada funcionar, pensando que ela tinha passado muito tempo sem um homem e que estaria ardendo, coisa que não dava pra notar nela. Chegamos no apartamento e me sentei na cozinha, onde costumava tomar um copo d'água depois da caminhada. Minha sogra se aproxima da geladeira, pega uma jarra de suco de limão e me diz: "Antes de ir, preparei isso pra nossa volta". Me serviu e eu bebi. Ali, olhei pra entrepernas dela e pude ver o quanto estava molhada de suor da caminhada, e fiz mil ideias sobre minha sogra que talvez só eu imaginava. Durante dias, as coisas foram assim: no exercício de alongamento, havia roçadas de corpo, meu pau no booty dela e coisas do tipo que iam aumentando a temperatura de nós dois. Até que um dia minha sogra pisa errado durante a caminhada e voltamos pro apartamento, ela pendurada no meu pescoço e os peitos dela roçando no meu corpo. Minha temperatura estava a quase mil graus, já que meu relacionamento com a Norlys quase não existia por causa do quinto mês de gravidez dela. Num olhar rápido pela perna da minha sogra, pude ver que era uma torção no tornozelo. Já no apartamento, procurei entre os medicamentos que costumava ter lá alguma amostra médica que pudesse aplicar pra dor. Assim, encontrei uma pomada adequada pro caso, mas ia passar eu mesmo com minhas mãos. Mandei ela sentar na sala. "Vamos ver", falei. "Melhor se tirar o jogging que tá usando, pra não sujar." Ela tirou, mas antes me pediu pra passar uma toalha pra se cobrir. Assim fiz, mas naquele tempo curto pude ter uma visão gloriosa: as coxas dela terminavam numa barriga lisa na frente, coberta levemente por uma calcinha fio dental, que não escondia muito. Meu pau tremeu. "Deite de barriga pra cima primeiro", falei enquanto começava a aplicar a pomada. Ela se deitou e eu me coloquei na beirada da sala... Comecei a passar devagar a pomada nela. Dona Hilda notou minhas carícias lentas e começou É hora de corar. Meu pau, totalmente louco, começou a molhar minha virilha. E dona Hilda notou o volume que aparecia por baixo da minha calça. Então, nervosa, terminou a sessão. Ao se retirar, não permitiu que eu a ajudasse. Então, tive que ficar sentado vendo aquela bunda empinada se afastar, junto com aquele par de pernas torneadas. Prometi a mim mesmo não deixar a coisa por isso mesmo. Depois de queimar meus neurônios por dias, comecei a tramar meu plano de comer minha sogra. Afinal, ela arruinou minha vida, me obrigando a casar com a filha dela.Numa terça-feira, por acaso, acordei uma hora mais cedo do que o normal e fui para o mercado. Já tinha ouvido as histórias sobre a magia das yombinas. Mas, como era um produto de uso animal, preferi uma alternativa. Foi aí que dei de cara com o Pergonal, um remédio para infertilidade feminina, cujo efeito colateral era provocar uma vontade imensa de foder... 🔥🔥
Então, aproveitando que a Norlys estava de plantão e que minha sogra fugia da minha presença, preparei um coquetel do sono, disfarçado de bebida. Convidei minha sogra para correr, e ela recusou. Mas insisti tanto que saímos para caminhar. O trajeto não foi longo, mas deu tempo de beber uma bebida energética, que minha sogra tomou com uma rapidez singular.
Ao chegar em casa, minha sogra começou a sentir um sono pesado e se recolheu ao quarto. Minutos depois, confirmando que ela estava nos braços de Morfeu, preparei a solução injetável de Pergonal e apliquei. Pensando que amanhã minha sogra estaria empalada pelo meu pau...
Na manhã seguinte, deitado nos meus lençóis, ouço gemidos. Vinham do banheiro. Levanto da cama, me aproximo sorrateiramente, abro a porta e vejo minha sogra de costas, se masturbando. Um sorriso cruza meu rosto. Nem tarde nem preguiçoso, me desnudo por completo e entro no banheiro junto com ela. Minha sogra me olhou totalmente surpresa e disse:
— Ahhhh!!! O que você está fazendo aqui?! 😱
Reconheço que não tenho tempo. Me aproximo o máximo possível, pego o rosto dela e encosto meu pau na boca dela. rosto. Ela, horrorizada, tenta se afastar de mim. Eu encosto meu pau nela e ela fica olhando atônita pra minha rola no seu máximo esplendor. — Preciso da sua ajuda — falo pra minha sogra — Meu pau precisa de alívio! Ela não entende, então meu corpo se joga em cima dela. Carícias proibidas e beijos forçados. Minha sogra tenta gritar, então eu tapo a boca dela. Gemidos abafados, e começo a sentir a temperatura do corpo dela subir. Ela tá esquentando, pego uma das mãozinhas dela e arrasto até meu pacote. Ela começa a apalpar meu comprimento e reclama. — Pelo amor de Deus, Gustavo!! — Isso é errado 😭 Ignoro os lamentos dela e minhas apalpadas lentas começam a fazer efeito. — É, pois é uma pena pra você, sogrinha — Tá muito bom ter esse tamanho perto de você, né? — Bom, entre nós, nenhuma reclamou até hoje... 😈 Minha sogra se surpreendeu e soltou um gemido meio nervoso — Vamos, você quer sentir? — falei; surpreendentemente, minha sogra disse bem tímida: — Tá bom, me mostra esse seu orgulho de macho que você tanto exibe 🥒 Fiquei chocado com a resposta da minha sogra. Em seguida, sentei ela no vaso e coloquei meu membro perto dos lábios dela. Tava ereto e era bem grande, calculo que media na hora uns 21 ou 22 cm de comprimento por uns 5 ou 6 de diâmetro. Minha sogra, assombrada, disse: — Uuuuuauuuuu, é enorme mesmo 😱 — Claro, não minto pra você, sogrinha, vai, pega ele, sente a dureza. Minha sogra, excitada e surpresa, pegou ele com as mãos suavemente e começou a acariciar. Vi que com uma mão ela massageava a cabeça e com a outra o tronco. Isso começou a me excitar. — Vai, gata, faz o que você quiser com ele — falei. — Tô surpresa — Nunca imaginei ver um pau tão grande — ela respondeu. — Me diz, princesa, você nunca teve um tão grande na mão? — Não, 🥺 isso é o maior que já vi, meu ex tinha 10 cm duro, isso é o dobro... — ela disse. — Agora sim, sente uma rola grande, e é pra você, minha rainha. Ela ficou olhando vidrada na minha rola. Fiquei estupefata com os comentários do meu genro e a atitude dele. Fiquei completamente chocada. Ele aproximou ainda mais o pau do meu rosto e eu comecei a beijar suavemente a glande, dando vários beijinhos com uma sensualidade tremenda. ❤️ Eu estava paralisada com o que meus olhos viam. Minha sogra parecia outra pessoa, nisso ela esticou a língua e passou por todo o pênis, ensalivando tudo, para depois enfiá-lo na boca — mmmmmmmmmmmmmhhhhhhh mmmmmhhhhh mmmmmmmmmmhh mmmmhhh 💋💋 — foi o que ouvi da minha sogra quando começou a meter na boca. Ela tirou e passou a língua de novo na glande, minha sogra parecia estar adorando, e eu muito mais... 👆 pra mim isso já estava saindo do controle. Fiquei hipnotizada, e sabia que aquela não era eu. Mas me senti tão tesuda que só queria continuar até o fim com meu genro. Minha sogra tentou enfiar o pau inteiro na boca e não conseguiu, só entrou uns 3/4 dele. Eu não parava de gemer, até acariciava o cabelo da minha sogra, não acreditava que estava naquele momento com a minha linda sogra me chupando... Nisso, Gustavo se levantou e me levantou nos braços dele. Me levou pro meu quarto, me deitou e me colocou na frente dele. Enfiou o pau inteiro na minha boca, e eu continuei chupando aquele pau enorme, parecia que estava hipnotizada, não soltava. Até vi que olhava pro Gustavo e sorria, vi que ele pegou o pau dele e começou a esfregar no meu rosto, me encheu de lubrificação dele, então ele me levantou e de um puxão virou os lábios dele direto pras minhas tetas, ele enfiou a cabeça entre elas enquanto eu sentia pulsos fortes na minha buceta encharcada. Quando chegou nas minhas tetas, Gustavo se movia frenético contra elas, começou a lamber e chupar. Enquanto eu o masturbava, ele pegou elas com as mãos e apertou — você não sabe o quanto desejei ter essas tetonas na minha cara 😈 — ele disse — oh oh oh ohhhh chupa elas pra mim, minhas tetonas são pra um macho como você ❤️ — minha sogra falava como uma verdadeira puta, me excitou muito. Nisso, eu indiquei pra ele sentar. sensualmente. Empurrei ela e, com meu braço, fiz ela ficar de quatro. Desci, colocando a bunda dela na minha cara, então comecei a lamber aquelas nalgotas🍑. Ela gemia de prazer, e ela mesma se colocou de quatro. — Agora sim, me fode como o homem que você é, enfia esse animal nas minhas entranhas🔥🔥 — disse ela, cheia de tesão e safada. — Vou te fazer gozar, gostosa🥒 — falei. Mas antes, desci até a buceta dela e comecei a chupar. Não demorei muito ali e pedi pra minha sogra se empinar o máximo possível. Aí minha sogra me provocou com um tapa na própria bunda: — Vai, me fode, quero sentir você😈. Ele se aproximou e enfiou de uma vez — Aaaaaahhhhhhhhhh💞💞 — foi o grito da minha sogra. Peguei ela pela cintura e comecei o vai e vem. Minha sogra se masturbava o clitóris, enquanto eu fodava ela também segurava a bunda dela. Os movimentos dela eram rápidos, então minha sogra sentia muito. Nisso, ela gritou bem alto e gemeu, estava gozando. Quando terminou, mudei de posição enquanto minha sogra disse: — Não devia ter gritado tão alto, os vizinhos podem desconfiar. Sentei na beira da cama e minha sogra montou em mim. Agora era ela quem se movia. Aproveitei e chupei os peitos dela com muita desesperação, enquanto os apertava com força. Depois que cansamos dessa posição, minha sogra sentou e abriu as pernas. Penetrei ela assim, segurando pela cintura pra me apoiar, enquanto beijava quase babando o rostinho lindo dela, abraçando ela. Minha sogrinha gemia e gemia... Deitei ela na cama e montei por cima. Com os antebraços enormes dela, ela abriu minhas pernas e, com as mãos de gorila, pegou meus bracinhos pequenos, me firmando contra a cama. Depois, apresentou a cabeça do pau na frente da vulva e, com um empurrão, enfiou a metade. O grito da Hilda deve ter sido ouvido a um quilômetro de distância. Abriu a buceta dela enormemente por causa da grossura anormal do troço. Com só metade da porra do pau, o Gustavo tinha atravessado o canal cervical da vulva e a cabeça — do tamanho de um limão — ficou alojada no útero fértil dela. Os testículos ficaram apoiados contra o colchão. Pareciam maiores e mais duros. Eram, literalmente, duas bolas de sinuca pela cor preta e pelo peso e dureza. — "Agrhhhhhh, ochhhhhhhhhhh. Tira, tira por favor que dói. É gorda demais! Agggrrrrrrhhhhhh!!!!!!". Ele não deu ouvidos aos pedidos, sem recuar um centímetro, enfiou ainda mais fundo e os músculos da bunda e das costas se impulsionaram, dando um grunhido de búfalo no cio, enterrou a vara toda. A cabeça do pau se esmagou contra a parede mais distante do útero e o saco bateu com força nas nádegas dela e no colchão, dado o tamanho enorme. Ela estava completamente pregada e se queixava abafado, sem fôlego. Gustavo começou a bombar com dificuldade, o pau arrastava as paredes internas da buceta apertada e os pelos pubianos da sogra entravam e saíam junto com a piroca. Acelerou o ritmo e os ovos de touro começaram a bater nas nádegas brancas dela e no colchão. O som do saco escrotal contra ela era parecido com o de um saco de areia batendo numa parede. Ficamos uns minutos assim quando ouvi ela dizer que ia gozar: Eu também falei — tô quase também, minha rainha, mas quero encher essas tetonas de porra😈 — ah sim, então aqui estão, enche elas de leite. Aí parei de penetrar ela, sentei ela e ela se abaixou, me deu um boquete pra depois encaixar meu pau entre as tetonas dela, apertou entre elas e começou a se mexer rápido, enquanto fazia isso, ela sorria safada e até passava a língua entre os lábios, não resisti à maciez dos peitos dela e gozei neles, ofegava muito, minha gozada foi bem abundante, os peitos escorriam porra, minha sogra, ao terminar, beijou meu pau. Limpou a porra dos peitos, disse: — caralho, já é 1:30, é tarde pra caralho e temos que limpar essa bagunça! — é verdade, já é muito tarde, mas me diz como você se sentiu, linda😏 — mmmmmmmm Foi maravilhoso❤️ agora adoro seu pau, de hoje em diante vamos nos divertir muito você e eu. -mas me diz, o que você vai falar pra Norlys?? Continua...
5 comentários - Minha sogra chupa meu pau 🥒💦