A gostosa peituda do meu amigo😈

Depois da noitinha de aniversĂĄrio, inesperada, claro. Deixei passar uns dias antes de falar com meus amigos de novo. JĂĄ era quase meio de dezembro. Quatro dias depois daquela noite, como nĂŁo recebia mensagem do RaĂșl nem da Eva, mandei um zap pra Eva de manhĂŁ, sabendo que o RaĂșl tava trabalhando...

Oi! Tudo bem, amiga?

Depois de alguns minutos, ela me respondeu:
Beleza, aqui na correria do dia a dia
Legal. Fico feliz em saber que vocĂȘs se divertiram na outra noite" — soltei.
Sim, foi bom, mas nĂŁo sei...
como assim vocĂȘ nĂŁo sabe? nĂŁo entendo" – escrevi
Foi bom, curti pra caralho, mas depois... cĂȘ sabe.
teve problemas com o Raul?
algo assim
te ligo" — eu disse

JĂĄ no telefone, perguntei:
— Eva, o que aconteceu?
- Pois Ă©, na noite seguinte, quando ele chegou do trabalho e a gente jĂĄ tinha colocado o menino pra dormir, ele começou a me perguntar se eu gostava de vocĂȘ, que tinha alguma coisa que ele nĂŁo lembrava direito... e que talvez a gente devia ter conversado mais a fundo.
- Porra, mas vocĂȘs conversaram sobre isso, nĂ©?
- Sim sim, mas nĂŁo sei, Ă© assim... ela tem dĂșvidas.
- JĂĄ - falei - e isso te rendeu uma briga com ele?
Expliquei com calma o que tinha acontecido, ele disse que lembrava sim do que te falou no banheiro e de como a noite terminou, diz que tĂĄ meio nebuloso, mas que lembra de algo como ter dito que eu podia te masturbar com a mĂŁo, nĂŁo com a boca.
- EntĂŁo?...
- DĂșvida se fizemos certo, que talvez fomos longe demais, ela diz.
- Ah... caralho, e o que vocĂȘ disse pra ela?
- Que não tinha rolado nada, que eu curti pra caralho, que foi excitante, diferente, mas que isso não mudava minha relação com ele, nem queria que a gente mudasse isso contigo.
- Claro. AtĂ© porque... vocĂȘ sĂł tocou na minha pica por um minuto ou dois, haha. Tudo bem que depois... eu gozei em cima de vocĂȘ, mas sei lĂĄ, Eva... Ei, o que ele te falou quando vocĂȘs foram pro banheiro?
— Pois quase a mesma coisa que te disse, suponho. Que tava na dĂșvida, que era tipo dividir a mulher dele com um amigo, que se depois ia ser tudo igual.
— E o que vocĂȘ disse pra ela pra no final ela cair na sua lĂĄbia? — perguntei intrigado.
— Bom... me dava muito tesĂŁo ver vocĂȘs dois nessa situação, ele jĂĄ tinha gozado na minha boca e no meu rosto, mas se me desse meu presente... eu ia fazer de novo, sĂł que dessa vez pra ele ver, e eu ia engolir tudo.

Fiquei um instante em silĂȘncio, sem saber o que dizer, jĂĄ estava começando a ficar de pau duro total, kkkk. Eva continuou:

- Sabe, eu coloquei os peitos na cara dele... passei a mĂŁo na rola dele... e implorei que queria fazer assim, que queria gozar com ele me lambendo, na boca dele, e com vocĂȘ do lado, ou perto, e que queria ver vocĂȘ gozar.
- O que ele disse quando vocĂȘ contou isso pra ele?
- Ele bufou, tava com tesĂŁo... cansado mas com tesĂŁo, e acho que ficou mais excitado ainda por ouvir da minha boca.
- uufff, puxa... vocĂȘ sabe mesmo convencer ele.
- Sim, mas Rober... acho que chegamos num ponto difĂ­cil. A gente nunca teve nada assim, pelo menos... vocĂȘ jĂĄ me conhece.
- Sim, filha, sim... mas jĂĄ que vocĂȘ tĂĄ lendo esses livrinhos... hehe (me referindo ao Grey)
- Bom, Ă© que tĂŽ vivendo um despertar sexual, sei lĂĄ, kkkk (e pela primeira vez eu rio)
- Isso eu nĂŁo nego, hahaha. Ei...
- O quĂȘ? - disse
- JĂĄ viu como eu fiquei quando vocĂȘ me bateu uma... nĂŁo aguentei nada.
- Jå jå, dívida quitada, né?
— CĂȘ acha mesmo? — perguntei.
- Sim, acho que sim.
- VocĂȘ acha...
- Rober, sou casada com seu amigo e temos um pequeno.
- JĂĄ, mas isso Ă© sĂł um jogo. VocĂȘ jĂĄ me disse que tĂĄ de boa com ele.
- Bom, nĂŁo totalmente, mas sim, embora ele jĂĄ estivesse estranho antes do meu aniversĂĄrio.
- Assuntos de trabalho, com certeza - falei -, vocĂȘ sabe como Ă©.

Claro, nĂŁo ia contar pra Eva o que rolou entre meu amigo e a colega de trabalho dela, isso podia causar um puta estrago e quebrar a confiança que ele depositou em mim ao me contar. Por outro lado... Eva tinha uma boa dose de cara de pau, haha, porque do nada tava dando mole pra dois caras, o marido dela e eu, e ainda ficava de gracinha comigo sozinha, e podia atĂ© parecer que ia surtar de nervoso e ciĂșme se o Raul chegasse a pegar outra mina...

- É que vocĂȘ acha que tem mais alguĂ©m? - perguntei de supetĂŁo.
— Sei lá, acho que não... pode ser coisa da minha cabeça.
- Claro, mulher -. falei -. NĂŁo se preocupa. VocĂȘ gostou do outro dia, hein?
- Siiim, pode crer.
- VocĂȘ repetiria isso de novo?
- NĂŁo sei, Rober, seria difĂ­cil.
- VocĂȘ ficou muito tesuda, teria me chupado se o RaĂșl tivesse dado o sinal verde?

Ela ficou em silĂȘncio.

- Aposto que sim, vocĂȘ estava morrendo de vontade.
- Me dava muito tesĂŁo, foi algo...
- Por que vocĂȘ nĂŁo experimenta?
- O quĂȘ?
- jĂĄ sabe...
—Seria passar dos limites, Rober.
- Depois vocĂȘ pode voltar. AlĂ©m disso, nĂŁo seria penetrar de verdade, a gente pode continuar... nos masturbando um ao outro, sem mais nada, eu ia passar meu pau na sua buceta, sem meter. Imagina... a cabeça do meu pau batendo no seu clitĂłris, atĂ© vocĂȘ gozar...
- Porra, Roberto, jĂĄ... para. Penso nisso e... sei lĂĄ, nĂŁo ia gostar que ele fizesse isso comigo. Que ele estivesse com outra mina.
- Sabe que vou continuar te deixando com tesão, né?
— VocĂȘ Ă© um filho da puta... mas... eu tambĂ©m posso ser com vocĂȘ.
- JĂĄ tĂĄ sendo, Eva. VocĂȘ me impede de poder aproveitar contigo. NĂŁo sabe o que deu em mim quando vi teu marido gozando na tua cara e depois peguei o pau dele e enfiei na tua boca pra tu limpar...
- Cala a boca... Ainda posso ser mais filha da puta com vocĂȘ.
- Vamos ver... quem sabe eu como alguma das suas amigas gostosas, pra depois ela te contar. Eu como ela, e gozo na boca dela, assim ela leva o que vocĂȘ nĂŁo quer pegar. Suas amigas engolem?
- Ficou uma merda... tenho que te largar, preciso buscar o pequeno.
- Vale, kkkkk - ri e desliguei.

No dia seguinte Ă  tarde, liguei pro meu amigo. Cumprimentei ele e agi como se nada tivesse acontecido. Se ele tocasse no assunto, eu falava; se nĂŁo... nĂŁo. Queria perguntar sobre o trampo e sobre a Susana, aquela colega puta que ele tinha.

Me contou que em janeiro ia embora, jĂĄ tinha data marcada, logo no dia 2, uma merda. Perguntei se ia sozinho, ele disse que nĂŁo, que eram pelo menos seis, e uma delas era a Susana... entĂŁo a conversa rapidinho foi pro lado...

- Caralho, mano. Que gostosa. Vai ser foda manter essa rola dentro da calça, haha.
- Po, espero que a coisa nĂŁo complique. Mas... com certeza vai ser assim.
- Bom, enquanto vocĂȘ cuidar da Eva e souber atĂ© onde pode ir...
- Sim, claro... era sobre isso que eu queria falar com vocĂȘ, Rober.
- Me diga - falei, pronto pra ouvir o que fosse.
- Aquilo do outro dia...
- Sim, o aniversĂĄrio. Foi excitante, hein?
- Sim, sim... a gente se divertiu, nĂŁo durou nada.
- Verdade, nenhum outro também.
- NĂŁo olha, mano...
- RaĂșl... quer me dizer alguma coisa, que se arrependeu, ou que exagerei...
— NĂŁo, vocĂȘ foi bem, eu te dei permissĂŁo, disso eu lembro... mas cara, vocĂȘ nĂŁo viu como deixou a Eva, hehe.
JĂĄ, nĂŁo te falei o que ia fazer, gozar nas tetas dela... isso te irritou...
- Agora nĂŁo, mas depois me senti estranho.
- Bom, Ă© normal, Raul. Mas vocĂȘ jĂĄ sabe o que eu te falei... Ă© a novidade. Uma vez tambĂ©m compartilhei nesse aspecto uma namorada que tive, a primeira vez Ă© um pouco estranho... mas depois... tudo bem. Mas combinamos de deixar por isso mesmo.
- Sim, mas sabe o quĂȘ?
— Não, me fala — falei intrigado...
— NĂŁo tenho certeza, o tesĂŁo que senti quando gozei... foi brutal, sabendo que vocĂȘ estava ali.
- NĂŁo entendo essa parada de que vocĂȘ nĂŁo tem certeza...
- Digo que... talvez eu te peça algo, experimentar algo...

Disse aquilo e eu senti um arrepio por dentro, serĂĄ que ele estava prestes a me pedir pra foder a Eva, a mulher dele?...


— O que vocĂȘ quer dizer, Raul?
- Melhor a gente conversar pessoalmente.
- Vale, vocĂȘ vem pra minha casa depois?
- Beleza, com meia hora jĂĄ dĂĄ, vou avisar a Eva que vou chegar mais tarde.
- Vale, mano, te espero.

Se era algo importante pra ter que me ver... com certeza o RaĂșl ia me pedir algo mais do que sĂł ver eles fudendo... De tanta impaciĂȘncia fiquei nervoso, e olha que eu ia chegar em casa em no mĂĄximo umas duas horas. Matei o tempo e esperei. Eu trabalhava de noite naquele dia, dava tempo de bater um papo.

Passou o tempo e bateram na porta. Era ele.
Fiz ele entrar até a cozinha e abri duas cervejas de marca, daquelas que cada garrafa é meio litro, hehe.

- Bom, vocĂȘ vĂȘ - falei meio sem interesse enquanto pegava uns talheres do escorredor.
- Vai ver... vocĂȘ jĂĄ sabe a dĂșvida que eu tenho.
- Sim, sim.
- Pois quero aliviar ela.
— Não entendi, como assim? — perguntei.
- TĂŽ pensando que vocĂȘ podia fazer uma parada pra mim. Por isso quero te pedir.
- TĂĄ bom - falei. - Somos amigos, me conta.
- Como quero saber atĂ© onde minha mulher iria se eu nĂŁo estivesse presente nesses "jogos"... quero que um dia desses, com o tato que vocĂȘ sabe... vĂĄ entrando nela, pra ver se ela dĂĄ corda. VocĂȘ sabe.
- Ah - falei eu, tomando um gole-. O que vocĂȘ quer Ă© que eu teste a Eva, no sentido de saber se ela cairia com um cara como eu, tipo... se ela te botaria chifre.
— Sim, Ă© isso aĂ­ — e deu um gole.

Fiquei um instante pensativo... passaram pela minha cabeça mil coisas. Tinha que encarar isso de um jeito que desse pra tirar proveito de tudo e ninguém saísse prejudicado, nem eu mesmo.

- Bom, acho que vai ser fĂĄcil. E suponho — continuou — que o que vocĂȘ quer e espera de mim Ă© que, se a Eva der sinais de cair nas minhas garras... eu pare o jogo na hora e te conte, sem falar nada pra ela, claro.
- Exato! - disse ele, me olhando bem sério.
- Bom, desse jeito vocĂȘ vai saber se sua mulher Ă© fiel ou nĂŁo.
- Isso aĂ­, Rober.
— Vale, mas... porra, cara, RaĂșl, isso Ă© perigoso. CĂȘ sabe... vou ser sincero contigo, mas tu... o que vai fazer se a Eva cair na minha rede? TĂĄ claro que eu vou parar, nĂŁo vou fazer nada com ela, vou dar um jeito de sumir, uma desculpa, um chamado no celular, uma mensagem dizendo que preciso ir rĂĄpido e um pedido de desculpas depois... mas... e vocĂȘ?
- Eu nada, jĂĄ me viro, mas preciso saber disso, porque vi vocĂȘ aproveitar tanto gozando quando lambi sua buceta e quando vocĂȘ gozou em cima... que nĂŁo sei, Rober, nĂŁo sei.

Voltei a beber. Tava na cara que o filho da puta do RaĂșl tinha me deixado numa sinuca, e eu achando que ele ia pedir pra eu comer a Eva... era bem o contrĂĄrio, haha. Que eu nĂŁo comesse ela, atĂ© que a esquentasse caso rolasse... e era exatamente isso que eu tava fazendo no Ășltimo mĂȘs!! kkkkk.
Tava claro que, da minha parte, ia falar sĂł uma coisa pro RaĂșl: a Eva era fiel pra ele, e nĂŁo caiu na minha lĂĄbia.
Essa era a resposta que eu tinha que dar pra ela. Se eu dissesse outra coisa... o casamento dela ia desmoronar. E eu ia ser o culpado. EntĂŁo jĂĄ sabia o que ia fazer... Depois de pensar, falei:

— RaĂșl, amigo, nĂŁo se preocupa. Vou fazer o que vocĂȘ tĂĄ pedindo. Confia em mim. Somos amigos, jĂĄ sabe, hĂĄ anos. Vou te contar o que rolar com a Eva. Mas jĂĄ te adianto, acredita, eu tĂŽ certo: ela vai ser fiel a vocĂȘ. E o que aconteceu no outro dia ficou por isso mesmo, na sacanagem, na brincadeira, como se a gente fosse adolescente de novo, mas com a experiĂȘncia que os anos nos deram.
- Tomara... embora... também não tenhamos tantos assim!
- Hahaha, verdade, quase quarenta nĂŁo Ă© nada. Te aviso por telefone quando eu for dando uns passos na sua mulher, beleza? Assim vocĂȘ fica por dentro. Quem sabe começo amanhĂŁ, pra vocĂȘ ir saindo das suas dĂșvidas, mano.
Vale... valeu, cara.
- De nada, de nada.

Acabaram as cervejas, como ele tinha que ir embora, a gente se despediu e eu, no caminho pro trampo, jå sabia o que ia fazer a respeito. Pensei que se ficasse quieto e continuasse meu jogo com a Eva... sempre dava pra falar pro Raul que não tava rolando nada, mas corria o risco de ele, um dia qualquer, soltar toda aquela armação pra Eva, dizer que se eu tava seduzindo ela era porque ele tinha me pedido pra botar ela à prova. Isso ia causar surpresa na Eva, e provavelmente, além da raiva com ele, também comigo, por não ter contado. Então... optei por outra coisa:
Contar pra Eva o que tava rolando.
Tracei um plano dentro do plano do Raul.

Eu iria na casa da Eva e contaria pra ela o que o marido dela tinha me dito, e pra ela nĂŁo desconfiar de nada e tirar as dĂșvidas dela, depois de dois ou trĂȘs dias eu marcaria com ele pra dizer que a mulherzinha dele era a esposa mais fiel e casta que existia no paĂ­s inteiro, kkkk. Tinha que fazer direito pra Eva nĂŁo ficar puta comigo, e tambĂ©m pra ela nĂŁo contar nada pro RaĂșl, nada de que eu tinha contado pra ela... uma puta confusĂŁo, viu... e eu que achava que ia comer a Eva na frente do meu amigo...



Esperei até sexta pra entrar em contato com a Eva. Liguei direto pro celular dela. Cumprimentei ela, e ela disse que tava com o filho no parque. Falei num tom meio sério que precisava conversar com ela, que ia passar no såbado de manhã na casa dela (sabia que meu amigo tava trabalhando), ela disse que não, que era melhor a gente se encontrar no centro, num café, porque ia deixar o pequeno com uma das irmãs dela pra fazer umas compras, e me perguntou do que se tratava. Eu falei que era sobre o marido dela, mas que não se assustasse, não era nada grave, mas era importante que ele não soubesse nada do nosso encontro. Ela ficou meio desconfiada.

Chegou o såbado de manhã e a gente se viu por volta do meio-dia no café. Como tava frio, ela veio com um casaco que não deixava ver nada. Quando entramos, como o aquecimento tava ligado, ela tirou o casaco e eu me deliciei de novo com o corpo dela, magrinha, pernas torneadas... e com aqueles peitos que, mesmo com um casaco grosso, eram imponentes. Enquanto traziam alguma coisa, comecei a contar pra ela o que tava rolando.

Quer dizer, contei pra ela que o RaĂșl tinha vindo me procurar por causa do ciĂșme ou das dĂșvidas que ele tinha dela. Ela nĂŁo estranhou nada, porque conhecia o marido e sabia que ele ia acabar vindo falar comigo, mas nĂŁo esperava o que vinha a seguir. Ela fez uma cara feia na hora, assim que eu contei que o RaĂșl tinha me dado a missĂŁo de seduzir ela pra ver atĂ© onde ela ia, atĂ© que ponto, se ela conseguia resistir a mim ou cair na minha lĂĄbia e acabar dando. Na mesma hora, levantei a mĂŁo pedindo pra ela parar.

- Muda essa cara, Eva, por favor. NĂŁo fica puta.
- Mas... Ă© que a parada do RaĂșl... Ă© muito pesada, Rober, ele falou pra vocĂȘ tentar me comer pra ver se eu toparia!
- Abaixa a voz, vai - falei. - NĂŁo fica puta, Eva. Decidi te contar justamente pra evitar que mais pra frente vocĂȘ descubra por ele e tudo vĂĄ pro caralho. Pensa... se eu nĂŁo tivesse falado nada, vocĂȘ nunca ia saber. Assim vocĂȘ fica sabendo, sabe o quanto ele te ama, e o quanto ele se preocupa.
- JĂĄ, mas...
AlĂ©m disso, porra... olha sĂł pra ele. Ele deixou vocĂȘ... ficar com dois caras, tipo, nĂŁo completamente, mas deixou eu brincar com vocĂȘs. VocĂȘ faria o mesmo? VocĂȘ deixaria ele meter uma mina nos "rolĂȘs" de vocĂȘs se ele pedisse? Mesmo que fosse sĂł uma vez, e sĂł por um tempo.
- NĂŁo - respondeu de forma cortante.
- Pois Ă©, tĂĄ aĂ­. NĂŁo precisa ficar puto, Ă© normal ele duvidar, porra, somos homens... e ainda mais vendo como vocĂȘ gozou e o quanto curtiu, sĂŁo palavras do seu marido, ele me disse outro dia.
JĂĄ entendi.
- Além disso - falei mais calmo - isso é bom pra todo mundo.
- Do que vocĂȘ tĂĄ falando?
- Agora passam uns dias, em que seu marido acha que eu tĂŽ tentando fazer vocĂȘ ser infiel e ficar comigo a sĂłs, pra gente transar. Depois desses dias, eu falo pra ele que nĂŁo rolou absolutamente nada. Com certeza vocĂȘ vai perceber isso nele, ou, o que Ă© ainda mais certo: ele te conta. Porque tenho certeza de que ele vai te contar.
— Seguro — disse ela, bem atenta.
- VocĂȘ nĂŁo vai ficar puta, sĂł precisa prestar atenção no que ele te disser e contar. E ser carinhosa com ele, vocĂȘ sabe fazer isso. Compreender ele e dizer pra nĂŁo se preocupar, que vocĂȘ nunca seria infiel, que aquilo do outro dia foi sĂł isso, um jogo, um presente de aniversĂĄrio, que nĂŁo rolou mais nada, sĂł o que ele viu, e pronto.
- Porra... filho da puta, vocĂȘ jĂĄ pensou em tudo.

Ri.

- Se vocĂȘ quer ver assim... tĂĄ bom, jĂĄ pensei nisso, hahaha. Mas nĂŁo me diga que nĂŁo fiz direito!!!
- Sim, sim... mas... pra onde isso nos leva?
Ayyy, Eva, Eva, Evita..." — falei enquanto dava um gole no meu cafĂ©.

Ela me olhava.

- Isso nos leva a vocĂȘ estar sempre no controle, o tempo todo.
JĂĄ, mas ainda nĂŁo entendi direito.
- VocĂȘ nĂŁo leu aquele cinza? NĂŁo quer ser um controlador que nem ele?
- Siiiiim...
- Bom, olha, não conheço nada desses livros, pode até não ter nada a ver com o que tÎ te contando, mas...

Ela se inclinou, interessada no que eu ia dizer pra ela. Continuei:

- Mas isso vai te dar campo livre pra pedir pro teu marido tudo que vocĂȘ quiser fazer com ele... e comigo.

Ela ficou me encarando. Tinha entendido, mas nĂŁo falava nada.

— Quer dizer — continuei —, que jĂĄ que ele vai confiar em vocĂȘ totalmente... vocĂȘ pode pedir pra ele que eu seja o convidado especial de vocĂȘs. Toda vez que vocĂȘ quiser, tia.

Ela começou a rir, depois parou. Eu fiquei olhando pra ela, sorrindo.

— VocĂȘ Ă© um filho da puta, Rober. Isso... vocĂȘ realmente faz isso por si mesmo... Que filho da puta! — e esticou os braços para me dar tapinhas com a mĂŁo no lado e nos ombros.

Acabei rindo e pedindo pra ela parar.
- Faço isso por vocĂȘ e por mim, Eva, e tambĂ©m pelo RaĂșl. Pelos trĂȘs - falei, olhando pra ela.
- Com certeza vocĂȘ sabe como deixar nĂłs dois a mil, seu filho da puta.

Tomo outro gole de café.

—Vamos esperar uma semana, se vocĂȘ concordar. Ele vai te perguntar como foi hoje comigo, pra onde vocĂȘ foi, essas coisas. VocĂȘ diz que passou o tempo comigo, dando um passeio, com o pequeno depois, tudo normal. Assim ele nĂŁo desconfia de nada. De qualquer forma, eu vou mantĂȘ-lo informado sobre como estou indo com vocĂȘ. Mesmo que a gente nĂŁo se veja de manhĂŁ, eu e vocĂȘ... posso dizer pra ele que sim, que a gente se encontrou, e pra nĂŁo deixar ele morrendo de curiosidade, vou falar que nĂŁo estĂĄ rolando nada, ok? AĂ­ chega sĂĄbado que vem... encontro com ele e despejo tudo: que vocĂȘ Ă© uma santa — e fiz piada com aquela histĂłria da aurĂ©ola que os santos tĂȘm na cabeça, haha.

Ela riu.
- NĂŁo passa dos limites, Rober.
- Tå bom então. Tå tudo certo, né?
Sim, sim.
- Cada dia vocĂȘ estĂĄ mais gostosa - falei, levantando pra pagar, e depois me abaixei e sussurrei no ouvido dela: - Agora mesmo eu enfiaria as mĂŁos por baixo dessa blusa e apalparia seus peitos... atĂ© vocĂȘ me pedir pra lamber vocĂȘ todinha. VocĂȘ sabe como seu marido faz, mas nĂŁo faz ideia de como eu como uma buceta. E a vontade que eu tĂŽ de comer a sua.

Ela sorriu e ficou com uma cara de putona que nĂŁo dava pra aguentar.

— Preciso ir buscar meu filho — ela disse quando voltei de pagar no balcão.







Continua...

13 comentários - A gostosa peituda do meu amigo😈

Excelente cada vez mås picante té dejó mis 10 puntos
Y los gifs?? Se estĂĄ poniendo buenĂ­simo... Cuando la segunda parte 12?
Excelente relato, no nos hagas esperar mucho para prĂłxima!! +10
Ufffff espero mĂĄs acciĂłn de este relato pronto
Por favor, quiero ver cĂłmo sigue el resto de capitulos, han pasado 2 meses y aĂșn nada!!