Lucianita Gostosa

Era um bairro normal, nos arredores de Buenos Aires, perto de uma favela.
Luciana tinha 17 anos, estava terminando a escola e tinha vindo de um povoado na província de Neuquén, porque os pais morreram num acidente de carro.
Ela morava numa cidade pequena onde todo mundo se conhecia, e isso fazia com que ela tivesse um jeito muito dócil e inocente, sem ver maldade nas pessoas.

Com 17 anos, tinha um corpo jovem. Media 1,60, tinha peitos pequenos, mal chegavam a 85 de medida. Era magrinha, mas tinha uma bunda daquelas pequenas mas empinadas, no jeito do corpo dela. Sendo tão menina, os 90 cm de bunda dela eram o que mais chamava atenção. O cabelo castanho claro e os olhos cor de mel, junto com a inocência e o jeito de caipira, faziam ela parecer mais nova do que seus 17 anos.

Luciana estava se integrando bem na cidade. Tinha feito duas amigas na escola e morava com a tia Marcela, irmã do pai, uma mulher um pouco mais alta que ela e de bom corpo, a típica mulher de 40 anos, bem cuidada, malhada na academia, daquelas que todo mundo olha com vontade de comer.

A duas quadras de onde morava com a tia, vivia um homem de uns 60 anos, Seu Júlio, que andava sempre mal vestido, tomando vinho, e que vivia consertando carros na porta de casa.
Seu Júlio tinha morado sempre na favela e já tinha ido pra cadeia, mas fazia uns anos que tinha tomado aquela casa abandonada, que ninguém nunca reclamou. Os vizinhos não gostavam nada da presença dele, porque sabiam da ficha dele. Além disso, todas as mulheres jovens do bairro odiavam ele, porque ele sempre soltava alguma sacanagem. Também corria o boato de que ele tinha comido as filhas de um vizinho e algumas mulheres casadas do bairro, embora ninguém acreditasse como ele conseguia, pelo aspecto dele.
Mas ninguém enfrentava ele, porque todo mundo tinha medo.
Muitas vezes ele ficava com outros velhos, amigos dele da favela, bebendo vinho na porta de casa.

Marcela sempre dizia pra Luciana que ele era um velho Tarado e ignorando ele, parecia um ser desprezível, um preto de merda como se diz vulgarmente.
Luciana, toda vez que voltava da escola, passava pela porta da casa de Dom Julião vestida com seu uniforme, que consistia numa saia plissada que, com as amigas, faziam de tudo pra que fosse sempre mais curta, a camisa e gravatinha, já que estudava numa escola particular.
Dom Julião, muitas vezes quando a via vindo com as amigas, ou sozinha, se jogava no chão fingindo que tava conferindo os carros pra ver por baixo da saia e sempre soltava alguma sacanagem tipo "que delícia chupar uma bucetinha jovem", ou "como eu comeria esses cuzinhos", etc, e elas riam, já que estarem juntas fazia elas se sentirem seguras de que nada ia rolar e achavam graça das coisas nojentas que esse homem falava, algumas até desconhecidas pra Luciana, já que não tinha experiência com sexo. Só tinha tido um namoradinho no povoado, com quem não passou de uns beijos.

Um dia, Luciana voltava sozinha da escola andando e encontrou um passarinho ferido caído de uma árvore.
Ela, vivendo no povoado, tava acostumada a cuidar deles, então pegou ele.
Levava ele na mão enquanto caminhava, quando, ao passar pela porta de Dom Julião, o passarinho se assustou e pulou da mão dela, entrando rapidamente pela porta da casa de Dom Julião, que tava aberta.
Dom Julião tava dentro de um carro arrumando sei lá o quê, e Luciana não sabia como fazer pra procurar o passarinho até que se animou a se aproximar de Dom Julião e cumprimentou ele timidamente.

Luciana: "Perdão, senhor, de incomodar, mas eu tinha um passarinho ferido na mão e ele entrou na sua casa... O senhor não poderia me ajudar a procurar ele?"

Dom Julião disse: "Olha, menina, vamos entrar assim você procura ele, eu te acompanho." O velho viu a chance de ter Luciana sozinha dentro de casa e já tava salivando.
"Vem, gata, entra e me diz: passaram muitos passarinhos pelas tuas mãos?" — falando claramente em duplo sentido enquanto caminhava atrás. dela, vendo as pernas dela e o movimento da saia na bunda que parecia que a qualquer momento ia deixar ver mais do que o recomendado.
Luciana obviamente não entendeu o duplo sentido do Dom Júlio e respondeu: sim, na minha cidade sempre pegava eles e cuidava, gosto muito deles.
Dom Júlio respondeu: olha só, que lindo, eu também tenho um passarinho que precisa de cuidado, depois te mostro, e ficou rindo.
Entraram numa casa velha e bagunçada, com poeira por todo lado, dava pra ver a cozinha cheia de pratos sujos sem lavar e a sala com um sofá velho.
Enquanto Dom Júlio se fazia de bonzinho e perguntava coisas da vida dela, com quem morava, quantos anos tinha e como se chamava, essas coisas, o velho se mostrava amigável.
Luciana, tímida, respondia lembrando das palavras da tia, até que ouviu um barulho vindo de debaixo do sofá.
Sem pensar duas vezes, falou: aí está, Dom Júlio, e se ajoelhou no chão, abaixando o peito até o chão pra ver e conseguir pegar o passarinho debaixo do sofá, sem perceber que nessa posição estava dando um belo show pra Dom Júlio, que de pé viu como a saia subiu quando ela se esticou, deixando à mostra uma calcinha branca bem pequenininha, tipo de seda, que se perdia no meio da bunda de Luciana e marcava uns lábios vaginais bem volumosos.
Dom Júlio olhava sem acreditar, enquanto Luciana fazia o possível pra tentar pegar o animal assustado.
Dom Júlio disse: mocinha, na sua casa deixam você usar calcinha tão pequenininha assim?
Luciana respondeu: sim, minha tia me deu, ela diz que é mais confortável.
Dom Júlio: ahhh... olha só, e não te incomoda ficar com o tecido enfiado assim na bunda?
Luciana respondeu: não, no começo sim, mas agora não, eu gosto, disse inocentemente, além do mais, é um tecido muito macio.
O velho safado tentava distraí-la pra que Luciana passasse mais tempo naquela posição sem conseguir pegar o passarinho, e ele curtia vendo aquela bunda jovem que tantas vezes viu passar e agora tinha ali. Sozinho.

Dom Julio: Ah... olha só, você não parece... posso tocar? perguntou, no exato momento em que colocou os dedos indicador e médio na buceta da Luciana sem deixar ela responder.

O velho, muito astuto e sabendo o que fazia, apoiou os dedos na parte do tecido que marcava a vulva, fazendo uma leve pressão, sabendo que ia dar uma sensação nova pra Luciana, que se assustou mas ao mesmo tempo não conseguiu evitar soltar um suspiro leve sentindo uma sensação estranha mas gostosa, o que fez com que ela não respondesse à pergunta do velho, que aproveitou pra continuar e fazer um pouco mais de pressão na vulva.

O velho sabia o que tava fazendo e, vendo a atitude passiva da Luciana, entendeu que tava no caminho certo e tinha que aproveitar, então falou se fazendo de bobo mas sem parar de tocar: é verdade, é um tecido muito macio.

Luciana começou a sentir um calor por dentro e o velho, enquanto continuava passando a mão na xereca por cima do tecido, notou como ela ficava molhada e já com um sorriso falou: é, parece macia ao toque, você tem razão, Lucianita.

Dom Julio: você gosta que eu prove o tecido da sua calcinha? e enquanto falava isso, apoiava o polegar na altura do cu, vendo como o tecido mal cobria ele.

Luciana, pela primeira vez, abriu a boca falando: sim, Dom Julio, é muito maciaaa quando o velho, com destreza e aproveitando a umidade da buceta, passou o dedo médio pela lateral do elástico da calcinha e enfiou até o fundo, provocando outro suspiro em Luciana, que virou o rosto pra olhar ele, podia sentir o calor nas bochechas.

O velho, ao ver o quão apertado era o cu da Luciana, não conseguia acreditar, mas se limitou a uma simples carícia sem fazer pressão, sabia que tinha que ir devagar pra não assustar ela e que não teria tempo pra aproveitar ela como queria.

Dom Julio falou pra ela: calma, Lucianita, do mesmo jeito que você cuida dos passarinhos, eu gosto de cuidar das pombinhas como você, então não tenha medo, sim.

Luciana concordou com a cabeça e Dom Julio se ajoelhou na frente dela. Lado de Luciana, já correndo toda de calcinha e enfiando dois dedos dentro da pussy da garota, começou a mexer os dedos um pouco mais rápido e em forma de gancho na direção do cu. Sabia que desse jeito ia dar mais prazer pra Luciana. Enquanto isso, aproximou a boca e deu um beijo na bunda dela, e foi descendo até chegar na pussy. Luciana começou a sentir a língua do velho junto com os dedos que trabalhavam a pussy; se sentia nas nuvens, como se estivesse em êxtase.

Don Júlio, de vez em quando, tirava os dedos pegajosos com os sucos da pussy da Luciana e levava à boca, enquanto trabalhava com a língua no clitóris da garota. Mordia os lábios vaginais e enfiava a língua dentro da vagina, roçando com o nariz o cu e toda aquela área que começava a ficar brilhosa por causa dos sucos e da saliva. Não resistiu e, umas duas vezes, brincou com a língua no cu da garota, enquanto a trabalhava com os dedos na pussy, até sentir que Luciana estava prestes a gozar.

Quando sentiu que Luciana teve o orgasmo, ele tomou todos os sucos dela. Luciana estava com o rosto vermelho e parecia que ia explodir, enquanto ficava suspirando, agitada, de olhos fechados.

Don Júlio: "Gostou, Lucianita?", enquanto arrumava a calcinha dela e dava um tapa sonoro na bunda.

Luciana, meio envergonhada, concordou com a cabeça, sem entender muito bem o que tinha acontecido.

Don Júlio: "Hoje não temos mais tempo, porque sua família vai se preocupar se você não chegar em casa. Mas amanhã, Lucianita, avisa em casa que vai fazer tarefa com suas amigas e vem pra cá assim vestidinha, do jeito que eu gosto. Vamos ter mais tempo e vou te fazer sentir mais coisinhas gostosas, sabe, bebê? E não conta nada pra ninguém. Isso é um segredo entre nós..."

Luciana não disse nada e já estava indo em direção à porta quando Don Júlio falou: "Neném, o passarinho", deu ele e deu um beijo na boca dela antes que ela fosse embora, um pouco assustada. do que aconteceu.

CONTINUA...

3 comentários - Lucianita Gostosa

Feliz comienzo de la saga y suerte con la segunda parte.
JCNTOP +1
Muchas gracias Gus!!!. Saludos