As melhores férias da minha vida. Parte 3.

É verdade que as circunstâncias nos dobram. Eu não sou de chupar pau, nunca gostei, até me dá um pouco de nojinho. Meu marido sempre me cobrava e dizia que esse era meu único defeito. Mas fui dominada por aquele pau. Assim que ele tirou, eu me ajoelhei, acho que pela primeira vez pra esse fim, e comecei a chupar ele inteiro. Babuzei ele todo, cada centímetro. A primeira sensação foi que eu poderia chupar ele a vida inteira, mas depois de medir ele com a boca, eu não via a hora de ter ele todo dentro de mim, então depois de alguns minutos, molhada como nunca, um grito saiu de dentro de mim: "Mete em mim".
Eu já sabia que ia ser o melhor sexo da minha vida. E não era só porque eu sabia que ele era bom ou tinha um pau enorme, era pela minha excitação. Eu estava nervosa, agitada, emocionada. Tirei a calça atrapalhada, beijei a boca dele, não conseguia desabotoar o sutiã, essas coisas. Coisas que nunca tinham acontecido comigo e estavam muito longe do sexo rotineiro e planejado do casamento. Aliás, eu percebia que transar com meu marido me dava a mesma adrenalina que ir ao supermercado. Deito na cama de casal, o que me dá um tesão agora que conto, mas não reparei na hora, ele se jogou em cima de mim, fechei os olhos, esperando a tão desejada enfiada e nada. Abri os olhos eufórica e com o olhar desesperado perguntei por que ele não metia. Comecei a arquear como uma gata no cio. Eu estava conectada com meu lado animal, pela primeira vez na vida deixei o ser racional de lado e ele, sarcástico, perguntou: "Quer que eu meta?" Ao que respondi: "Sim!" Ele respondeu ok, me disse que a partir de agora eu seria a puta casada dele e tentou meter, mas a coisa não foi tão simples quanto parecia.
Tudo estava no jeito, ele, duro como uma rocha, eu, molhada como uma lagoa, mas aquela cabeça grossa não conseguia entrar. A situação ficou meio desesperadora para os dois. Ele perguntou se eu estava fechada porque não estava dando passagem, ao que respondi que transava todo Dias em que meu marido estava em Buenos Aires. Daí ele perguntou se meu marido tinha ela pequenininha, e eu respondi com toda a verdade que era bem pequenininha, fininha e curta. Ele me deu um beijo mais romântico do que os de costume e disse pra eu ficar tranquila, que ele ia resolver esse problema, que minha buceta estava acostumada com o pinto, mas ele ia acostumar com o tamanho dele, "o tamanho que eu merecia". Mimarada, relaxei um pouco mais e ele começou a meter devagar, mas com ritmo constante, só a cabeça. Depois de uns dez minutos, já tinha metade da pica dentro, em território inexplorado. Foram 30 minutos de prazer até chegar no ponto de ter ela toda dentro. Foi um arrepio único, cheia como nunca, feliz como nunca, mulher como nunca.
Depois começou o vai e vem, sempre ele por cima, com um ritmo um pouco mais rápido e fazendo o percurso todo pra fora e pra dentro. Cada estocada me fazia sair do meu próprio corpo. Perdi a noção do tempo e, entregue ao prazer por completo, de repente senti uma explosão no corpo todo. Me estremeci inteira. Não foi até aquele momento, aquele orgasmo, que percebi que nunca tinha tido um. Não venham com histórias de intensidades diferentes de orgasmos, esse sim foi um orgasmo. Antes disso não teve nada.
Depois de ficarmos largados um tempão, nos recompondo em silêncio. Ele me perguntou o que eu ia dizer pro meu marido quando ele descobrisse. Respondi que não sabia, que por enquanto não ia contar. Aí ele, com muita experiência, me alertou: "Olha, quando ele meter o pinto e balançar, vai perceber."
Continua...

2 comentários - As melhores férias da minha vida. Parte 3.

Linda historia, ojo, mi novia tuvo un par de superdotados MAL y aún así, tuvo miembros más chicos después y no le quedó grande la concha. Te aviso, porque me parece que quiere que le cuentes a tu marido...solo por eso te dijo lo q te dijo.