Minha esposa puta... Prostituída

Minha esposa puta... ProstituídaComo vocês que leem meus contos já sabem, minha esposa Erika é bem puta e eu adoro ser corno... Numa dessas vezes, resolvi arrumar novas aventuras pra ela, então vou contar mais uma. Fui buscá-la no trabalho, já tinha escolhido em casa a roupa que ela ia vestir e, sem falar nada, coloquei nas mãos dela. Ela se trocou enquanto eu dirigia sem rumo, até que a ideia me veio à cabeça: numa esquina, mandei ela descer do carro e falei pra ficar de pé debaixo da luz de um poste. Os carros quase paravam e os motoristas soltavam grosserias, perguntando quanto era o programa. Ela não sabia o que responder, então, depois que vários passaram, desci do carro e falei que, finalmente, do jeito que estava vestida, parecia uma puta de esquina, que aproveitasse a situação e cobrasse pelos serviços. A puta já tava molhada com as coisas que falavam pra ela, e pro próximo que parou, disse que um boquete saía por tal valor. O cara aceitou e ali mesmo, no carro dele, recebeu os favores orais da minha puta. Outros achavam caro e passavam, até que um (segundo a versão dela) aceitou o preço que ela cobrou. Como a puta já tinha minhas instruções, mandou ele estacionar perto daquela esquina, debaixo de um poste quebrado, e ali, no meio da rua, ele comeu ela. O cara tava tão desesperado que nem tocou nos peitos dela, só levantou a saia e meteu com gosto. Umas poucas bombadas foram suficientes pra encher a camisinha de esperma e, sem dizer palavra, pagou o combinado. Em menos de uma hora, ela já tinha chupado três caras e dois tinham fodido ela... Até que uma caminhonete de família parou do lado dela... A distância que me separava daquele carro não deixava ver quantas pessoas estavam dentro, mas com certeza eram mais de duas. Vi ela conversar com eles até chegarem num acordo. Ela mandou estacionarem debaixo daquele poste quebrado e, por mais de meia hora, não soube de nada. (Visualmente) o que rolava lá dentro. Vi ela descer da caminhonete depois daquele tempo e, com passo cambaleante, entrou no nosso carro. "Vamos embora, né? Por hoje já deu pra mim..." Eu peguei a estrada rumo a casa e tava morrendo de vontade de saber os detalhes daquela aventura na caminhonete. Só quando chegamos em casa é que a Erika me contou tudo: "Os caras da caminhonete eram quatro. Me pediram o preço pra foder com todos. Não fazia ideia de quanto cobrar, então falei a primeira coisa que veio na cabeça. Eles acharam caro, mas perguntaram o que tava incluso no valor. Falei que incluía oral e vaginal. Eles reviraram os bolsos e disseram que dava pra pagar. Entrei no veículo e mandei onde estacionar. Num instante, os quatro me pelaram e, com os paus de fora, eu chupei cada um... Meu corpo tava coberto de mãos, não paravam de me apalpar por todo lado. Os malditos não tinham ideia de como tratar uma puta como eu e, longe de me esquentar, só queria que eles gozassem... Enquanto eu ainda chupava o pau de um, outro se posicionou atrás de mim pra me comer. Mentiria se dissesse que senti prazer... Não demorou nada pra ele gozar e dar lugar ao próximo. Assim, os quatro me comeram, e um deles, quebrando o acordo, meteu no meu cu. Os filhos da puta incentivavam ele a arrombar meu buraco. Não faço ideia do porquê não curti o que faziam comigo, apesar da tara de transar na rua e de me usarem como a vagabunda vulgar que cobra por um favor sexual. Minha buceta tava praticamente seca. Então, assim que saciaram a vontade no meu corpo, saí do veículo. Acho que vender meus carinhos não é minha praia. Amo pau, mas isso aí não curti como devia. Então, no futuro, me entrega pra quem quiser, mas não por dinheiro, ok?" Falei que não tinha problema, que nunca mais ia cobrar um centavo pelo corpo dela. Enquanto dizia isso, puxei meu pau duro pra fora e mandei ela chupar, levantando a saia dela pros poucos motoristas que passavam verem. Me agradaram visualmente. Pasmo ao tocar sua buceta, percebi que ela não mentia, praticamente estava seca, no máximo um pouco lubrificada pelas camisinhas que os caras usaram... Então, enquanto ela me chupava, estacionei no lugar que achei apropriado... Umas batidas no meu vidro tiraram meus pensamentos do lugar, a luz de duas lanternas potentes iluminou as partes íntimas da minha puta esposa, que já está acostumada com esse tipo de coisa. Com uma mão cobriu os olhos e eu, sem me conter, enchi sua boquinha com grossos jatos de esperma. Já satisfeito, abaixei o vidro pra encarar quem queria interromper nosso encontro. A puta continuava com a mão cobrindo parte do rosto e não fazia nada pra esconder os peitos nus. Boa noite, ouvi um homem dizer. Boa noite, respondi... Senhor, vocês precisam nos acompanhar por atentado ao pudor... Já sei esse sermão de cor e, cínico, falei: Oficial, sei muito bem qual é o procedimento de vocês nesses casos e temos duas opções... A primeira é sermos presos por algumas horas e a outra é conseguir os favores dessa puta que estava me mamando tão gostoso, então cabe a vocês decidir qual é a opção mais viável. Eles se olharam e, vendo os atributos da Erika, escolheram a segunda opção. Moça, faça o favor de nos acompanhar até a viatura e responder algumas perguntas... Minha puta, excitada, não hesitou em acompanhar os oficiais. O primeiro encheu a boca dela de porra e o outro meteu o pau no cu dela. Agora sim, a puta teve o orgasmo que merecia. Segundo ela, não há prazer maior do que servir ao país e aos seus "honoráveis" membros...

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