Passaram uns segundos e ela, por inércia, continuava se tocando na buceta.
- VocĂȘ nĂŁo gozou - falei.
- NĂŁo - disse ela.
Me levantei, me limpei com um guardanapo que tinha na mesinha e falei, ficando de pé:
- Vamos terminar com vocĂȘ...
- O quĂȘ? - disse ela, tirando a mĂŁo da calcinha...
- Ă o que vocĂȘ ouviu, tem que gozar.
- Ah, é que esse não era o trato, né? - disse ela, surpresa.
Vem aqui.
E aĂ me aproximei de onde ela tava.
â O que cĂȘ tĂĄ fazendo? â perguntou enquanto a pegava pelas axilas e puxava ela pra mim no sofĂĄ.
Eu ainda tava com a pica meio dura, balançava com a Eva na minha frente. E ainda mais vendo como as tetas dela balançavam a um palmo de distùncia. Levantei na frente do sofå e coloquei ela na beirada dele.

- Fica sentada aĂ, nĂŁo faz mais nada. NĂŁo se preocupa que vai ser rĂĄpido.
Ela me olhou sem saber o que fazer ou dizer. Tava desnorteada. AĂ eu me coloquei atrĂĄs dela. Tipo, ela tava sentada na beirada, inclinada pra frente, do jeito que eu tinha deixado ela, e eu me encaixei por trĂĄs, levemente inclinado pra frente, atrĂĄs das costas dela. Aproximei minha boca da nuca dela e, com o ouvido dela a alguns centĂmetros, igual naquela balada, falei:
- Fica quietinha que vou gozar em vocĂȘ.
â Mas o quĂȘ...? â começou a dizer bem baixinho.
Então com a mão esquerda segurei um pouco do cabelo dela, e a direita desceu até a legging dela. No começo ela se assustou um pouco, surpresa.
- Chiissssst - sussurrei pra ela-. Quietiiiiinha.
Com os dedos da mĂŁo direita, levantei um pouco a calça legging na altura do umbigo dela e, de um puxĂŁo, enfiei a mĂŁo procurando a buceta dela. Toquei rapidamente e minha mĂŁo ficou encharcada de lubrificação. Ela estava pegando fogo. AlĂ©m disso, rocei os peitos dela com o braço; ela tentava afastĂĄ-los com as mĂŁos, mas era impossĂvel eu nĂŁo esbarrar naqueles dois peitĂ”es fenomenais. A pica começou a endurecer de novo. Ela disse meu nome pelo menos trĂȘs vezes, provavelmente como sinal para eu parar. Mas eu jĂĄ tinha meus dedos na buceta dela, brincando com os lĂĄbios menores e maiores. Era excitante; eu nĂŁo via a buceta dela, mas apalpava com gosto. Olhava para baixo do meu ponto de vista e via os dois peitĂ”es dela se erguendo com a respiração ofegante. Ela começou a gemer, e aproveitei para me deliciar no clitĂłris dela.

Assim que eu gosto, vocĂȘ vai gozar com meus dedos na sua buceta, Eva â sussurrei pra ela.
Ela virou a cabeça pro outro lado onde eu tinha minha boca e enfiei meus lĂĄbios no pescoço dela, estiquei a lĂngua e lambi tudo.
- Que buceta gostosa vocĂȘ tem... Ă© essa buceta que o meu amigo deixou abandonada, nĂ©? EntĂŁo vocĂȘ vai gozar rĂĄpido. Agora vocĂȘ vai ver.
E aà comecei a mexer os dedos feito um louco. Eu tinha tocado guitarra quando era adolescente, mas jå tinha largado, só que ainda mantinha a agilidade no movimento e na velocidade, hehe. Então logo a Eva tava se segurando com as mãos nos meus braços e falando: Rober, Rober... não, não.
E eu dizia pra ela que sim, que tinha que gozar, que não tinha volta, e que quando ela gozasse eu ia levar meus dedos até minha boca pra provar a buceta dela, e depois até a dela.
Ela começou a gemer forte. Aproveitei pra me inclinar um pouco por cima dos ombros dela e soltei uma cuspida no meio das tetas, ela nem percebeu, de olhos fechados. Queria apertar os peitos dela, mas preferi deixar pra outra hora, queria que essa gostosa fosse embora gozada, mas com vontade de mais. Queria quebrar a barreira intransponĂvel que ela tinha colocado hĂĄ meses, sĂł isso. E ter ela na minha mĂŁo pra semana que vem.
- Corre, corre como uma puta de verdade - soltei enquanto via minha saliva escorrendo peito abaixo...
Aà ela começou a tremer e apertar as coxas e minha mão. Eu puxei um pouco mais forte o cabelo dela e aproximei minha boca do rosto dela e mordi com os låbios a bochecha dela, que deixei toda molhada de cuspe também.
Enquanto gozava intensamente e em silĂȘncio, apertando minha mĂŁo na buceta dela, soltei num sussurro.
â Assim que eu gosto, assim que eu gosto... â e lambi a bochecha dela toda com a lĂngua.
Fui me afastando pra trås, devagarzinho, soltei o cabelo dela e tirei minha mão da calcinha, me recostei no encosto do sofå. Ela ficou sentada, ainda gemendo, recuperando o fÎlego. Quando virou um pouco o pescoço pra me olhar, tava com os olhos semicerrados, como se tivesse acabado de acordar. Aproveitei pra enfiar os quatro dedos da mão direita na boca e saborear a buceta dela.
- Que delĂcia sua buceta.
E aĂ eu aproximei a mĂŁo da boca dela, ela nĂŁo abriu, mas eu passei os dedos nela.
âAgora se veste e vai embora â falei, olhando sĂ©rio pra ela.
Ela se levantou e começou a se vestir sem dizer nada. Devia estar confusa de novo. Eu vesti a calça e ela entrou um instante no banheiro pra arrumar o cabelo e ficar apresentåvel pra voltar pra casa, hehe.
- Tchau - disse ela enquanto se virava pra porta.
- Espera - falei enquanto me aproximava-. Agora vocĂȘ me deve outra. NĂŁo sabe o quanto me deixa louco toda vez que vocĂȘ goza.
Ela se virou, abriu a porta e foi embora. No dia seguinte a gente ia se ver. Tinha combinado de jantar na casa dela.
Passei o domingo fazendo coisas em casa e descansando da correria que foi ficar na frente da Eva, hehe, me recuperando. Ăs vezes, de noite, levava a mĂŁo no rosto e sentia o cheiro da buceta dela. NĂŁo tinha tomado banho o domingo inteiro, entĂŁo fiquei relembrando o cheiro da buceta dela enquanto levava os dedos ao nariz. Tomei banho meia hora antes de sair pra casa dela.
LĂĄ pelas oito da noite eu liguei. Quem abriu foi o RaĂșl e a gente se cumprimentou com entusiasmo. Por um momento, cheguei a me sentir meio... nĂŁo culpado, mas estranho pelo que tinha rolado com a mulher dele no dia anterior. Voltei a mim quando entrei e ele me ofereceu uma cerveja.
Sentamos no sofĂĄ e ela me disse de novo que a parada tava muito ruim na empresa dela e que logo teria que ir pra nĂŁo sei onde trabalhar, talvez em janeiro, o que significaria vir sĂł alguns fins de semana.
Lamentei, mas por dentro, de certa forma, isso me dava mais liberdade pra lidar com a Eva. Como eu nĂŁo via a Eva nem o pequeno em lugar nenhum, perguntei por eles.
- A Eva tĂĄ no quarto do menino, deve estar brincando com ele e lendo aquele livro.
â Que livro?
â Esse aĂ, o do Grey, que uma irmĂŁ deixou pra ele.
Sorri e falei pro RaĂșl que aquele livro tinha mudado o jeito de ver e saborear o sexo de vĂĄrias minas. NĂŁo li, mas foi isso que me contaram. AĂ comentei com ele que seria uma boa a Eva se enfiar nessa parada, nos joguinhos que tinham naquele livro...
â Ainda nĂŁo conseguiu gozar dentro...? â comecei a perguntar pra ele.
â Qual Ă©, cara â ele me disse. â Desse jeito, vou gozar na boca da Susana antes do que na dela â falou bem baixinho.
Susana, como vocĂȘs lembram, era colega de trabalho dela.
- E aĂ, entĂŁo Ă© assim que vocĂȘ treina, haha - soltei.
Ele riu.
â Tem alguma novidade com ela? â perguntei.
- Nada, mas depois da ponte de dezembro... com certeza vou ter que ficar até tarde de novo... e ela também.
- Puxa... - sorri -, vamos ver o que acontece entĂŁo, vocĂȘ tem que me contar.
â Por um lado, cĂȘ sabe, nĂŁo quero que nada aconteça â disse de novo baixando a voz â, mas por outro...
JĂĄ tĂĄ morrendo de vontade, hein.
- Isso.
â Te entendo â falei â todo mundo gosta de um puta tesĂŁo.
Ei, Rober" â ela me disse â "Aquilo que rolou outro dia...
â JĂĄ, jĂĄ â falei pra ele. â A gente tava bĂȘbado, jĂĄ conversamos por telefone. Relaxa. Olha â e me aproximei dele, entrando no MODO ConfissĂŁo â o que vocĂȘ e a Eva quiserem fazer nĂŁo Ă© da minha conta, mas se um dia vocĂȘ quiser que eu participe do jeito que for numa parada de vocĂȘs... me avisa, somos amigos.
- O que vocĂȘ tĂĄ dizendo? - perguntou, espantado.
- Porra, Raul, tĂŽ falando que outro dia a Eva tava pronta pra fazer qualquer coisa na minha frente. E eu sĂł ia ficar olhando vocĂȘs. E vocĂȘ tambĂ©m tava excitado. Ă disso que eu tĂŽ falando.
â Ah â disse ele, meio surpreso, dando um gole na cerveja.
- VocĂȘ jĂĄ sabe.
- Beleza, vou levar isso em conta, haha, nunca se sabe o que o ĂĄlcool pode provocar, haha.
SĂł esse comentĂĄrio dela jĂĄ me deixou com tesĂŁo, pensar que um dia eu poderia contar pra Eva, ou sugerir que eu visse elas fazendo, ou ela chupando a rola dela... Era uma porta que eu nĂŁo queria fechar de jeito nenhum enquanto eu tava tendo o meu lance com Eva...
- E depois disso... vou cumprimentar sua mulher - me levantei e entrei corredor afora.
Cheguei no quarto do pequeno, que jĂĄ tinha dormido. E a Eva, deitada de um lado da cama, tava lendo Cinquenta Tons de Cinza.
- Oi - falei baixinho.
â Ah, oi â ela disse.
â O que vocĂȘ tĂĄ lendo?
E me mostrou a capa.
- uuuhhh, esse livro é bom, né?
- A verdade... Ă© que sim - disse ela sorrindo.
- Do mesmo jeito, vocĂȘ aprende umas coisas...
- Sei não, mas då... segurança no sexo, acho.
- E brincadeiras.
â Sim â disse ela.
â Adoro jogos â falei, olhando bem nos olhos dela.
Ela levantou os olhos e cruzou o olhar com o meu.
- Com certeza vão começar a me dar tesão.
- Isso tĂĄ bom...
- JĂĄ vamos jantar?
- Tamo bebendo cerveja. Te trago uma?
- NĂŁo, jĂĄ vou, termino esse parĂĄgrafo e vou.
â Vale.
NĂŁo quis tocar em nada do dia anterior, atĂ© porque o RaĂșl tava por perto. Parecia que nada tinha acontecido, pelo menos nĂŁo notei nada estranho nela. Ela jĂĄ tava se acostumando com o que eu dava pra ela, e com o jeito que eu dava.
Depois continuamos conversando os trĂȘs, sobre a possĂvel saĂda do trabalho do Raul e algumas coisas do dia a dia, alĂ©m de filmes, mĂșsica e uns papos assim.
Depois do jantar, fomos pro sofĂĄ, e quando Ăamos colocar um filme, o RaĂșl falou que tinha batido a vontade dele de cagar e que ia no banheiro, kkk. Sentei no meu lugar e a Eva do meu lado esquerdo. Aproveitei pra falar baixinho com ela:
- Hoje vocĂȘ nĂŁo bebeu.
- NĂŁo - disse ela, pegando o livro do Grey, que tinha trazido pro sofĂĄ e tava viciada.
- TĂĄ satisfeita com o que rolou ontem.
- CĂȘ acha? - falou me olhando e fazendo uma cara de putona da porra.
- Talvez nĂŁo entĂŁo.
â A verdade â disse ela, afastando o livro e se inclinando sobre o meu rosto â Ă© que tĂŽ com muito tesĂŁo. Esse livro me deixa com tesĂŁo, e solta mais que bebida, ou quase isso. EntĂŁo vou continuar lendo, e depois a segunda parte, e a terceira...
- Acho genial - falei, aproximando um pouco minha boca da dela.
Ela se afastou um pouco pra que nossos lĂĄbios nĂŁo se encostassem.
- E sabe o quĂȘ? Daqui a pouco peço pro teu amigo me foder igual fazem nesse livro.
NĂŁo falei nada.
Ouviu-se a descarga no banheiro, o RaĂșl devia estar saindo. EntĂŁo, quando o barulho da descarga parou, a Eva completou:
â O mesmo que te peço Ă© que faça algo por mim, quem sabe... ainda te devo aquela gozada que vocĂȘ teve quando me bateu uma ontem... â acrescentou, me olhando e depois desviando o olhar, mergulhando na leitura.

Continua...
- VocĂȘ nĂŁo gozou - falei.
- NĂŁo - disse ela.
Me levantei, me limpei com um guardanapo que tinha na mesinha e falei, ficando de pé:
- Vamos terminar com vocĂȘ...
- O quĂȘ? - disse ela, tirando a mĂŁo da calcinha...
- Ă o que vocĂȘ ouviu, tem que gozar.
- Ah, é que esse não era o trato, né? - disse ela, surpresa.
Vem aqui.
E aĂ me aproximei de onde ela tava.
â O que cĂȘ tĂĄ fazendo? â perguntou enquanto a pegava pelas axilas e puxava ela pra mim no sofĂĄ.
Eu ainda tava com a pica meio dura, balançava com a Eva na minha frente. E ainda mais vendo como as tetas dela balançavam a um palmo de distùncia. Levantei na frente do sofå e coloquei ela na beirada dele.

- Fica sentada aĂ, nĂŁo faz mais nada. NĂŁo se preocupa que vai ser rĂĄpido.
Ela me olhou sem saber o que fazer ou dizer. Tava desnorteada. AĂ eu me coloquei atrĂĄs dela. Tipo, ela tava sentada na beirada, inclinada pra frente, do jeito que eu tinha deixado ela, e eu me encaixei por trĂĄs, levemente inclinado pra frente, atrĂĄs das costas dela. Aproximei minha boca da nuca dela e, com o ouvido dela a alguns centĂmetros, igual naquela balada, falei:
- Fica quietinha que vou gozar em vocĂȘ.
â Mas o quĂȘ...? â começou a dizer bem baixinho.
Então com a mão esquerda segurei um pouco do cabelo dela, e a direita desceu até a legging dela. No começo ela se assustou um pouco, surpresa.
- Chiissssst - sussurrei pra ela-. Quietiiiiinha.
Com os dedos da mĂŁo direita, levantei um pouco a calça legging na altura do umbigo dela e, de um puxĂŁo, enfiei a mĂŁo procurando a buceta dela. Toquei rapidamente e minha mĂŁo ficou encharcada de lubrificação. Ela estava pegando fogo. AlĂ©m disso, rocei os peitos dela com o braço; ela tentava afastĂĄ-los com as mĂŁos, mas era impossĂvel eu nĂŁo esbarrar naqueles dois peitĂ”es fenomenais. A pica começou a endurecer de novo. Ela disse meu nome pelo menos trĂȘs vezes, provavelmente como sinal para eu parar. Mas eu jĂĄ tinha meus dedos na buceta dela, brincando com os lĂĄbios menores e maiores. Era excitante; eu nĂŁo via a buceta dela, mas apalpava com gosto. Olhava para baixo do meu ponto de vista e via os dois peitĂ”es dela se erguendo com a respiração ofegante. Ela começou a gemer, e aproveitei para me deliciar no clitĂłris dela.

Assim que eu gosto, vocĂȘ vai gozar com meus dedos na sua buceta, Eva â sussurrei pra ela.
Ela virou a cabeça pro outro lado onde eu tinha minha boca e enfiei meus lĂĄbios no pescoço dela, estiquei a lĂngua e lambi tudo.
- Que buceta gostosa vocĂȘ tem... Ă© essa buceta que o meu amigo deixou abandonada, nĂ©? EntĂŁo vocĂȘ vai gozar rĂĄpido. Agora vocĂȘ vai ver.
E aà comecei a mexer os dedos feito um louco. Eu tinha tocado guitarra quando era adolescente, mas jå tinha largado, só que ainda mantinha a agilidade no movimento e na velocidade, hehe. Então logo a Eva tava se segurando com as mãos nos meus braços e falando: Rober, Rober... não, não.
E eu dizia pra ela que sim, que tinha que gozar, que não tinha volta, e que quando ela gozasse eu ia levar meus dedos até minha boca pra provar a buceta dela, e depois até a dela.
Ela começou a gemer forte. Aproveitei pra me inclinar um pouco por cima dos ombros dela e soltei uma cuspida no meio das tetas, ela nem percebeu, de olhos fechados. Queria apertar os peitos dela, mas preferi deixar pra outra hora, queria que essa gostosa fosse embora gozada, mas com vontade de mais. Queria quebrar a barreira intransponĂvel que ela tinha colocado hĂĄ meses, sĂł isso. E ter ela na minha mĂŁo pra semana que vem.
- Corre, corre como uma puta de verdade - soltei enquanto via minha saliva escorrendo peito abaixo...
Aà ela começou a tremer e apertar as coxas e minha mão. Eu puxei um pouco mais forte o cabelo dela e aproximei minha boca do rosto dela e mordi com os låbios a bochecha dela, que deixei toda molhada de cuspe também.
Enquanto gozava intensamente e em silĂȘncio, apertando minha mĂŁo na buceta dela, soltei num sussurro.
â Assim que eu gosto, assim que eu gosto... â e lambi a bochecha dela toda com a lĂngua.
Fui me afastando pra trås, devagarzinho, soltei o cabelo dela e tirei minha mão da calcinha, me recostei no encosto do sofå. Ela ficou sentada, ainda gemendo, recuperando o fÎlego. Quando virou um pouco o pescoço pra me olhar, tava com os olhos semicerrados, como se tivesse acabado de acordar. Aproveitei pra enfiar os quatro dedos da mão direita na boca e saborear a buceta dela.
- Que delĂcia sua buceta.
E aĂ eu aproximei a mĂŁo da boca dela, ela nĂŁo abriu, mas eu passei os dedos nela.
âAgora se veste e vai embora â falei, olhando sĂ©rio pra ela.
Ela se levantou e começou a se vestir sem dizer nada. Devia estar confusa de novo. Eu vesti a calça e ela entrou um instante no banheiro pra arrumar o cabelo e ficar apresentåvel pra voltar pra casa, hehe.
- Tchau - disse ela enquanto se virava pra porta.
- Espera - falei enquanto me aproximava-. Agora vocĂȘ me deve outra. NĂŁo sabe o quanto me deixa louco toda vez que vocĂȘ goza.
Ela se virou, abriu a porta e foi embora. No dia seguinte a gente ia se ver. Tinha combinado de jantar na casa dela.
Passei o domingo fazendo coisas em casa e descansando da correria que foi ficar na frente da Eva, hehe, me recuperando. Ăs vezes, de noite, levava a mĂŁo no rosto e sentia o cheiro da buceta dela. NĂŁo tinha tomado banho o domingo inteiro, entĂŁo fiquei relembrando o cheiro da buceta dela enquanto levava os dedos ao nariz. Tomei banho meia hora antes de sair pra casa dela.
LĂĄ pelas oito da noite eu liguei. Quem abriu foi o RaĂșl e a gente se cumprimentou com entusiasmo. Por um momento, cheguei a me sentir meio... nĂŁo culpado, mas estranho pelo que tinha rolado com a mulher dele no dia anterior. Voltei a mim quando entrei e ele me ofereceu uma cerveja.
Sentamos no sofĂĄ e ela me disse de novo que a parada tava muito ruim na empresa dela e que logo teria que ir pra nĂŁo sei onde trabalhar, talvez em janeiro, o que significaria vir sĂł alguns fins de semana.
Lamentei, mas por dentro, de certa forma, isso me dava mais liberdade pra lidar com a Eva. Como eu nĂŁo via a Eva nem o pequeno em lugar nenhum, perguntei por eles.
- A Eva tĂĄ no quarto do menino, deve estar brincando com ele e lendo aquele livro.
â Que livro?
â Esse aĂ, o do Grey, que uma irmĂŁ deixou pra ele.
Sorri e falei pro RaĂșl que aquele livro tinha mudado o jeito de ver e saborear o sexo de vĂĄrias minas. NĂŁo li, mas foi isso que me contaram. AĂ comentei com ele que seria uma boa a Eva se enfiar nessa parada, nos joguinhos que tinham naquele livro...
â Ainda nĂŁo conseguiu gozar dentro...? â comecei a perguntar pra ele.
â Qual Ă©, cara â ele me disse. â Desse jeito, vou gozar na boca da Susana antes do que na dela â falou bem baixinho.
Susana, como vocĂȘs lembram, era colega de trabalho dela.
- E aĂ, entĂŁo Ă© assim que vocĂȘ treina, haha - soltei.
Ele riu.
â Tem alguma novidade com ela? â perguntei.
- Nada, mas depois da ponte de dezembro... com certeza vou ter que ficar até tarde de novo... e ela também.
- Puxa... - sorri -, vamos ver o que acontece entĂŁo, vocĂȘ tem que me contar.
â Por um lado, cĂȘ sabe, nĂŁo quero que nada aconteça â disse de novo baixando a voz â, mas por outro...
JĂĄ tĂĄ morrendo de vontade, hein.
- Isso.
â Te entendo â falei â todo mundo gosta de um puta tesĂŁo.
Ei, Rober" â ela me disse â "Aquilo que rolou outro dia...
â JĂĄ, jĂĄ â falei pra ele. â A gente tava bĂȘbado, jĂĄ conversamos por telefone. Relaxa. Olha â e me aproximei dele, entrando no MODO ConfissĂŁo â o que vocĂȘ e a Eva quiserem fazer nĂŁo Ă© da minha conta, mas se um dia vocĂȘ quiser que eu participe do jeito que for numa parada de vocĂȘs... me avisa, somos amigos.
- O que vocĂȘ tĂĄ dizendo? - perguntou, espantado.
- Porra, Raul, tĂŽ falando que outro dia a Eva tava pronta pra fazer qualquer coisa na minha frente. E eu sĂł ia ficar olhando vocĂȘs. E vocĂȘ tambĂ©m tava excitado. Ă disso que eu tĂŽ falando.
â Ah â disse ele, meio surpreso, dando um gole na cerveja.
- VocĂȘ jĂĄ sabe.
- Beleza, vou levar isso em conta, haha, nunca se sabe o que o ĂĄlcool pode provocar, haha.
SĂł esse comentĂĄrio dela jĂĄ me deixou com tesĂŁo, pensar que um dia eu poderia contar pra Eva, ou sugerir que eu visse elas fazendo, ou ela chupando a rola dela... Era uma porta que eu nĂŁo queria fechar de jeito nenhum enquanto eu tava tendo o meu lance com Eva...
- E depois disso... vou cumprimentar sua mulher - me levantei e entrei corredor afora.
Cheguei no quarto do pequeno, que jĂĄ tinha dormido. E a Eva, deitada de um lado da cama, tava lendo Cinquenta Tons de Cinza.
- Oi - falei baixinho.
â Ah, oi â ela disse.
â O que vocĂȘ tĂĄ lendo?
E me mostrou a capa.
- uuuhhh, esse livro é bom, né?
- A verdade... Ă© que sim - disse ela sorrindo.
- Do mesmo jeito, vocĂȘ aprende umas coisas...
- Sei não, mas då... segurança no sexo, acho.
- E brincadeiras.
â Sim â disse ela.
â Adoro jogos â falei, olhando bem nos olhos dela.
Ela levantou os olhos e cruzou o olhar com o meu.
- Com certeza vão começar a me dar tesão.
- Isso tĂĄ bom...
- JĂĄ vamos jantar?
- Tamo bebendo cerveja. Te trago uma?
- NĂŁo, jĂĄ vou, termino esse parĂĄgrafo e vou.
â Vale.
NĂŁo quis tocar em nada do dia anterior, atĂ© porque o RaĂșl tava por perto. Parecia que nada tinha acontecido, pelo menos nĂŁo notei nada estranho nela. Ela jĂĄ tava se acostumando com o que eu dava pra ela, e com o jeito que eu dava.
Depois continuamos conversando os trĂȘs, sobre a possĂvel saĂda do trabalho do Raul e algumas coisas do dia a dia, alĂ©m de filmes, mĂșsica e uns papos assim.
Depois do jantar, fomos pro sofĂĄ, e quando Ăamos colocar um filme, o RaĂșl falou que tinha batido a vontade dele de cagar e que ia no banheiro, kkk. Sentei no meu lugar e a Eva do meu lado esquerdo. Aproveitei pra falar baixinho com ela:
- Hoje vocĂȘ nĂŁo bebeu.
- NĂŁo - disse ela, pegando o livro do Grey, que tinha trazido pro sofĂĄ e tava viciada.
- TĂĄ satisfeita com o que rolou ontem.
- CĂȘ acha? - falou me olhando e fazendo uma cara de putona da porra.
- Talvez nĂŁo entĂŁo.
â A verdade â disse ela, afastando o livro e se inclinando sobre o meu rosto â Ă© que tĂŽ com muito tesĂŁo. Esse livro me deixa com tesĂŁo, e solta mais que bebida, ou quase isso. EntĂŁo vou continuar lendo, e depois a segunda parte, e a terceira...
- Acho genial - falei, aproximando um pouco minha boca da dela.
Ela se afastou um pouco pra que nossos lĂĄbios nĂŁo se encostassem.
- E sabe o quĂȘ? Daqui a pouco peço pro teu amigo me foder igual fazem nesse livro.
NĂŁo falei nada.
Ouviu-se a descarga no banheiro, o RaĂșl devia estar saindo. EntĂŁo, quando o barulho da descarga parou, a Eva completou:
â O mesmo que te peço Ă© que faça algo por mim, quem sabe... ainda te devo aquela gozada que vocĂȘ teve quando me bateu uma ontem... â acrescentou, me olhando e depois desviando o olhar, mergulhando na leitura.

Continua...
4 comentĂĄrios - A gostosa peituda do meu amigođ8