Así me hice bien puta III

Já bem estabelecida no meu papel de Lorena (a transsexual safada), cada vez ficava mais difícil ir ao meu trabalho de frentista como Lorenzo. Mesmo vestido de homem, continuava me sentindo mulher e estava começando a ter dificuldade em manter as aparências. Mal podia esperar para voltar ao apartamento de Ernesto (que continuava sem aparecer, a não ser por alguma mensagem no WhatsApp) para me vestir e soltar a Lorena (a transsexual safada). Então, ao chegar, descansei um pouco e comecei a me produzir. Saí para caminhar, curtindo os elogios e as mãos bobas. Peguei um metrô na hora do rush só para ser apalpada por todos. Depois, voltei ao apartamento com a esperança de encontrar Alejo. Queria que ele me comesse de novo, mas não queria ser eu a ligar. Em vez disso, me deparei com Jorge, o zelador. Fiquei gelada porque pensei que ele nunca me tinha visto assim, toda vestida de mulher. Mas os zeladores veem tudo. Percebi isso quando ele passou do meu lado e me cumprimentou em voz alta com meu nome masculino: "Lorenzo, quero falar com você", disse ele. Fiquei muda, e ele continuou: "Desculpa... qual é o seu nome feminino?" Gaguejei e disse: "Lo... Looo... Lorena". E ele insistiu: "Desculpa, Lorena, quero falar com você. Te acompanho no elevador". Não disse uma palavra, e ele me seguiu até o elevador. Eu não conseguia nem falar, e no tempo que levamos para chegar ao 12º andar, ele brevemente me explicou que Ernesto (o dono do apartamento) era um investidor que tinha vários apartamentos como o que eu morava (nada que eu já não soubesse) e que ele era o responsável pela segurança desse e de mais alguns prédios. E que, como tal, tinha acesso às câmeras de segurança. Eu ainda não estava entendendo o que mais tarde ficaria exposto como um claro chantagem. Ele disse — e aí comecei a entender — que não sabia se talvez fosse conveniente apagar certas imagens das câmeras. Chegamos ao andar, e ele pediu para entrar no meu apartamento. Eu disse que estava muito cansada, que deixávamos para amanhã, e ele pediu um segundo. Nesse momento, me mostrou vídeos do corredor onde claramente dava para ver Alejo entrando e saindo do meu apartamento. na noite anterior, e um beijo que damos de despedida, pedi de novo pra gente conversar amanhã e ele disse: não tem tempo, ou apaga antes das 24 horas ou não apaga mais. Irritada, deixo ele passar, e uma vez lá dentro pergunto o que ele quer em troca por apagar os vídeos, a resposta dele era óbvia... com um sorriso libidinoso ele diz "tudooo seu" você é muito gostosa, se o Ernesto ver esses vídeos com certeza te bota daqui (apesar de eu ter me acostumado com o conforto, ser expulsa não me importava tanto, mas tinha medo de uma represália maior) e ele diz: seria uma pena se ele te botasse e eu não puder mais te ver, mas? O que eu ganho só com te ver? E começa a me tocar, eu chorava de indignação, o Jorge não era nada mal, possivelmente teria transado com ele se ele tivesse pedido, mas a situação me deixava desconfortável, pedi pra ele ficar à vontade e me esperar, fui ao banheiro, depois de alguns minutos me recompus e tomei um banho, me arrumei bem puta, afinal se vou ser puta, vou ser direito, saí e dei uma foda no cabra que ele não esquece mais, chupei o pau dele até me engasgar pra poder lamber as bolas, subi nele e enfiei o pau todo no meu cu, cavalguei até ele gozar dentro de mim, e voltei a mamar, beijei a bunda dele e gemia de prazer, acho (embora ele não tenha dito nada) que ele queria que eu o penetrasse, mas eu sou totalmente passiva, quando ele ficou duro de novo virei de costas e pedi pra ele me comer de quatro, ele gozou dentro de mim de novo e ficou exausto, me elogiou por ser uma puta tão boa, e me prometeu apagar qualquer vídeo que me comprometesse se eu continuasse fazendo "favores" pra ele sem pensar eu disse que sim, e depois percebi que também ia ser a putinha dele, na verdade gostei de como o Jorge me comeu, mas ainda me incomodava um pouco o chantagem, sabia que ia ter que transar com ele mil vezes mais, mas hoje não queria ficar com o cheiro dele, com ele sendo o último a me comer, queria apagar isso, então tomei banho de novo, me arrumei bem, dessa vez salto alto, meia arrastão, e um vestidinho curto, Fui ao apartamento do Alejo pra levar uma boa metida, mas ele não estava. Então saí pra rua e, a meio quarteirão, a buzina de um carro me parou. O motorista, um cara de uns quarenta e poucos, baixou o vidro e me perguntou quanto eu cobrava. Quase o xinguei — eu não faço isso —, mas pensei: e por que não? Pelo carro (importado) e pelas roupas, era óbvio que ele tinha grana. Pedi cinco mil. "Pesos?", ele perguntou. "Sim, pesos", respondi. "Entra", ele disse. Tirou 100 dólares (uns sete mil pesos) de uma carteira onde tinha, calculo, mais uns dois mil. Fomos a um hotel, ele me deu uma metida monumental, quis gozar na minha boca e que eu engolisse. Pelo que tinha cobrado, não era justo recusar nada, então balancei a cabeça enquanto chupava ele e, em segundos, minha boca encheu de porra fervendo. Quase me engasguei, mas engoli tudo, o que deixou ele ainda mais excitado. Ele me deu com força, de quatro, pediu meu número porque queria me ver de novo. Passei. Agora também sou a putinha dele.

1 comentários - Así me hice bien puta III

sos una genia y muy puta !! solo faltarian unas fotos tuyas para conocerte mejor !!