Depois daquela vez, continuei me encontrando com o Ernesto (é assim que ele se chama) e, embora ele tivesse dito que eu era só mais uma vadia, parecia que eu era a preferida dele. A gente se via no mesmo apartamento umas 2, 3 vezes por semana ou mais. Ele me deu um jogo de chaves pra eu poder esperar ele lá, e até deixava eu ficar por lá, já que ninguém mais usava o lugar. Ele me comprava lingerie e roupas de puta que eu usava só com ele, claro. Assim foram as primeiras semanas... Depois, ele passou a vir só uma vez por semana, e até chegou a ficar mais de 15 dias sem aparecer. Eu me sentia muito irritada. Falo no feminino porque, quando tô no papel de vadia, sou a Lorena e me sinto mulher... Depois, quando vou pro meu trampo de frentista no posto, sou o Lorenzo, um homenzinho completo... Mas a Lorena começou a se comportar mal. No começo, eu só me vestia de puta e dava uma volta pelo Boedo. Adorava quando me cantavam, me seguiam, e até quando me tocavam, mas não passava daquilo. Uma noite, ao voltar pro apartamento, quando tava quase entrando, vejo o Alejo, meu vizinho, que me diz: "Me desculpa, a porta bateu e eu deixei o celular lá dentro. Não me empresta o seu pra eu ligar pro meu irmão trazer as chaves?" O Alejo é um amor de pessoa. Olhei pra ele, tava vestido com roupa de casa, mas descalço e cheirava muito bem, um perfume gostoso... Dei meu phone pra ele e, enquanto ele falava, abri a porta, entrei e deixei a porta entreaberta pra ele continuar falando. Depois de um minuto ou pouco mais, ele se aproxima da porta pra me devolver o celular. Perguntei se tava tudo bem, ele respondeu que sim, muito obrigado. Aí convidei ele pra entrar até o irmão chegar com as chaves. Ele disse que não, que não queria incomodar, que o irmão ia demorar porque tava meio longe. Insisti de novo e dessa vez ele aceitou. Eu não sabia o que fazer... Queria comer ele de colher, mas não conseguia lidar com a situação, então entreguei o controle pra ele... Falei que precisava tomar um banho, que colocasse uma música e se servisse uns drinks... Ele disse que não, que tava bem assim. Então eu falei: que a música é pra mim, e os drinks pra compartilhar, que é o mínimo que eu podia fazer pra retribuir o favor, trocamos um sorriso cúmplice e fui rapidinho pro banheiro, tomei um banho rápido, me maquiei leve e coloquei a melhor calcinha fio dental, mas com um roupão que, apesar de curto, não era nada transparente, nada de salto nem sapato, só umas meias soquete, e pronto, tava sexy mas não provocativa, pelo menos não demais. Vou até o Alejo, que tinha colocado uma música suave e preparado umas margaritas, ele me oferece o copo, a gente brinda e fica se olhando por dois segundos, pergunto quanto tempo o irmão dele ia demorar e ele responde "o suficiente", quando vou perguntar suficiente pra quê, ele me pega pela cintura e tenta me beijar, consigo desviar o beijo mas não consigo — ou não quero — fazer ele me soltar, os braços dele são muito fortes, quero falar que sou uma transexual, mas antes de dizer, ele fala que sabe exatamente o que eu sou, e que eu sou gostosa, a gente se beija com tesão e eu levo minha mão até a braguilha dele, já dava pra sentir que o pau dele tava durasso e era bem grande, desço pra chupar ele, era um pau lindo, enorme, duro, cheio de veias, sinto que quero o gozo dele na minha boca mas ao mesmo tempo quero o pau dele enfiado no meu cu, me viro e me deito no sofá, deixando minha bunda pra cima e à disposição dele, ele puxa um pouco minha calcinha de lado e com os dedos começa a me dilatar, depois com a língua, enchendo tudo de saliva, eu já não aguentava mais e imploro pra ele me comer, ele encosta a ponta do pau, tava fervendo, devagar foi enfiando, doía pelo tamanho, mas ele sabia o que tava fazendo, além disso, meu tesão levava minha libido a níveis inimagináveis, sentia aquele pau entrando e saindo do meu cu, me deixando louca de excitação, depois de uns minutos ele se apoiou em mim e sussurrando no meu ouvido disse que ia gozar, me perguntou onde eu queria o gozo, só de ouvir isso já tive um orgasmo violento, o que apressou o dele e ele terminou literalmente tudo dentro do meu cu. Sentir aquele jato de porra fervendo me fez gozar de novo, e ficamos uns minutos parados, assim, ele dentro de mim e nos acariciando. Depois nos limpamos um pouco e terminamos de tomar as margaritas. Perguntei, só por perguntar, quando o irmão chegava, e ele sorriu. Me pediu pra não ficar brava, mas que aquilo tinha sido invenção dele pra poder ficar comigo. A verdade é que me senti um pouco otária, porque tinha acreditado, mas a ideia de ter sido seduzida com aquela lábia era boa. Eu sorri e falei que, se ele queria me comer, bastava ter me dito, e que podia me comer quantas vezes quisesse. Agora também sou a putinha dele.
1 comentários - Assim que virei uma putinha II