Acho que nunca lidei com um corno como eu, claro que não é um assunto que se discute com qualquer um... No que me diz respeito, quanto mais homens usarem a Erika sexualmente, melhor pra mim. Vamos ao que importa depois dessa breve reflexão. Numa das várias vezes que a levei pra buscar encontros casuais, sem nada especial em mente, passei por um posto de gasolina (cada país chama de um jeito) no meu estado, nem todos têm banheiro aberto 24 horas, e esse foi um deles. A Erika queria ir ao banheiro e insistiu pra eu pedir permissão pro frentista, um cara jovem, não muito bonito, mas também não era feio de todo. Então, depois que abasteci, pedi o favor de deixar minha acompanhante usar o banheiro. Desconfiado, ele olhou pra gente, focando nas pernas dela. "Senhor, na verdade não posso liberar os banheiros depois de certo horário, os assaltantes usam isso de desculpa." Eu ri de boa vontade: "Olha, se eu quisesse te assaltar, não traria essa mulher vestida desse jeito." Ela abriu um pouco as pernas pra melhorar a vista do rapaz, que pensou um pouco, mandou eu estacionar o carro quase na frente de uma daquelas lojas 24 horas e disse pra ela acompanhá-lo pra abrir a porta. Ela foi na frente dele, dando um show com aquele rabão rebolando de forma safada. Foi nesse momento que me veio a ideia de que aquele jovem podia ser o sortudo a provar da carne da minha putinha. Então, quando ela saiu, expliquei rapidinho minha ideia: "Ele não é feio, vou tentar seduzi-lo." Voltei pra falar com ele, e foi isso que aconteceu, segundo o relato que ela me contou depois...Como você viu, fui falar com ele. Enquanto andava, tirei um brinco e coloquei no meu decote. Disse que se ele me deixaria entrar no banheiro de novo porque tinha perdido o tal brinco, que era um presente muito precioso, enquanto fazia caretas e deixava ele olhar. apreciar o pouco que a blusa cobria, ela me disse que em um momento abria, só que eu deixasse ela terminar de atender o carro na bomba, um instante depois colocava uma placa na ilha do posto pra avisar os clientes que estava fora de serviço, me acompanhou até a entrada e deixou eu entrar, vi de relance ele parado na porta, entrei rápido no banheiro e tirei o sutiã e a calcinha fio dental, me olhei no espelho pra ver se os mamilos apareciam e até apertei um pouco pra ficarem duros, a roupa guardei na bolsa e chamei ele em voz alta esperando que entrasse, insisti umas duas vezes achando que não tinha ouvido e ouvi os passos dele lá dentro, o que foi senhorita? — é que perdi meu brinco, o senhor podia me ajudar a procurar? Enquanto virava e me inclinava pra mostrar praticamente minha bunda nua, ouvi ele pigarrear e ele fez que tava procurando, mas olhando direto pra minha entreperna, eu abria as pernas de leve garantindo que ele visse tudo, arrumei a blusa pra quando endireitasse o corpo um dos meus mamilos ficasse mais exposto, me fazendo de sonsa falei num tom feliz, achei, muito obrigada por ajudar... Ao falar isso coloquei o brinco e ele não parava de olhar meu peito que tava quase de fora. O coitado parecia nervoso, então seguindo meu papel, fui em direção à saída, ele virou atrás de mim e agora finjo escorregar no chão, o rapaz rápido esticou os braços e não sei se de propósito uma das mãos dele foi parar na minha teta, de propósito encostei a bunda nele e senti o pau dele bem duro, ele ao sentir minhas nádegas no pau dele apertou meu peito e eu soltei um gemido que não foi nada fingido, fazer todo aquele show me deixou puta perdida, sentia minha lubrificação escorrendo pela coxa e queria de qualquer jeito que ele me fodesse, passei a mão pra trás e peguei no pau dele, ele tava igual ou mais tesudo que eu, sem soltar meu peito com a mão livre ele desceu por completo a blusa pra apertar de um jeito quase selvagem minhas tetas, o que eu curti pra caralho. É uma merda ter que guiar os caras pra me fazer gozar, então enquanto ele se distraía com as minhas meninas, eu peguei uma camisinha da bolsa e com ela na mão, abaixei o zíper dele. O pau dele pulou pra fora, tava muito duro. Eu me abaixei pra chupar ele e abri a camisinha. Ele empurrava minha cabeça com força, fazendo meus lábios chegarem até a base do pau dele — não muito comprido, mas bem grosso. Como pude, consegui me soltar e coloquei a camisinha. Me levantei, virei de costas. Ele, sem hesitar, mandou eu abrir as pernas, me curvei um pouco na pia e, de uma estocada só, me penetrou. Dava pra ver no espelho como aquele filho da puta não parava de olhar o pau dele entrando e saindo da minha pussy. Tava tão tesuda que meu orgasmo tava prestes a explodir com muita força, então comecei a pedir pra ele meter mais forte. Com minha mãozinha, eu torcia um dos meus mamilos pra aumentar o orgasmo. E foi assim: em menos de vinte segundos, senti as ondas de prazer. Eu apertava e soltava a pussy involuntariamente, a força das pernas tava falhando. Ainda não tinha terminado aquele orgasmo quando outro chegou, mais intenso que o primeiro, enquanto ele, agarrado na minha cintura, me comia com violência. Três orgasmos já tinham feito de mim a presa dele quando o desgraçado grunhiu nas minhas costas, se agarrou nas minhas tetas apertando mais do que no começo e encaixou o pau o mais fundo que pôde. O calor do gozo dele me permitiu sentir, mesmo com a proteção, a temperatura da porra. Caí de joelhos no chão frio, e ele, tirando a camisinha, enfiou o pau ainda duro na minha boca. Limpei ele todo e, beijando ternamente a cabeça do pau, falei que tinha que ir embora. Ele ficou quase sentado na pia, com o pau já mole pendurado pra fora da calça, e eu saí pra vir te contar isso. Vamos pra casa que eu quero que você termine o que ele começou...
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