asi me hice bien puta

Pessoal, esse relato eu posto só pelo prazer que me dá escrever… o tesão de lembrar cada momento desses meses me arrepia a pele. Tenho 23 anos, até um ano atrás só tinha saído com garotas da minha idade ou um pouco mais novas, dava pra dizer que era hétero, embora tivesse uma certa curiosidade, saca? … bom, além disso, vou acrescentar que trabalho como frentista num posto de gasolina onde conheci uma veterana que começou a me seduzir, 42 anos, muito gostosa a cutie e muito safada, foi ela quem me iniciou com o dedinho, beijo grego e não demorei pra me deixar convencer a fazer com o cinturão, verdade que doeu e na primeira vez não curti tanto, mas me deu muito tesão, o suficiente pra repetir na semana seguinte. Minha surpresa foi que, como eu tinha dito várias vezes, eu fantasiava em ser penetrado e me masturbava com esses pensamentos, tendo umas ereções terríveis e orgasmos hiperexplosivos, e embora tenha gostado de ter o cu arrombado, meu pau não ficava duro, muito pelo contrário. Como não tinha amigos pra conversar sobre isso, comecei a procurar gente pra trocar ideia e falar disso, fiz muita amizade com uma mina TV, que me disse que eu tinha que experimentar com uma rola de verdade e, convenientemente, se ofereceu pra ser ela a me domar. Chegou o dia do primeiro encontro (teve vários) e realmente gostei, me diverti muito, mas a questão da ereção era a mesma, eu gozava mas com meu pau totalmente mole, e nessa altura a verdade é que não tinha vontade de fazer de novo com uma mulher, me sentia muito confortável no papel de gay passivo. Por conta própria, pensei que talvez com um homem de verdade fosse diferente, e assim passaram alguns da mesma forma, até que chegou o homem, meu male, um cara já bem maduro de quase 60 anos, mas muito bem resolvido, pela postura, pelo físico e também pelo dinheiro que ajudava ele a se vestir bem e levar uma boa vida, extremamente sedutor e intuitivo, conheci ele numa festa na casa de uma amiga, eu vestido normalzinho, ele se aproximou, me pegou pelo braço e Sussurrou no meu ouvido: "você é uma puta do jeito que eu gosto". Antes de acabar a reunião, ele disse: "te levo até sua casa". Eu aceitei, mas na real ele me levou pra casa dele, um apartamento que ele tinha. Já acostumado com encontros casuais, eu tinha levado uma roupinha na mochila. Pedi pra ir no banheiro me trocar, tomei uma ducha rápida, vesti uma tanga e uma camisolinha. Tenho 1,65m, peso 60 kg e sou completamente lisinho. Foi a primeira vez que vi vantagem em não ter ereção — com aquela microtanga, meu pau quase não aparecia, e na meia-luz eu andava feito uma puta. Ele tinha colocado música e, assim que me viu, me pegou no colo, me beijou com gosto, e eu, desesperado, meti a mão no volume dele. Ele tem um pau enorme, igual ou maior que o dos atores pornô. Chupei o melhor que pude, mas não cabia na minha boca. Mesmo assim, fiz ele gozar bastante. Quando minha mandíbula já não aguentava mais, ele me segurou pelo braço, me colocou de bunda pra cima e, enquanto segurava minhas duas mãos nas costas com um braço, com a outra mão passava vaselina na minha bunda. Quando ele encostou a ponta daquela pica monstra no meu cu, eu fechei os olhos e apertei os dentes. Pensei que ia morrer de dor — era o dobro de tudo que já tinha enfiado em mim até hoje. Mas não. Devagarzinho, ele foi metendo. Quando doía um pouco, ele parava. Em segundos, meu cu se acostumava e ele voltava. Assim, ele meteu tudo. Quando tava inteiro dentro de mim, passou meus braços esticados por cima da minha cabeça e continuou segurando eles com uma mão. Jogou todo o peso do corpo em cima de mim e começou a bombar. Naquela noite, eu tive o que depois descobri chamar de orgasmo seco. O que eu lembrava de um orgasmo, como era a sensação no meu pau, senti a mesma coisa, mas muito mais intenso, no corpo inteiro. Como se meu corpo todo fosse um pau duro prestes a explodir. Eu gemia e me contorcia de prazer. Ele gozou sem perguntar dentro de mim. De repente, senti um jato de porra fervendo lá dentro, bem no fundo do meu cu, e tive outro orgasmo seco. Ficamos assim uns minutos depois, eu tirei devagar, fui pro banheiro, tomei um banho e voltei com uns drinks. A gente tomou aqueles drinks quase sem falar, só com uns carinhos de leve, não precisava de mais nada. Depois eu tomei um banho rápido e ele me levou pra casa. Eu me senti mulher, pela primeira vez me senti uma puta. De tanta emoção, perguntei: "Sou sua putinha, pai?" E ele respondeu: "Não, você é só mais uma puta que vou comer quando eu quiser." No começo, me senti mal com a resposta dele, mas no fim ele foi sincero, e eu era exatamente o que tava procurando ser: uma boa puta.

1 comentários - asi me hice bien puta