Olá, porra! Sou novo aqui e percebi que o pessoal posta umas histórias eróticas. Então vim contar uma parada que tá rolando com uma amigona da minha mãe. Faz um mês, minha mãe pediu pra uma amiga velha ajudar com os serviços de casa, porque a empregada que a gente tinha antes pediu demissão por causa de mudança. Precisando do trampo, a amiga da minha mãe topou e ficou com o serviço que a minha mãe ofereceu. Na mesma noite que minha mãe falou com ela pra oferecer o emprego, ela veio falar comigo pra contar e perguntar o que eu achava. — Filho, o que você acha de eu contratar a Marlene como nova empregada? — Tanto faz, mãe, você conhece ela e sabe que não vai ter problema. — Sei, filho, além disso eu queria contratar alguém de confiança pra cuidar da casa. A conversa acabou e fomos dormir. Em casa só tem eu e minha mãe, ela tem 42 anos e eu 20. Já a amiga dela tem 38. No dia seguinte, Marlene chega pra começar o serviço, e a gente teve uma conversa rápida porque minha mãe ia sair pra trabalhar. — Bom dia, Marlene, que bom que você chegou cedo, vou te dar uma lista com o que precisa fazer aqui em casa. — Claro, Maria, mas não demora muito que você vai se atrasar pro trabalho. Minha mãe foi trabalhar e Marlene começou a arrumar a sala enquanto eu via TV. Aí, em uns 10 minutos, ela puxou conversa comigo. — E aí, garotão, como você tá? — Oi, Marlene, tô bem, obrigado, e a senhora? — Também tô bem, agradeço demais vocês terem me dado esse emprego, porque tava precisando muito de grana. — Relaxa, não precisa agradecer, você sabe que eu e minha mãe estamos aqui pra te ajudar no que precisar. — Muito obrigada, sério. Sinceramente, a amiga da minha mãe é uma coroa gostosa, curvilínea, que ainda dá muito tesão. A gente foi pegando confiança conforme... Os dias foram passando, a proposta que fiz "de brincadeira" de pagar ela pra transar comigo.
— Bom dia, Marlene, vejo que hoje você tá mais radiante do que nunca.
— Kkkk, que sem-vergonha, me deixa trabalhar.
— Não, sério, de verdade, eu até daria um extra do que minha mãe te paga se você deixasse eu transar comigo.
— Kkkk, que coisa você fala, parece um moleque tarado.
Dois dias depois, a Marlene deu o próximo passo em relação ao que eu tinha proposto.
— Bom dia, Paco, posso falar uma coisa?
— Bom dia, Marlene, claro, você sabe que pode confiar.
— Então, sobre o que você me disse anteontem, fiquei pensando e...
Obviamente eu sabia do que ela tava falando, mas me fiz de desentendido e deixei ela continuar.
— Que coisa? Fala, sabe que não tem problema.
— Ahm, aquela do dinheiro extra em troca de transar comigo...
— Você toparia?
— Sim, bom, se for sério mesmo, sim, porque eu tô precisando de uma grana extra... Mas você vai me pagar mesmo? Não quer só me comer e não me dar um centavo.
— Claro, e pra você ver que sou homem de palavra.
Nessa hora, fui pro meu quarto, peguei o dinheiro e falei: foda-se, 50 dólares, aceita?
— Claro, com o que a gente vai começar?
— Sei lá, quem manda aqui é você, que é mais experiente.
— Kkkk, que fofo você soou.
Naquele momento, Marlene tirou a blusa e jogou no chão, depois tirou o sutiã e começou a esfregar as tetonas naturais dela no meu rosto.
— A gente tem tempo pra caramba pra isso.
— Ah, sim, Marlene, ah, sim.
Naquela hora, eu esfregava e beijava as tetonas dela, meu pau já tava bem duro, só queria que ela começasse a chupar pra eu poder comer o cu dela.
— Bom, acho que a gente já pode partir pro prato principal de uma vez.
— Claro que não, isso aqui tá só começando.
Eu abaixei minha calça, e ela sorriu de um jeito perverso e puxou minha cueca.
— Ah, é isso que você quer, garotinho tarado.
— Claro, então começa a chupar meu pau de uma vez.
Ela começou a engolir meu pau inteiro até a garganta. Ela realmente se engasgava e babava tudo. Do tamanho e da grossura que meu pau tá.
—Não fode, é pau demais pra alguém da sua idade.
—Continua, e para de falar tanto.
—Ah, você é um maldito tarado, insaciável. Depois de um tempo chupando meu pau.
—Cansou minha boca pobre com seu pênis, agora é sua vez de me dar um pouco de prazer, pelo menos.
—Ah, claro, Marlene, se é isso que você quer. Então levantei ela, abaixei a calça junto com a calcinha, inclinei ela e enfiei no rabão dela.
—Ah, sim, Paco, não para, isso é tão gostoso! Eu só passava minha língua do cu pra buceta, uma vez e outra, e ela só gemia e pedia pra não parar, até que chegou a hora.
—Para, me dá seu pau, não aguento mais!
—Vamos começar com o que é bom. Nessa hora, fiquei de pé, ela tava de quatro e eu enfiei meu pênis.
—Ai, caralho, isso é ainda melhor. Você é novo demais pro pau que carrega.
—Eu sabia que essa bunda ia ser minha!
—Ah, sim, papai, mete forte, não para!
—Vou ter que alargar essa bunda apertadinha.
—Não, espera, ainda não tô preparada pra isso, só aproveita minha buceta até cansar.
—Da próxima vez, você não escapa.
Fodi ela por quase uma hora sem parar e gozei tudo dentro da bucetinha apertada dela.
—Você é um babaca, ainda posso engravidar!!
—Hahaha, e o que você vai fazer? Contar pra minha mãe que eu te comi igual um animal em troca de dinheiro?
—Não seja idiota, como você acha que vou falar disso pra sua mãe?
—Ué, do jeito que você tá reclamando, como se pílula não existisse.
A gente se vestiu, dava pra ver que ela não comia um pau há muito tempo, porque ficou exausta e tava na cara. Amigos, é isso aí, meu relato de hoje. Sei que essa coroa de rabão vai querer meu pau enfiado de novo, mas dessa vez no cuzão dela. Espero que tenham gostado desse post.
— Bom dia, Marlene, vejo que hoje você tá mais radiante do que nunca.
— Kkkk, que sem-vergonha, me deixa trabalhar.
— Não, sério, de verdade, eu até daria um extra do que minha mãe te paga se você deixasse eu transar comigo.
— Kkkk, que coisa você fala, parece um moleque tarado.
Dois dias depois, a Marlene deu o próximo passo em relação ao que eu tinha proposto.
— Bom dia, Paco, posso falar uma coisa?
— Bom dia, Marlene, claro, você sabe que pode confiar.
— Então, sobre o que você me disse anteontem, fiquei pensando e...
Obviamente eu sabia do que ela tava falando, mas me fiz de desentendido e deixei ela continuar.
— Que coisa? Fala, sabe que não tem problema.
— Ahm, aquela do dinheiro extra em troca de transar comigo...
— Você toparia?
— Sim, bom, se for sério mesmo, sim, porque eu tô precisando de uma grana extra... Mas você vai me pagar mesmo? Não quer só me comer e não me dar um centavo.
— Claro, e pra você ver que sou homem de palavra.
Nessa hora, fui pro meu quarto, peguei o dinheiro e falei: foda-se, 50 dólares, aceita?
— Claro, com o que a gente vai começar?
— Sei lá, quem manda aqui é você, que é mais experiente.
— Kkkk, que fofo você soou.
Naquele momento, Marlene tirou a blusa e jogou no chão, depois tirou o sutiã e começou a esfregar as tetonas naturais dela no meu rosto.
— A gente tem tempo pra caramba pra isso.
— Ah, sim, Marlene, ah, sim.
Naquela hora, eu esfregava e beijava as tetonas dela, meu pau já tava bem duro, só queria que ela começasse a chupar pra eu poder comer o cu dela.
— Bom, acho que a gente já pode partir pro prato principal de uma vez.
— Claro que não, isso aqui tá só começando.
Eu abaixei minha calça, e ela sorriu de um jeito perverso e puxou minha cueca.
— Ah, é isso que você quer, garotinho tarado.
— Claro, então começa a chupar meu pau de uma vez.
Ela começou a engolir meu pau inteiro até a garganta. Ela realmente se engasgava e babava tudo. Do tamanho e da grossura que meu pau tá.
—Não fode, é pau demais pra alguém da sua idade.
—Continua, e para de falar tanto.
—Ah, você é um maldito tarado, insaciável. Depois de um tempo chupando meu pau.
—Cansou minha boca pobre com seu pênis, agora é sua vez de me dar um pouco de prazer, pelo menos.
—Ah, claro, Marlene, se é isso que você quer. Então levantei ela, abaixei a calça junto com a calcinha, inclinei ela e enfiei no rabão dela.
—Ah, sim, Paco, não para, isso é tão gostoso! Eu só passava minha língua do cu pra buceta, uma vez e outra, e ela só gemia e pedia pra não parar, até que chegou a hora.
—Para, me dá seu pau, não aguento mais!
—Vamos começar com o que é bom. Nessa hora, fiquei de pé, ela tava de quatro e eu enfiei meu pênis.
—Ai, caralho, isso é ainda melhor. Você é novo demais pro pau que carrega.
—Eu sabia que essa bunda ia ser minha!
—Ah, sim, papai, mete forte, não para!
—Vou ter que alargar essa bunda apertadinha.
—Não, espera, ainda não tô preparada pra isso, só aproveita minha buceta até cansar.
—Da próxima vez, você não escapa.
Fodi ela por quase uma hora sem parar e gozei tudo dentro da bucetinha apertada dela.
—Você é um babaca, ainda posso engravidar!!
—Hahaha, e o que você vai fazer? Contar pra minha mãe que eu te comi igual um animal em troca de dinheiro?
—Não seja idiota, como você acha que vou falar disso pra sua mãe?
—Ué, do jeito que você tá reclamando, como se pílula não existisse.
A gente se vestiu, dava pra ver que ela não comia um pau há muito tempo, porque ficou exausta e tava na cara. Amigos, é isso aí, meu relato de hoje. Sei que essa coroa de rabão vai querer meu pau enfiado de novo, mas dessa vez no cuzão dela. Espero que tenham gostado desse post.
5 comentários - A nova empregada da mamãe parte 1