
Oi, sou a Jime, tenho 19 anos.

Vou contar minha história pra vocês. Tudo começou quando um dia eu segui meu pai até o lugar onde ele ia toda noite. Ele chegou, abriram a porta pra ele, e eu tive que subir por um muro pra entrar também. Era uma casa velha, onde só via uma piscina e muitos roupões vermelhos — confirmado, era uma seita. Mas a coisa ficou feia quando vi meu pai torturando uma mulher que gritava alto. Eu não conseguia parar ele, por algum motivo eu tava gostando do que via. Na outra sala, uma mulher torturando a minha mãe.

Infelizmente pra mim, minha mãe tava me olhando com uma cara de satisfação que eu nunca tinha visto. Até que ela chamou um homem e disse pra ele me fazer entrar, porque já tava pronta pra começar o processo. Minha mãe chegou perto de mim e mandou eu vestir isso — era um uniforme de enfermeira que ficava justinho em mim.

Foi nessa que meu pai apareceu e me disse: "Isso é o que você ganha por me seguir". Ele pegou meu vestido, levantou e minha mãe me deu um beijo grego que eu curti até que a outra mulher enfiou um dildo na minha mãe e ela me deixou sozinha com meu pai. Ele meteu o pau no meu cu e disse que eu era a putinha dele. Eu falei que sim, porque eu gostava, mas tudo de bom mesmo começou quando ele acendeu umas velas e derreteu elas nos meus mamilos, e outro cara me chicoteava por trás. Depois minha mãe apareceu, vi ela se tocando, se aproximou e me beijou — ou pelo menos foi o que pensei, porque na verdade ela enfiou a língua na minha garganta até eu vomitar, e conseguiu. Assim foi meu começo na seita, onde meu pai era o diretor e minha mãe era a que mais comia por lá. Eu tinha que andar nua com um crucifixo, e um homem diferente tinha que bater na minha nádega que ele mais gostasse. Vi tantos conhecidos: meu vizinho, meu professor de academia, o padeiro da esquina. Todos me pagavam no final do caminho. Lá estava meu pai, o pastor, que eu tive que chupar até ele gozar. Tentei fazer um boquete, mas não saiu direito, meus peitos eram pequenos, então ele deu ordem pra minha mãe apagar o cigarro dela na minha nádega direita. E mandou eu continuar chupando. Eu continuei até ele gozar com meu movimento de sobe e desce. Aí uma velha cravou um bisturi nas minhas costas e arrancou um sorriso de mim, porque a dor é amor.

E depois minha mãe me dá banho pra minha ferida sarar.

E agora sou feliz, compartilho um segredo com meus pais e gosto disso. Agora só ando com uma capa e trouxe umas amigas pra conhecerem o templo.

Esta sou eu agora.. Me ajudariam muito se dessem pontos, já que essa é minha primeira história, valeu.
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