Na manhã seguinte depois daquela fodida gostosa com meu sogrão, acordei com um sorriso de orelha a orelha, daquelas vezes que você se sente completa como mulher, ainda sentia aquelas metidas brutais de pica do meu sogro, ainda sentia minha buceta pulsando, e querendo mais pica, mas infelizmente só tinha a do meu marido pra hoje, domingo, mas ele ainda tava super dormindo no sofá da sala, ainda era muito cedo e eu tava com vontade de sentir uma pica gostosa entre minhas nádegas. Então resolvi ir buscar o Dom Raul no quarto dele, queria ser possuída pelo meu macho, então aproveitei que meu marido continuava bem dormido, vesti umas leggings que uso pra correr e ir na academia, com elas recebia um monte de olhares e cantadas de todos que queriam ter ou aproveitar meus encantos. Saí de casa pela varanda, atravessei o jardim e cheguei no quarto de serviço onde o Dom Raul morava, bati na porta mas apesar da minha insistência ele não abria. Espiei por uma janela que tava meio aberta e de lá dava pra ver perfeitamente tudo lá dentro, e meu macho ainda tava dormindo, mas pude ver de longe como inchava por baixo da cueca aquela pica enorme que eu tanto queria, ao vê-lo ali voltavam na minha mente aquelas sentadas gostosas que eu recebia do Dom Raul, mas parecia que meu macho também sofria de sono pesado e não acordava, não podia bater mais forte com medo de acordar meu querido marido. De repente vejo sair do banheiro pequeno uma garota, e dentro de mim senti uma raiva indescritível, como era possível que eu, uma garota recém-casada, sentisse ciúmes de um cara que não era meu marido, me senti deslocada, e naquele instante, meu marido chegou por trás de mim, me surpreendendo espiando meu inquilino, mas pra minha sorte meu marido ainda tava sonolento e só me perguntou o que eu tava fazendo fora de casa, respondi que ia sair pra correr um pouco, ele não deu importância e voltamos juntos pra casa, naquela manhã fiquei na vontade. do meu macho.
Nos dias seguintes, toda manhã me preparava com minhas roupinhas minúsculas pra esperar as putarias gostosas do meu macho, dom Raúl. E os dias foram passando até que recebi a notícia do meu marido: iam transferir dom Raúl pra outra cidade em breve. Aquela notícia caiu como um balde de água fria em mim, me entristeceu pra caralho e entrei em depressão total. Até meu marido percebeu a mudança e me perguntou se eu tava doente ou algo assim. Ou o trouxa aqui até pensou que eu finalmente tava grávida, mas eu respondi com um não bem seco — como seria possível, se eu tava me cuidando com meus anticoncepcionais? Se ele soubesse de verdade por que eu tava daquele jeito, se soubesse como tão gostoso tão comendo a barby dele na própria cama dele, ele morria mil vezes… E minha agonia era não poder mais aproveitar aquela piroca deliciosa quase todo dia. Ficava pensando comigo: — agora o que vai ser, quem vai encher meus buraquinhos? Claro que quem podia substituir ele sem problema era meu sogro, mas na frente dele eu não podia mostrar toda a puta em que eu tinha me transformado. Além disso, nossos encontros não seriam tão frequentes. Tava numa sinuca mesmo, meu corpo exigia uma boa dose de piroca e, infelizmente, meu marido não conseguia dar o que sua barby linda precisava.
Já tinham passado umas duas semanas da foda gostosa com meu sogro, e dom Raúl, pra minha desgraça, já não tava mais na cidade e eu nunca mais ia sentir aquele pedaço enorme de carne entre minhas pernas. Naquela manhã, eu tava pegando fogo, porque na noite anterior meu marido Ernesto, na tentativa de me comer, só me deixou no meio do caminho como sempre. Definitivamente, meu marido já não me satisfazia mais. Por causa das merdas do trabalho e da pressão, ele não durava quase nada. Nossas relações passaram de prazerosas pra uns míseros 10 minutos de sexo. Pouco tempo, muito pouco tempo pra essa mulher que tava acostumada com putarias gostosas. Mas tive que me segurar, e meu mau humor continuou. até que o Ernesto me sugeriu ir ao médico. No mesmo dia, marquei uma consulta com o doutor, queria aproveitar pra fazer um check-up geral, então agendei com um ginecologista amigo da família do meu marido.
Chegou o dia da consulta com o médico, e claro, meu marido quis me acompanhar. Já estávamos planejando nossa primeira gravidez, então resolvemos aproveitar pra consultar com o doc. Ao chegar no consultório, notei a moça que nos recebeu, muito gostosa por sinal, usando minissaias como as que eu uso. Não pude evitar imaginar que alguém tava comendo aquela garota, e quando olhei pro médico, vi um homem maduro, bonitão, alto, moreno e forte, nada a ver com o típico médico velho, barrigudo e careca. E claro, pensei: esse doutorzinho com certeza tá comendo a secretária dele, hahaha. De certa forma, senti uma mistura de inveja e tesão, mas infelizmente tava acompanhada do meu marido. Entramos na consulta naquela tarde, eu tava usando uma minissaia jeans e uma blusa branca. Assim que entrei, o médico começou a me devorar com os olhos, e meu marido, como sempre, nas nuvens, sem perceber que outro homem na frente do nariz dele tava desejando a mulherzinha dele. Mas fazer o quê, as coisas são assim com meu Ernesto. O médico começou com as perguntas de rotina, e depois me mandou praquela cadeira que a gente odeia, onde abrem as pernas da gente pra examinar. Eu percebia como aquele doutorzinho me olhava, aquele olhar de desejo, mas óbvio, não dava pra fazer muita coisa ali com meu marido. Discretamente, ele começou a me examinar, a me tocar com toda discrição e respeito. Aí o médico percebeu que meu marido tava super ocupado com o celular dele, jogando, e aí o toque do médico ficou um pouco mais ousado. Ele se aproximou do meu ouvido e disse:
— Dona Angélica, com todo respeito, como a senhora é gostosa, e que pernas deliciosas a senhora tem.
Eu fiquei vermelha e não pude evitar que minha bucetinha começasse a ficar molhada. O médico percebeu, e de novo no meu ouvido, disse:
— Vejo que além de gostosa, você é Você tá me esquentando, gostosa. Que bucetinha deliciosa que você tem, que vontade de chupar ela.
Essas palavras me deixaram ainda mais excitada, depois de tantos dias sem receber pica, eu tava pegando fogo, mas impossível, meu marido estava a poucos metros de nós. O doutor começou a tocar minhas pernas e, no exame, passava a mão na minha buceta de um jeito delicioso. Comecei a notar um volume considerável debaixo da calça dele, não tive dúvida de que esse médico tinha um belo pacote. De novo, o doutor se aproximou do meu ouvido e falou:
— Dona Angélica, a senhora pratica sexo anal?
Essa pergunta me fez corar pra caralho. — Por que o senhor diz isso, doutor? — respondi.
— Tô notando um pouco aberto e meio avermelhado.
Com o dedo indicador, fiz sinal pra ele ficar quieto, e com um sorriso safado, ele piscou um olho, tipo dizendo "ok".
— Que inveja de quem aproveita esse buraquinho delicioso... — disse o doutor.
Nessa hora, nós dois távamos pegando fogo, mas estávamos de mãos atadas. Aí me veio uma ideia: tentar devorar esse doutorzinho. Falei pra ele que tinha uns exames que eu tinha feito, que estavam no carro. Pedi pra ele sair do quartinho e mandar meu marido buscar, o que nos daria uns 10 ou 15 minutos. Foi o que ele fez: saiu e mandou o Ernesto buscar os tais exames.
Assim que o Ernesto saiu do consultório, o doutor tirou da calça uma pica de tamanho considerável, grossa e com a cabeça grande. Ele me olhou e disse:
— Olha, Angélica, como você me deixou. Olha o que você vai engolir agora.
— Vai, piranha, mete essa pica deliciosa nessa bucetinha que tá te esperando.
Ele se aproximou de mim, colocou a cabeça da pica na minha buceta, brincou um pouco e, de uma só vez, enfiou tudo pra dentro...
— MMMMM — suspirei. — Que pica gostosa, doutor. Me dá ela toda, aproveita que o bocó do meu marido não tá aqui e curte a mulherzinha dele... Aaaaahhhh... Que delícia, olha como entra, olha como eu engulo ela toda, mmmm aahhhhhhh — eu gemia, tava uma delícia, ou era a vontade de receber uma pica grande.
— Dona, que delícia. Essa raba deliciosa que você tem, hein? Tô vendo que seu marido é um baita dum cuck, né?
– Buceta, enfia em mim, me dá mais pau, me dá mais, porque esse inútil do meu marido não me satisfaz.
Dava pra sentir cada enfiada até o fundo, era uma delícia aproveitar cada centímetro desse pau tão gostoso. Lá estava eu, de pernas bem abertas de novo, curtindo um pau que não era do meu marido. Quando, de repente, veio um orgasmo maravilhoso, eu tremia toda, enquanto recebia aquelas enfiadas daquela vara que eu tava aproveitando, quando o doutor me disse:
– Quero gozar no seu cu, vejo que você já recebeu muito pau.
Ingenuamente, respondi:
– Dá pra notar, buceta.
– Claro, não entendo como o trouxa do seu marido não percebe que a esposa gostosa dele tá sendo comida por outro homem.
Ele tirou o pau enorme da buceta, eu me levantei e me inclinei pra levantar minha raba redondinha.
– Buceta… arrebenta meu cu, enfia esse pau delicioso e aproveita essa putinha.
De uma gaveta, ele pegou um gel, passou no pau dele e passou um pouco no meu cu, e aos poucos foi enfiando aquela cabeça e aquele pau no meu cu. Pelo tesão que eu tava e pelo gel, entrou até o fundo.
– Mmmm… aaaahhh, que pau gostoso, me dá tudo, quero seu gozo, buceta, no meu cu, quero sentir.
O doutor começou a bombar cada vez mais, me segurava pela cintura. Que gostoso é sentir toda aquela carne no meu cu e sentir as bolas do doutor batendo, mmmm, delicioso.
– Já vem, já vou gozar, amor… aí vai meu gozo… sente ele… aaaahhhh.
Eu senti aquele pau enorme prestes a explodir, crescendo dentro do meu cu, ficando mais duro e mais duro… aaaahhh, eu tô gozando, eu dizia… e nós dois gozamos num orgasmo delicioso. Senti cada jato quente dentro de mim, mmmm, maravilhoso… Esse doutor acabava de me dar uma fodida deliciosa. A gente tava se recuperando daquela sessão de sexo violenta, quando meu marido bateu na porta, entregando os exames pro doutor, sem imaginar que instantes antes esse doutorzinho tinha aproveitado os dois buraquinhos da mulherzinha dele… Nós dois saímos pra onde ele tava. marido, e o médico assentiu, meu caro amigo, está tudo bem com sua esposa, não sei se disse pela saúde ou pela boa buceta que ela tinha me dado.
Saímos do consultório, já no carro eu ia distraída, ainda ecoavam na minha cabeça as imagens da gostosa fodida que o doutorzinho tinha me dado, minha buceta e meu cu ainda pulsavam, quase podia sentir aquela deliciosa pica, quando de repente meu marido me tirou do transe e me perguntou se tinha algum problema se pudéssemos visitar os pais dele, situação que me preocupou um pouco, já que não tinha visto meu querido sogro depois daquela deliciosa fodida que ele tinha me dado umas semanas atrás, respondi que não tinha problema.
Ao chegar na casa dos meus sogros, como sempre, a cordialidade não demorou, minha sogra encantada de que o filho e a nora a visitassem, meu sogro não estava em casa, tinha saído com os amigos, naquele dia era dia de jogar xadrez com eles, então minha sogra estava sozinha, e de certa forma não me desagradou a situação, já que não sabia como reagir diante do meu sogro depois daquela noite na minha casa. Minha sogra nos ofereceu café, conversamos um pouco e assistíamos a uma novela na TV, quando de repente batem na porta e era uma vizinha muito apressada, o marido da vizinha tinha caído e ela veio ver se meus sogros podiam fazer o favor de levá-los a algum posto de saúde para ele ser examinado, como meu sogro não estava, meu esposo Ernesto se ofereceu para levá-los e minha sogra foi junto, eu sugeri que esperaria vendo minha novela, já que o posto não era longe, pensei que meu marido não demoraria a voltar para me buscar, saíram apressados e eu tranquilamente me preparei para terminar de ver minha novela.
Cinco minutos depois, o telefone tocou e atendi, era meu sogro, surpreso, perguntou o que eu estava fazendo ali e perguntou pela minha sogra, expliquei a situação, que estava sozinha na casa dele e que Ernesto não demorava a chegar, meu sogro desligou e eu não dei importância. Não demorou muito até eu ouvir um carro chegando e pensei que fosse o Ernesto, então fui até a porta e, assim que abri, vi meu sogro, mas ele não veio sozinho, veio um amigo da idade dele, um cara já careca, barrigudo, moreno, com uma barba bem cheia e de nome David. Os dois, assim que me olharam, quase pularam os olhos para fora e me devoraram inteira com o olhar. Naquele instante, senti um arrepio no corpo como se um raio tivesse me partido. Meu sogro passou por mim, me cumprimentou e disse:
— Oi, minha nora preciosa e gostosa, como sempre, que yummy você tá…
Eu não sei como saíram dos meus lábios as seguintes palavras:
— Boa noite, sogrão, não só tô bonita, tô gostosa que nem se nota — respondi com um sorriso safado.
— Tá vendo, meu Beto, minha nora? Não te falei que ela é uma delícia? Olha essas pernas e que bunda boa que ela carrega.
Enquanto dizia essas palavras, ele me pegou pela mão e me fez dar umas voltas, e claro, eu aproveitei para levantar mais minha bunda, assim tanto meu sogro quanto o amigo dele se deliciavam com minhas curvas.
— Querido sogrão, não se animem, o Ernesto não demora a chegar para me buscar, não vá ele pegar vocês jogando flores pra esposa do filho dele.
— Não se preocupa, preciosa, acabei de desligar com meu filho e acho que ele vai demorar umas horas pra chegar, então vamos ter tempo pra te curtir.
Pra me curtir — essas últimas palavras ecoaram na minha cabeça, e eu respondi:
— Pra me curtir?
— Sim, minha pequena slutty, contei tanto de você pro meu Beto que o convidei hoje pra te encher de rola do jeito que você gosta e lotar essa buceta de pica.
Na sequência, meu sogro me abraçou e começou a me beijar enquanto apertava minhas nádegas por baixo da minha saia curtinha.
— Olha, meu Beto, que bunda gostosa a gente vai comer, vem e sente essa bundinha redonda.
O Beto se aproximou, se ajoelhou e começou a apertar minhas nádegas e beijar minhas pernas, uma por uma, do começo ao fim. Meu sogro estava se esbaldando com meus lábios e meus peitos. Esse par de velhinhos, puta merda, como estavam me apalpando. a seu bel-prazer, esse seu Beto me apertava e mordiscava minhas nádegas enquanto eu começava a sentir a língua dele no meu cu e ele enfiava e tirava os dedos da minha bucetinha molhada, enquanto meu sogro brincava com a língua dele na minha, se fundindo comigo em beijos intermináveis, e as mãos dele aproveitavam meus peitos. Os dois me tinham à mercê deles, me levaram até a mesa da sala, onde me deitaram, e meu sogro continuava me beijando enquanto seu Beto tirava minha saia minúscula e minha calcinha e começou a chupar minha buceta deliciosamente, enfiava e tirava a língua, sugava e chupava gostoso pra caralho, enquanto eu tinha na boca a piroca gostosa do meu sogro.
- MMM aaahhh que gostoso, tão me comendo, eu gozei, exclamei, que gostoso aaahhhhh, explodi no meu primeiro orgasmo.
- Já, seu Neto, não sejam maus, quero pica, muita pica, me enfiem logo, por favor...
- Que puta de nora você tem, meu Neto, que gostosa, olha só, como ela tá desejando pica, clama, pequena, aí vai essa pica pra você ver o que acha.
Seu Beto abaixou a calça e tirou uma pica não tão grande, mas extremamente grossa, muito mais grossa que a do seu Raul, até agora a mais grossa que eu já tinha visto.
- Seu Beto, essa piroca tão grossa não vai entrar em mim.
- Claro que vai, linda, seu sogro já me disse que você é uma putinha, vai ver que você vai engolir ela toda.
Ele colocou aquela pica grossa na minha buceta e começou a enfiar devagar, eu sentia que estava me partindo.
- Tá doendo, seu Beto, tá doendo.
- Relaxa, minha menina, já tá entrando, quase engoliu ela toda.
Enquanto ele me empalava com aquela pica grossa, eu não parava de chupar a pica do meu sogro, e seu Neto me diz:
- Hoje, minha querida Angélica, vamos encher seus dois buraquinhos ao mesmo tempo, e eu vou aproveitar seu cuzinho gostoso, hoje ele vai ser meu.
Seu Beto entrava e saía de mim como um adolescente, que velhinho, tinha energia mesmo, eu podia sentir o quanto minha buceta estava aberta, recebendo a pica mais grossa que eu já tinha comido até hoje.
Assim ficaram uns 10 minutos até que meu sogro me levantou da mesa e fomos no sofá da sala.
—Me permite, meu Beto? Hoje quero aproveitar essa bunda gostosa. Além disso, acho que se você usar, vai partir ela no meio.
E era verdade, minha buceta já tava sentindo aquele tronco que o don Beto carregava. Então ele sentou no sofá.
Eu me aproximei, abri as pernas e com a mão enfiei aquela pica grossa na minha buceta.
—Aaaaaaahhh, sinto que você tá me rasgando por dentro, mmm que pica gostosa… — exclamei.
Dei uns cinco ou seis sentões, até que gritei:
—Don Neto, me fode logo, parte minha bunda, quero meus dois buraquinhos cheios de pica… por favorrrr.
—Aí vou eu, Angeliquinha, olha só que bunda gostosa que você tem, vou meter muita pica…
—Siiiiim, me come logo… Então meu querido sogro enfiou a pica em mim e os dois estavam me dando a melhor foda da minha vida. Era minha primeira vez sendo comida ao mesmo tempo por duas picas deliciosas. Puta merda, esse par de velhos tava aproveitando uma boneca gostosa. Me senti a maior puta das mulheres, mas era incrível o prazer que eu tava sentindo.
—Mmmmmm, quero mais pica, me dá mais pica. Não sei quantos orgasmos tive, eles vieram um atrás do outro. O primeiro a me encher de leite foi o don Beto. Mmmmm, delicioso sentir esses jatos quentes de porra na minha buceta. Don Beto gozou enquanto apertava e curtia meus peitos com as mãos. Minutos depois, meu sogro gozou, enchendo minha bunda toda com a porra gostosa dele.
—MMMMMMM, ahhh, que bunda gostosa você tem, Angélica. Que puta que meu filho tem em casa…
Depois que cada um terminou, ficaram dentro de mim por uns minutos, exaustos. Tiraram as picas e se vestiram, me deixando no sofá quase morta, mas bem comida e cheia de porra. Quem diria que naquele dia eu ia gozar com três caras: meu médico e meu primeiro suruba. Definitivamente, eu tinha virado uma puta… Mas sabem de uma coisa? Acho que eu adoro isso. Pobre do corno do meu marido… Como meu sogro diz, que puta que o filho dele tem em casa… O que vamos fazer? Eu sou gostosa demais e preciso de muita pica. pau…
Nos dias seguintes, toda manhã me preparava com minhas roupinhas minúsculas pra esperar as putarias gostosas do meu macho, dom Raúl. E os dias foram passando até que recebi a notícia do meu marido: iam transferir dom Raúl pra outra cidade em breve. Aquela notícia caiu como um balde de água fria em mim, me entristeceu pra caralho e entrei em depressão total. Até meu marido percebeu a mudança e me perguntou se eu tava doente ou algo assim. Ou o trouxa aqui até pensou que eu finalmente tava grávida, mas eu respondi com um não bem seco — como seria possível, se eu tava me cuidando com meus anticoncepcionais? Se ele soubesse de verdade por que eu tava daquele jeito, se soubesse como tão gostoso tão comendo a barby dele na própria cama dele, ele morria mil vezes… E minha agonia era não poder mais aproveitar aquela piroca deliciosa quase todo dia. Ficava pensando comigo: — agora o que vai ser, quem vai encher meus buraquinhos? Claro que quem podia substituir ele sem problema era meu sogro, mas na frente dele eu não podia mostrar toda a puta em que eu tinha me transformado. Além disso, nossos encontros não seriam tão frequentes. Tava numa sinuca mesmo, meu corpo exigia uma boa dose de piroca e, infelizmente, meu marido não conseguia dar o que sua barby linda precisava.
Já tinham passado umas duas semanas da foda gostosa com meu sogro, e dom Raúl, pra minha desgraça, já não tava mais na cidade e eu nunca mais ia sentir aquele pedaço enorme de carne entre minhas pernas. Naquela manhã, eu tava pegando fogo, porque na noite anterior meu marido Ernesto, na tentativa de me comer, só me deixou no meio do caminho como sempre. Definitivamente, meu marido já não me satisfazia mais. Por causa das merdas do trabalho e da pressão, ele não durava quase nada. Nossas relações passaram de prazerosas pra uns míseros 10 minutos de sexo. Pouco tempo, muito pouco tempo pra essa mulher que tava acostumada com putarias gostosas. Mas tive que me segurar, e meu mau humor continuou. até que o Ernesto me sugeriu ir ao médico. No mesmo dia, marquei uma consulta com o doutor, queria aproveitar pra fazer um check-up geral, então agendei com um ginecologista amigo da família do meu marido.
Chegou o dia da consulta com o médico, e claro, meu marido quis me acompanhar. Já estávamos planejando nossa primeira gravidez, então resolvemos aproveitar pra consultar com o doc. Ao chegar no consultório, notei a moça que nos recebeu, muito gostosa por sinal, usando minissaias como as que eu uso. Não pude evitar imaginar que alguém tava comendo aquela garota, e quando olhei pro médico, vi um homem maduro, bonitão, alto, moreno e forte, nada a ver com o típico médico velho, barrigudo e careca. E claro, pensei: esse doutorzinho com certeza tá comendo a secretária dele, hahaha. De certa forma, senti uma mistura de inveja e tesão, mas infelizmente tava acompanhada do meu marido. Entramos na consulta naquela tarde, eu tava usando uma minissaia jeans e uma blusa branca. Assim que entrei, o médico começou a me devorar com os olhos, e meu marido, como sempre, nas nuvens, sem perceber que outro homem na frente do nariz dele tava desejando a mulherzinha dele. Mas fazer o quê, as coisas são assim com meu Ernesto. O médico começou com as perguntas de rotina, e depois me mandou praquela cadeira que a gente odeia, onde abrem as pernas da gente pra examinar. Eu percebia como aquele doutorzinho me olhava, aquele olhar de desejo, mas óbvio, não dava pra fazer muita coisa ali com meu marido. Discretamente, ele começou a me examinar, a me tocar com toda discrição e respeito. Aí o médico percebeu que meu marido tava super ocupado com o celular dele, jogando, e aí o toque do médico ficou um pouco mais ousado. Ele se aproximou do meu ouvido e disse:
— Dona Angélica, com todo respeito, como a senhora é gostosa, e que pernas deliciosas a senhora tem.
Eu fiquei vermelha e não pude evitar que minha bucetinha começasse a ficar molhada. O médico percebeu, e de novo no meu ouvido, disse:
— Vejo que além de gostosa, você é Você tá me esquentando, gostosa. Que bucetinha deliciosa que você tem, que vontade de chupar ela.
Essas palavras me deixaram ainda mais excitada, depois de tantos dias sem receber pica, eu tava pegando fogo, mas impossível, meu marido estava a poucos metros de nós. O doutor começou a tocar minhas pernas e, no exame, passava a mão na minha buceta de um jeito delicioso. Comecei a notar um volume considerável debaixo da calça dele, não tive dúvida de que esse médico tinha um belo pacote. De novo, o doutor se aproximou do meu ouvido e falou:
— Dona Angélica, a senhora pratica sexo anal?
Essa pergunta me fez corar pra caralho. — Por que o senhor diz isso, doutor? — respondi.
— Tô notando um pouco aberto e meio avermelhado.
Com o dedo indicador, fiz sinal pra ele ficar quieto, e com um sorriso safado, ele piscou um olho, tipo dizendo "ok".
— Que inveja de quem aproveita esse buraquinho delicioso... — disse o doutor.
Nessa hora, nós dois távamos pegando fogo, mas estávamos de mãos atadas. Aí me veio uma ideia: tentar devorar esse doutorzinho. Falei pra ele que tinha uns exames que eu tinha feito, que estavam no carro. Pedi pra ele sair do quartinho e mandar meu marido buscar, o que nos daria uns 10 ou 15 minutos. Foi o que ele fez: saiu e mandou o Ernesto buscar os tais exames.
Assim que o Ernesto saiu do consultório, o doutor tirou da calça uma pica de tamanho considerável, grossa e com a cabeça grande. Ele me olhou e disse:
— Olha, Angélica, como você me deixou. Olha o que você vai engolir agora.
— Vai, piranha, mete essa pica deliciosa nessa bucetinha que tá te esperando.
Ele se aproximou de mim, colocou a cabeça da pica na minha buceta, brincou um pouco e, de uma só vez, enfiou tudo pra dentro...
— MMMMM — suspirei. — Que pica gostosa, doutor. Me dá ela toda, aproveita que o bocó do meu marido não tá aqui e curte a mulherzinha dele... Aaaaahhhh... Que delícia, olha como entra, olha como eu engulo ela toda, mmmm aahhhhhhh — eu gemia, tava uma delícia, ou era a vontade de receber uma pica grande.
— Dona, que delícia. Essa raba deliciosa que você tem, hein? Tô vendo que seu marido é um baita dum cuck, né?
– Buceta, enfia em mim, me dá mais pau, me dá mais, porque esse inútil do meu marido não me satisfaz.
Dava pra sentir cada enfiada até o fundo, era uma delícia aproveitar cada centímetro desse pau tão gostoso. Lá estava eu, de pernas bem abertas de novo, curtindo um pau que não era do meu marido. Quando, de repente, veio um orgasmo maravilhoso, eu tremia toda, enquanto recebia aquelas enfiadas daquela vara que eu tava aproveitando, quando o doutor me disse:
– Quero gozar no seu cu, vejo que você já recebeu muito pau.
Ingenuamente, respondi:
– Dá pra notar, buceta.
– Claro, não entendo como o trouxa do seu marido não percebe que a esposa gostosa dele tá sendo comida por outro homem.
Ele tirou o pau enorme da buceta, eu me levantei e me inclinei pra levantar minha raba redondinha.
– Buceta… arrebenta meu cu, enfia esse pau delicioso e aproveita essa putinha.
De uma gaveta, ele pegou um gel, passou no pau dele e passou um pouco no meu cu, e aos poucos foi enfiando aquela cabeça e aquele pau no meu cu. Pelo tesão que eu tava e pelo gel, entrou até o fundo.
– Mmmm… aaaahhh, que pau gostoso, me dá tudo, quero seu gozo, buceta, no meu cu, quero sentir.
O doutor começou a bombar cada vez mais, me segurava pela cintura. Que gostoso é sentir toda aquela carne no meu cu e sentir as bolas do doutor batendo, mmmm, delicioso.
– Já vem, já vou gozar, amor… aí vai meu gozo… sente ele… aaaahhhh.
Eu senti aquele pau enorme prestes a explodir, crescendo dentro do meu cu, ficando mais duro e mais duro… aaaahhh, eu tô gozando, eu dizia… e nós dois gozamos num orgasmo delicioso. Senti cada jato quente dentro de mim, mmmm, maravilhoso… Esse doutor acabava de me dar uma fodida deliciosa. A gente tava se recuperando daquela sessão de sexo violenta, quando meu marido bateu na porta, entregando os exames pro doutor, sem imaginar que instantes antes esse doutorzinho tinha aproveitado os dois buraquinhos da mulherzinha dele… Nós dois saímos pra onde ele tava. marido, e o médico assentiu, meu caro amigo, está tudo bem com sua esposa, não sei se disse pela saúde ou pela boa buceta que ela tinha me dado.
Saímos do consultório, já no carro eu ia distraída, ainda ecoavam na minha cabeça as imagens da gostosa fodida que o doutorzinho tinha me dado, minha buceta e meu cu ainda pulsavam, quase podia sentir aquela deliciosa pica, quando de repente meu marido me tirou do transe e me perguntou se tinha algum problema se pudéssemos visitar os pais dele, situação que me preocupou um pouco, já que não tinha visto meu querido sogro depois daquela deliciosa fodida que ele tinha me dado umas semanas atrás, respondi que não tinha problema.
Ao chegar na casa dos meus sogros, como sempre, a cordialidade não demorou, minha sogra encantada de que o filho e a nora a visitassem, meu sogro não estava em casa, tinha saído com os amigos, naquele dia era dia de jogar xadrez com eles, então minha sogra estava sozinha, e de certa forma não me desagradou a situação, já que não sabia como reagir diante do meu sogro depois daquela noite na minha casa. Minha sogra nos ofereceu café, conversamos um pouco e assistíamos a uma novela na TV, quando de repente batem na porta e era uma vizinha muito apressada, o marido da vizinha tinha caído e ela veio ver se meus sogros podiam fazer o favor de levá-los a algum posto de saúde para ele ser examinado, como meu sogro não estava, meu esposo Ernesto se ofereceu para levá-los e minha sogra foi junto, eu sugeri que esperaria vendo minha novela, já que o posto não era longe, pensei que meu marido não demoraria a voltar para me buscar, saíram apressados e eu tranquilamente me preparei para terminar de ver minha novela.
Cinco minutos depois, o telefone tocou e atendi, era meu sogro, surpreso, perguntou o que eu estava fazendo ali e perguntou pela minha sogra, expliquei a situação, que estava sozinha na casa dele e que Ernesto não demorava a chegar, meu sogro desligou e eu não dei importância. Não demorou muito até eu ouvir um carro chegando e pensei que fosse o Ernesto, então fui até a porta e, assim que abri, vi meu sogro, mas ele não veio sozinho, veio um amigo da idade dele, um cara já careca, barrigudo, moreno, com uma barba bem cheia e de nome David. Os dois, assim que me olharam, quase pularam os olhos para fora e me devoraram inteira com o olhar. Naquele instante, senti um arrepio no corpo como se um raio tivesse me partido. Meu sogro passou por mim, me cumprimentou e disse:
— Oi, minha nora preciosa e gostosa, como sempre, que yummy você tá…
Eu não sei como saíram dos meus lábios as seguintes palavras:
— Boa noite, sogrão, não só tô bonita, tô gostosa que nem se nota — respondi com um sorriso safado.
— Tá vendo, meu Beto, minha nora? Não te falei que ela é uma delícia? Olha essas pernas e que bunda boa que ela carrega.
Enquanto dizia essas palavras, ele me pegou pela mão e me fez dar umas voltas, e claro, eu aproveitei para levantar mais minha bunda, assim tanto meu sogro quanto o amigo dele se deliciavam com minhas curvas.
— Querido sogrão, não se animem, o Ernesto não demora a chegar para me buscar, não vá ele pegar vocês jogando flores pra esposa do filho dele.
— Não se preocupa, preciosa, acabei de desligar com meu filho e acho que ele vai demorar umas horas pra chegar, então vamos ter tempo pra te curtir.
Pra me curtir — essas últimas palavras ecoaram na minha cabeça, e eu respondi:
— Pra me curtir?
— Sim, minha pequena slutty, contei tanto de você pro meu Beto que o convidei hoje pra te encher de rola do jeito que você gosta e lotar essa buceta de pica.
Na sequência, meu sogro me abraçou e começou a me beijar enquanto apertava minhas nádegas por baixo da minha saia curtinha.
— Olha, meu Beto, que bunda gostosa a gente vai comer, vem e sente essa bundinha redonda.
O Beto se aproximou, se ajoelhou e começou a apertar minhas nádegas e beijar minhas pernas, uma por uma, do começo ao fim. Meu sogro estava se esbaldando com meus lábios e meus peitos. Esse par de velhinhos, puta merda, como estavam me apalpando. a seu bel-prazer, esse seu Beto me apertava e mordiscava minhas nádegas enquanto eu começava a sentir a língua dele no meu cu e ele enfiava e tirava os dedos da minha bucetinha molhada, enquanto meu sogro brincava com a língua dele na minha, se fundindo comigo em beijos intermináveis, e as mãos dele aproveitavam meus peitos. Os dois me tinham à mercê deles, me levaram até a mesa da sala, onde me deitaram, e meu sogro continuava me beijando enquanto seu Beto tirava minha saia minúscula e minha calcinha e começou a chupar minha buceta deliciosamente, enfiava e tirava a língua, sugava e chupava gostoso pra caralho, enquanto eu tinha na boca a piroca gostosa do meu sogro.
- MMM aaahhh que gostoso, tão me comendo, eu gozei, exclamei, que gostoso aaahhhhh, explodi no meu primeiro orgasmo.
- Já, seu Neto, não sejam maus, quero pica, muita pica, me enfiem logo, por favor...
- Que puta de nora você tem, meu Neto, que gostosa, olha só, como ela tá desejando pica, clama, pequena, aí vai essa pica pra você ver o que acha.
Seu Beto abaixou a calça e tirou uma pica não tão grande, mas extremamente grossa, muito mais grossa que a do seu Raul, até agora a mais grossa que eu já tinha visto.
- Seu Beto, essa piroca tão grossa não vai entrar em mim.
- Claro que vai, linda, seu sogro já me disse que você é uma putinha, vai ver que você vai engolir ela toda.
Ele colocou aquela pica grossa na minha buceta e começou a enfiar devagar, eu sentia que estava me partindo.
- Tá doendo, seu Beto, tá doendo.
- Relaxa, minha menina, já tá entrando, quase engoliu ela toda.
Enquanto ele me empalava com aquela pica grossa, eu não parava de chupar a pica do meu sogro, e seu Neto me diz:
- Hoje, minha querida Angélica, vamos encher seus dois buraquinhos ao mesmo tempo, e eu vou aproveitar seu cuzinho gostoso, hoje ele vai ser meu.
Seu Beto entrava e saía de mim como um adolescente, que velhinho, tinha energia mesmo, eu podia sentir o quanto minha buceta estava aberta, recebendo a pica mais grossa que eu já tinha comido até hoje.
Assim ficaram uns 10 minutos até que meu sogro me levantou da mesa e fomos no sofá da sala.
—Me permite, meu Beto? Hoje quero aproveitar essa bunda gostosa. Além disso, acho que se você usar, vai partir ela no meio.
E era verdade, minha buceta já tava sentindo aquele tronco que o don Beto carregava. Então ele sentou no sofá.
Eu me aproximei, abri as pernas e com a mão enfiei aquela pica grossa na minha buceta.
—Aaaaaaahhh, sinto que você tá me rasgando por dentro, mmm que pica gostosa… — exclamei.
Dei uns cinco ou seis sentões, até que gritei:
—Don Neto, me fode logo, parte minha bunda, quero meus dois buraquinhos cheios de pica… por favorrrr.
—Aí vou eu, Angeliquinha, olha só que bunda gostosa que você tem, vou meter muita pica…
—Siiiiim, me come logo… Então meu querido sogro enfiou a pica em mim e os dois estavam me dando a melhor foda da minha vida. Era minha primeira vez sendo comida ao mesmo tempo por duas picas deliciosas. Puta merda, esse par de velhos tava aproveitando uma boneca gostosa. Me senti a maior puta das mulheres, mas era incrível o prazer que eu tava sentindo.
—Mmmmmm, quero mais pica, me dá mais pica. Não sei quantos orgasmos tive, eles vieram um atrás do outro. O primeiro a me encher de leite foi o don Beto. Mmmmm, delicioso sentir esses jatos quentes de porra na minha buceta. Don Beto gozou enquanto apertava e curtia meus peitos com as mãos. Minutos depois, meu sogro gozou, enchendo minha bunda toda com a porra gostosa dele.
—MMMMMMM, ahhh, que bunda gostosa você tem, Angélica. Que puta que meu filho tem em casa…
Depois que cada um terminou, ficaram dentro de mim por uns minutos, exaustos. Tiraram as picas e se vestiram, me deixando no sofá quase morta, mas bem comida e cheia de porra. Quem diria que naquele dia eu ia gozar com três caras: meu médico e meu primeiro suruba. Definitivamente, eu tinha virado uma puta… Mas sabem de uma coisa? Acho que eu adoro isso. Pobre do corno do meu marido… Como meu sogro diz, que puta que o filho dele tem em casa… O que vamos fazer? Eu sou gostosa demais e preciso de muita pica. pau…
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