Parte 2
Agradeço muito, senhor, por ter trocado o pneu... espero não ter nenhum problema pra chegar no meu destino.
Não... De nada... só assina os papéis do serviço e pronto. Disse o homem pegando o papel de dentro do guincho...
Foi nesse momento que a Lore aproveitou pra se fazer de passada mal, se balançando de um lado pro outro...
O que a senhora tem? Passou mal?
Acho que no centro do parque tem um posto de saúde... o senhor poderia me acompanhar?
Claro... disse o homem, e então aproveitou pra segurar ela pela cintura e levar por aquele caminho cheio de árvores em direção ao centro do parque.
Quando chegaram na parte mais fechada daquelas árvores, a Lore se jogou no chão, dizendo que tinha torcido o tornozelo, e ao cair, com a mão que tava livre, levantou o vestido até a cintura e ficou estirada no chão praticamente de costas pra esse bonito homem.
Ai, que dor!!! Segurando a panturrilha.
Bateu aqui, senhora? Olha, apontando pro tornozelo...
O homem se aproximou, mas não sem antes olhar de cima a baixo o espetáculo que tavam dando pra ele. Quando chegou pra tocar o tornozelo da Lore, percebeu qual era o jogo.
É aqui, senhora? Ou mais pra cima? Tocando a panturrilha dela e subindo.
Sim, sim, sim... por aí mesmo, olha só... enquanto levantava a outra parte do vestido, deixando ver descaradamente toda a calcinha dela...
É uma lesão bem complicada, falava pro homem enquanto ele já tava tocando as bordas da calcinha fio dental dela...
O senhor acha? Consigo levantar daqui e ir até aquele banquinho pra o senhor terminar de me examinar?
Fica tranquila, senhora, bem aqui no bolso eu trouxe uma injeção pra esse tipo de inflamação... olhando pra todos os lados, aproveitou e num movimento só tirou a própria roupa íntima...
Ela, claro, continuava no papel de mocinha indefesa, papel que mudou quando, ao levantar a cabeça, viu o sexagenário tirando a roupa e viu o que apareceu primeiro. Caiam que eram uns dois ovos gigantes acompanhados por uma pica estilo termo Lumilagro. "Senhor, essa é a injeção?", ela perguntou. "Sim... fica tranquila que com uma dose disso os problemas dela acabam hoje." Naquele momento, o velho pegou o membro e colocou na boca dela, e Lore só conseguiu abrir e soltar um gemido baixinho quando a cabeça bateu na campainha da garganta. "Que puta gostosa você é!!", ele dizia enquanto dava pra ela saborear aquela toranja monstruosa. Ela olhava pra todos os lados pra não serem descobertos. Assim ficaram uns 10 minutos. Lore não sabia onde meter a mão — se agarrava a base ou ficava acariciando os ovos do cara, já que tava fascinada com o tamanho deles e não ligava nem um pouco que batessem no queixo dela a cada movimento. "Bom, vamos mudar", disse o cara. Sentou num banquinho atrás de uma das árvores, e Lore sentou com tudo — não sei como o tipo sobreviveu, porque o jeito que a buceta da Lorena batia no pau dele devia ser ouvido a metros de distância. O clima mudou quando viram uma viatura passar na frente do guindaste, mas não parou. Então Lore e o amigo continuaram na deles até que o homem não aguentava mais. Lore então ficou de quatro no banquinho, e o cara foi meter. "Espera, por favor, mais devagar!!!" E o tipo fez ouvidos moucos, agarrou ela pelo cabelo e começou a meter, olhando pra todos os lados. Ela não sabia se doía mais a boceta ou as batidas no clitóris que aqueles dois ovos gigantes estavam dando. Dois ou três minutos depois, o cara flexionou as pernas, e Lore sentiu como se tivessem feito uma lavagem estomacal — a quantidade de líquido que agora sentia... Rapidamente se levantaram, e o velho a primeira coisa que fez foi guardar no bolso a calcinha fio dental que o Maxi tinha dado. "Vamos, senhora. Missão cumprida...", ele disse, e se afastaram até chegar nos carros. O que ela nunca tinha suspeitado era que, a vários metros, estavam... Os policiais olhando pra eles, quando viram que estavam prestes a subir nos carros, um dos policiais disse pro outro: "Você vai lá e para aquele ali... consegue o dinheiro do café pra gente. Me deixa com ela que eu cuido da nossa sobremesa...
Agradeço muito, senhor, por ter trocado o pneu... espero não ter nenhum problema pra chegar no meu destino.
Não... De nada... só assina os papéis do serviço e pronto. Disse o homem pegando o papel de dentro do guincho...
Foi nesse momento que a Lore aproveitou pra se fazer de passada mal, se balançando de um lado pro outro...
O que a senhora tem? Passou mal?
Acho que no centro do parque tem um posto de saúde... o senhor poderia me acompanhar?
Claro... disse o homem, e então aproveitou pra segurar ela pela cintura e levar por aquele caminho cheio de árvores em direção ao centro do parque.
Quando chegaram na parte mais fechada daquelas árvores, a Lore se jogou no chão, dizendo que tinha torcido o tornozelo, e ao cair, com a mão que tava livre, levantou o vestido até a cintura e ficou estirada no chão praticamente de costas pra esse bonito homem.
Ai, que dor!!! Segurando a panturrilha.
Bateu aqui, senhora? Olha, apontando pro tornozelo...
O homem se aproximou, mas não sem antes olhar de cima a baixo o espetáculo que tavam dando pra ele. Quando chegou pra tocar o tornozelo da Lore, percebeu qual era o jogo.
É aqui, senhora? Ou mais pra cima? Tocando a panturrilha dela e subindo.
Sim, sim, sim... por aí mesmo, olha só... enquanto levantava a outra parte do vestido, deixando ver descaradamente toda a calcinha dela...
É uma lesão bem complicada, falava pro homem enquanto ele já tava tocando as bordas da calcinha fio dental dela...
O senhor acha? Consigo levantar daqui e ir até aquele banquinho pra o senhor terminar de me examinar?
Fica tranquila, senhora, bem aqui no bolso eu trouxe uma injeção pra esse tipo de inflamação... olhando pra todos os lados, aproveitou e num movimento só tirou a própria roupa íntima...
Ela, claro, continuava no papel de mocinha indefesa, papel que mudou quando, ao levantar a cabeça, viu o sexagenário tirando a roupa e viu o que apareceu primeiro. Caiam que eram uns dois ovos gigantes acompanhados por uma pica estilo termo Lumilagro. "Senhor, essa é a injeção?", ela perguntou. "Sim... fica tranquila que com uma dose disso os problemas dela acabam hoje." Naquele momento, o velho pegou o membro e colocou na boca dela, e Lore só conseguiu abrir e soltar um gemido baixinho quando a cabeça bateu na campainha da garganta. "Que puta gostosa você é!!", ele dizia enquanto dava pra ela saborear aquela toranja monstruosa. Ela olhava pra todos os lados pra não serem descobertos. Assim ficaram uns 10 minutos. Lore não sabia onde meter a mão — se agarrava a base ou ficava acariciando os ovos do cara, já que tava fascinada com o tamanho deles e não ligava nem um pouco que batessem no queixo dela a cada movimento. "Bom, vamos mudar", disse o cara. Sentou num banquinho atrás de uma das árvores, e Lore sentou com tudo — não sei como o tipo sobreviveu, porque o jeito que a buceta da Lorena batia no pau dele devia ser ouvido a metros de distância. O clima mudou quando viram uma viatura passar na frente do guindaste, mas não parou. Então Lore e o amigo continuaram na deles até que o homem não aguentava mais. Lore então ficou de quatro no banquinho, e o cara foi meter. "Espera, por favor, mais devagar!!!" E o tipo fez ouvidos moucos, agarrou ela pelo cabelo e começou a meter, olhando pra todos os lados. Ela não sabia se doía mais a boceta ou as batidas no clitóris que aqueles dois ovos gigantes estavam dando. Dois ou três minutos depois, o cara flexionou as pernas, e Lore sentiu como se tivessem feito uma lavagem estomacal — a quantidade de líquido que agora sentia... Rapidamente se levantaram, e o velho a primeira coisa que fez foi guardar no bolso a calcinha fio dental que o Maxi tinha dado. "Vamos, senhora. Missão cumprida...", ele disse, e se afastaram até chegar nos carros. O que ela nunca tinha suspeitado era que, a vários metros, estavam... Os policiais olhando pra eles, quando viram que estavam prestes a subir nos carros, um dos policiais disse pro outro: "Você vai lá e para aquele ali... consegue o dinheiro do café pra gente. Me deixa com ela que eu cuido da nossa sobremesa...
2 comentários - Final parte 2