Meu nome é Andrés, tenho 24 anos, sou meio tímido, tenho 1,80m de altura e peso 83,5kg. Tenho uma irmã chamada Mia, de 19 anos, ela é baixinha, tem 1,40m, pesa 45kg e é meio magrinha. Um dia, a Mia fez uma pelada pelada com as amigas dela, que são: Ana, de 18 anos; Regina, de 20 anos; Samantha, de 19 anos; Joselyn, de 19 anos; e Kate, de 23 anos. Num sábado, eu tava voltando do meu jogo de futebol, como tive uma colisão com um jogador do time adversário, fiquei com uma dor de cabeça violenta. Aí pedi pra minha irmã um analgésico, ela me deu e eu fui deitar um pouco enquanto o remédio fazia efeito. Já tinha passado mais de uma hora e a dor tava ainda mais forte, e pior, eu tava com uma ereção daquelas, já tinha até batido uma pra aliviar a pressão e a dor de tão duro que meu pau tava. Então saí do meu quarto, fui pra escada chamar minha irmã pra ver se ela tinha me dado o comprimido certo. Quando ela me ouviu, falou pras amigas: - Já volto, meninas, deixa eu ver o que esse chato quer. Quando ela chegou perto de mim, mostrei meu problema: - Andy, isso não é normal você me mostrar, que vergonha. Respondi: - Você não trocou o remédio? Ela disse: - Deixa eu ver. Foi na cozinha e voltou com uma cara de espanto. Tinha me dado um Viagra, porque os frascos são parecidos. Mia: - Você já tentou bater uma? Eu: - Sim, mas não adianta e tá doendo cada vez mais. Então ela disse: - Deixa eu pedir a opinião da Kate, já que ela trabalha no hospital da cidade. Foi chamar ela, demorou uns minutos e voltou. Kate disse: - Qual é o problema? Tô vendo ele bem. Minha irmã respondeu: - É que eu dei um Viagra sem querer do meu pai, pensando que era analgésico. Kate falou: - Preciso ver a área afetada. Se ajoelhou e abaixou minha calça, meu pau santo liberto da prisão. Kate: - Nossa, que lindo ele é, essa cor rosadinha, o tamanho, a glande, sem dúvida parece de ator pornô. Pegou ele com a mão e não conseguia segurar inteiro, tinha usar as duas mãos, ela começou a gritar: "Meninas, venham ver isso, venham correndo!". Quando as outras chegaram, ficaram chocadas com meu pau. "Que ferramenta boa", murmuravam. Kate tomou a iniciativa e começou a lamber minha glande, enfiou meu pau inteiro na garganta dela, engasgou e disse: "É enorme, hora de provar como deve ser". Ela me levou pela mão até a cama. Lá, lambi a buceta dela por um tempo até ficar molhada. Peguei meu pau, coloquei a glande na entrada da buceta dela, entrou com facilidade, depois um pouco mais. Aí notei que não conseguia mais entrar porque a buceta dela era apertada. Comecei a me mexer, meter e tirar meu pau. Não demorou muito para ela ter um orgasmo, e eu gozei dentro dela.Foi a vez da Ana. Como ela era magrinha, falei para ela sentar no meu pau, mas de frente para mim, tipo cruzando as pernas. Disse: "Devagarzinho, você vai enfiando meu pau na sua buceta". Ela fez isso, demorou, mas conseguiu enfiar até a metade do meu pau dentro dela. Peguei ela pelas costas e me levantei, segurei a cintura dela e deixava ela cair sobre meu pau. Esses roçares fizeram ela ter um orgasmo incrível. Depois, gozei dentro dela. Me deitei, e ela continuou em cima de mim com meu pau bem enfiado dentro dela. Pouco depois, ela se levantou, deixando a buceta aberta e grandes jorros de sêmen saindo de dentro.
Já a Regina, enquanto eu estava deitado, pegou meu pau e sozinha se sentou, enfiando ele dentro da buceta dela. Igual às outras, só a metade foi suficiente para a buceta dela. Depois, começou a mexer os quadris, fazendo meu pau roçar lá dentro. Ela foi gemendo cada vez mais forte até ter o orgasmo dela. Parou de se mexer, se levantou, e eu vi que as pernas dela tremiam e da buceta escorriam os fluidos dela e os meus.
A Joselyn também estava disposta a enfiar meu pau, mas ela era virgem, diferente das outras. Tímida, ela se deitou na cama. Comecei a lamber os mamilos dela, fui descendo até o umbigo, mais ainda até a buceta dela, com um pouco de pelos. Enfiei minha língua. Até o fundo dela, eu sugava os lábios da buceta dela. Comecei a ficar de pau duro até que ela disse: "—Mete logo esse pedaço de carne em mim." Obedeci e, aos poucos, fui enfiando meu pau quase por completo. Minha pica de 25 cm foi toda engolida pela buceta recém-desvirgada dela. Comecei os movimentos de meter e tirar, e não demorou muito para ela gozar pela primeira vez, assim como eu, que gozei e deixei minha porra dentro dela.
Chegou a vez da Samantha, que queria que eu enfiasse meu pau nela deitada de bruços. Aceitei. Ela se deitou assim, e eu fiquei atrás dela. Afastei um pouco as pernas dela. Eu também tinha as bundas dela à mercê, mas foquei na buceta. Peguei meu pau e, aos poucos, fui guiando ele até a buceta dela. Ela abriu caminho pro meu pau entrar. Não podia acreditar: meu pau inteiro estava dentro, com meus 7 cm de grossura. A cara dela era de satisfação, porque tinha um espelho na parede onde ela podia ver as próprias expressões. Comecei a penetrar ela cada vez mais rápido, até que ela não aguentou e gritou de prazer. A buceta dela se contraía com meu pau dentro. Eu gozei de novo, dessa vez dentro dela.
Minha irmã era a única que ainda não tinha provado meu pau, por medo ou vergonha. As amigas dela diziam pra ela fazer, que ninguém ia ficar sabendo. Então, me aproximei, peguei na mão dela e falei: "—Não vamos fazer nada que você não queira." Aí ela respondeu: "—Vou fazer pra você se curar mais rápido desse seu pau, mas você tem que chupar minha buceta." Obedeci e lambi a buceta dela. Meti minha língua até o fundo do ser dela. Também dei linguadas no clitóris dela. A buceta foi ficando molhada aos poucos. Os fluidos dela escorreram até o cu, que também levei umas linguadas. "—Bom, irmãozinho, já é hora de você me desvirginar." Peguei meu pau e só enfiei a pontinha, enquanto ela fazia caretas. Mais pra dentro, meu pau e ela fazia caretas. Então, enfiei tudo de uma vez e senti o hímen romper. Dos olhos dela saíram umas lágrimas pequenas, mas ela disse: "—Continua." Então, comecei a me mexer, tirar e meter meu pau até gozar. Dentro, ela me disse: "Tá quentinho, gostei do jeito que você me tratou com amor, por isso a gente vai fazer quando você quiser, bebê." Tirei meu pau de dentro dela, sangue e nossos fluidos escorriam do interior dela. Então ela disse: "Segue meu cuzinho, irmãozinho." Ela se levantou, ergueu a bunda, passei um pouco de creme na entrada do ânus dela e fui enfiando meu pedaço de carne no canal anal dela. Aquilo era muito apertado, meu pau entrava, mas com dificuldade. Ela dizia que ardia, mas que eu não parasse. Peguei ela pela cintura e, de um puxão, enfiei minha piroca toda lá dentro. Ela soltou um grito de dor. Respondi: "Tiro." E ela disse: "Já tá dentro, me faz sua." Assim comecei a mexer meus quadris, fazendo meu pau roçar no intestino dela. O prazer foi aumentando porque ela gritava: "Aaaaaaa, que gostoso, Papi, me parte no meio, uffff, que delícia, mais, ooooo, siiiim." Tive um orgasmo e ela estava com a respiração lenta. Tirei meu pau, estava cheio de esperma, sêmen e sangue nosso. Já terminando tudo, ela disse: "Que sexo bom que a gente teve, não vou conseguir sentar por dias, seu idiota", falou num tom de brincadeira. Depois, cada uma me deu um beijo e foram embora. Dois minutos depois, o efeito do comprimido tinha passado, então pude descansar tranquilamente. Nos meses seguintes, todas me informaram que estavam grávidas. Seis filhos ao mesmo tempo, quem diria.
3 comentários - Da dor ao prazer