Dizem que o destino coloca as pessoas certas no seu caminho, e eu tenho quase certeza que sim... Porque com o tempo conheci pessoas que tiveram ou têm a ver com o passado sexual da minha esposa. Embora eu esteja plenamente ciente de ser um cuck de verdade, nunca imaginei que o despertar sexual dela acontecesse dentro da própria família. Não diretamente de sangue, mas o filho da puta que a desvirginou foi o cunhado dela, marido da irmã mais velha (que também é uma puta, mas vou contar sobre ela depois). Nisso, quem me contou essas experiências foi meu cunhado, que, ao descobrir os amores da minha agora esposa com o cunhado, aproveitou a oportunidade pra foder ela, mesmo sendo irmã dela, haja. Esclarecido isso, vou continuar a história. Minha mulher, Erika, tinha 17 anos quando a irmã dela, de 19, casou com Marco, de 18. Como não tinham onde morar, meu sogro aceitou que eles morassem na mesma casa. A casa, sendo construída de forma moderna, tinha paredes de drywall, que deixam o barulho passar livremente, especialmente quando no quarto ao lado um casal jovem transa cheio de tesão. Passaram-se poucas semanas para Erika se sentir atraída pelo escândalo que os recém-casados faziam e ela deu um jeito de espiar os jovens apaixonados. Ela engenhou um pequeno buraco na parede, disfarçado com um quadro, pra ver a ação do outro lado. Por outro lado, meu cunhado, irmão delas, não perdia a chance de espiar as irmãs. Então, enquanto Erika espiava, Gustavo a espiava, sendo testemunha muda das siriricas da irmãzinha. Uma noite, enquanto Marco e a esposa transavam, Erika se masturbava furiosamente, e seus gemidos não passaram despercebidos. Marco, que não era bobo, imaginou o motivo daqueles gemidos e fez de tudo pra que a mulher dele fizesse mais barulho enquanto era fodida. Uns dias depois, ele descobriu o buraco por onde a cunhada os espiava. Traço o plano pra poder foder com minha cunhada. Nos dias de folga, descia pra tomar café só de cueca e me regozijava em mostrar o volume na frente da puta da Erika. Ela também não era discreta, usava sutiãs quase transparentes e shorts curtos, bem apertados pra marcar a buceta peluda que ainda costumava usar. Numa noite dessas, depois de se masturbar igual uma louca, a Erika tinha deixado a porta entreaberta e o Marco, ao sair pro banheiro, viu ela completamente nua. A pica dele subiu de novo, porque a Erika é o oposto do físico da irmã dele. Enquanto a irmã é magra e tem peitos pequenos, a Erika tem tanto a bunda quanto os peitos mais avantajados. Então, com essa vista do caralho, ele não consegue segurar a vontade de entrar no quarto da cunhada. Ele observa à vontade as curvas da pequena rabuda e, sem dizer uma palavra, se atreve a tocar as bundas duras e quase virgens. A Erika, ainda quente por ter visto o pau do cunhado profanando a caverna da irmã, se deixa fazer e até abre mais as pernas pra facilitar o serviço. O Marco, vendo a disponibilidade da mulher, aponta o membro duro na abertura lubrificada e, sem contemplação, sem saber se a mulher é virgem ou não, investe e penetra a buceta até então imaculada. Os fluidos fazem com que a Erika não sinta dor nenhuma, enquanto o Gustavo, do outro lado da parede, tira fotos e bate punheta feito um louco. O Marco investe uma e outra vez na abertura apertada até sentir o orgasmo iminente. Tira o pau da Erika e goza pra caralho em cima dos peitos duros da cunhada, sem parar pra pensar que foi ele quem desvirginou a futura puta. Os dias passavam e o Marco continuava comendo as duas irmãs, fazendo a Erika limpar o pau dele com a boca depois de foder a esposa e, já limpo, meter o membro na cunhada. Passaram-se alguns meses até que o Gustavo decidiu mostrar os vídeos pra Erika pra chantagear ela: ou comia com ele ou os os vídeos seriam vistos pela família... Erika não tinha escolha, tinha descoberto o prazer do sexo e não queria que sua família sofresse por causa dela. Aliás, enquanto Gustavo mostrava as imagens, ela reparou nas dimensões do pau do irmão, então não ia recusar, parecia ser mais grosso que o do Marco e não perderia a chance de sentir aquilo dentro dela. Então não hesitou em usar o pouco que tinha aprendido com o cunhado para praticar com o irmão. Antes que Gustavo terminasse a chantagem, Erika já acariciava o pau dele por cima da calça. Ele nem conseguiu dizer que mostraria as provas se ela não deixasse comer, quando o membro dele foi engolido pela boca quente da irmã. Assim, por muito tempo, ela foi objeto sexual do cunhado e do irmão.
Dizem que o destino coloca as pessoas certas no seu caminho, e eu tenho quase certeza que sim... Porque com o tempo conheci pessoas que tiveram ou têm a ver com o passado sexual da minha esposa. Embora eu esteja plenamente ciente de ser um cuck de verdade, nunca imaginei que o despertar sexual dela acontecesse dentro da própria família. Não diretamente de sangue, mas o filho da puta que a desvirginou foi o cunhado dela, marido da irmã mais velha (que também é uma puta, mas vou contar sobre ela depois). Nisso, quem me contou essas experiências foi meu cunhado, que, ao descobrir os amores da minha agora esposa com o cunhado, aproveitou a oportunidade pra foder ela, mesmo sendo irmã dela, haja. Esclarecido isso, vou continuar a história. Minha mulher, Erika, tinha 17 anos quando a irmã dela, de 19, casou com Marco, de 18. Como não tinham onde morar, meu sogro aceitou que eles morassem na mesma casa. A casa, sendo construída de forma moderna, tinha paredes de drywall, que deixam o barulho passar livremente, especialmente quando no quarto ao lado um casal jovem transa cheio de tesão. Passaram-se poucas semanas para Erika se sentir atraída pelo escândalo que os recém-casados faziam e ela deu um jeito de espiar os jovens apaixonados. Ela engenhou um pequeno buraco na parede, disfarçado com um quadro, pra ver a ação do outro lado. Por outro lado, meu cunhado, irmão delas, não perdia a chance de espiar as irmãs. Então, enquanto Erika espiava, Gustavo a espiava, sendo testemunha muda das siriricas da irmãzinha. Uma noite, enquanto Marco e a esposa transavam, Erika se masturbava furiosamente, e seus gemidos não passaram despercebidos. Marco, que não era bobo, imaginou o motivo daqueles gemidos e fez de tudo pra que a mulher dele fizesse mais barulho enquanto era fodida. Uns dias depois, ele descobriu o buraco por onde a cunhada os espiava. Traço o plano pra poder foder com minha cunhada. Nos dias de folga, descia pra tomar café só de cueca e me regozijava em mostrar o volume na frente da puta da Erika. Ela também não era discreta, usava sutiãs quase transparentes e shorts curtos, bem apertados pra marcar a buceta peluda que ainda costumava usar. Numa noite dessas, depois de se masturbar igual uma louca, a Erika tinha deixado a porta entreaberta e o Marco, ao sair pro banheiro, viu ela completamente nua. A pica dele subiu de novo, porque a Erika é o oposto do físico da irmã dele. Enquanto a irmã é magra e tem peitos pequenos, a Erika tem tanto a bunda quanto os peitos mais avantajados. Então, com essa vista do caralho, ele não consegue segurar a vontade de entrar no quarto da cunhada. Ele observa à vontade as curvas da pequena rabuda e, sem dizer uma palavra, se atreve a tocar as bundas duras e quase virgens. A Erika, ainda quente por ter visto o pau do cunhado profanando a caverna da irmã, se deixa fazer e até abre mais as pernas pra facilitar o serviço. O Marco, vendo a disponibilidade da mulher, aponta o membro duro na abertura lubrificada e, sem contemplação, sem saber se a mulher é virgem ou não, investe e penetra a buceta até então imaculada. Os fluidos fazem com que a Erika não sinta dor nenhuma, enquanto o Gustavo, do outro lado da parede, tira fotos e bate punheta feito um louco. O Marco investe uma e outra vez na abertura apertada até sentir o orgasmo iminente. Tira o pau da Erika e goza pra caralho em cima dos peitos duros da cunhada, sem parar pra pensar que foi ele quem desvirginou a futura puta. Os dias passavam e o Marco continuava comendo as duas irmãs, fazendo a Erika limpar o pau dele com a boca depois de foder a esposa e, já limpo, meter o membro na cunhada. Passaram-se alguns meses até que o Gustavo decidiu mostrar os vídeos pra Erika pra chantagear ela: ou comia com ele ou os os vídeos seriam vistos pela família... Erika não tinha escolha, tinha descoberto o prazer do sexo e não queria que sua família sofresse por causa dela. Aliás, enquanto Gustavo mostrava as imagens, ela reparou nas dimensões do pau do irmão, então não ia recusar, parecia ser mais grosso que o do Marco e não perderia a chance de sentir aquilo dentro dela. Então não hesitou em usar o pouco que tinha aprendido com o cunhado para praticar com o irmão. Antes que Gustavo terminasse a chantagem, Erika já acariciava o pau dele por cima da calça. Ele nem conseguiu dizer que mostraria as provas se ela não deixasse comer, quando o membro dele foi engolido pela boca quente da irmã. Assim, por muito tempo, ela foi objeto sexual do cunhado e do irmão.
2 comentários - Mi esposa puta..... Siempre lo fue?