Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/3496702/Camila.htmlParte 2http://www.poringa.net/posts/relatos/3500137/Camila-parte-2.htmlParte 3http://www.poringa.net/posts/relatos/3505584/Camila-parte-3.htmlParte 4http://www.poringa.net/posts/relatos/3508803/Camila-parte-4.htmlParte 5http://www.poringa.net/posts/relatos/3516819/Camila-parte-5.htmlChegou o fim de semana, eu não tinha planos, e meu tio me mandou uma mensagem pedindo um favor. No sábado de manhã, uns pedreiros iam na casa dele no condomínio fechado, tinham que tapar um buraco que os encanadores fizeram num dos banheiros pra consertar um cano, e ele tinha um compromisso fora de Buenos Aires. Então me pediu pra ir receber eles, iam ficar só um tempinho, e depois a casa ficava pra mim o fim de semana inteiro. Aceitei e na hora mandei uma mensagem pra Camila pra ver se ela podia vir onde a gente tinha ficado junto pela primeira vez. Ela respondeu depois de um tempo, disse que podia chegar no sábado à noite, falei que tava de boa se ela não se importasse de vir sozinha, ela topou e a gente combinou.
Fui na sexta à noite, dormi lá; no outro dia umas 7 da manhã chegaram os pedreiros. Demoraram bem menos do que eu esperava, antes do meio-dia já tinham terminado, então almocei alguma coisa e fui tirar um cochilo.
Umas 17h acordei, arrumei umas paradas pro fim de semana, e recebi a mensagem da Camila dizendo que tava saindo de casa. Tinha um tempinho bom pra terminar de definir tudo, tomar um banho e esperar ela. Faltando pouco pras 19h ela me escreveu falando que tava entrando no condomínio, pra eu ir buscar ela onde a van deixava. Fiz isso, quando cheguei a Cami já tava lá embaixo me esperando. Tava frio, ela tava de jeans, um casacão e um gorro de lã. Eu tava de uma calça moletom justinha que me dava um pouco de vergonha de usar, mas é muito confortável, e um moletom. Errei na quantidade de roupa e passei um baita frio.
- Oi, Sebita – ela me deu um beijo na bochecha e pegou uma bolsa que tava no chão – hoje eu vim preparada e com surpresas
- Hummm, que medo – respondi – eu já tenho umas paradas preparadas também
- Kkkk, então a gente vai se divertir
Chegamos na casa, a Camila quis tomar um banho quente. Fiquei tentado a fuçar o que ela tinha na bolsa, mas me segurei e deixei como surpresa. Ela saiu de roupão, comecei a ficar animado, mas não queria. Começar ainda. A gente tava no sofá, falando merda; de repente ela se aproxima e põe a mão na minha perna. Ela morde meu lábio inferior e depois passa a língua no meu pescoço. Também morde e começa a apalpar meu volume, que já tinha reagido.
- Para, antes de tudo vamos fazer uma coisa – falei
- Mmmm o que foi? – ela perguntou sem parar de massagear meu pau por cima da calça
- Vamos jantar assim depois a noite inteira é nossa
- Beleza, na verdade não almocei e tô com fome – ela respondeu
O salão do lugar pedia comida, fui até a cozinha onde o cardápio tava colado na geladeira. Pedimos salada Caesar pros dois; em 10 minutos tava na porta. Jantamos rápido e voltamos pro sofá. De novo ela começou a chupar meu pescoço, passava a língua, mordia devagar, depois um pouco mais forte. Enfiou a mão dentro da minha calça e começou a me punhetar sem tirar o pau pra fora. Bem devagarinho enquanto ia ficando duro na mão dela. Eu deixava ela fazer, sem tocar nela, e sem olhar pro corpo dela ainda coberto pelo roupão. Ela alternava a boca entre a minha, meu pescoço e minha orelha direita, sentada no sofá do meu lado, até que parou de repente.
- Quem vai começar com as surpresas, você ou eu? – ela perguntou
- A minha não tá pronta, então você
- Vem – ela disse
Ela levantou, me pegou pela mão e subimos a escada.
Chegamos no quarto, paramos do lado da cama. Ela me beijou de língua, e depois começou a tirar minha roupa. Primeiro o moletom, depois a camiseta. Eu enquanto tirava o tênis, não tava de meia. Camila se abaixou e tirou meu jogging; beijou meu volume várias vezes, mordeu, tava mordendo tudo, e tirou minha cueca também. Me empurrou na cama, fiquei deitado de barriga pra cima. Ela foi até a bolsa e pegou alguma coisa. Eram algemas. Ela algemou minhas mãos na cama.
- Uffa agora sim que tô com medo – falei
- Faz bem
Ela subiu em cima de mim, ajoelhada com uma perna de cada lado da minha cintura. Ela tirou o jaleco, estava só com uma calcinha fio-dental mínima. Queria tocar e chupar os peitos dela, mas não podia, só me restava admirar. Ela se ajoelhou de quatro perto do meu rosto e tirou a tanga devagar. De novo, queria atacar com a boca os buracos dela, mas a posição não deixava.
— Mmmm, que mina você é, hein, me faz desejar
— E eu tô só começando…
Ela se virou de frente pra mim, como se fosse montar. Pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, sem enfiar. Sentia que ela ficava molhada e eu ficava mais duro. Entendi o jogo e deixei rolar, não pedi aos berros pra ela enfiar, que era o que eu queria. Depois de se esfregar um pouco, ela desceu e começou a passar a língua. Enchia de saliva, e com isso molhava minha glande, e depois descia até minhas bolas. Não enfiava na boca e me deixava mais louco, eu me contorcia na cama e fechava os olhos. Depois de molhar bem meu pau e minhas bolas, continuou descendo até minha raba. Abriu minhas pernas e colocou a língua no meu cu, molhou bem, tentava enfiar um pouco. Deixou a área bem lubrificada e foi pegar algo na bolsa. Tirou um dilatador anal, pequeno, em forma de cone, e me mostrou.
— Ah, então, você tá louca hoje — falei, com um pouco de medo, mas resignado
— Sim… você me pegou pervertida
Na outra mão, ela tinha tirado uma venda para os olhos. Antes de colocar em mim, chupou o dilatador, e depois enfiou na buceta dela pra eu ver como lubrificava. Aí sim, me deixou momentaneamente cego. Passou a língua nos meus lábios, tirou antes que eu encostasse a minha boca na dela. Lambeu minhas orelhas, de novo o pescoço, mordeu meus mamilos, e foi lambendo todo o meu corpo até chegar no meu pau de novo. Agora sim, chupou bem, enfiando tudo, enquanto eu imaginava o rosto dela e esperava com medo e impaciência que ela cuidasse da minha raba. Sem parar de me masturbar, colocou um travesseiro embaixo da minha cintura e enfiou um pouco de um dedo no meu cu. Mal dilatou um pouco, senti o frio do brinquedo. Meu coração acelerou. coração, um pouco, nunca tinha passado de um dedo, só um pouco. Ela empurrou devagar, era pequenininho, mas mesmo assim doía um pouco. Isso pareceu não importar pra minha pica, porque ela endureceu ainda mais na boca dela, e, não sei se imaginei ou foi real, soltou bastante líquido pré-gozo. Ela continuava enfiando o dilatador, parecia que não acabava mais. Eu não falava nada, só sentia, e com os olhos vendados tudo ficava mais intenso. Ela conseguiu enfiar tudo, não era muito, mas dava pra sentir. A prioridade dela voltou a ser o boquete, usando só a boca, com as unhas cravadas no meu peito, me machucando. Claramente o brinquedo massageava minha próstata, porque já tava com vontade de gozar, coisa que geralmente era muito difícil pra mim só com uma chupada. As unhas dela cravaram mais, ardia um pouco; não aguentei mais, a pica começou a tremer e a jorrar gozo dentro da boca da Cami. Foi um orgasmo intenso, muito carregado, que me fez gemer. Ela não tirou a boca até um bom tempo depois que o gozo parou de sair, pensei que ela tinha engolido. Mas, uns segundos depois, notei que ela deixou cair da boca na minha barriga; passou a língua pela área, várias vezes, até que, deduzi, limpou tudo e, agora sim, engoliu. Depois lambeu onde tinha me arranhado com as unhas, no meu peito.
- Mmmmm, isso foi intenso
- Gostou, hein?
- Pra falar a verdade, sim – eu dizia me contorcendo, sem conseguir ver nada
Ela tirou a venda dos meus olhos, mas não tirou as algemas. Só tirou o dilatador e guardou de novo na bolsa. Montou em cima de mim, com o peito na altura da minha cama. Chupei as tetas dela, quase desesperado, sugando os bicos que já estavam duros, mordendo eles como uma espécie de vingança. Cami sentiu que já era o suficiente, e agora o que ela colocou na minha cara foi a buceta dela. Já tava bem molhada, me preocupei em lamber os sucos dela um pouco primeiro, e depois sim parei no clitóris, fazendo desenhos com a língua como muitos recomendam. Parece que ela gostou, porque eu ouvia ela gemer, e com uma mão enfiava minha cabeça na buceta dela. Entreperna. Lambi, chupei, suguei tudo que pude até que ela fez mais força com a mão na minha cabeça, e com a outra pegou uma das minhas mãos algemadas na borda da cama. Sabia que ela ia gozar e lambi mais forte.
- Ahhhhhh – deu um grito que nunca tinha ouvido – você me fez gozar, gatinho
- Mmmmm, bom, devolvi o favor
Ela saiu de cima de mim. Minha pica já estava pronta pra ação de novo. Montando de costas, ela enfiou na buceta dela. Senti ela bem quente e molhada. Camila mexia a cintura com força, me comendo. Começou se segurando nas minhas pernas, depois soltou pra apertar os próprios peitos. Eu não acreditava como tava duro tão rápido e pela segunda vez, e me concentrava pra não gozar rápido. Camila voltou a me provocar, dessa vez abrindo a bunda com uma mão pra me mostrar a raba. Depois enfiou um dedo, enquanto minha pica continuava penetrando a pussy dela, mas agora devagar por causa da brincadeira que ela tava fazendo. Ela se virou e ficou de frente pra mim. Voltou a se mexer forte e se aproximou pra me beijar, ou na verdade, bater a língua na minha. Mais uma vez lambeu minha orelha e meu pescoço; nessa posição não aguentei mais, já tinham uns 15 minutos de foda, e enchi a buceta dela de porra. Ela parou de se mexer e deixou bem enfiada, enquanto mordia meu pescoço quando sentiu meu líquido terminando de sair dentro dela. Finalmente desceu e tirou as algemas de mim.
- Vou me lavar, vadiazinha – disse e entrou no banheiro
Olhei meus pulsos, de tanto que me mexi, ficaram marcados. Também o peito por causa dos arranhões dela, e me olhei no espelho no pescoço e tinha a marca dos dentes dela.
Camila saiu do banheiro um tempo depois, deitou do meu lado, nós dois pelados, e começamos a falar besteira, rindo de outras coisas, criticando gente e tudo mais. Quase deu meia-noite.
- Bom, já tá quase na hora da minha surpresa
- Você não disse que era amanhã? – perguntou surpresa
- Sim... já é amanhã
- Que bobinha que você é – ela me disse
- Bom, vamos nos vestir
Saímos da cama e nos vestimos, eu com a mesma roupa de antes, menos o moletom, ela vestiu uma saia e uma regata, na casa com o piso radiante estava muito quente.
Olhei minhas mensagens, minha surpresa estava a caminho. Comemos umas frutas e a campainha tocou. Fui abrir, disse pra Camila esperar no sofá da sala.
Fui abrir e voltei pra onde ela estava. Eu tinha contratado dois strippers, altos e musculosos obviamente, do jeito que ela gostava. Ela começou a rir
- Ah, que surpresa boa!! – disse sem parar de rir
- Pra você, todo meu amor – falei brincando
Os caras cumprimentaram ela, estavam com casacos longos, coturnos, bem clichê, mas foi exatamente isso que eu busquei. Eram bem profissionais, trouxeram um jogo de luzes e a música deles. Fui pra trás e deixei ela sozinha no sofá.
Começaram o show. Apagaram a luz da sala, ligaram a música e as luzes deles. Primeiro um dançou um tempo, tirou o casaco e estava com uma espécie de sunga e uma regata. Ele se afastou e o outro fez o mesmo, tinha mais graça; também tirou o casaco, estava com a mesma sunga, mas ficou pelado. De longe, com a pouca luz, dava pra ver que estava oleado. Camila olhava atenta, sem se mexer no sofá. O primeiro que tinha dançado, era loiro, um pouco mais alto, mas menos musculoso que o outro, voltou à cena e tirou a sunga e a camiseta. Estava com uma tanguinha mínima que marcava o volume. De novo, o segundo, moreno não tão alto, mas com um corpo mais de fisiculturista, fez o mesmo, mas esse elevou um pouco o jogo e ficou colado na Cami, com uma perna apoiada no sofá, e tirou a sunga deixando o volume quase na cara dela. O cara continuou dançando, de costas pra Camila, e tirou a tanguinha, ficando pelado mas sem se virar; enquanto isso, o loiro estava atrás do sofá e tirou a regata da Cami, deixando ela de peitos de fora porque não tinha sutiã. Aí ela me procurou com o olhar, ria como quem diz "não". Eu tava esperando muito. Quando ela se virou, tinha a pica do moreno na cara dela. Me aproximei pra ver melhor, ela era borrachuda, grande embora não descomunal, e ele segurava ela com uma mão, passando pelo rosto da Cami, que continuava rindo. Finalmente ela aceitou o convite e abriu a boca. O moreno, sem perder tempo, guiou ela pra dentro e tirou as mãos, deixando ela chupar. Camila colocou as mãos nos abdominais do stripper, nos peitorais, tocava ele inteiro sem parar de mamar. Nisso, o loiro já tinha se posicionado do lado também com a pica dele pra fora, de um tamanho parecido, mas já bem dura. Ela começou a alternar entre pica e pica, sem tocar com as mãos, só usando a boca.
Os dois juntos levantaram ela e tiraram a saia. Viraram ela, tocavam a bunda dela, davam tapas, mordiam as nádegas. Depois baixaram a fio dental. O loiro tirou uma camisinha do bolso do casaco, colocou enquanto o moreno continuava tocando a Cami. Com a bolinha posta, inclinou ela sobre o sofá, de costas, e meteu na buceta, segurando ela pela nuca. Comeu ela por um tempinho, e depois o moreno fez sinal pra baixar ela no chão. Ela ficou de quatro, e o loiro voltou a comer ela, o outro stripper colocou a pica pra ela continuar chupando. Ele metia com força, não rápido mas fundo, e ela tinha dificuldade pra mamar direito, mais deixava na boca e mexia a língua. Ficaram assim por um tempo, e o moreno se deitou no chão, também colocando uma camisinha. Camila sentou em cima e cavalgava ele enquanto agora chupava a pica do loiro, que tinha tirado a bolinha.
- Quero que gozem os dois na minha cara - pediu ela, falando pela primeira vez
- É isso que você quer, puta? - perguntou o que tava comendo ela
- Sim, encham minha cara de porra
Ele parou de comer ela, se levantou ao lado do parceiro. Cami se ajoelhou na frente deles e deixou eles se baterem uma. Primeiro o loiro, gozou, segurando ela pelo cabelo pra cair bem na cara. Depois o moreno. Ela fez algo parecido. Ficou bem cheia de porra, lambeu os lábios provando um pouquinho e ficou beliscando os próprios mamilos. Olhou pra eles com cara de gata por um instante e foi se lavar.
Eu tinha contratado eles por hora e o tempo já estava acabando, paguei, eles não quiseram tomar banho e foram embora.
Cami saiu do banheiro.
— Gostou da minha surpresa?
— Foi divertida, mas achei que você ia participar.
— Nah… se você gosta de caras como eles, não como eu.
— Você é um bobo, me faz rir — ela disse.
Eu, entre acordar cedo e as duas gozadas, estava morto de sono. Ela mexeu um pouco na minha rola quando estávamos na cama, mas falei pra guardarmos energia pra amanhã. Ela se aninhou de conchinha, com minha rola entre as nádegas dela. Tinha endurecido, mas deixamos ali e dormimos.
Acordei às 11 da manhã. Cami ainda dormia. Desci, tomei um copo de suco de laranja. Estava chovendo, era um dia feio. Subi pro quarto e ela continuava dormindo. Por causa do aquecimento, dormíamos só com um lençol.
Ela estava dormindo de bruços. Bem devagar, tirei o lençol, e a bunda dela ficou à disposição. Massageei um pouco. Procurei na bolsa dela se tinha um óleo ou algo assim. Tive sorte. Peguei e joguei nas costas dela. Ao contrário do que pensei, o frio do líquido não acordou ela, só se mexeu um pouquinho. Queria dilatar a bunda dela e meter minha pica antes que acordasse, a situação me dava um tesão doentio, mas sabia que era difícil. Passei o óleo nas nádegas dela bem devagar, até deixá-las cobertas. Aí abri elas e, com um dedo, o mais devagar que podia, fui abrindo espaço no cu dela. Ela continuava sem acordar e vi que era minha hora, já com a vara bem dura. Passei um pouco de óleo e fui enfiando. Quando a cabeça entrou, ela abriu os olhos.
— Mmmmm isso é um estupro? — ela perguntou.
— Não, porque eu sei que você gosta.
— Mmmmm e como você sabe disso? — ela perguntou entre gemidos leves, enquanto eu continuava empurrando e já tinha entrado até a metade.
— Porque você fica aqui e não faz nada pra impedir. que para
— Ah, não? Olha o que eu vou fazer
Pegou um travesseiro e colocou debaixo da barriga dela pra levantar o quadril. Depois, com as duas mãos, abriu as nádegas pra facilitar pra mim
— Viu como você gosta?
Enfiei tudo, tirava só pela metade pra não machucar ela até acostumar bem.
— Me come, vai
— Forte?
— Do jeito que você quiser, gatinha
Comecei a me mexer, com as mãos nas costas dela. Comi ela assim por um bom tempo. Depois pedi pra ela virar. Ela virou e eu enfiei de novo no cu dela, dessa vez de frente e sem o travesseiro, porque queria pegar nos peitos dela.
— Gosto dos seus peitos
— Mmmmm, dá pra perceber pelo jeito que você aperta, putinha
Continuei por mais um tempo, de vez em quando enfiava um dedo na boca dela pra ela chupar. Ela se masturbava, dava pra sentir como ela ia ficando molhada. Pedi pra mudar de novo, dessa vez de quatro. Ela obedeceu e lá fui eu de novo pela portinha dos fundos. Já tava metendo rápido, quase gozando, e queria gozar onde eu gosto, na tatuagem na cintura dela. Aguentei cinco minutos e fiz exatamente isso, tirei do cuzinho dela e gozei na tatuagem.
— Mmmmm, como você gosta disso, seu pervertido, hein
— Sim, adoro — falei apertando meu pau pra sair as últimas gotas — posso tirar uma foto?
— Mmmmm, tá bom, vai
Peguei meu celular e tirei uma foto daquela cena.
Tomamos banho juntos, mais na brincadeira do que no sexy, jogando sabão um no outro e fazendo piadas. Dessa vez perguntei se ela queria ir comer, mesmo que estivesse chovendo, e ela disse que sim.
Fui na sexta à noite, dormi lá; no outro dia umas 7 da manhã chegaram os pedreiros. Demoraram bem menos do que eu esperava, antes do meio-dia já tinham terminado, então almocei alguma coisa e fui tirar um cochilo.
Umas 17h acordei, arrumei umas paradas pro fim de semana, e recebi a mensagem da Camila dizendo que tava saindo de casa. Tinha um tempinho bom pra terminar de definir tudo, tomar um banho e esperar ela. Faltando pouco pras 19h ela me escreveu falando que tava entrando no condomínio, pra eu ir buscar ela onde a van deixava. Fiz isso, quando cheguei a Cami já tava lá embaixo me esperando. Tava frio, ela tava de jeans, um casacão e um gorro de lã. Eu tava de uma calça moletom justinha que me dava um pouco de vergonha de usar, mas é muito confortável, e um moletom. Errei na quantidade de roupa e passei um baita frio.
- Oi, Sebita – ela me deu um beijo na bochecha e pegou uma bolsa que tava no chão – hoje eu vim preparada e com surpresas
- Hummm, que medo – respondi – eu já tenho umas paradas preparadas também
- Kkkk, então a gente vai se divertir
Chegamos na casa, a Camila quis tomar um banho quente. Fiquei tentado a fuçar o que ela tinha na bolsa, mas me segurei e deixei como surpresa. Ela saiu de roupão, comecei a ficar animado, mas não queria. Começar ainda. A gente tava no sofá, falando merda; de repente ela se aproxima e põe a mão na minha perna. Ela morde meu lábio inferior e depois passa a língua no meu pescoço. Também morde e começa a apalpar meu volume, que já tinha reagido.
- Para, antes de tudo vamos fazer uma coisa – falei
- Mmmm o que foi? – ela perguntou sem parar de massagear meu pau por cima da calça
- Vamos jantar assim depois a noite inteira é nossa
- Beleza, na verdade não almocei e tô com fome – ela respondeu
O salão do lugar pedia comida, fui até a cozinha onde o cardápio tava colado na geladeira. Pedimos salada Caesar pros dois; em 10 minutos tava na porta. Jantamos rápido e voltamos pro sofá. De novo ela começou a chupar meu pescoço, passava a língua, mordia devagar, depois um pouco mais forte. Enfiou a mão dentro da minha calça e começou a me punhetar sem tirar o pau pra fora. Bem devagarinho enquanto ia ficando duro na mão dela. Eu deixava ela fazer, sem tocar nela, e sem olhar pro corpo dela ainda coberto pelo roupão. Ela alternava a boca entre a minha, meu pescoço e minha orelha direita, sentada no sofá do meu lado, até que parou de repente.
- Quem vai começar com as surpresas, você ou eu? – ela perguntou
- A minha não tá pronta, então você
- Vem – ela disse
Ela levantou, me pegou pela mão e subimos a escada.
Chegamos no quarto, paramos do lado da cama. Ela me beijou de língua, e depois começou a tirar minha roupa. Primeiro o moletom, depois a camiseta. Eu enquanto tirava o tênis, não tava de meia. Camila se abaixou e tirou meu jogging; beijou meu volume várias vezes, mordeu, tava mordendo tudo, e tirou minha cueca também. Me empurrou na cama, fiquei deitado de barriga pra cima. Ela foi até a bolsa e pegou alguma coisa. Eram algemas. Ela algemou minhas mãos na cama.
- Uffa agora sim que tô com medo – falei
- Faz bem
Ela subiu em cima de mim, ajoelhada com uma perna de cada lado da minha cintura. Ela tirou o jaleco, estava só com uma calcinha fio-dental mínima. Queria tocar e chupar os peitos dela, mas não podia, só me restava admirar. Ela se ajoelhou de quatro perto do meu rosto e tirou a tanga devagar. De novo, queria atacar com a boca os buracos dela, mas a posição não deixava.
— Mmmm, que mina você é, hein, me faz desejar
— E eu tô só começando…
Ela se virou de frente pra mim, como se fosse montar. Pegou meu pau e começou a esfregar na buceta dela, sem enfiar. Sentia que ela ficava molhada e eu ficava mais duro. Entendi o jogo e deixei rolar, não pedi aos berros pra ela enfiar, que era o que eu queria. Depois de se esfregar um pouco, ela desceu e começou a passar a língua. Enchia de saliva, e com isso molhava minha glande, e depois descia até minhas bolas. Não enfiava na boca e me deixava mais louco, eu me contorcia na cama e fechava os olhos. Depois de molhar bem meu pau e minhas bolas, continuou descendo até minha raba. Abriu minhas pernas e colocou a língua no meu cu, molhou bem, tentava enfiar um pouco. Deixou a área bem lubrificada e foi pegar algo na bolsa. Tirou um dilatador anal, pequeno, em forma de cone, e me mostrou.
— Ah, então, você tá louca hoje — falei, com um pouco de medo, mas resignado
— Sim… você me pegou pervertida
Na outra mão, ela tinha tirado uma venda para os olhos. Antes de colocar em mim, chupou o dilatador, e depois enfiou na buceta dela pra eu ver como lubrificava. Aí sim, me deixou momentaneamente cego. Passou a língua nos meus lábios, tirou antes que eu encostasse a minha boca na dela. Lambeu minhas orelhas, de novo o pescoço, mordeu meus mamilos, e foi lambendo todo o meu corpo até chegar no meu pau de novo. Agora sim, chupou bem, enfiando tudo, enquanto eu imaginava o rosto dela e esperava com medo e impaciência que ela cuidasse da minha raba. Sem parar de me masturbar, colocou um travesseiro embaixo da minha cintura e enfiou um pouco de um dedo no meu cu. Mal dilatou um pouco, senti o frio do brinquedo. Meu coração acelerou. coração, um pouco, nunca tinha passado de um dedo, só um pouco. Ela empurrou devagar, era pequenininho, mas mesmo assim doía um pouco. Isso pareceu não importar pra minha pica, porque ela endureceu ainda mais na boca dela, e, não sei se imaginei ou foi real, soltou bastante líquido pré-gozo. Ela continuava enfiando o dilatador, parecia que não acabava mais. Eu não falava nada, só sentia, e com os olhos vendados tudo ficava mais intenso. Ela conseguiu enfiar tudo, não era muito, mas dava pra sentir. A prioridade dela voltou a ser o boquete, usando só a boca, com as unhas cravadas no meu peito, me machucando. Claramente o brinquedo massageava minha próstata, porque já tava com vontade de gozar, coisa que geralmente era muito difícil pra mim só com uma chupada. As unhas dela cravaram mais, ardia um pouco; não aguentei mais, a pica começou a tremer e a jorrar gozo dentro da boca da Cami. Foi um orgasmo intenso, muito carregado, que me fez gemer. Ela não tirou a boca até um bom tempo depois que o gozo parou de sair, pensei que ela tinha engolido. Mas, uns segundos depois, notei que ela deixou cair da boca na minha barriga; passou a língua pela área, várias vezes, até que, deduzi, limpou tudo e, agora sim, engoliu. Depois lambeu onde tinha me arranhado com as unhas, no meu peito.
- Mmmmm, isso foi intenso
- Gostou, hein?
- Pra falar a verdade, sim – eu dizia me contorcendo, sem conseguir ver nada
Ela tirou a venda dos meus olhos, mas não tirou as algemas. Só tirou o dilatador e guardou de novo na bolsa. Montou em cima de mim, com o peito na altura da minha cama. Chupei as tetas dela, quase desesperado, sugando os bicos que já estavam duros, mordendo eles como uma espécie de vingança. Cami sentiu que já era o suficiente, e agora o que ela colocou na minha cara foi a buceta dela. Já tava bem molhada, me preocupei em lamber os sucos dela um pouco primeiro, e depois sim parei no clitóris, fazendo desenhos com a língua como muitos recomendam. Parece que ela gostou, porque eu ouvia ela gemer, e com uma mão enfiava minha cabeça na buceta dela. Entreperna. Lambi, chupei, suguei tudo que pude até que ela fez mais força com a mão na minha cabeça, e com a outra pegou uma das minhas mãos algemadas na borda da cama. Sabia que ela ia gozar e lambi mais forte.
- Ahhhhhh – deu um grito que nunca tinha ouvido – você me fez gozar, gatinho
- Mmmmm, bom, devolvi o favor
Ela saiu de cima de mim. Minha pica já estava pronta pra ação de novo. Montando de costas, ela enfiou na buceta dela. Senti ela bem quente e molhada. Camila mexia a cintura com força, me comendo. Começou se segurando nas minhas pernas, depois soltou pra apertar os próprios peitos. Eu não acreditava como tava duro tão rápido e pela segunda vez, e me concentrava pra não gozar rápido. Camila voltou a me provocar, dessa vez abrindo a bunda com uma mão pra me mostrar a raba. Depois enfiou um dedo, enquanto minha pica continuava penetrando a pussy dela, mas agora devagar por causa da brincadeira que ela tava fazendo. Ela se virou e ficou de frente pra mim. Voltou a se mexer forte e se aproximou pra me beijar, ou na verdade, bater a língua na minha. Mais uma vez lambeu minha orelha e meu pescoço; nessa posição não aguentei mais, já tinham uns 15 minutos de foda, e enchi a buceta dela de porra. Ela parou de se mexer e deixou bem enfiada, enquanto mordia meu pescoço quando sentiu meu líquido terminando de sair dentro dela. Finalmente desceu e tirou as algemas de mim.
- Vou me lavar, vadiazinha – disse e entrou no banheiro
Olhei meus pulsos, de tanto que me mexi, ficaram marcados. Também o peito por causa dos arranhões dela, e me olhei no espelho no pescoço e tinha a marca dos dentes dela.
Camila saiu do banheiro um tempo depois, deitou do meu lado, nós dois pelados, e começamos a falar besteira, rindo de outras coisas, criticando gente e tudo mais. Quase deu meia-noite.
- Bom, já tá quase na hora da minha surpresa
- Você não disse que era amanhã? – perguntou surpresa
- Sim... já é amanhã
- Que bobinha que você é – ela me disse
- Bom, vamos nos vestir
Saímos da cama e nos vestimos, eu com a mesma roupa de antes, menos o moletom, ela vestiu uma saia e uma regata, na casa com o piso radiante estava muito quente.
Olhei minhas mensagens, minha surpresa estava a caminho. Comemos umas frutas e a campainha tocou. Fui abrir, disse pra Camila esperar no sofá da sala.
Fui abrir e voltei pra onde ela estava. Eu tinha contratado dois strippers, altos e musculosos obviamente, do jeito que ela gostava. Ela começou a rir
- Ah, que surpresa boa!! – disse sem parar de rir
- Pra você, todo meu amor – falei brincando
Os caras cumprimentaram ela, estavam com casacos longos, coturnos, bem clichê, mas foi exatamente isso que eu busquei. Eram bem profissionais, trouxeram um jogo de luzes e a música deles. Fui pra trás e deixei ela sozinha no sofá.
Começaram o show. Apagaram a luz da sala, ligaram a música e as luzes deles. Primeiro um dançou um tempo, tirou o casaco e estava com uma espécie de sunga e uma regata. Ele se afastou e o outro fez o mesmo, tinha mais graça; também tirou o casaco, estava com a mesma sunga, mas ficou pelado. De longe, com a pouca luz, dava pra ver que estava oleado. Camila olhava atenta, sem se mexer no sofá. O primeiro que tinha dançado, era loiro, um pouco mais alto, mas menos musculoso que o outro, voltou à cena e tirou a sunga e a camiseta. Estava com uma tanguinha mínima que marcava o volume. De novo, o segundo, moreno não tão alto, mas com um corpo mais de fisiculturista, fez o mesmo, mas esse elevou um pouco o jogo e ficou colado na Cami, com uma perna apoiada no sofá, e tirou a sunga deixando o volume quase na cara dela. O cara continuou dançando, de costas pra Camila, e tirou a tanguinha, ficando pelado mas sem se virar; enquanto isso, o loiro estava atrás do sofá e tirou a regata da Cami, deixando ela de peitos de fora porque não tinha sutiã. Aí ela me procurou com o olhar, ria como quem diz "não". Eu tava esperando muito. Quando ela se virou, tinha a pica do moreno na cara dela. Me aproximei pra ver melhor, ela era borrachuda, grande embora não descomunal, e ele segurava ela com uma mão, passando pelo rosto da Cami, que continuava rindo. Finalmente ela aceitou o convite e abriu a boca. O moreno, sem perder tempo, guiou ela pra dentro e tirou as mãos, deixando ela chupar. Camila colocou as mãos nos abdominais do stripper, nos peitorais, tocava ele inteiro sem parar de mamar. Nisso, o loiro já tinha se posicionado do lado também com a pica dele pra fora, de um tamanho parecido, mas já bem dura. Ela começou a alternar entre pica e pica, sem tocar com as mãos, só usando a boca.
Os dois juntos levantaram ela e tiraram a saia. Viraram ela, tocavam a bunda dela, davam tapas, mordiam as nádegas. Depois baixaram a fio dental. O loiro tirou uma camisinha do bolso do casaco, colocou enquanto o moreno continuava tocando a Cami. Com a bolinha posta, inclinou ela sobre o sofá, de costas, e meteu na buceta, segurando ela pela nuca. Comeu ela por um tempinho, e depois o moreno fez sinal pra baixar ela no chão. Ela ficou de quatro, e o loiro voltou a comer ela, o outro stripper colocou a pica pra ela continuar chupando. Ele metia com força, não rápido mas fundo, e ela tinha dificuldade pra mamar direito, mais deixava na boca e mexia a língua. Ficaram assim por um tempo, e o moreno se deitou no chão, também colocando uma camisinha. Camila sentou em cima e cavalgava ele enquanto agora chupava a pica do loiro, que tinha tirado a bolinha.
- Quero que gozem os dois na minha cara - pediu ela, falando pela primeira vez
- É isso que você quer, puta? - perguntou o que tava comendo ela
- Sim, encham minha cara de porra
Ele parou de comer ela, se levantou ao lado do parceiro. Cami se ajoelhou na frente deles e deixou eles se baterem uma. Primeiro o loiro, gozou, segurando ela pelo cabelo pra cair bem na cara. Depois o moreno. Ela fez algo parecido. Ficou bem cheia de porra, lambeu os lábios provando um pouquinho e ficou beliscando os próprios mamilos. Olhou pra eles com cara de gata por um instante e foi se lavar.
Eu tinha contratado eles por hora e o tempo já estava acabando, paguei, eles não quiseram tomar banho e foram embora.
Cami saiu do banheiro.
— Gostou da minha surpresa?
— Foi divertida, mas achei que você ia participar.
— Nah… se você gosta de caras como eles, não como eu.
— Você é um bobo, me faz rir — ela disse.
Eu, entre acordar cedo e as duas gozadas, estava morto de sono. Ela mexeu um pouco na minha rola quando estávamos na cama, mas falei pra guardarmos energia pra amanhã. Ela se aninhou de conchinha, com minha rola entre as nádegas dela. Tinha endurecido, mas deixamos ali e dormimos.
Acordei às 11 da manhã. Cami ainda dormia. Desci, tomei um copo de suco de laranja. Estava chovendo, era um dia feio. Subi pro quarto e ela continuava dormindo. Por causa do aquecimento, dormíamos só com um lençol.
Ela estava dormindo de bruços. Bem devagar, tirei o lençol, e a bunda dela ficou à disposição. Massageei um pouco. Procurei na bolsa dela se tinha um óleo ou algo assim. Tive sorte. Peguei e joguei nas costas dela. Ao contrário do que pensei, o frio do líquido não acordou ela, só se mexeu um pouquinho. Queria dilatar a bunda dela e meter minha pica antes que acordasse, a situação me dava um tesão doentio, mas sabia que era difícil. Passei o óleo nas nádegas dela bem devagar, até deixá-las cobertas. Aí abri elas e, com um dedo, o mais devagar que podia, fui abrindo espaço no cu dela. Ela continuava sem acordar e vi que era minha hora, já com a vara bem dura. Passei um pouco de óleo e fui enfiando. Quando a cabeça entrou, ela abriu os olhos.
— Mmmmm isso é um estupro? — ela perguntou.
— Não, porque eu sei que você gosta.
— Mmmmm e como você sabe disso? — ela perguntou entre gemidos leves, enquanto eu continuava empurrando e já tinha entrado até a metade.
— Porque você fica aqui e não faz nada pra impedir. que para
— Ah, não? Olha o que eu vou fazer
Pegou um travesseiro e colocou debaixo da barriga dela pra levantar o quadril. Depois, com as duas mãos, abriu as nádegas pra facilitar pra mim
— Viu como você gosta?
Enfiei tudo, tirava só pela metade pra não machucar ela até acostumar bem.
— Me come, vai
— Forte?
— Do jeito que você quiser, gatinha
Comecei a me mexer, com as mãos nas costas dela. Comi ela assim por um bom tempo. Depois pedi pra ela virar. Ela virou e eu enfiei de novo no cu dela, dessa vez de frente e sem o travesseiro, porque queria pegar nos peitos dela.
— Gosto dos seus peitos
— Mmmmm, dá pra perceber pelo jeito que você aperta, putinha
Continuei por mais um tempo, de vez em quando enfiava um dedo na boca dela pra ela chupar. Ela se masturbava, dava pra sentir como ela ia ficando molhada. Pedi pra mudar de novo, dessa vez de quatro. Ela obedeceu e lá fui eu de novo pela portinha dos fundos. Já tava metendo rápido, quase gozando, e queria gozar onde eu gosto, na tatuagem na cintura dela. Aguentei cinco minutos e fiz exatamente isso, tirei do cuzinho dela e gozei na tatuagem.
— Mmmmm, como você gosta disso, seu pervertido, hein
— Sim, adoro — falei apertando meu pau pra sair as últimas gotas — posso tirar uma foto?
— Mmmmm, tá bom, vai
Peguei meu celular e tirei uma foto daquela cena.
Tomamos banho juntos, mais na brincadeira do que no sexy, jogando sabão um no outro e fazendo piadas. Dessa vez perguntei se ela queria ir comer, mesmo que estivesse chovendo, e ela disse que sim.
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