Olá de novo, dessa vez vou contar umas aventuras que rolou faz pouco tempo. A conversa com o ex da minha esposa deixou um gostinho muito bom, então me dediquei a praticar uma ideia que me permitiria saber até onde iam os limites sexuais dela. A ideia de vendá-la e deixar outro homem meter nela foi a mais viável pra mim, então fui procurar um dos meus irmãos, que, assim como eu, é bem tarado. Sem rodeios, expliquei meu plano: a ideia era ele entrar em casa antes da minha esposa voltar do trabalho, vendá-la e deixar ele passar no quarto pra foder ela. Ele topou na hora, só fez perguntas do tipo o que podia e o que não podia fazer. Depois de esclarecer tudo, marquei pra essa mesma noite. Esperei ele chegar, fiz ele entrar e saí pra buscar ela. Quando cheguei, tentei agir o mais natural possível. Jantamos, trocamos de roupa pra dormir e, já deitados, comecei a apalpar ela. Ela topou de boa, sem saber que a porta estava entreaberta o suficiente pro meu irmão ficar de pau duro vendo ela pelada. Não era difícil, porque enquanto eu contava meu plano, ele já tava falando o quanto achava minha mulher uma gostosa. Então, depois das preliminares, peguei um cachecol, coloquei no pescoço dela e, entre carícias, falei que queria comer ela enquanto ela tivesse vendada. Ela me olhou com um sorriso safado, levantou o cabelo e disse que não tinha problema. Tampei os olhos dela e, com um segundo cachecol, amarrei as mãos dela. A ideia era deixar ela de quatro pra que, se ela se mexesse, o cachecol nos olhos não deixasse ela ver quem estava atrás. Ajudei ela a se posicionar direitinho, na beira da cama, com as pernas bem abertas e apoiada nos cotovelos, assim os peitos dela ficavam balançando na medida pro meu irmão se deliciar. Dei um tapa na bunda dela com a mão, enquanto fazia sinal pro meu irmão entrar. Ele só tava de cueca e dava pra ver uma pica enorme por baixo do pano. Me afastei e deixei o caminho livre. Ele sem hesitar um instante, ele também deu um tapa forte na bunda dela, ela deu um pulo. "Quer mais, vagabunda?" perguntei. Ela disse que sim, ele agiu na hora, dando meia dúzia de tapas na bunda dela. Ela gemia a cada golpe. Agora ele, já com o pau de fora, ficou atrás dela, esticou os braços e apertou os dois peitos. Ela gemeu de novo. "Mmmmm, você tá diferente, amor." — "Me excita te ver assim, minha vida, que peitos gostosos." Ele continuou amassando e puxando os bicos, ela recuava pra sentir o pedaço quente encostado na bunda dela. Ele largou os peitos por um momento e colocou as mãos na bunda dela, o pau dele gotejava líquido pré-seminal. Reparei no tamanho do membro dele, mais ou menos da mesma grossura, mas mais comprido. Esperava que ela não percebesse, então cruzei os dedos e fiquei de olho no trabalho do meu irmão. Depois de admirar a vista daquele rabo disposto, ele se ajoelhou pra enfiar a língua na buceta depilada da minha mulher, que, ao sentir o intruso, arqueou as costas, dizendo: "Assim, come, bebe, que língua gostosa." Ele continuou chupando e dando mordidinhas nos lábios inchados, enquanto passava uma mão entre o colchão e o corpo dela pra continuar apalpando os peitos. Alguns minutos depois, ele se levantou e passou a cabeça do pau por toda a fenda da minha esposa, espalhando os sucos dos dois. Me preparei pra ver a primeira estocada, mas ele estava distraído, dando cutucadas nos dois buracos. O cu dela dava pequenas contrações quando sentia a cabeça do pau apertar. Até que, decidido, ele apontou pra buceta dela. "Pronta, amor?" "Aí vai." Ele não esperou resposta, meu irmão, pegando ela pelos quadris, empurrou o pau inteiro. Ela perguntou o que ele tinha enfiado... "Meu pau, amor, não tenho outro..." "É que mmmmm parece... mmmm maior, você chega mais fundo... Mmmmm" Mesmo assim, ela empurrava a bunda pra sentir tudo que a atravessava. "Relaxa, gatinha, é meu pau, mas tô tão excitado que talvez por isso você sinta diferente..." Meu irmão começou a bombear no ritmo dela, às vezes devagar e outras enfiando o mastro como querendo machucar, ele agarrava os peitos dela, os olhos bem abertos como querendo gravar a imagem do pau dele profanando a cunhada, agora o dedo médio dele apoiava no esfíncter da minha esposa, ela gemia e acompanhava os movimentos até o dedo entrar quase inteiro, aí ela começou a gozar mais forte, tô gozando, me dá mais, papai, tô gozando, enfia mais o pau, acho que ela fez os músculos da buceta trabalharem pelas caras que meu irmão fazia, a testa suada e o lábio mordido o faziam calar, ele empurrou mais algumas vezes e esvaziou completamente o líquido das bolas dentro da minha esposa.....enquanto eu atuava dizendo toma minha vida fode minha porra, não foi tão fingido meu curto monólogo porque quase ao mesmo tempo gozei salpicando o chão, mentiria se dissesse que pensei em apontar pra ela mas isso me entregaria, a puta ficou desmontada depois do orgasmo dela e deixou o corpo cair de bruços, me aproximei pra ver se a venda ainda estava no lugar e a coloquei de barriga pra cima, fiz outro sinal pro meu irmão que de maneira decidida se colocou sobre ela, mordeu mais que lambeu os mamilos inchados e colocou a glande entre os lábios suculentos da minha mulher, ela abriu a boca, pegando só a glande e chupou, depois acionou a língua e limpou os restos de sêmen, que ela achava que era meu., Depois que ele estava bem limpo, se desmontou e saiu do quarto, eu estava satisfeito com o resultado da experiência, já sem pressa a desamarrei e nos preparamos pra dormir. Passaram alguns dias até que conversamos meu irmão e eu, que tinha sido uma maravilha e que se quisesse repetir, não hesitasse em avisar. Um ou dois meses depois disso recebi uma ligação do meu primo, que tinha combinado de sair com minha esposa e que certamente ela inventaria algum pretexto pra chegar tarde, ele me disse onde seria o encontro e que se eu realmente quisesse tirar a dúvida, os seguisse de carro, efetivamente alguns minutos depois minha esposa tava trocando ideia comigo, falou que iam fazer inventário no trampo e que ia sair tarde, que eu não me preocupasse e que o patrão dela ia levar ela quando terminasse.... Falei que sem problema, que ia esperar ela pra jantar, as horas foram se arrastando, além do vazio que sentia no estômago, tinha as ereções constantes imaginando o que iam fazer com ela, cheguei um pouco depois no local do encontro, sempre em contato com meu primo e ainda com um carro emprestado, não podia arriscar ela reconhecer o meu, logo que cheguei, ela chegou também, com uma mini tipo tailleur que eu não conhecia e uma blusa branca, mesmo de longe dava pra ver os bicos escuros, então a puta não tava de sutiã, pra completar meu primo já tinha me dado alguns detalhes do que os quatro colegas dela iam fazer, já passava das 7 da noite, a maioria das ruas tava escura por causa da iluminação pública ruim, fui obrigado a parar duas vezes, de longe via fumaça de cigarro saindo pelas janelas e vultos se mexendo dentro do carro, pouco antes de dar a partida de novo, meu primo mandou outra mensagem, fica ligado nos detalhes, é uma surpresa. Segui eles por umas quadras e pararam do outro lado de uma loja 24 horas, logo uma porta abre, minha esposa desce e anda até o estabelecimento, de onde eu tava não dava pra ver direito mas a saia tava bem pra cima, quase mostrando a bunda, ela chegou no balcão do lugar e fez o pedido, pareceu que o atendente demorou mais que o normal porque eu vi ela pagar, ela virou e entrou no carro de novo, uma foto chegou no meu WhatsApp, a dos peitos dela aparecendo pela blusa e o que molhava a blusa não era outra coisa senão 5 gozadas nela. Avançamos mais, eles paravam um pouco nas áreas mais escuras até chegar na frente de uma casa em construção. Uma nova mensagem dizendo, espera a gente entrar e dá uma espiada, finalmente vai ver o quanto sua mulher é puta, esperei o tempo que achei justo. entrei na construção, a puta tava empinada, levando as porradas de um deles enquanto segurava a pica dos outros e na boca mais um membro recebia as atenções dela, assim puta, engole a pica, dessa vez só vamos foder teu cu, assim puta, que rabo gostoso! Putarias desse tipo chegavam nos meus ouvidos, até que um por um gozaram no cu dilatado dela. Vamos embora puta, teu marido deve estar impaciente pela tua chegada... Me apressei pra sair e ao virar na esquina ainda vi a nudez da minha mulher, já não tava mais com a blusa, com certeza usou pra limpar um pouco os sucos que escorriam entre as nádegas dela.
Olá de novo, dessa vez vou contar umas aventuras que rolou faz pouco tempo. A conversa com o ex da minha esposa deixou um gostinho muito bom, então me dediquei a praticar uma ideia que me permitiria saber até onde iam os limites sexuais dela. A ideia de vendá-la e deixar outro homem meter nela foi a mais viável pra mim, então fui procurar um dos meus irmãos, que, assim como eu, é bem tarado. Sem rodeios, expliquei meu plano: a ideia era ele entrar em casa antes da minha esposa voltar do trabalho, vendá-la e deixar ele passar no quarto pra foder ela. Ele topou na hora, só fez perguntas do tipo o que podia e o que não podia fazer. Depois de esclarecer tudo, marquei pra essa mesma noite. Esperei ele chegar, fiz ele entrar e saí pra buscar ela. Quando cheguei, tentei agir o mais natural possível. Jantamos, trocamos de roupa pra dormir e, já deitados, comecei a apalpar ela. Ela topou de boa, sem saber que a porta estava entreaberta o suficiente pro meu irmão ficar de pau duro vendo ela pelada. Não era difícil, porque enquanto eu contava meu plano, ele já tava falando o quanto achava minha mulher uma gostosa. Então, depois das preliminares, peguei um cachecol, coloquei no pescoço dela e, entre carícias, falei que queria comer ela enquanto ela tivesse vendada. Ela me olhou com um sorriso safado, levantou o cabelo e disse que não tinha problema. Tampei os olhos dela e, com um segundo cachecol, amarrei as mãos dela. A ideia era deixar ela de quatro pra que, se ela se mexesse, o cachecol nos olhos não deixasse ela ver quem estava atrás. Ajudei ela a se posicionar direitinho, na beira da cama, com as pernas bem abertas e apoiada nos cotovelos, assim os peitos dela ficavam balançando na medida pro meu irmão se deliciar. Dei um tapa na bunda dela com a mão, enquanto fazia sinal pro meu irmão entrar. Ele só tava de cueca e dava pra ver uma pica enorme por baixo do pano. Me afastei e deixei o caminho livre. Ele sem hesitar um instante, ele também deu um tapa forte na bunda dela, ela deu um pulo. "Quer mais, vagabunda?" perguntei. Ela disse que sim, ele agiu na hora, dando meia dúzia de tapas na bunda dela. Ela gemia a cada golpe. Agora ele, já com o pau de fora, ficou atrás dela, esticou os braços e apertou os dois peitos. Ela gemeu de novo. "Mmmmm, você tá diferente, amor." — "Me excita te ver assim, minha vida, que peitos gostosos." Ele continuou amassando e puxando os bicos, ela recuava pra sentir o pedaço quente encostado na bunda dela. Ele largou os peitos por um momento e colocou as mãos na bunda dela, o pau dele gotejava líquido pré-seminal. Reparei no tamanho do membro dele, mais ou menos da mesma grossura, mas mais comprido. Esperava que ela não percebesse, então cruzei os dedos e fiquei de olho no trabalho do meu irmão. Depois de admirar a vista daquele rabo disposto, ele se ajoelhou pra enfiar a língua na buceta depilada da minha mulher, que, ao sentir o intruso, arqueou as costas, dizendo: "Assim, come, bebe, que língua gostosa." Ele continuou chupando e dando mordidinhas nos lábios inchados, enquanto passava uma mão entre o colchão e o corpo dela pra continuar apalpando os peitos. Alguns minutos depois, ele se levantou e passou a cabeça do pau por toda a fenda da minha esposa, espalhando os sucos dos dois. Me preparei pra ver a primeira estocada, mas ele estava distraído, dando cutucadas nos dois buracos. O cu dela dava pequenas contrações quando sentia a cabeça do pau apertar. Até que, decidido, ele apontou pra buceta dela. "Pronta, amor?" "Aí vai." Ele não esperou resposta, meu irmão, pegando ela pelos quadris, empurrou o pau inteiro. Ela perguntou o que ele tinha enfiado... "Meu pau, amor, não tenho outro..." "É que mmmmm parece... mmmm maior, você chega mais fundo... Mmmmm" Mesmo assim, ela empurrava a bunda pra sentir tudo que a atravessava. "Relaxa, gatinha, é meu pau, mas tô tão excitado que talvez por isso você sinta diferente..." Meu irmão começou a bombear no ritmo dela, às vezes devagar e outras enfiando o mastro como querendo machucar, ele agarrava os peitos dela, os olhos bem abertos como querendo gravar a imagem do pau dele profanando a cunhada, agora o dedo médio dele apoiava no esfíncter da minha esposa, ela gemia e acompanhava os movimentos até o dedo entrar quase inteiro, aí ela começou a gozar mais forte, tô gozando, me dá mais, papai, tô gozando, enfia mais o pau, acho que ela fez os músculos da buceta trabalharem pelas caras que meu irmão fazia, a testa suada e o lábio mordido o faziam calar, ele empurrou mais algumas vezes e esvaziou completamente o líquido das bolas dentro da minha esposa.....enquanto eu atuava dizendo toma minha vida fode minha porra, não foi tão fingido meu curto monólogo porque quase ao mesmo tempo gozei salpicando o chão, mentiria se dissesse que pensei em apontar pra ela mas isso me entregaria, a puta ficou desmontada depois do orgasmo dela e deixou o corpo cair de bruços, me aproximei pra ver se a venda ainda estava no lugar e a coloquei de barriga pra cima, fiz outro sinal pro meu irmão que de maneira decidida se colocou sobre ela, mordeu mais que lambeu os mamilos inchados e colocou a glande entre os lábios suculentos da minha mulher, ela abriu a boca, pegando só a glande e chupou, depois acionou a língua e limpou os restos de sêmen, que ela achava que era meu., Depois que ele estava bem limpo, se desmontou e saiu do quarto, eu estava satisfeito com o resultado da experiência, já sem pressa a desamarrei e nos preparamos pra dormir. Passaram alguns dias até que conversamos meu irmão e eu, que tinha sido uma maravilha e que se quisesse repetir, não hesitasse em avisar. Um ou dois meses depois disso recebi uma ligação do meu primo, que tinha combinado de sair com minha esposa e que certamente ela inventaria algum pretexto pra chegar tarde, ele me disse onde seria o encontro e que se eu realmente quisesse tirar a dúvida, os seguisse de carro, efetivamente alguns minutos depois minha esposa tava trocando ideia comigo, falou que iam fazer inventário no trampo e que ia sair tarde, que eu não me preocupasse e que o patrão dela ia levar ela quando terminasse.... Falei que sem problema, que ia esperar ela pra jantar, as horas foram se arrastando, além do vazio que sentia no estômago, tinha as ereções constantes imaginando o que iam fazer com ela, cheguei um pouco depois no local do encontro, sempre em contato com meu primo e ainda com um carro emprestado, não podia arriscar ela reconhecer o meu, logo que cheguei, ela chegou também, com uma mini tipo tailleur que eu não conhecia e uma blusa branca, mesmo de longe dava pra ver os bicos escuros, então a puta não tava de sutiã, pra completar meu primo já tinha me dado alguns detalhes do que os quatro colegas dela iam fazer, já passava das 7 da noite, a maioria das ruas tava escura por causa da iluminação pública ruim, fui obrigado a parar duas vezes, de longe via fumaça de cigarro saindo pelas janelas e vultos se mexendo dentro do carro, pouco antes de dar a partida de novo, meu primo mandou outra mensagem, fica ligado nos detalhes, é uma surpresa. Segui eles por umas quadras e pararam do outro lado de uma loja 24 horas, logo uma porta abre, minha esposa desce e anda até o estabelecimento, de onde eu tava não dava pra ver direito mas a saia tava bem pra cima, quase mostrando a bunda, ela chegou no balcão do lugar e fez o pedido, pareceu que o atendente demorou mais que o normal porque eu vi ela pagar, ela virou e entrou no carro de novo, uma foto chegou no meu WhatsApp, a dos peitos dela aparecendo pela blusa e o que molhava a blusa não era outra coisa senão 5 gozadas nela. Avançamos mais, eles paravam um pouco nas áreas mais escuras até chegar na frente de uma casa em construção. Uma nova mensagem dizendo, espera a gente entrar e dá uma espiada, finalmente vai ver o quanto sua mulher é puta, esperei o tempo que achei justo. entrei na construção, a puta tava empinada, levando as porradas de um deles enquanto segurava a pica dos outros e na boca mais um membro recebia as atenções dela, assim puta, engole a pica, dessa vez só vamos foder teu cu, assim puta, que rabo gostoso! Putarias desse tipo chegavam nos meus ouvidos, até que um por um gozaram no cu dilatado dela. Vamos embora puta, teu marido deve estar impaciente pela tua chegada... Me apressei pra sair e ao virar na esquina ainda vi a nudez da minha mulher, já não tava mais com a blusa, com certeza usou pra limpar um pouco os sucos que escorriam entre as nádegas dela.
1 comentários - Minha esposa gostosa... Mais uma aventura dela