Anita la putita 3

À tarde, minha mãe levou minha prima pra fazer compras, imaginei que de lingerie, depois do que ela fez com a que tava vestindo de manhã, com certeza ia precisar de mais.Anita la putita 3
nenemNaquela noite, fui dormir com a consciência pesada e um certo remorso pelo que tinha acontecido... mas me justifiquei pensando que minha prima, inocente, inocente não era. Além disso, era melhor que eu a desvirginasse do que algum dos meus amigos do bairro ou da faculdade... e do que uma cenoura.
- Bom, já foi, você já fez... e se repetir? Bom, a gente vê depois... o importante é não ser descoberto... falei comigo mesmo. E, remoendo esses pensamentos, acabei pegando no sono.
Na manhã seguinte, acordei com uma ereção daquelas, meio atordoado, sem saber o que a tinha causado, pois não lembrava de ter tido nenhum sonho erótico. Olhei para minhas partes íntimas... Descobri que minha priminha tinha puxado as cobertas e deixado meu pau à mostra pela abertura da minha cueca boxer. Quando a Anita percebeu que eu tinha acordado, começou a chupá-lo, me olhando de rabo de olho, toda safada...
- O que você está fazendo? Vão nos descobrir... reclamei.gostosaFazendo uma pausa no trabalho dela, só de lábios, porque a mão dela continuava me masturbando: – Dorminhoco, sua mãe já foi... temos uma hora... e pensei que você ia me ensinar mais coisas. Sentindo um alívio tremendo, deixei ela fazer, a menina começou a chupar como toda uma expert.priminha- E aí, o que você gostaria de aprender hoje?... perguntei ironicamente.
- Bom, tem uma coisa que eu gostaria de fazer, mas não sei... ela disse meio envergonhada.
- Vai, me conta... perguntei intrigado.
- Deixa pra lá... disse Anita, corando.
- Qual é... insisti... depois de tudo que já passou, você não confia em mim? Notei que ela hesitava...
- Vai ser nosso segredo... falei, piscando um olho.
- Tá bom... mas não vai tirar sarro... ela disse feito uma menina envergonhada.
- Prometo... falei, tentando ficar sério.
- Antes de vir pra cidade, na minha vila, eu vi... ela hesitou de novo.
- Viu o quê?... insisti, curioso.
- Bom... vi como... como dois cachorros faziam... e não sei... fiquei com curiosidade...
- Curiosidade de quê?... perguntei, estranhando.
- De saber... de saber o que ela sentia... o que aquela putinha sentia naquela posição... ela disse finalmente, com certo alívio por ter desabafado aquele pensamento.
- Cê tá dizendo que gostaria de ser comida nessa posição (feito uma puta)?... me atrevi a perguntar e vi como ela corava.
- Bom... sim... gostaria de saber... gostaria de saber como é... mas não importa, esquece... ela respondeu, envergonhada pelo pedido.
- Não, não... Tá de boa, a gente pode fazer... falei animado. Caralho, pensei, tirei a sorte grande... comer ela de quatro tinha sido uma das minhas fantasias desde que uma vez a vi encerando a sala, exatamente de quatro, rebolando a bunda com um shortinho apertado que não deixava nada pra imaginação... meu pau ficou mais duro do que nunca ao lembrar disso. Apressado, me levantei, tirei os lençóis e, aproveitando que ela estava ajoelhada na frente da cama, com os braços apoiados nela, levantei a camisola comprida que ela usava. Ela não estava de calcinha. Sem se mexer, aceitava o que eu fazia, percebia que ela estava um pouco nervosa. Dessa vez vai ser preciso excitá-la um pouco, pensei, vendo a buceta dela. Buceta meio seca. Me agachei e enfiei minha língua naquela moita de pelos, Anita tremeu da cabeça aos pés...
- O que cê tá fazendo?... perguntou nervosa, mas sem se mexer.
- Fica tranquila... sei o que tô fazendo... falei, acalmando ela. Continuei com minha lambida feroz nos lábios da bucetinha dela, Anita contraía os músculos de prazer e começava a gemer baixinho...
- Aaaiii... o que cê tá me fazendo... hummmmm... que gostoso... falava, toda agitada.
Aí enfiei meu dedo, e ele sumiu na buceta dela, agora completamente molhada... essa invasão surpreendeu ela gostoso, e ela reagiu incrível, guiando meu dedo com a própria bunda, se movendo pra frente e pra trás... tava toda excitada.
- Ahhhh... hummmm... já... mete ele... me implorava, se contorcendo de prazer.
Sem tirar a cueca e com meu pau, já duro, no ponto, fiquei atrás dela, fiz cócegas na entrada da buceta dela com a cabeça da minha rola, os lábios dela, todos molhados, pulsavam de ansiedade pra receber...
- Mete logo... insistia, toda arrepiada.
Fui enfiando devagar até a metade, mas Anita, de tanta ansiedade por saber que a fantasia dela tava prestes a virar realidade, não aguentou mais e foi recuando, até ter quase todo meu pau dentro dela... o que faltava, enfiei com força, pra ela saber quem mandava, ela tremeu...
- Aaaiii... exclamou, meio dolorida, mas gostando.
Segurei ela pela cintura e, sem mais delongas, comecei a bombar, vendo meu pau sumir entre aquelas nádegas carnudas.
- Aaaiii... hummm... não tão forte... aiii... pedia Anita, reclamando.
Mas não liguei e continuei montando ela com força, fascinado com a bunda enorme que tinha nas mãos... depois de um tempo, ela se acostumou com meu ritmo, então não reclamava mais, só pedia:
- Aaaiii... isso... assim... assim, priminho lindo... uhmmm... gemia, satisfeita.
Tava com ela de quatro contra a cama, e naquela posição parecia uma menina rezando... implorando, suplicando pra ser comida por trás... a cama tremia com minhas estocadas, e ela se contorcia de prazer. - Hummm... não aguento maaais... aaahhhhh... ela exclamou num último gemido de prazer. Eu também não aguentei mais, tirei meu pau e banhei suas nádegas gordas com meu esperma quente... ela caiu exausta na cama... depois eu caí sobre ela, abraçando-a. - Uff... bom, agora você sabe... sabe como é a sensação... falei com a respiração ofegante. - Siiim, agora sei como é ser uma putinha... ela disse sem pensar, e ao perceber o que falou, ficou vermelha, mas depois nós dois rimos de montão... Ficamos um tempinho nessa posição, recuperando as forças, até que finalmente me animei a me separar e notei sua bunda melada do meu gozo, sua buceta ainda molhada, e principalmente seu pequeno e rosado cuzinho... seria um desperdício não usar aquele buraquinho nas nossas práticas sexuais, e como bom professor, deveria ensiná-la nesses assuntos, pensei. Ela continuava deitada na cama, eu me levantei com a ideia de desvirginar seu cuzinho, mas pra isso precisava reanimar meu guerreiro, que só com a ideia desse novo desafio já mostrava outra ereção. Anita, pensando que seguiríamos o mesmo ritmo do dia anterior, virou-se pra mim e pegou meu pau com as mãos... - Coitadinho... deve estar cansado, mas eu sei como animar você... disse ela, brincando, conversando com meu pau, era uma delícia ouvi-la falar assim, com aquela inocência fresca e ao mesmo tempo sexual... Anita chupava e masturbava meu pau, no rosto dela parecia ter uma expressão de gratidão, por todo o prazer que ele tinha lhe dado. Sentindo que meu pênis estava duro de novo e pronto pra batalha, me afastei dela. Anita me olhou estranho: - Que foi? Não gostou?... perguntou Anita. - Não é isso, é que quero tentar outra coisa... respondi. - Vamos fazer de novo?... ela replicou, ansiosa. - Sim... tudo bem pra você? - Sim, Acho que sim... de novo por trás?... pergunto tentando não entregar minha ansiedade. Parece que a menina tinha gostado e queria repetir o prato, a danadinha da minha priminha. - Sim, mas de um jeito um pouco diferente... falei. - Como?... pergunta curiosa. - Já vai ver... não se mexe, fica assim mesmo... - Tá bom... respondeu sorrindo contente e virou a cabeça esperando eu agir. De novo me coloquei atrás dela, e comecei a estimular com minha língua e meus dedos a buceta dela, que não demorou a molhar de novo. Aproveitando esses líquidos, molhei meus dedos neles e lentamente os levei pro cuzinho dela, massageando. Anita reagiu com nervosismo, quis se virar: - O que cê tá fazendo?... perguntou meio assustada. - Calma, confia em mim... só tô brincando... falei piscando um olho, e funcionou, porque ela voltou pra posição passiva. Depois molhei com saliva meu dedo mindinho e empurrei no cuzinho enrugado dela. No começo ofereceu resistência, instintivamente ela contraiu o esfíncter e apertou as nádegas pra evitar a entrada daquele intruso que ousava explorar aquele território virgem. Mas eu não ia ceder nas minhas intenções, então apertei mais e mais, até que finalmente a pequena caverna dela se abriu, meu dedo entrando com dificuldade. - Ufff... exclamou ela sentindo o cuzinho invadido. Comecei a mexer pra frente e pra trás, tentando dilatar o cu dela, que aos poucos foi cedendo, assim como ela, que parou de apertar as nádegas... aproveitando essa distração, tirei rápido meu dedo mindinho e coloquei no lugar o dedo médio, ela tremeu um pouco ao sentir a diferença. - Ohhh... exclamou e ficou com a pele arrepiada. Continuei enfiando e tirando esse dedo até que ele já entrava e saía com menos dificuldade do cu apertado dela. Aproveitando que Anita se acostumou com esse dedo e baixou a guarda... enfiei dois dedos (o mindinho e o anelar)... agora sim ela tremeu completamente e arqueou as Costas... — Aiii... ouvi ela se queixar. Mas com minha outra mão, mantinha a cintura dela pressionada contra a cama pra evitar que ela se levantasse e fugisse. Depois de um tempo, ela se acostumou de novo com esses dois novos amigos que estavam desvirginando ela, e o corpinho jovem dela começou a se remexer na cama... As manobras dos meus dedos estavam surtindo efeito e eu começava a me desesperar. Cego pela excitação de possuir a bunda deliciosa e virgem dela. Não aguentei mais e direcionei minha pica dura pra bunda gostosa dela, Anita, nervosa, jogou ela pro lado, me impedindo de acertar o alvo... — Cê vai meter isso aí? — perguntou assustada. — Claro, o que cê achou? — respondi naturalmente. — Achei que cê tava só brincando... — respondeu nervosa. — Relaxa, não vai doer muito... — falei ansioso, tentando acalmar ela. Não queria perder mais tempo discutindo e comecei a pressionar a entrada do cu dela com meu pau... — Aiii não... — disse assustada e mexeu a bunda de novo. — Não se mexe... — falei com determinação. Apoiei com mais força minha mão esquerda nas costas dela, na altura da cintura fina, pra manter ela na cama. Ao sentir aquele peso, Anita se resignou entre soluços: — Aiii... não... vai doer... — dizia, vermelha e chorando. De novo, pressionei o cu dela, que ofereceu resistência, então enfiei meus dois dedos de novo pra abrir espaço, eles entraram, alarguei o buraquinho ainda apertado dela e, antes de tirar os dedos, coloquei meu pau na posição pra substituí-los. Assim que tirei os dedos, imediatamente empurrei meu pau contra o cu dela, decidido a furar... — Aiii... não... não vai entrar... ufff... — reclamava Anita, tremendo. — Não resiste, que vai ser pior... — avisei. Mas ela continuou resistindo, então empurrei mais, empurrando ela contra a cama também. Nessa hora, ela baixou a guarda e, com a força da minha investida, avancei mais... conseguindo enfiar a cabecinha do meu pau... um tremorzinho. percorreu sua espinha dorsal ao sentir violado seu buraquinho... - Auuu... bruto... aiii... reclamava Anita. O difícil já estava feito, agora só precisava empurrar aos poucos... apertei mais, até que entrou um quarto da pica. Metia e tirava até a altura da cabecinha, pra ajudar a dilatar o cuzinho dela. Ela contra a cama, com a cabeça de lado e as mãos arranhando os lençóis, aguentava como podia. - Uuutch... é muito grossa... protestava minha prima. Aos poucos foi cedendo, e eu fui enfiando mais e mais minha pica... até que ela, percebendo que não tinha outra saída, tomou a iniciativa: levantou a bunda pra deixar entrar toda minha pica. Depois, pra minha surpresa, ela colocou as duas mãos nas nádegas carnudas, segurando e depois abrindo, e me disse: - Mete logo! e acaba com isso... exclamou resignada a ser empombada. - Tem certeza?... perguntei ansioso. - Sim, sim, vai... respondeu ela disposta a aguentar meu castigo. Numa investida forte, motivado pela minha excitação, enfiei com muito esforço toda minha pica... - Oooohhhhh, nãooo... tiraaa... meu cuzinho... aiii... reclamou Anita soluçando. Se arrependeu, mas já era tarde demais, eu tinha ela enganchada até os ossos e não tava disposto a soltar... praticamente deitado sobre ela, via ela sofrer: as bochechas vermelhas, os olhos apertados e lacrimejando, enquanto a boca fazia careta de dor... - O pior já passou... falei satisfeito por ter empombado aquela bunda deliciosa. Ela foi se acalmando, relaxando e facilitando meus movimentos, devagar e com dificuldade comecei a meter e tirar meu pau de dentro dela... era fabuloso sentir o cuzinho virgem dela resistindo às minhas investidas, prendendo minha pica, essa fricção me excitava ainda mais... - Uuutch... mais devagar... mais devagar... que você vai me arrebentar... pedia Anita. Me sentia febril, enfeitiçado por aquela bunda grande com que tinha sonhado tantas vezes desde que ela chegou. Minha casa, desde que vi ela na piscina... queria partir aquela bunda empinada...
- Ai... mas devagarrr... você tá me rasgando... Hummm... ela reclamava. As nádegas redondas dela quicando na minha virilha, meu pau entrando e saindo, o cuzinho dela oferecendo menos resistência... ela aguentava, reclamava, soltava uns palavrões, e escapavam uns gemidos fracos...
- Aiii... hummmm... chegaaa... aiii... já não aguento mais... ayyyy...
- Já vou gozar... já vou gozar... eu dizia pra acalmar ela.
- Ahhhh... mas rápido... que você vai me estourar... ohhhh
Até que, finalmente, peguei ela pela cintura e pressionei com tudo meu pau contra ela, as nádegas dela se abriram como o Mar Vermelho. Anita arqueou as costas, apoiando os cotovelos na cama... e meu pau explodiu numa chuva de porra que inundou a cavidade pequenina dela...
- Ahhh... ufff... que delícia de foda!... gritei satisfeito.
- Ooohhh... ufffff... minha prima respondeu. Anita, exausta, deitou de novo na cama... tentando recuperar o ritmo normal da respiração... e eu me apoiei nela, também cansado:
- Ufff... viu Anita... foi a melhor foda que já tive na vida... falei, com meu pau ainda enfiado no cu pulsante dela.
- Sério?... ela perguntou curiosa, com um certo orgulho, esquecendo completamente a resistência que tinha feito minutos antes. Anita tava feliz que o primo experiente dela dissesse aquilo, que ela considerava talvez o maior elogio que já recebeu na jovem existência dela. Pra completar, me levantei um pouco, e ela junto:
- Claro que sim... você tem a melhor bunda que já provei... respondi sem rodeios. E ela, virando a cabeça, procurou meu olhar pra saber se era verdade o que eu dizia, meus olhos não mentiam. De algum jeito, Anita se sentiu ainda mais lisonjeada por aquele comentário bruto, então nossos lábios se encontraram naquela posição desconfortável...
...Bom, e foi assim que eu arrebentei o cuzinho da Anita, a putinha.prima

0 comentários - Anita la putita 3