#33 Anda logo (Antes que meu namorado descubra)

Quando a Eli viu ele, ficou toda vermelha — ainda bem que o encontro dela estava atrás e não viu a cara dela. . Se azar tão grande era impossível de ter, o destino da Elizabeth ela já não sabia. Depois de meses, finalmente estava saindo com um amigo bem gostoso, até tinha vestido a melhor calcinha e sutiã dela, caso rolasse aquele encontro sexual tão esperado. Com certeza ela faria acontecer se as circunstâncias não atrapalhassem. Mas depois de jantar, iam ao cinema, e enquanto conversava e ria com o parceiro na fila pra comprar os ingressos, Eli não percebeu que o caixa que atendeu eles era ninguém menos que ele. — Aqui estão seus ingressos... — ele disse, estendendo os bilhetes com um sorriso muito mais debochado que amigável. Antes que ele pudesse falar mais, Eli cortou: — Obrigada. A primeira surpresa já tinha passado, e a cor das bochechas brancas dela já tinha voltado daquele vermelho de vergonha. Ela se virou pra falar com o encontro e disse: — Hmm, amor, você pode jogar isso no lixo pra mim? Entregou um guardanapo, e o galã bonitão foi até a lixeira no canto da sala. Mal ele deu uns passos, Eli virou rápido pra encarar o outro. Obviamente ele tinha reconhecido ela. Eli não lembrava quanto tempo tinha passado desde aquela vez. Numa aposta que Elizabeth tinha perdido, ela e aquele homem, que agora trabalhava como caixa do cinema, tinham transado. Elizabeth sentia que não tinha perdido só a aposta, mas toda a dignidade dela naquele telhado. — O que você tá fazendo aqui?! — Eli apontou o dedo acusador pra ele. — Trabalho aqui, minha bela dama — ele respondeu, mostrando o uniforme. — Não sou sua, infeliz — os dois falavam baixo entre as pessoas ali. Eli olhou pros lados sem baixar o dedo — e nem ouse falar do que aconteceu. — Eu? Como você acha que eu seria capaz de... — Não me Me chamou de boba, vi nos teus olhos. Nem pense em falar, imbecil. O sorriso não saiu dos lábios dele. Ele olhou pra ela por um segundo. — Imbecil vai ser a cara que o teu namorado vai fazer quando descobrir que a namorada dele tá apostando a bunda. Elizabeth arregalou os olhos. Foi um golpe direto. Baixou o dedo e ajustou o casaco. De novo, a vergonha subia nas bochechas dela. Ele tinha falado bem alto, mas parecia que ninguém tinha percebido o que ele disse. Ela olhou pra trás: o encontro dela tinha feito o que ela queria e tava voltando. Ele tava demorando, ela precisava fazer alguma coisa. — Olha, escuta — Eli tossiu e limpou a garganta — É meu primeiro encontro e, sério, não quero estragar tudo. Não fala, não diz nada. Você e eu não nos conhecemos... Aí foi ele quem interrompeu. — Me dá só um motivo válido pra eu não falar. — Deixo você me comer agora se ficar quieto. Ele ergueu uma sobrancelha. Não esperava por essa. — E o teu namorado? — Falo que vou ao banheiro e que ele me espere dentro da sala. — Rápida no pensamento. Ok. Aceito. O parceiro dela voltou pro lado dela e pegou ela pela cintura. Elizabeth mentiu, disse que a conta tava errada e que por isso tinha ficado lá. Os dois foram de mãos dadas, mas antes de entrar, Elizabeth mentiu de novo e fez tão bem que o encontro bonitão dela nem desconfiou que a linda acompanhante não ia pro banheiro como tinha dito. Elizabeth esperou no corredor e, quando tava pensando que tudo tinha sido um erro, ele apareceu como que fechando as saídas. — Por aqui. Ele guiou ela pelo corredor e parou na frente de uma porta meio escondida na parede. Entraram rápido, e Eli viu que era um tipo de depósito pequeno, cheio de guardanapos e caixas. — Anda logo. Não posso demorar — ela disse pra ele enquanto tirava o casaco. Tava de suéter e jeans, lá fora fazia muito frio. Ele baixou a calça e tirou o pau pra fora. Tava meio mole, e ele foi batendo uma enquanto Elizabeth começava a tirar o jeans. — Por que não ajuda com — Isso, gatinha?
— Não, não vou fazer isso. Você vai me comer e só.
— Também por trás, igual da outra vez? — ele segurou uma das nádegas dela e a puxou pra perto. Apertou o corpo dela contra o dele e enfiou os dedos entre as bundas dela.
— Se tentar, eu grito — Eli encarou ele, desafiadora. Ela mal tinha um metro e sessenta e sabia que causava mais ternura do que medo, mas mesmo assim se plantou na frente dele.
— Ok, minha linda, então vou só te comer — ele continuou apalpando ela, que já tinha abaixado o jeans, contradizendo a atitude ousada. A mão dele percorria as nádegas dela até encontrar a micro fio dental que ela tinha vestido — Oooh, o que temos aqui? Tá preparada pro seu namorado? — ele riu — mas agora vou ser eu quem vai te usar primeiro. Elizabeth decidiu não responder. Virou de costas e se apoiou na parede. Já tinha abaixado o jeans até os joelhos e tentou tirar a fio dental, mas ele segurou.
— Não, não, não, princesa, deixa ela. Ele cuspiu na mão e com ela lubrificou o pau. Segurou Elizabeth pela cintura e tentou penetrar.
— Au! Ai! — Eli reclamava enquanto o pau entrava na buceta dela, que não estava tão molhada. Ele cuspiu de novo na mão e levou até a vulva de Eli, passou os dedos pelos lábios dela e na sequência a penetrou com mais força. Dessa vez o pau entrou inteiro nela. Na hora começou a meter e tirar. O pau era de bom tamanho e Eli não demorou pra começar a gemer e morder o lábio. A fodida acelerou, as nádegas dela tremiam cada vez que a cintura dele batia contra ela e a penetrava tão duro e fundo que Elizabeth não tinha escolha a não ser ficar na ponta dos pés pra aguentar. Tudo era tão frenético e apressado, Elizabeth já tava muito excitada com toda a situação. Ele agarrou o cabelo dela sem parar de foder.
— Agora sim, você é minha.
— Termina... mmmm... Já... — Elizabeth conseguiu falar entre os gemidos.
— É isso que vou fazer. Mas onde? Se eu gozar na sua buceta, seu namorado vai engolir meu leite quando te chupar depois. Faz um oral depois. Nisso ela tinha razão - Ou podemos... - ele continuou falando. Ele continuava comendo ela com vontade, Eli pouco podia fazer. Com uma mão segurava o cabelo dela e com a outra abria uma das nádegas dela. De repente, ele moveu a mão e com o polegar penetrou o cu dela. - Aaaaaa! - ela gritou, dando um pulo. Ele a penetrava com força e Eli sentia a pica tão dentro dela que o prazer a impedia de se mexer - Não, não! Por aí não, só por aí não! - Então onde, Rainha, decide ou gozo aqui mesmo - Como pra dar ênfase, ele enfiou mais o dedo no cu dela. Elizabeth mal conseguia pensar. Tavam fodendo ela contra a parede, em pé, segurando pelo cabelo e pra piorar tinha um dedão no cu, com risco de ser trocado pela pica que percorria a buceta dela. E não permitiu, disse a única coisa que podia salvá-la. Dependendo da ocasião, algo mais valioso que porra dentro da bunda dela. - Me avisa... na minha boca... Goza na minha boca. A ideia pareceu agradar ele, porque ele comeu ela ainda mais rápido, até tirou o dedo dela pra poder segurar na cintura, embora não soltasse o cabelo. Uns instantes depois, ele tirou a pica e Eli entendeu que a hora tinha chegado. Ele não soltou ela e ela se abaixou como pôde no chão. Os dois ficaram lá parados. - Vai, chupa. - Não. Cê tá louco? Depois vou ter que beijar e já vai ser difícil tirar o gosto e o cheiro do seu esperma. Aquilo fez ele rir. - Tem razão. Você dificulta, pelo menos me ajuda. - Deixa comigo. E Eli fez. Pegou com a mão esquerda as bolas e massageou enquanto com a mão direita começou a masturbar aquele cara. Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos e Elizabeth fez todo o trabalho ajoelhada com a pica a centímetros do rosto dela. Ele começou a gemer e apertou a cabeça de Eli contra a pau. Ela resistiu, mas abriu a boca. Naquele exato instante, a pau explodiu. O leite quente jorrou. Os primeiros jatos caíram dentro da boca de Elizabeth, mas era tanta quantidade que ameaçava derramar. Eli não teve outra escolha senão fechar a boca em volta da cabeça da pau enquanto ele continuava gozando. Não queria sujar a roupa dela. Puxando pelas bolas, Eli parou de fazer força com o pescoço para que ele a movesse como quisesse. Claro que ele não perdeu a oportunidade. Puxou-a para perto até o nariz de Eli afundar na barriga dele. Segurou-a ali por alguns segundos e a puxou para trás pelos cabelos, só para puxar a cabeça dela de novo, uma e outra vez. Elizabeth conseguiu engolir cada gota de leite sem derramar nada, engolia até a própria saliva. Na terceira vez que sentiu a rola na garganta, já não havia mais vestígio de leite, e ele a soltou. Elizabeth chupou mais umas duas vezes. Fez isso mais devagar e com mais força, tentando tirar tudo o que tivesse sobrado. A rola começou a perder a dureza, e só aí Eli a largou. Levantou-se e limpou os lábios. Começou a subir a calça jeans. — Você é gostosa. Elizabeth olhou para ele sem dizer nada. Ele já tinha vestido a calça e estava saindo, quando lembrou de algo e procurou nos bolsos, depois estendeu a mão para ela. Na palma, havia algumas balas de menta. — Obrigada... — disse Eli e tentou pegá-las, mas ele fechou a mão. — E você é minha... — Você é um idiota — disse Elizabeth, rindo — engoli seu leite, você é meu — respondeu ela. Foi a vez dele rir. Abriu a mão, e Eli pegou as balas e as comeu. Ele olhou o relógio e disse: — Se apresse — saiu do quarto e parou na porta — e vai pensando numa desculpa pro seu namorado por ter demorado quinze minutos no banheiro.#33 Anda logo (Antes que meu namorado descubra)

3 comentários - #33 Anda logo (Antes que meu namorado descubra)

Que rico relato y que buenas cogida, Saludos hermosa amiga
Rimevr
Delicioso relato como siempre, que tengas buen día.
Que rico!!!
Eres muy mala!!!! Me pones malísimo!!😍😘