Minha ex-professora gostosa

Minha ex-professora gostosa
peitaoColoquei meu pau na entrada daquela bunda enorme que ela tinha e, com mais umas gotas de lubrificante, fui empurrando devagar. Sentia como o esfínter anal dela resistia, mas aos poucos foi abrindo caminho. Mal tinha enfiado a cabeça e já sentia ela me enforcando com o esfínter, enquanto ela gritava de dor.madura- Relaxa, doutora, que só entrou a pontinha.
- Não. Tira isso daí, que tá doendo pra caralho!
- Fica tranquila, que você vai se acostumando.

Com um movimento leve, enfiei mais uns centímetros da minha pica. Ela mordia os lençóis pra aguentar a dor lancinante que eu tava causando.

- Aaaaaaaai! Nãooooo!!!! Tá doendo!!!

Com um movimento violento pra frente, ela conseguiu tirar a bunda da minha pica. O esfíncter anal dela tava mais dilatado do que no começo, mas eu ainda não tinha conseguido o que queria.

- Chega, já deu por hoje. Acho que não aguento mais, tá doendo demais.
- Vamos, doutora, mais um pouquinho e tava tudo dentro.
- Não!, entende, você tá me machucando.

Minha doutora tava resistindo ao que eu mais queria. Eu tava tão tesudo, depois de sentir o esfíncter dela apertar minha pica, que passou pela minha cabeça a ideia de pegar ela à força e, sem ligar pra nada, enfiar naquele cu. Mas escolhi outra opção.

- Pensei que você queria que eu te fizesse minha mulher, doutora.
- Não me interpreta mal, quero ser sua por completo, mas não tô preparada pra isso. Te confessei que ninguém nunca tinha feito por ali e você me prometeu que, se doesse, você ia parar.
- Tá bom, sem problema.

Levantei da cama e fui pra cozinha. Ela ficou largada na cama feito uma menininha depois de levar uma bronca. Da cozinha, soltei um comentário.

- Doutora, é melhor você voltar pra sua casa. Vou chamar um táxi.

Depois que ela recusou que eu fodesse o cu dela, eu tava tão irritado que só queria atingir o ego dela. Era uma aposta arriscada: de um lado, ela podia dar por encerrada aquela noite de aventura e aceitar o táxi; do outro, conhecendo a competitividade da minha doutora, de não perder, podia fazer ela aceitar uma nova chance de foder o cu dela. Teve um momento de silêncio, sem ela falar nada, até que de repente ela saiu do quarto. Tava completamente nua. Ela ficou encostada na porta.
— Nene, não quero que você fique bravo, por favor. Não quero ir embora.
— É melhor você voltar pra casa. Como você mesmo disse, já chega por hoje.

Ele continuava alimentando o próprio ego, jogando o jogo dele. Ela, com cara de culpada, se aproximou de mim, passou os braços no meu pescoço e me deu um puta beijo cheio de luxúria.
— Quero que você seja meu homem esta noite.

Com aquelas palavras, ela pegou de novo no meu pau, que tava mole na hora, e me levou de volta pro quarto. Lá dentro, ela se jogou na cama de pernas abertas, mostrando a buceta e o cu pra eu fazer o que quisesse. Entendi o convite e me posicionei por cima dela, deixando meu pau na altura da boca dela, que, sem eu falar nada, enfiou ele inteiro.

Ela fez um baita esforço pra deixar meu mastro duro de novo. Lambuzou todo o meu pau da cabeça até as bolas, que brilhava igual carro acabado de sair do lava-rápido. Enquanto isso, ela se masturbava pra soltar bastante fluido vaginal, que escorria pra trás, pro cu dela. Meu pau tava duro que nem pedra de novo.

Coloquei uma das pernas dela no meu ombro e afastei a outra da posição central. Assim, os dois buracos dela ficaram completamente à disposição do meu pau. Claro, escolhi o cu dela. Encostei a cabeça na entrada e fiz pressão; com um pouco menos de dificuldade do que no começo, entrei no cu dela, mas ela fez uma careta de dor. Não falou nada, aguentou como pôde.
— Assim, meu amor, que eu gosto. Aguenta feito a mulherão que você é.

Tirei o pau pra colocar mais algumas gotas de lubrificante e enfiei de novo. Ela tremeu outra vez quando minha cabeça invadiu as entranhas dela. Enfiei mais um pouco do meu pau, e ela fazia caretas de dor, mas dessa vez não reclamou de nada, absolutamente nada. Mordia os lábios e apertava os lençóis com os punhos.

Chegou a hora de enfiar todos os centímetros do meu pau, quando senti que ela já tinha se adaptado à grossura da minha piroca, dei um último empurrão que fez os olhos dela revirarem e a boca ficar aberta como se faltasse ar. Depois, um grito desgarrado ecoou pelo quarto inteiro. Minha pica tinha entrado completamente no cu dela. Minhas bolas encostavam pele com pele nas dela, sem dúvida aquele rabo era um rabo muito guloso.bunda grande- Olha, doutora, vê como a bunda dela aguentou bravamente minha pica. Agora vem a parte boa. Ela ainda não tinha se recuperado da sensação de dor, quando comecei a meter e tirar minha pica no buraco novo. Ela só gritava a cada estocada. Começou a se tocar no clitóris pra sentir prazer e esquecer a dor de atravessar aquele diâmetro pequeno do cu dela. Depois de uns minutos furando que nem um louco, a cara dela mudou de dor pra tesão. Ela me olhou com um sorriso safado, mordendo e lambendo os lábios; era o sinal de que tava começando a gostar.gostosa— Tá gostando, doutora?
— Mmmmm! Sim, você é demais. Nunca imaginei que podia sentir tanto prazer por ali. Sinto seu pau chegando no fundo de mim e adoro. Não para, me dá mais, me faz sua mulher.
Tirei meu pau e coloquei ela de quatro de novo. O cu dela tava vermelho de tanto mete e sai, e também bem dilatado. Amanhã ela nem vai conseguir cagar de tanta foda que ia levar essa noite. Mirei na entrada e, num movimento só, meu pau entrou no cu dela. Ela abriu a boca, mas não era mais de dor, era de satisfação.
— Aaaah! Sim, pelo amor de Deus, que prazer!
Ela levou as mãos até as nádegas e abriu tudo pra eu ter uma visão melhor do que meu pau tava fazendo com o cu dela. Umas palmadas competiram com os gritos da minha doutora. A putinha gostava de ser dominada.
— Sua vez, doutora. Assim como você montou no meu pau com sua buceta, agora é a vez do seu cu.
Sem hesitar, eu me deitei e ela sentou de verdade no meu pau. Deixou o peso cair com a ajuda da gravidade e, com um empurrão, meu pau entrou inteiro no cu dela. Com mais facilidade pra nós dois, ela começou a pular feito louca. Minhas bolas batiam no clitóris dela enquanto meu pau entrava e saía daquele cu gordo, que já tava vermelho de tanta palmada que eu tinha dado. Ficamos assim por vários minutos até eu sentir que ia gozar.
— Aaah! Doutora, adoro como seu cu devora meu pau. Você é uma puta de verdade que adora ser fodida, e é toda minha.
— Sim, adoro seu pau, ele me enlouquece.
— Vou gozar, doutora. Não vou só encher sua buceta de porra, mas também vou encher seu intestino.
— Sou sua, meu amor, faz o que quiser, me enche desse leite quente que sai do seu pau.
— Aaaaah!!!... Tô gozando!!
Senti meu pau se contrair em vários jatos que com certeza bateram nas paredes do intestino dela. As pernas dela... Ela, de repente, tremeu e vários jatos de fluido que saíam da buceta dela foram parar nas minhas pernas. Ela tinha gozado e, depois disso, desmaiou pra trás, ficando com as costas encostadas no meu peito. Sem tirar meu pau do cu dela, a gente se virou pra ficar de lado e ficamos assim um tempão até os dois pegarem no sono. A gente tinha transado tanto naquela noite, feito dois namorados adolescentes que não comiam há anos. Acordamos no dia seguinte, os raios de sol entravam no quarto, devia ser umas 09h00 da manhã quando senti ela se levantar em direção ao banheiro. Ouvi a água do chuveiro caindo. Lembrei então de tudo que a gente tinha feito e meu pau começou a encher de sangue. Levantei na hora e fui pro banheiro. Quando entrei, vi aquela figura magrinha. Ela tava de costas e eu fixei os olhos naquele rabo que era o orgulho dela e, não fazia nem poucas horas, tava batendo na minha barriga de tão fundo que meu pau tava enfiado. Minha doutora tinha uma costa perfeita, a água escorria por aquelas curvas perfeitas da cintura dela e aquele cu ainda tava vermelho das palmadas ou da loucura da foda. Ela se virou, assustou um pouco quando me viu com cara de tarado sexual olhando pra ela da porta. Não dava pra ter outra cara além daquela naquele momento, porque a buceta dela tava muito inchada e vermelha. Acho que por mais que o marido dela queira transar com ela nos próximos dias, não vai conseguir, porque ia notar a diferença nos genitais dela. — Bom dia, minha doutora, dormiu bem? — saudei enquanto ia pro chuveiro. Ela percebeu que meu pau tava apontando pro teto e me deu um olhar safado. Os dois sabiam perfeitamente o que ia rolar naquele banheirinho em poucos segundos. — Vem, bom dia. Vejo que alguém acordou com toda a energia recuperada. — Com certeza, minha doutora. como eu ia deixar ela ir embora sem a merecida fodida de despedida. Entrei no chuveiro, e sem mais reclamações, agarrei ela pela cintura e dei um beijo forte. Ela me beijava com muita luxúria e, ao mesmo tempo, procurava meu pau às cegas. — Como amanheceu meu brinquedo sexual favorito? — Com vontade de se refugiar nessa buceta tão deliciosa que a senhora tem, doutora. Não aguentava mais, ela tinha sido minha fantasia desde a adolescência e eu não devia desperdiçar nem um segundo com meu pau fora do corpo dela. Virei ela de costas pra que a bunda e a buceta ficassem à minha mercê. Pra ser sincero, eu adorava como a buceta dela soltava aqueles sucos vaginais que encharcavam meu pau, então, pelo meu instinto de macho, deduzi que já estava bem lubrificada. Meti de uma vez só meu pau na vagina dela. Não tinha me enganado, ela jorrava os sucos vaginais a rodo e a buceta dela estava completamente ensopada, meu pau não teve dificuldade nenhuma pra entrar até bater no colo do útero. Saía e entrava na vagina dela, e com esse movimento os peitos dela batiam na porta de vidro do chuveiro. Era um espetáculo muito excitante, ver meu pau entrando na buceta dela, o balanço dos peitos a cada estocada e os gritos de prazer inundando o lugar. Poucos minutos se passaram até ela ter outro orgasmo, se desmanchando nas pernas trêmulas, e eu segurando ela pela cintura pra não cair no chão. A gente se deu outro beijo com a mesma luxúria e paixão que os anteriores. Terminamos de tomar banho, tomamos café da manhã e decidi acompanhar ela até a casa dela. Durante o café, ela deu uma olhada no celular, que tinha recebido várias chamadas do marido. Ligou pra ele e disse que tinha ficado doente, mas pra não se preocupar, que tinha saído e dormido na casa de uma amiga, e que já estava a caminho. Durante o trajeto, ela me olhou com olhos de ternura e amor. — Sabe, foi uma noite linda. Você me fez sentir muito Desejada e especial com você. Me fez sentir mulher de novo.
— E como não fazer isso, doutora? Com esse corpo que a senhora tem, quem não ia querer te ter toda noite na cama.
— Que absurdo você fala, mas acho que isso tem que acabar aqui e agora. Não estava apaixonado por ela, mas pensava na possibilidade de continuar comendo ela depois daquela noite.
— Doutora, pensei que… bom… depois que nós dois…
— Não, acho que não pode rolar de novo. Chegamos na casa dela, mas antes de nos despedirmos, ela se jogou nos meus lábios, me beijou com tanta delicadeza que senti como se ela fosse minha esposa. Ia abrir a porta pra sair, quando segurei o braço dela.
— Não vai se despedir, doutora?
— O beijo não foi suficiente?
— Não tô falando de mim. Tô falando do meu amigo que deu todo aquele prazer que a senhora vive se gabando. Abri o zíper da minha calça e lá estava ele. Aquele pau que remexeu tanto o fundo da sua buceta quanto o do seu cu, sem falar na sua garganta.
— Neném, guarda isso, se algum vizinho nos ver vai dar escândalo.
— Vamos, doutora, se despeça com um beijinho só, na pontinha. Ninguém vai perceber. A gente tá estacionado num lugar escondido. Além disso, não tem muita gente passando na rua. Ela hesitou um momento, mas depois se inclinou pro meu pau que tava prestes a explodir. Quis só dar um beijinho simples na ponta, mas eu segurei ela com força, a ponto dela abrir a boca toda e engolir meu pau inteiro. Ela não reclamou do movimento de quadril que rolava dentro do carro. Foi tanta sacanagem que eu não aguentei mais e gozei dentro da boca dela. Todo meu leite foi parar no fundo da garganta e no estômago dela. Ela quase engasgou, mas sei que gostou, sei porque lambeu os lábios antes de sair do carro. Fiquei olhando ela ir pra casa pelo caminho do lado do carro, balançando aquela raba enorme, mas ela tava com algo diferente. en sua caminhada. As pernas dela iam mais abertas que as de uma mulher da idade dela. Ela andava meio engraçado, mas igualmente provocante. Era resultado da noite inteira de uma fodida braba na buceta e no cu dela que a fazia andar daquele jeito. Lá longe, o marido dela apareceu pra encontrá-la, os dois se abraçaram e ele deu um beijo naqueles lábios que tinham tocado minha pica, e acho que ele deve ter enfiado a língua na boca onde eu tinha gozado. Pensei que depois daquele dia eu nunca mais ia cruzar com ela, e muito menos foder ela de novo. Só que eu tava enganado. Uns dias depois, recebi uma mensagem de texto. Era ela, minha doutora, queria que eu fosse visitar ela na casa dela porque o marido ia viajar a negócios por um tempo e ela precisava de alguém pra acompanhar ela nas noites. Claro que me mudei pra casa dela naquele tempo e fui o marido que tava faltando. Tava lá pra cumprir como um verdadeiro homem e marido, fodendo aquele cu e aquela buceta. Mas isso, isso é outra história. Continua..?

5 comentários - Minha ex-professora gostosa

gtis
mas de la maestra PORFAVOORRRR van +10
corols
Más de esta hermosa "Licenciada" por favor!!!
Creo q me enamoré de ella!!!
Muy buenos relatos y muy linda historia........van mis puntos por ella........