Eu tava curtindo o show que tinha entre minhas pernas. Em poucos minutos, meu pau tava duro e grosso de novo, do jeito que ela gostava. Sentia a maciez e a umidade da língua dela percorrendo todo o caminho do meu pau. A cabeça dela subia e descia feito louca. Nos olhos dela dava pra ver a excitação e a safadeza que ela sentia chupando meu pau. Depois da garrafa de cerveja, tava pronto pro segundo round da noite.


- Doutora, levanta, é hora de continuar transando. Minha pica tá pronta pra senhora. Ela se levantou na hora, virou de costas, pegou minha pica com a mão e, abrindo as pernas, colocou na entrada da buceta dela. Não precisei fazer movimento nenhum, porque ela foi descendo a bunda devagar até que, finalmente, tava com ela enfiada de novo bem no fundo da buceta. Era inacreditável a quantidade de melado que escorria de dentro dela. Assim que senti a bunda dela bater no meu púbis, senti o calor dos fluidos escorrendo pela minha virilha. Naquela posição, dava pra pegar os peitos dela com as mãos cheias e apertar do jeito que eu quisesse. Ela começou a subir e descer a bunda, fazendo todo o trabalho sozinha. - Ah! Siim, meu amor! Que gostoso que tá. Aaaah! O quarto se encheu com o barulho dos nossos corpos se chocando a cada metida. Tive que tampar a boca dela porque ela gritava que nem uma gata no cio. Na mesma posição, ela fechou as pernas, o que fez as paredes da buceta apertarem ainda mais minha pica. Ela se inclinou pra frente e me deixou ver a entrada do cu dela. Tava de olho nela há um tempão e queria foder aquele cu igual um louco. Ainda não era hora, mas ia fazer. Ela apoiou as mãos no chão e inclinou o corpo ainda mais. Nessa posição, a visão da buceta dela engolindo minha pica era incrível. Meu pau, como um grande campeão, abria caminho naquele buraquinho maravilhoso da boceta dela. Parei de amassar os peitos dela e segurei a cintura, assumindo o controle da velocidade que ela subia e descia. Poucos minutos depois de ficar nessa posição, peguei o cabelo dela e puxei pra trás, as costas dela arquearam e a cabeça ficou perto da minha. Nessa posição, com a mão direita, dava pra masturbar o clitóris dela enquanto continuava metendo. Ela começou a girar a bunda em círculos, tava prestes a gozar de novo. Não imaginava que uma mulher assim, numa única noite, tivesse gozado tantas vezes. Às vezes, ela era das mulheres multiorgásmicas ou tava descontando todos os anos que não transava com o marido. — Aaaah, vou gozar de novo! Acelerei ainda mais meus movimentos, a buceta dela apertava muito forte meu pau, eu tava prestes a chegar no clímax. — Aaaaah!!! Aaah!!! Aaaah!!! Vou gozar!! Vou gozar!! Te amoooooooooooooo! As pernas dela tremeram com aquele orgasmo que acabou de ter, e ela caiu desfalecida no meu corpo. Ela me olhava como uma adolescente olha pro primeiro amor. Aquele “Te Amo” me fez pensar que eu podia ficar com ela, como namorado, amante, marido ou o que fosse; afinal, quem não ia querer uma mulher assim na cama? Mas não era hora de pensar em besteiras desse tipo, eu tinha levado ela pro meu apê pra foder e era exatamente isso que eu ia fazer: continuar fodendo até o corpo dela não aguentar mais tanta pica. Me deitei ao longo do sofá, ela se virou pra ficar do meu lado, com as pernas entrelaçadas nas minhas e as mãos em volta do meu pescoço. Estiquei meu braço pra cabeça dela descansar nele, e minha mão direita percorria a cintura dela. Um momento de romance em meio a tanto sexo, não mudava nada a situação. — Você é muito bom no sexo. Não entendo como não consegue ter namorada. — Doutora, não é que eu não queira namorada. É que a certa ainda não apareceu. — Sem dúvida, quem te pegar vai aproveitar os melhores orgasmos da vida. Assim como você tá me fazendo aproveitar. — Eu não entendo como seu marido é tão cego que não faz você se sentir mulher, se você tem tudo que um homem desejaria. É linda, tem um corpo de matar, uns peitões grandes, uma bunda perfeita e umas pernas bem torneadas. Se eu fosse seu marido, toda noite te fazia minha. — Nem me fala desse filho da puta, é um viadinho. O trabalho dele é mais importante que a mulher. — Bom, foi uma sorte a gente ter se reencontrado. A gente se Estamos passando dos melhores momentos. Posso confessar uma coisa, doutora?
— Claro, fala. O que foi?
— Não fica brava com o que vou dizer, doutora, mas desde o colégio eu sonhava em ter você assim comigo, poder te foder como fiz até hoje. Você não imagina como eu desejava seu corpo, acariciar suas pernas, pegar na sua cintura e beijar esses lábios.
— Kkkk, que coisa você fala, me faz corar.
— É a verdade, doutora, você é a mulher dos meus sonhos e agora ainda não acredito que está assim comigo, pelada, transando como dois adolescentes.
— Olha, deixa eu confessar que nunca tinha traído meu marido. Mas com você não sei o que aconteceu e, de verdade, você me fez gozar como nunca, me fez sentir mulher de novo, desejada. Não lembro quando foi a última vez que tive um orgasmo, mas com certeza desta noite não vou esquecer, porque comigo você gozou mais vezes do que nos meus cinco anos de casamento.
— E ainda falta gozar, doutora. Ainda não terminamos.
— Oh! Isso eu gosto. Sem dúvida, a energia dos jovens é interminável. Eu já não aguento mais, mas ter você por perto e com essa ferramenta que você tem me faz querer continuar sendo sua. A mão dela começou a masturbar meu pau. Assim como estávamos, nos beijamos enquanto com minha mão eu colocava meu pau na entrada da buceta dela. De um empurrão, meti tudo.
— Siim!!! Que gostoso! Meu amor! Quero que me foda! Comecei a meter e tirar meu pau dela enquanto segurava na bunda dela pra ter mais firmeza. Que delícia era ter ela fodendo assim. Ela pegava no meu pescoço, me abraçava, me beijava como se eu fosse o marido dela. E eu me sentia como o marido dela, como o macho dela. Ela mexia a cintura, tinha a perna levantada e isso me dava mais liberdade pra meter meu pau até o fundo.
— Oooh! Sim, meu amor, me dá mais!!! Me fode!!! Que gostoso sentir seu pedaço de pau dentro de mim!!! Aaaaaaaaaaaah!!! Aaaaaaaah!!! Aaaaaah!! A compostura de ser doutora, ela perdia. com meu pau, eu dizia coisas que nunca imaginei que diria; mas essas coisas me excitavam ainda mais. Fiquei atrás do corpo dela, e ela fazia de tudo pra conseguir beijar meus lábios. Eu não ligava se beijava ela ou não, tava focado na buceta dela e em dar satisfação total pro corpo dela. Atrás dela, eu podia de novo masturbar o clitóris dela, pegar nos peitos dela, enquanto metia nela. É uma posição que eu amo porque dá pra aproveitar o corpo de uma mulher por completo. Além disso, dá pra se mexer à vontade. - Aaaaaaah!!! Aaaaah!!!! Mete em mim pelo amor de Deus, mete em mim!!! - Cê gosta assim, doutora, gosta de levar porra forte assim, né? - Siiim, meu amoooor!!! - Diz que é minha! Que essa buceta é minha! - Sou sua, meu amoooor!!! Minha buceta é sua quando você quiiiiiiiiiser!!!!!! Eu continuava enfiando e tirando meu pau em alta velocidade, e minha mão direita masturbava o clitóris dela. Tão duro e molhado que ela se contorcia de prazer, pedia mais e mais. - Cê é minha putaaa!!! Posso te comer quando eu quiiiiiser!!! - Siiim, sou sua puta, amor…!!! Só me come, me faz sentir mulheeer!! Aaaaaah!!!! Aaaaaah!!! Bate forteeee!!! Eu não aguentava mais, tava prestes a gozar… - Doutora, vou gozar dentro da senhora!!!!!! - Não! Não! Não faz isso! Por favor! Eu já não conseguia mais segurar, a vagina dela tava sufocando meu pau. E também não percebia que ela queria se afastar de mim, porque os quadris dela continuavam se mexendo. - Doutoraaaa, vou gozaaaar!!!! - Nãaaaao!!! Aaaaah!!! Aaaaah!!! - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah dou-to-raaaaaaaa!!!! Gozei dentro dela. Tinha quebrado a promessa de não fazer aquilo, mas tava tão excitado que não pensava direito. - Te falei pra não fazer, que tô nos meus dias mais férteis! - Desculpa, doutora, não consegui me controlar. O corpo da senhora é demais pra mim. - Era a única coisa que te pedi pra não fazer. fizesse, o que aconteceria se eu ficasse em… Não pensei duas vezes e beijei ela, ela tentou me afastar, mas com meus movimentos de quadril, meu pau ainda dentro e minhas mãos na cintura dela, foi impossível ela conseguir o que queria. No fim, ela cedeu e meu beijo foi correspondido. Na hora, peguei a perna dela e levantei, continuei furando aquela buceta do jeito que ela gostava, rápido, forte, até o fundo do ser dela. – Aaaaaaaaaaa!! Paraa!! Quee vou desmaiar!! Não conseguia parar de foder ela, o corpo dela, a bunda, os peitos e principalmente a buceta, eu amava, queria meter gostoso a noite toda até o amanhecer – Oh! Deus!!!! Quee delíciaaaa!!! – Então, tá brava porque gozei dentro? Perguntei enquanto dava tapinhas com a palma da mão no clitóris dela – Aaaaaaah !!! Aaaahhh!!!!! – Então o quê??!! Ficou brava porque gozei dentro? – Nãoooo a-mor, nãooo tô com raivaaaa… Aaaaaah! Aaaah!!! Aaah!!!! O corpo dela era tão leve e fácil de manusear, que não tive trabalho pra levantar ela e colocar as costas dela no encosto do sofá. Dobrei as pernas dela pra que a buceta, escorrendo porra da minha gozada anterior, ficasse visível pro meu pau que já tava na posição de entrar. Fodi ela tão selvagemente que duvido que alguém na vida dela vá foder ela assim de novo. Queria que a buceta dela ficasse tão aberta das minhas picaças, que se um dia o marido dela quisesse comer, o pauzinho pequeno dele ficasse nadando no buraco que eu ia deixar. Ela queria que meu pau ficasse no fundo da vagina dela, então as pernas dela abraçaram minha cintura e ficamos assim um tempão. A mesma posição dava pra gente se beijar sem complicação, sem parar o sexo. O sorriso safado dela não sumia do rosto – Então cê gosta, doutora? – Aaaaaaah !!! Aaaah!!!!!! oooH!! Siiim, eu amoooo!!! – Me implora pra te foder!!! – Me fodeeeeeeee!!! Me foddeeeeee!! – Quem é O dono da sua puta buceta?!!!!!! - Tuuuuuuuuuuuuu!!!!! Aaaaaaaah!! Aaaaaah!!! Trocamos de posição. Ela por cima de mim. Mas era eu quem controlava os movimentos. Segurava ela pela cintura e pela bunda. Meu pau entrava e saía a toda velocidade, minhas bolas batendo na bunda dela e ela gritando sem parar. Tinha perdido completamente a cabeça, dava pra ver na cara dela. - Aaaaaaaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! Mmmmmmmmmmmm!! Mmmmmmmm! Voltei a ficar por cima dela, parecido com a posição de quatro, mas muito melhor. A bunda dela apontava pro céu e o rosto no travesseiro. Segurando pelos quadris, metia e tirava meu pau, era realmente muito excitante ter ela submissa daquele jeito. Se eu tivesse uma câmera pra gravar aquele momento, teria ganhado o prêmio de melhor filme pornô caseiro. Os peitos dela balançando, quase batendo no queixo dela de tanto que eu metia forte. A bunda dela completamente à disposição, vermelha de tantas batidas e tapas que dei naquela noite, a buceta dela escorrendo os fluidos e os lábios vaginais envolvendo meu pauzão. Sem dúvida era uma imagem imperdível. Que corpo, que buceta, que bunda, que mulher eu estava comendo. Não se compara com nenhuma outra garota que já tinha pegado antes. Era uma delícia comer uma buceta madura, apertada como uma adolescente e sedenta de pau. Acho que a posição favorita, independente de ser homem ou mulher, era a que estávamos com minha doutora. Porque pro homem é fácil pegar à vontade, levando o ritmo da foda pela cintura da mulher. E levanta o ego, porque dá a sensação de ser quem domina a situação. Já todas as mulheres gostam de ser submissas, mesmo que neguem, no fundo serem dominadas adoram. E minha doutora era dessas mulheres que gostava de ser dominada, submissa diante das minhas fortes investidas. Ela curtia cada centímetro do meu pau dentro da vagina dela. - Que buceta gulosa que Ela é formada. A buceta dela já se adaptou muito bem ao meu pau e ele tá comendo ela todinha.
— Aaaaaaaaah! Aaaaah... que delícia aaaaah!!
— Adoro te foder, doutora.
— Eu também aaaaah!! Adoro aaaaah! Que me aah!!! Fode!!!
O corpo dela não aguentava mais, tremia, se contorcia, fazia movimentos que mostravam tesão.
— Oh! Deus!! oh deus!!! Me fodeeeeeeeeeeeeeeee!!
— Mmmm sim, doutora!!!! Toma!!!! Toma!!!
Fomos pro chão continuar fodendo. Com meu pau na buceta dela, eu dava socadas e ela adorava. Na posição de papai e mamãe, com as pernas bem abertas, continuei comendo ela.
— Doutora, quero gozar de novo na sua buceta!!!
— Aaaaaah! Aaaaaah!!!!!
— Vou gozar dentro de você!!!!
— Aaaaaaaaaaaah!!!! Sim, amor, me dá seu leiteeeee, quero sentir ele dentro!!!!
— Vou encher sua buceta com meu leiteeeee!!!
— Siiiiii, papaiiiiiiiiiiiii, me dá que eu também vou gozar!!!!
— Aaaaaaaaaah! Toma, cadelaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaa!!!!!!!!
— Aaaaaaah!!!! Que gostoso, meu amor ummmmm aaaaah!!!
A ideia de deixar ela grávida me excitava, e agora, com a permissão dela, gozei com gosto. Tirei meu pau da buceta dela e fiquei vendo o sêmen escorrer da buceta dela, deslizar até o cu e cair no tapete. Ela ainda estava com as contrações do orgasmo. A mão esquerda dela foi até a buceta, e ali ela sentiu a mistura dos fluidos vaginais dela com meu sêmen, tocou o clitóris e, com o dedo indicador, fez círculos em volta dele. Enfiou o dedo no buraco da buceta, queria saber o quanto eu tinha gozado dentro dela.
— Você encheu minha buceta completamente.
Continuou percorrendo a buceta com o dedo, vendo fios de sêmen grudados na mão. Em seguida, levou a mão até a boca e, fechando os olhos, enfiou um dedo... Dois dedos, os que estavam mais quantidade do meu sêmen. Ela chupou como se fosse um doce, deixou eles limpos, brilhando. Meu pau ainda continuava duro, meio mole mas não firme o suficiente pra meter de novo. Fiz assim, arrancando um gemido dela e fazendo o corpo dela se arquear. Sentia o calor do interior dela e a umidade de toda aquela mistura de prazer da noite. Tirei meu pau, que estava todo encharcado dos sucos dela e do meu sêmen. Depois, fui até a boca dela e ela entendeu perfeitamente o que eu queria. Sem hesitar, nem pensar duas vezes, ela abriu a boca, esperando meu pau entrar lá dentro. Ela chupou com força, como se quisesse tirar até a última gota de sêmen que ainda tava dentro de mim. Meu pau tava ficando mole, o que facilitou pra ela enfiar ele inteiro sem engasgar. Peguei minhas bolas e fui colocando uma por uma na boca dela, era uma imagem engraçada e excitante ao mesmo tempo. Na boca dela cabia tudo do meu sexo, sentia a língua dela brincando com minhas bolas e meu pau lá dentro. — Você tem umas ideias muito interessantes, me excita tudo que você faz comigo. — E isso não é tudo, doutora, agora a senhora vai ver o que é bom… Fui pro meu quarto pegar um vidro de lubrificante. Eu tinha fodido a boca dela, tinha aberto a buceta dela e gozado dentro duas vezes. Era hora do cu dela ser meu, pela primeira vez ela ia ter um pau dentro do cu virgem dela, e eu ia ser quem ia destruir ele. — Olha só o que eu trouxe pro seu prazer, doutora. — O que é isso? — É um lubrificante, doutora, pra não doer tanto. — Mas pela minha buceta correm rios de fluidos, acho que não precisa de lubrificante extra. — A senhora não entendeu, doutora. O lubrificante não é pra sua buceta. — Não? Então pra que é? — Pro seu cu! (tapa!) Dei um tapa na bunda dela, seguido de um apalpão bestial enquanto beijava ela com paixão. — Ei, espera! Eu sou Virgem por ali... Ela se afastou de mim, os olhos dela estavam arregalados, meio com medo porque era virgem de cu e imaginava o quanto ia doer com meu pedaço de pau rompendo o esfíncter anal dela.
— Por isso mesmo, doutora, já que não fui eu quem tirou a virgindade da sua buceta, agora é a vez do seu cu.
— Não, vai doer muito.
— Por isso trouxe esse lubrificante, doutora. Juro que não vai doer tanto, e você vai acabar gostando.
— Não sei...
— Vai me negar que não gostaria da ideia de ter meu pau dentro do seu cu, abrindo caminho nas suas entranhas, e seu cu apertando esse pedaço de carne que já fez você gozar tanto? Peguei a mão dela e levei até meu pau, ela agarrou com força, incluindo minhas bolas.
— Não sei. Eu gosto do seu pau, me deixa louca você me fazer de sua mulher; mas ele entrar no meu cu apertado e virgem me assusta.
Virei ela de costas, pra que o cu dela ficasse colado em mim. Me movendo em círculos, fiz meu pau ficar bem no meio das duas nádegas dela.
— Doutora, olha como seu cu tá pedindo pra ter meu pau apertado.
— Mmmm! Você me faz perder a cabeça quando brinca assim.
— Pense, doutora. Se você não fizer isso hoje, nunca mais na vida vai ter uma aventura assim. Seu marido, acho que é incapaz de pedir seu cu, e você vai ficar com a curiosidade de saber o que é um sexo bom de verdade.
— Ai! Você me faz fazer loucuras com você. Tá bom, aceito, mas se doer muito, você tira e a gente para. Combinado?
— Claro que sim, doutora, do jeito que a senhora quiser. Mas é claro que não tava nos meus planos deixar ela ir embora com o cu virgem. Claro que não. Dito isso, fui até o balcão da cozinha preparar uma dose bem forte pra ela. Apesar do lubrificante extra, o melhor jeito de aguentar é o corpo dela estar meio amortecido, e esse efeito dava pra fazer com maconha ou com álcool. Como não tinha “erva”, optei pelo álcool. Além disso, acho que minha doutora não usa esse tipo de coisa. de drogas e podia estragar meu plano.
— Sirva-se, doutora, tome um drink cortesia da casa e em agradecimento por tanto prazer.
— Não, obrigada, não quero acordar com dor de cabeça.
— Relaxa, doutora, é só um drink que não vai te causar problema nenhum. Na verdade, vai te ajudar a relaxar pro que vem por aí.
— Mmm… tá bom, vou tomar esse drink.
— Isso, doutora, assim você vai sentir menos dor e mais prazer quando meu pau entrar no seu cu.
— Tá bom, se for pra não sentir dor, vou tomar. Fiz outro drink, fingindo que era pra mim; mas, na real, era pra ela. Queria dar pra ela mais tarde, quando o primeiro drink fizesse efeito no corpo dela. Com a taça na mão, peguei ela pela cintura, puxei pra perto e dei um beijo. Depois, minha mão foi pra bunda dela, dei duas palmadinhas e convidei ela a voltar pro meu quarto.
— Posso ir no banheiro?
— Claro, doutora, fique à vontade, pode ir. Percebi que, ao falar isso, as bochechas dela ficaram vermelhas, com um toque de vergonha. Ela era uma mulher muito limpa, soube pela pele macia e pela bucetinha bem cuidada. Então imaginei que queria se limpar do esperma que tinha escorrido por toda a virilha dela. Não demorou muito e, quando saiu, um sorriso se desenhou nos lábios dela de novo. Caminhando gostosa, como ela fazia, foi pra cama, assim que chegou se deitou e ficou de quatro. Da minha posição, dava pra ver perfeitamente aqueles dois buracos, um bem fechado e o outro bem aberto. Um deles já foi meu e o outro seria em breve. Deixei a taça de drink na mesinha de cabeceira e me joguei como um lobo na presa.
O que eu tinha pensado: ela tinha lavado toda a parte de baixo, tirado o esperma e o resto dos fluidos. Assim eu podia de novo aproveitar a buceta dela e as pernas sem nojo nenhum. Comecei a passar minha língua pela rachinha da buceta dela que se marcava naquela posição. Ela, ao sentir minha língua, na hora Apertei os lençóis da minha cama. Mordia delicadamente a pele das pernas dela, e voltava pra buceta dela, tentava enfiar minha língua pra dentro, mas não era dura o suficiente como meu pau pra vencer a resistência daquela posição. Aos poucos, fui me dirigindo pra entrada do cu dela, pra aquele buraco inexplorado por mais ninguém. Quando cheguei, apontei com a ponta da língua e fiz uma leve pressão nele. Notei que ele se contraiu na hora… — Fica tranquila, doutora, relaxa. Ela relaxou o esfíncter de novo, enquanto eu me aproximava com meus dois dedos na entrada da buceta dela. Num movimento só, enfiei meus dedos, e, ó, surpresa! Já não apertava tanto quanto no começo, tava tão dilatada que precisei enfiar um terceiro dedo pra preencher o diâmetro que meu pau tinha deixado. Com o terceiro dedo dentro, ela começou a apertar com as paredes da vagina. Comecei a masturbá-la, com um vai e vem suave, enquanto minha língua brincava com a entrada do cu dela. — Ai, tô ficando molhada de novo. — A senhora não se preocupa, doutora, só aproveita esse momento. Parei de masturbá-la pra pegar o frasco de lubrificante. — Bom, doutora, chegou a hora de ir dilatando esse rabo. — Faz devagar, por favor. Não quero que doa. — Claro, doutora, vou fazer com cuidado. Derramei umas gotas de lubrificante bem no buraco do cu dela. Enfiei de novo meus dedos na buceta dela e, com o dedo mindinho da outra mão, comecei a estimular aquele esfíncter anal. Dei umas voltinhas, sentindo a resistência que ele fazia, e depois de alguns segundos assim, consegui enfiar meu dedo na intimidade do cu dela. — Mmmm!... Um gemido só escapou da boca dela. O cu dela era realmente virgem; era o mais virgem de todos os cus virgens. Apertava pra caralho, e olha que só meu mindinho tava dentro, nem imaginava como ia apertar quando meu pau rompesse aquele buraco. Meu dedo entrava e saía do cu dela. cu, enquanto meus outros dedos trabalhavam na buceta dela. Eu alternava esses movimentos até que, finalmente, não sentia mais resistência no cu dela. Tirei o dedo e não notei muita diferença, então decidi enfiar o dedo do meio, que era mais grosso que o mindinho.
— Auch! Ela reclamou um pouco, mas não mandou parar. Minha pica estava voltando ao tamanho normal; então me deitei na cama e sugeri fazermos um 69. Ela, super disposta, subiu em cima de mim e começou a fazer o trabalho dela, passando a língua das minhas bolas, pela base do meu pau até chegar na cabeça. Da minha parte, a posição não era pra fazer oral, mas pra continuar dilatando aquele cu enquanto eu recebia o melhor boquete da vida.
Ficamos assim por um bom tempo, alternando os dedos no cu dela. Depois que passei um por um dos meus cinco dedos pelo ânus dela, já não sentia tanta resistência, então o próximo passo era tentar dilatar com dois dedos. Peguei mais lubrificante e, com meus dois dedos do meio, enfiei, fazendo ela gritar um pouco. Com cuidado, fui enfiando mais e mais até que os dois ficaram dentro. A pressão do esfíncter dela era muito forte, apertando meus dedos completamente. Já queria meter minha pica, não aguentava mais essa vontade, mas sabia que se fizesse sem dilatar antes, ia doer pra caralho. Demorou pra ela se acostumar com meus dois dedos lá dentro, mas com o tempo e o vai e vem, o cu dela já estava mais dilatado.
— Doutora, tá na hora da minha pica começar a abrir caminho pelo seu cu. Já tá pronta pra ser fodida.
— Não, acho que não vou aguentar. Seus dois dedos dentro já doeram pra caralho, e foi difícil me adaptar, não acho que vou dar conta da sua pica enorme.
— Vou devagar, confia em mim.
— Tá bom, vou confiar em você. No fim das contas, você só me fez sentir prazer.
— Ok, doutora, fica de quatro de novo, que eu quero foder essa buceta agora! Coloquei minha pica na entrada daquele cu enorme que ela tinha e...



- Doutora, levanta, é hora de continuar transando. Minha pica tá pronta pra senhora. Ela se levantou na hora, virou de costas, pegou minha pica com a mão e, abrindo as pernas, colocou na entrada da buceta dela. Não precisei fazer movimento nenhum, porque ela foi descendo a bunda devagar até que, finalmente, tava com ela enfiada de novo bem no fundo da buceta. Era inacreditável a quantidade de melado que escorria de dentro dela. Assim que senti a bunda dela bater no meu púbis, senti o calor dos fluidos escorrendo pela minha virilha. Naquela posição, dava pra pegar os peitos dela com as mãos cheias e apertar do jeito que eu quisesse. Ela começou a subir e descer a bunda, fazendo todo o trabalho sozinha. - Ah! Siim, meu amor! Que gostoso que tá. Aaaah! O quarto se encheu com o barulho dos nossos corpos se chocando a cada metida. Tive que tampar a boca dela porque ela gritava que nem uma gata no cio. Na mesma posição, ela fechou as pernas, o que fez as paredes da buceta apertarem ainda mais minha pica. Ela se inclinou pra frente e me deixou ver a entrada do cu dela. Tava de olho nela há um tempão e queria foder aquele cu igual um louco. Ainda não era hora, mas ia fazer. Ela apoiou as mãos no chão e inclinou o corpo ainda mais. Nessa posição, a visão da buceta dela engolindo minha pica era incrível. Meu pau, como um grande campeão, abria caminho naquele buraquinho maravilhoso da boceta dela. Parei de amassar os peitos dela e segurei a cintura, assumindo o controle da velocidade que ela subia e descia. Poucos minutos depois de ficar nessa posição, peguei o cabelo dela e puxei pra trás, as costas dela arquearam e a cabeça ficou perto da minha. Nessa posição, com a mão direita, dava pra masturbar o clitóris dela enquanto continuava metendo. Ela começou a girar a bunda em círculos, tava prestes a gozar de novo. Não imaginava que uma mulher assim, numa única noite, tivesse gozado tantas vezes. Às vezes, ela era das mulheres multiorgásmicas ou tava descontando todos os anos que não transava com o marido. — Aaaah, vou gozar de novo! Acelerei ainda mais meus movimentos, a buceta dela apertava muito forte meu pau, eu tava prestes a chegar no clímax. — Aaaaah!!! Aaah!!! Aaaah!!! Vou gozar!! Vou gozar!! Te amoooooooooooooo! As pernas dela tremeram com aquele orgasmo que acabou de ter, e ela caiu desfalecida no meu corpo. Ela me olhava como uma adolescente olha pro primeiro amor. Aquele “Te Amo” me fez pensar que eu podia ficar com ela, como namorado, amante, marido ou o que fosse; afinal, quem não ia querer uma mulher assim na cama? Mas não era hora de pensar em besteiras desse tipo, eu tinha levado ela pro meu apê pra foder e era exatamente isso que eu ia fazer: continuar fodendo até o corpo dela não aguentar mais tanta pica. Me deitei ao longo do sofá, ela se virou pra ficar do meu lado, com as pernas entrelaçadas nas minhas e as mãos em volta do meu pescoço. Estiquei meu braço pra cabeça dela descansar nele, e minha mão direita percorria a cintura dela. Um momento de romance em meio a tanto sexo, não mudava nada a situação. — Você é muito bom no sexo. Não entendo como não consegue ter namorada. — Doutora, não é que eu não queira namorada. É que a certa ainda não apareceu. — Sem dúvida, quem te pegar vai aproveitar os melhores orgasmos da vida. Assim como você tá me fazendo aproveitar. — Eu não entendo como seu marido é tão cego que não faz você se sentir mulher, se você tem tudo que um homem desejaria. É linda, tem um corpo de matar, uns peitões grandes, uma bunda perfeita e umas pernas bem torneadas. Se eu fosse seu marido, toda noite te fazia minha. — Nem me fala desse filho da puta, é um viadinho. O trabalho dele é mais importante que a mulher. — Bom, foi uma sorte a gente ter se reencontrado. A gente se Estamos passando dos melhores momentos. Posso confessar uma coisa, doutora? — Claro, fala. O que foi?
— Não fica brava com o que vou dizer, doutora, mas desde o colégio eu sonhava em ter você assim comigo, poder te foder como fiz até hoje. Você não imagina como eu desejava seu corpo, acariciar suas pernas, pegar na sua cintura e beijar esses lábios.
— Kkkk, que coisa você fala, me faz corar.
— É a verdade, doutora, você é a mulher dos meus sonhos e agora ainda não acredito que está assim comigo, pelada, transando como dois adolescentes.
— Olha, deixa eu confessar que nunca tinha traído meu marido. Mas com você não sei o que aconteceu e, de verdade, você me fez gozar como nunca, me fez sentir mulher de novo, desejada. Não lembro quando foi a última vez que tive um orgasmo, mas com certeza desta noite não vou esquecer, porque comigo você gozou mais vezes do que nos meus cinco anos de casamento.
— E ainda falta gozar, doutora. Ainda não terminamos.
— Oh! Isso eu gosto. Sem dúvida, a energia dos jovens é interminável. Eu já não aguento mais, mas ter você por perto e com essa ferramenta que você tem me faz querer continuar sendo sua. A mão dela começou a masturbar meu pau. Assim como estávamos, nos beijamos enquanto com minha mão eu colocava meu pau na entrada da buceta dela. De um empurrão, meti tudo.
— Siim!!! Que gostoso! Meu amor! Quero que me foda! Comecei a meter e tirar meu pau dela enquanto segurava na bunda dela pra ter mais firmeza. Que delícia era ter ela fodendo assim. Ela pegava no meu pescoço, me abraçava, me beijava como se eu fosse o marido dela. E eu me sentia como o marido dela, como o macho dela. Ela mexia a cintura, tinha a perna levantada e isso me dava mais liberdade pra meter meu pau até o fundo.
— Oooh! Sim, meu amor, me dá mais!!! Me fode!!! Que gostoso sentir seu pedaço de pau dentro de mim!!! Aaaaaaaaaaaah!!! Aaaaaaaah!!! Aaaaaah!! A compostura de ser doutora, ela perdia. com meu pau, eu dizia coisas que nunca imaginei que diria; mas essas coisas me excitavam ainda mais. Fiquei atrás do corpo dela, e ela fazia de tudo pra conseguir beijar meus lábios. Eu não ligava se beijava ela ou não, tava focado na buceta dela e em dar satisfação total pro corpo dela. Atrás dela, eu podia de novo masturbar o clitóris dela, pegar nos peitos dela, enquanto metia nela. É uma posição que eu amo porque dá pra aproveitar o corpo de uma mulher por completo. Além disso, dá pra se mexer à vontade. - Aaaaaaah!!! Aaaaah!!!! Mete em mim pelo amor de Deus, mete em mim!!! - Cê gosta assim, doutora, gosta de levar porra forte assim, né? - Siiim, meu amoooor!!! - Diz que é minha! Que essa buceta é minha! - Sou sua, meu amoooor!!! Minha buceta é sua quando você quiiiiiiiiiser!!!!!! Eu continuava enfiando e tirando meu pau em alta velocidade, e minha mão direita masturbava o clitóris dela. Tão duro e molhado que ela se contorcia de prazer, pedia mais e mais. - Cê é minha putaaa!!! Posso te comer quando eu quiiiiiser!!! - Siiim, sou sua puta, amor…!!! Só me come, me faz sentir mulheeer!! Aaaaaah!!!! Aaaaaah!!! Bate forteeee!!! Eu não aguentava mais, tava prestes a gozar… - Doutora, vou gozar dentro da senhora!!!!!! - Não! Não! Não faz isso! Por favor! Eu já não conseguia mais segurar, a vagina dela tava sufocando meu pau. E também não percebia que ela queria se afastar de mim, porque os quadris dela continuavam se mexendo. - Doutoraaaa, vou gozaaaar!!!! - Nãaaaao!!! Aaaaah!!! Aaaaah!!! - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah dou-to-raaaaaaaa!!!! Gozei dentro dela. Tinha quebrado a promessa de não fazer aquilo, mas tava tão excitado que não pensava direito. - Te falei pra não fazer, que tô nos meus dias mais férteis! - Desculpa, doutora, não consegui me controlar. O corpo da senhora é demais pra mim. - Era a única coisa que te pedi pra não fazer. fizesse, o que aconteceria se eu ficasse em… Não pensei duas vezes e beijei ela, ela tentou me afastar, mas com meus movimentos de quadril, meu pau ainda dentro e minhas mãos na cintura dela, foi impossível ela conseguir o que queria. No fim, ela cedeu e meu beijo foi correspondido. Na hora, peguei a perna dela e levantei, continuei furando aquela buceta do jeito que ela gostava, rápido, forte, até o fundo do ser dela. – Aaaaaaaaaaa!! Paraa!! Quee vou desmaiar!! Não conseguia parar de foder ela, o corpo dela, a bunda, os peitos e principalmente a buceta, eu amava, queria meter gostoso a noite toda até o amanhecer – Oh! Deus!!!! Quee delíciaaaa!!! – Então, tá brava porque gozei dentro? Perguntei enquanto dava tapinhas com a palma da mão no clitóris dela – Aaaaaaah !!! Aaaahhh!!!!! – Então o quê??!! Ficou brava porque gozei dentro? – Nãoooo a-mor, nãooo tô com raivaaaa… Aaaaaah! Aaaah!!! Aaah!!!! O corpo dela era tão leve e fácil de manusear, que não tive trabalho pra levantar ela e colocar as costas dela no encosto do sofá. Dobrei as pernas dela pra que a buceta, escorrendo porra da minha gozada anterior, ficasse visível pro meu pau que já tava na posição de entrar. Fodi ela tão selvagemente que duvido que alguém na vida dela vá foder ela assim de novo. Queria que a buceta dela ficasse tão aberta das minhas picaças, que se um dia o marido dela quisesse comer, o pauzinho pequeno dele ficasse nadando no buraco que eu ia deixar. Ela queria que meu pau ficasse no fundo da vagina dela, então as pernas dela abraçaram minha cintura e ficamos assim um tempão. A mesma posição dava pra gente se beijar sem complicação, sem parar o sexo. O sorriso safado dela não sumia do rosto – Então cê gosta, doutora? – Aaaaaaah !!! Aaaah!!!!!! oooH!! Siiim, eu amoooo!!! – Me implora pra te foder!!! – Me fodeeeeeeee!!! Me foddeeeeee!! – Quem é O dono da sua puta buceta?!!!!!! - Tuuuuuuuuuuuuu!!!!! Aaaaaaaah!! Aaaaaah!!! Trocamos de posição. Ela por cima de mim. Mas era eu quem controlava os movimentos. Segurava ela pela cintura e pela bunda. Meu pau entrava e saía a toda velocidade, minhas bolas batendo na bunda dela e ela gritando sem parar. Tinha perdido completamente a cabeça, dava pra ver na cara dela. - Aaaaaaaaaaaaaaah! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! Mmmmmmmmmmmm!! Mmmmmmmm! Voltei a ficar por cima dela, parecido com a posição de quatro, mas muito melhor. A bunda dela apontava pro céu e o rosto no travesseiro. Segurando pelos quadris, metia e tirava meu pau, era realmente muito excitante ter ela submissa daquele jeito. Se eu tivesse uma câmera pra gravar aquele momento, teria ganhado o prêmio de melhor filme pornô caseiro. Os peitos dela balançando, quase batendo no queixo dela de tanto que eu metia forte. A bunda dela completamente à disposição, vermelha de tantas batidas e tapas que dei naquela noite, a buceta dela escorrendo os fluidos e os lábios vaginais envolvendo meu pauzão. Sem dúvida era uma imagem imperdível. Que corpo, que buceta, que bunda, que mulher eu estava comendo. Não se compara com nenhuma outra garota que já tinha pegado antes. Era uma delícia comer uma buceta madura, apertada como uma adolescente e sedenta de pau. Acho que a posição favorita, independente de ser homem ou mulher, era a que estávamos com minha doutora. Porque pro homem é fácil pegar à vontade, levando o ritmo da foda pela cintura da mulher. E levanta o ego, porque dá a sensação de ser quem domina a situação. Já todas as mulheres gostam de ser submissas, mesmo que neguem, no fundo serem dominadas adoram. E minha doutora era dessas mulheres que gostava de ser dominada, submissa diante das minhas fortes investidas. Ela curtia cada centímetro do meu pau dentro da vagina dela. - Que buceta gulosa que Ela é formada. A buceta dela já se adaptou muito bem ao meu pau e ele tá comendo ela todinha.
— Aaaaaaaaah! Aaaaah... que delícia aaaaah!!
— Adoro te foder, doutora.
— Eu também aaaaah!! Adoro aaaaah! Que me aah!!! Fode!!!
O corpo dela não aguentava mais, tremia, se contorcia, fazia movimentos que mostravam tesão.
— Oh! Deus!! oh deus!!! Me fodeeeeeeeeeeeeeeee!!
— Mmmm sim, doutora!!!! Toma!!!! Toma!!!
Fomos pro chão continuar fodendo. Com meu pau na buceta dela, eu dava socadas e ela adorava. Na posição de papai e mamãe, com as pernas bem abertas, continuei comendo ela.
— Doutora, quero gozar de novo na sua buceta!!!
— Aaaaaah! Aaaaaah!!!!!
— Vou gozar dentro de você!!!!
— Aaaaaaaaaaaah!!!! Sim, amor, me dá seu leiteeeee, quero sentir ele dentro!!!!
— Vou encher sua buceta com meu leiteeeee!!!
— Siiiiii, papaiiiiiiiiiiiii, me dá que eu também vou gozar!!!!
— Aaaaaaaaaah! Toma, cadelaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaa!!!!!!!!
— Aaaaaaah!!!! Que gostoso, meu amor ummmmm aaaaah!!!
A ideia de deixar ela grávida me excitava, e agora, com a permissão dela, gozei com gosto. Tirei meu pau da buceta dela e fiquei vendo o sêmen escorrer da buceta dela, deslizar até o cu e cair no tapete. Ela ainda estava com as contrações do orgasmo. A mão esquerda dela foi até a buceta, e ali ela sentiu a mistura dos fluidos vaginais dela com meu sêmen, tocou o clitóris e, com o dedo indicador, fez círculos em volta dele. Enfiou o dedo no buraco da buceta, queria saber o quanto eu tinha gozado dentro dela.
— Você encheu minha buceta completamente.
Continuou percorrendo a buceta com o dedo, vendo fios de sêmen grudados na mão. Em seguida, levou a mão até a boca e, fechando os olhos, enfiou um dedo... Dois dedos, os que estavam mais quantidade do meu sêmen. Ela chupou como se fosse um doce, deixou eles limpos, brilhando. Meu pau ainda continuava duro, meio mole mas não firme o suficiente pra meter de novo. Fiz assim, arrancando um gemido dela e fazendo o corpo dela se arquear. Sentia o calor do interior dela e a umidade de toda aquela mistura de prazer da noite. Tirei meu pau, que estava todo encharcado dos sucos dela e do meu sêmen. Depois, fui até a boca dela e ela entendeu perfeitamente o que eu queria. Sem hesitar, nem pensar duas vezes, ela abriu a boca, esperando meu pau entrar lá dentro. Ela chupou com força, como se quisesse tirar até a última gota de sêmen que ainda tava dentro de mim. Meu pau tava ficando mole, o que facilitou pra ela enfiar ele inteiro sem engasgar. Peguei minhas bolas e fui colocando uma por uma na boca dela, era uma imagem engraçada e excitante ao mesmo tempo. Na boca dela cabia tudo do meu sexo, sentia a língua dela brincando com minhas bolas e meu pau lá dentro. — Você tem umas ideias muito interessantes, me excita tudo que você faz comigo. — E isso não é tudo, doutora, agora a senhora vai ver o que é bom… Fui pro meu quarto pegar um vidro de lubrificante. Eu tinha fodido a boca dela, tinha aberto a buceta dela e gozado dentro duas vezes. Era hora do cu dela ser meu, pela primeira vez ela ia ter um pau dentro do cu virgem dela, e eu ia ser quem ia destruir ele. — Olha só o que eu trouxe pro seu prazer, doutora. — O que é isso? — É um lubrificante, doutora, pra não doer tanto. — Mas pela minha buceta correm rios de fluidos, acho que não precisa de lubrificante extra. — A senhora não entendeu, doutora. O lubrificante não é pra sua buceta. — Não? Então pra que é? — Pro seu cu! (tapa!) Dei um tapa na bunda dela, seguido de um apalpão bestial enquanto beijava ela com paixão. — Ei, espera! Eu sou Virgem por ali... Ela se afastou de mim, os olhos dela estavam arregalados, meio com medo porque era virgem de cu e imaginava o quanto ia doer com meu pedaço de pau rompendo o esfíncter anal dela.
— Por isso mesmo, doutora, já que não fui eu quem tirou a virgindade da sua buceta, agora é a vez do seu cu.
— Não, vai doer muito.
— Por isso trouxe esse lubrificante, doutora. Juro que não vai doer tanto, e você vai acabar gostando.
— Não sei...
— Vai me negar que não gostaria da ideia de ter meu pau dentro do seu cu, abrindo caminho nas suas entranhas, e seu cu apertando esse pedaço de carne que já fez você gozar tanto? Peguei a mão dela e levei até meu pau, ela agarrou com força, incluindo minhas bolas.
— Não sei. Eu gosto do seu pau, me deixa louca você me fazer de sua mulher; mas ele entrar no meu cu apertado e virgem me assusta.
Virei ela de costas, pra que o cu dela ficasse colado em mim. Me movendo em círculos, fiz meu pau ficar bem no meio das duas nádegas dela.
— Doutora, olha como seu cu tá pedindo pra ter meu pau apertado.
— Mmmm! Você me faz perder a cabeça quando brinca assim.
— Pense, doutora. Se você não fizer isso hoje, nunca mais na vida vai ter uma aventura assim. Seu marido, acho que é incapaz de pedir seu cu, e você vai ficar com a curiosidade de saber o que é um sexo bom de verdade.
— Ai! Você me faz fazer loucuras com você. Tá bom, aceito, mas se doer muito, você tira e a gente para. Combinado?
— Claro que sim, doutora, do jeito que a senhora quiser. Mas é claro que não tava nos meus planos deixar ela ir embora com o cu virgem. Claro que não. Dito isso, fui até o balcão da cozinha preparar uma dose bem forte pra ela. Apesar do lubrificante extra, o melhor jeito de aguentar é o corpo dela estar meio amortecido, e esse efeito dava pra fazer com maconha ou com álcool. Como não tinha “erva”, optei pelo álcool. Além disso, acho que minha doutora não usa esse tipo de coisa. de drogas e podia estragar meu plano.
— Sirva-se, doutora, tome um drink cortesia da casa e em agradecimento por tanto prazer.
— Não, obrigada, não quero acordar com dor de cabeça.
— Relaxa, doutora, é só um drink que não vai te causar problema nenhum. Na verdade, vai te ajudar a relaxar pro que vem por aí.
— Mmm… tá bom, vou tomar esse drink.
— Isso, doutora, assim você vai sentir menos dor e mais prazer quando meu pau entrar no seu cu.
— Tá bom, se for pra não sentir dor, vou tomar. Fiz outro drink, fingindo que era pra mim; mas, na real, era pra ela. Queria dar pra ela mais tarde, quando o primeiro drink fizesse efeito no corpo dela. Com a taça na mão, peguei ela pela cintura, puxei pra perto e dei um beijo. Depois, minha mão foi pra bunda dela, dei duas palmadinhas e convidei ela a voltar pro meu quarto.
— Posso ir no banheiro?
— Claro, doutora, fique à vontade, pode ir. Percebi que, ao falar isso, as bochechas dela ficaram vermelhas, com um toque de vergonha. Ela era uma mulher muito limpa, soube pela pele macia e pela bucetinha bem cuidada. Então imaginei que queria se limpar do esperma que tinha escorrido por toda a virilha dela. Não demorou muito e, quando saiu, um sorriso se desenhou nos lábios dela de novo. Caminhando gostosa, como ela fazia, foi pra cama, assim que chegou se deitou e ficou de quatro. Da minha posição, dava pra ver perfeitamente aqueles dois buracos, um bem fechado e o outro bem aberto. Um deles já foi meu e o outro seria em breve. Deixei a taça de drink na mesinha de cabeceira e me joguei como um lobo na presa.
O que eu tinha pensado: ela tinha lavado toda a parte de baixo, tirado o esperma e o resto dos fluidos. Assim eu podia de novo aproveitar a buceta dela e as pernas sem nojo nenhum. Comecei a passar minha língua pela rachinha da buceta dela que se marcava naquela posição. Ela, ao sentir minha língua, na hora Apertei os lençóis da minha cama. Mordia delicadamente a pele das pernas dela, e voltava pra buceta dela, tentava enfiar minha língua pra dentro, mas não era dura o suficiente como meu pau pra vencer a resistência daquela posição. Aos poucos, fui me dirigindo pra entrada do cu dela, pra aquele buraco inexplorado por mais ninguém. Quando cheguei, apontei com a ponta da língua e fiz uma leve pressão nele. Notei que ele se contraiu na hora… — Fica tranquila, doutora, relaxa. Ela relaxou o esfíncter de novo, enquanto eu me aproximava com meus dois dedos na entrada da buceta dela. Num movimento só, enfiei meus dedos, e, ó, surpresa! Já não apertava tanto quanto no começo, tava tão dilatada que precisei enfiar um terceiro dedo pra preencher o diâmetro que meu pau tinha deixado. Com o terceiro dedo dentro, ela começou a apertar com as paredes da vagina. Comecei a masturbá-la, com um vai e vem suave, enquanto minha língua brincava com a entrada do cu dela. — Ai, tô ficando molhada de novo. — A senhora não se preocupa, doutora, só aproveita esse momento. Parei de masturbá-la pra pegar o frasco de lubrificante. — Bom, doutora, chegou a hora de ir dilatando esse rabo. — Faz devagar, por favor. Não quero que doa. — Claro, doutora, vou fazer com cuidado. Derramei umas gotas de lubrificante bem no buraco do cu dela. Enfiei de novo meus dedos na buceta dela e, com o dedo mindinho da outra mão, comecei a estimular aquele esfíncter anal. Dei umas voltinhas, sentindo a resistência que ele fazia, e depois de alguns segundos assim, consegui enfiar meu dedo na intimidade do cu dela. — Mmmm!... Um gemido só escapou da boca dela. O cu dela era realmente virgem; era o mais virgem de todos os cus virgens. Apertava pra caralho, e olha que só meu mindinho tava dentro, nem imaginava como ia apertar quando meu pau rompesse aquele buraco. Meu dedo entrava e saía do cu dela. cu, enquanto meus outros dedos trabalhavam na buceta dela. Eu alternava esses movimentos até que, finalmente, não sentia mais resistência no cu dela. Tirei o dedo e não notei muita diferença, então decidi enfiar o dedo do meio, que era mais grosso que o mindinho.
— Auch! Ela reclamou um pouco, mas não mandou parar. Minha pica estava voltando ao tamanho normal; então me deitei na cama e sugeri fazermos um 69. Ela, super disposta, subiu em cima de mim e começou a fazer o trabalho dela, passando a língua das minhas bolas, pela base do meu pau até chegar na cabeça. Da minha parte, a posição não era pra fazer oral, mas pra continuar dilatando aquele cu enquanto eu recebia o melhor boquete da vida.
Ficamos assim por um bom tempo, alternando os dedos no cu dela. Depois que passei um por um dos meus cinco dedos pelo ânus dela, já não sentia tanta resistência, então o próximo passo era tentar dilatar com dois dedos. Peguei mais lubrificante e, com meus dois dedos do meio, enfiei, fazendo ela gritar um pouco. Com cuidado, fui enfiando mais e mais até que os dois ficaram dentro. A pressão do esfíncter dela era muito forte, apertando meus dedos completamente. Já queria meter minha pica, não aguentava mais essa vontade, mas sabia que se fizesse sem dilatar antes, ia doer pra caralho. Demorou pra ela se acostumar com meus dois dedos lá dentro, mas com o tempo e o vai e vem, o cu dela já estava mais dilatado.
— Doutora, tá na hora da minha pica começar a abrir caminho pelo seu cu. Já tá pronta pra ser fodida.
— Não, acho que não vou aguentar. Seus dois dedos dentro já doeram pra caralho, e foi difícil me adaptar, não acho que vou dar conta da sua pica enorme.
— Vou devagar, confia em mim.
— Tá bom, vou confiar em você. No fim das contas, você só me fez sentir prazer.
— Ok, doutora, fica de quatro de novo, que eu quero foder essa buceta agora! Coloquei minha pica na entrada daquele cu enorme que ela tinha e...

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