Bom, essa é minha terceira história. Assim como as outras duas, essa história é real, aconteceu comigo uns 6 meses atrás.
À noite, eu e minha namorada tivemos a ideia de convidar cada um um amigo pra casa pra beber um pouco, ouvir música, fazer um churrasquinho, algo tranquilo.
Eu convidei um amigo que conheço desde sempre e ela convidou uma amiga dela, que tem o mesmo nome que ela, vamos chamar as duas de Laura.
Tava tudo indo bem, a gente tava bebendo bastante, eu queria que meu amigo comesse a Laura (a amiga da minha namorada, não a minha namorada), mas infelizmente isso não rolou.
Eram umas 3 da manhã e meu amigo tinha que ir embora, não lembro bem por quê. O problema é que fiquei eu, minha namorada e a amiga dela bebendo, e aí me veio uma ideia meio perversa: dar bastante bebida pra elas e eu beber, mas não demais. Queria ver se surgia a oportunidade de comer as duas juntas, e sabia que minha namorada sóbria não ia querer de jeito nenhum, porque ela é muito ciumenta...
Comecei a preparar vodka com suco, servia lemon, Gancia, mas meu plano tava falhando. Minha namorada bebia tudo que eu oferecia, mas a Laura, a amiga dela, não queria beber muito.
Num certo momento, de tanto beber, precisei ir aliviar. Fui no banheiro mijar e alguém abre a porta...
Era minha namorada. Ela fica atrás de mim, pega na minha pica, aponta pro vaso e eu começo a mijar com ela guiando meu mijo (isso foi uma das coisas mais excitantes que já fiz com minha namorada). Ela sacode minha pica pra limpar, eu me viro e começo a beijar ela. Levantei ela segurando na bunda enquanto beijava, apalpava os peitos dela, passava a mão nela toda enquanto ela com uma mão esfregava minha pica até que, do nada, ela ficou puta, não sei por quê. Só se arrumou, ajeitou a roupa e saiu do banheiro, fiquei puto pra caralho.
Ela bebeu mais um pouco e foi deitar na cama, tava muito bêbada, se jogou e não ia acordar com nada, pensei.
Fui ver se ela tava bem na cama e depois fui pra sala conversar com a Laura, a gente continuou bebendo um pouco. Mais.
A Laura é baixinha, não é gordinha, mas também não é magra, peito e bunda normais, cabelo loiro. Não era uma deusa, mas me dava tesão a ideia de comer a amiga da minha namorada.
Contei que a Laura tinha dormido, minha namorada, e falei que quando ela quisesse, podia dormir no sofá onde a gente tava sentado.
Continuamos bebendo mais um pouco.
— Faz tempo que tô com vontade de te comer — falo na cara dura, talvez pelo álcool ou pelo tesão que minha namorada tinha me deixado um tempo antes, mas a verdade é que era mentira.
— O que você tá dizendo, Lázaro?! A gente só se viu duas ou três vezes, e sou amiga da Laura. Não, não, não.
— Sei, mas isso não faz eu gostar menos de você — seguro o rosto dela e acaricio. — A Laura tá apagada ali, nem vai perceber.
— Não sei... não tenho coragem.
— Não pensa tanto — passo minha mão do rosto dela pra nuca, acaricio um pouco e vou levando a cabeça dela até minha virilha, sem beijo nem nada.
Abro minha braguilha e abaixo a cueca, e ela começa a trabalhar. Puxa a pele da minha rola pra trás e enfia na boca.
— Gosto forte, mas gostoso — ela fala, e aí lembro de todas as vezes que mijei naquela noite sem lavar, e ela ali me fazendo um boquete foda sem eu ter lavado. Uff, isso me deixou a mil, as veias da minha rola ficaram tão marcadas que parecia que ia explodir, não só por isso, mas porque a amiga da minha namorada tava me chupando com a minha namorada dormindo a poucos metros.
Ela continua chupando, da cabeça à base, dá pra ouvir toda a saliva que eu vou empurrando pra dentro com minha rola. Ficou assim uns 15 minutos, eu só me limitei a empurrar a cabeça dela pra ela se engasgar com a carne, mas em nenhum momento toquei nela.
Tiro toda a parte de cima da roupa dela: a jaqueta, a camiseta e o sutiã. Ela tinha uns peitos bonitos, um pouco caídos, mas muito lindos, mamilos marrons e grandes.
Chupo os peitos dela, e ela geme.
— Tira a roupa — falo.
Enquanto isso, eu levanto e tiro a calça e a cueca. Tava com medo da minha namorada descobrir a gente, mas mesmo assim ela tirou.
— A Laura nunca me chupou tão bem assim. Bem, adorei, que boquinha linda você tem pra fazer boquete
– Tá falando sério? Posso continuar chupando se quiser, tá muito gostoso
– Não, quero te foder, senta em cima de mim
– Mas com camisinha, pai.
– Ah, não tenho, Laura toma pílula, não sou um puta sem vergonha
– Certeza? Não dá, dá uma olhada se tem – quis cortar minha pica, sabia que não tinha
– Não tenho, mas posso te comer no cu
– Ai, não sei, vai doer
– Vai lá, a puta da sua amiga quase nunca dá, não me faz ficar desejando essa rabuda que você tem, vira, fica de quatro, putona
– Tá bom, mas devagar
Quando vi ela de quatro, me surpreendi, os buracos da buceta e do cu estavam bem fechados, e tinha uns pelinhos, parecia que não transava muito
– Já te comeram no cu?
– Só uma vez, mas não gostei muito
– Dessa vez você vai gostar e vai querer repetir – comecei a lamber a buceta dela de baixo pra cima, tava bem molhada. Lambia um pouco o clitóris e depois subia e enfiava a língua na buceta, repetia o processo até subir mais e lamber o buraquinho do cu, ela soltou um gemido, tava gostando.
Aí meti um dedo com bastante cuspe e quando ela parou de reclamar, tava pronta. Fiquei atrás dela, cuspi na racha do cu e fui enfiando a cabeça da minha pica – uff, como apertava, e olha que não tenho uma pica muito grossa.
– Tá gostando, puta?
– Sim, mas vai devagar
Enquanto metia, ia tocando a buceta dela que escorria líquido. Acelerei o ritmo e enfiava mais um pouco até sentir minhas bolas contra a buceta dela. Esperei um pouco e voltei a bombar, ela gemia mas tentava não fazer barulho
Fiquei uns 15 minutos arrombando o cu dela até tirar e gozar nas nádegas, vi como o cu ficou aberto, o que me encheu de alegria. Ela foi embora de casa com a raba feita.
Ela disse que gostou muito, mas que preferia que aquilo ficasse só ali porque se sentia meio mal por Trair a amiga dela. Falei que tava de boa, que ficava entre nós.
Fui lavar a pica e deitei com minha mina.
Bom, espero que vocês tenham gostado, assim continuo compartilhando mais experiências com vocês.
À noite, eu e minha namorada tivemos a ideia de convidar cada um um amigo pra casa pra beber um pouco, ouvir música, fazer um churrasquinho, algo tranquilo.
Eu convidei um amigo que conheço desde sempre e ela convidou uma amiga dela, que tem o mesmo nome que ela, vamos chamar as duas de Laura.
Tava tudo indo bem, a gente tava bebendo bastante, eu queria que meu amigo comesse a Laura (a amiga da minha namorada, não a minha namorada), mas infelizmente isso não rolou.
Eram umas 3 da manhã e meu amigo tinha que ir embora, não lembro bem por quê. O problema é que fiquei eu, minha namorada e a amiga dela bebendo, e aí me veio uma ideia meio perversa: dar bastante bebida pra elas e eu beber, mas não demais. Queria ver se surgia a oportunidade de comer as duas juntas, e sabia que minha namorada sóbria não ia querer de jeito nenhum, porque ela é muito ciumenta...
Comecei a preparar vodka com suco, servia lemon, Gancia, mas meu plano tava falhando. Minha namorada bebia tudo que eu oferecia, mas a Laura, a amiga dela, não queria beber muito.
Num certo momento, de tanto beber, precisei ir aliviar. Fui no banheiro mijar e alguém abre a porta...
Era minha namorada. Ela fica atrás de mim, pega na minha pica, aponta pro vaso e eu começo a mijar com ela guiando meu mijo (isso foi uma das coisas mais excitantes que já fiz com minha namorada). Ela sacode minha pica pra limpar, eu me viro e começo a beijar ela. Levantei ela segurando na bunda enquanto beijava, apalpava os peitos dela, passava a mão nela toda enquanto ela com uma mão esfregava minha pica até que, do nada, ela ficou puta, não sei por quê. Só se arrumou, ajeitou a roupa e saiu do banheiro, fiquei puto pra caralho.
Ela bebeu mais um pouco e foi deitar na cama, tava muito bêbada, se jogou e não ia acordar com nada, pensei.
Fui ver se ela tava bem na cama e depois fui pra sala conversar com a Laura, a gente continuou bebendo um pouco. Mais.
A Laura é baixinha, não é gordinha, mas também não é magra, peito e bunda normais, cabelo loiro. Não era uma deusa, mas me dava tesão a ideia de comer a amiga da minha namorada.
Contei que a Laura tinha dormido, minha namorada, e falei que quando ela quisesse, podia dormir no sofá onde a gente tava sentado.
Continuamos bebendo mais um pouco.
— Faz tempo que tô com vontade de te comer — falo na cara dura, talvez pelo álcool ou pelo tesão que minha namorada tinha me deixado um tempo antes, mas a verdade é que era mentira.
— O que você tá dizendo, Lázaro?! A gente só se viu duas ou três vezes, e sou amiga da Laura. Não, não, não.
— Sei, mas isso não faz eu gostar menos de você — seguro o rosto dela e acaricio. — A Laura tá apagada ali, nem vai perceber.
— Não sei... não tenho coragem.
— Não pensa tanto — passo minha mão do rosto dela pra nuca, acaricio um pouco e vou levando a cabeça dela até minha virilha, sem beijo nem nada.
Abro minha braguilha e abaixo a cueca, e ela começa a trabalhar. Puxa a pele da minha rola pra trás e enfia na boca.
— Gosto forte, mas gostoso — ela fala, e aí lembro de todas as vezes que mijei naquela noite sem lavar, e ela ali me fazendo um boquete foda sem eu ter lavado. Uff, isso me deixou a mil, as veias da minha rola ficaram tão marcadas que parecia que ia explodir, não só por isso, mas porque a amiga da minha namorada tava me chupando com a minha namorada dormindo a poucos metros.
Ela continua chupando, da cabeça à base, dá pra ouvir toda a saliva que eu vou empurrando pra dentro com minha rola. Ficou assim uns 15 minutos, eu só me limitei a empurrar a cabeça dela pra ela se engasgar com a carne, mas em nenhum momento toquei nela.
Tiro toda a parte de cima da roupa dela: a jaqueta, a camiseta e o sutiã. Ela tinha uns peitos bonitos, um pouco caídos, mas muito lindos, mamilos marrons e grandes.
Chupo os peitos dela, e ela geme.
— Tira a roupa — falo.
Enquanto isso, eu levanto e tiro a calça e a cueca. Tava com medo da minha namorada descobrir a gente, mas mesmo assim ela tirou.
— A Laura nunca me chupou tão bem assim. Bem, adorei, que boquinha linda você tem pra fazer boquete
– Tá falando sério? Posso continuar chupando se quiser, tá muito gostoso
– Não, quero te foder, senta em cima de mim
– Mas com camisinha, pai.
– Ah, não tenho, Laura toma pílula, não sou um puta sem vergonha
– Certeza? Não dá, dá uma olhada se tem – quis cortar minha pica, sabia que não tinha
– Não tenho, mas posso te comer no cu
– Ai, não sei, vai doer
– Vai lá, a puta da sua amiga quase nunca dá, não me faz ficar desejando essa rabuda que você tem, vira, fica de quatro, putona
– Tá bom, mas devagar
Quando vi ela de quatro, me surpreendi, os buracos da buceta e do cu estavam bem fechados, e tinha uns pelinhos, parecia que não transava muito
– Já te comeram no cu?
– Só uma vez, mas não gostei muito
– Dessa vez você vai gostar e vai querer repetir – comecei a lamber a buceta dela de baixo pra cima, tava bem molhada. Lambia um pouco o clitóris e depois subia e enfiava a língua na buceta, repetia o processo até subir mais e lamber o buraquinho do cu, ela soltou um gemido, tava gostando.
Aí meti um dedo com bastante cuspe e quando ela parou de reclamar, tava pronta. Fiquei atrás dela, cuspi na racha do cu e fui enfiando a cabeça da minha pica – uff, como apertava, e olha que não tenho uma pica muito grossa.
– Tá gostando, puta?
– Sim, mas vai devagar
Enquanto metia, ia tocando a buceta dela que escorria líquido. Acelerei o ritmo e enfiava mais um pouco até sentir minhas bolas contra a buceta dela. Esperei um pouco e voltei a bombar, ela gemia mas tentava não fazer barulho
Fiquei uns 15 minutos arrombando o cu dela até tirar e gozar nas nádegas, vi como o cu ficou aberto, o que me encheu de alegria. Ela foi embora de casa com a raba feita.
Ela disse que gostou muito, mas que preferia que aquilo ficasse só ali porque se sentia meio mal por Trair a amiga dela. Falei que tava de boa, que ficava entre nós.
Fui lavar a pica e deitei com minha mina.
Bom, espero que vocês tenham gostado, assim continuo compartilhando mais experiências com vocês.
3 comentários - Comi a amiga da minha mina enquanto ela dormia (real)
Sí, fue hermoso, a la mina la volví a ver pero no se repitió.
Gracias genio!
ya se te va a cumplir ese sueño algún día si ya no se te cumplió.
MASTER
Master vos, gracias!