Minha esposa, a trans e eu...

Minha esposa, uma garota transexual e eu

Um dia, a Débora chegou toda eufórica. Ultimamente, ela tinha começado a me comer com um cinturão de strap-on, eu não aguentava muito, gozava rápido, ela me chamava de "bundinha sensível". Naquele dia, ela me disse que no curso de administração onde dava aula, conheceu uma garota trans que era uma delícia, fazia dois meses que se conheciam, não tinha me contado nada porque queria ter certeza. Ela já tinha transado com ela, tinha comido a bunda dela direitinho, e você não imagina a quantidade de porra que ela gozou, e ainda fica com tesão depois que goza, tem só 22 anos, cara de anjo, olhos azuis, cabelo pintado de loiro, uma gostosa, você vai amar. Ela me contou que colocou prótese nos peitos e na bunda, mas não usa hormônios femininos, adora dar o cu e tem medo de perder um pouco da potência, é uma fera, você não sabe como ela goza. Disse que desde que tem peitos e uma bunda tão linda, conseguiu pegar um monte de homem que nem ligaria pra ela num relacionamento, mas a veem assim e ficam loucos. Claro que contei pra ela sobre nossas brincadeiras, ela é a candidata ideal. Amanhã, sábado, vamos jantar, vamos depilar suas pernas e sua bunda... você tem que estar linda...Eu tava nervoso, não sabia o que dizer. Fomos depilar, senti minha pele super macia depois de depilar. Em casa, tomamos banho juntos. A Débora me escolheu uma tanga bem pequena, entrava direitinho no meu cu. Nunca tinha saído na rua de tanga. Além disso, compramos uma calça especial pra ocasião, era de mulher, claro, e entrava no meu cu. Tava super excitado. Quando vi ela no restaurante, não podia acreditar, parecia uma garota, traços finos, olhos claros. Cumprimentei ela com um beijo e ela me deu um sorriso lindo. A Débora também deu um beijo nela, mas foi só um selinho. Na hora, a Débora me disse:
-Vai até o banheiro, rebola bem essa raba... acho que a nossa amiga vai adorar...
Embora eu custasse a acreditar, andei de forma mais sensual, quase feminina. Quando me virei, as duas estavam sorrindo. Débora falou:
— Nossa amiga adorou o que viu... diz que o jantar vai demorar uma eternidade... já quer comer a sobremesa...
—Pobre, ficou todo vermelho... —disse Celeste, tinha uma voz bem sensual, não sabia se ela exagerava ou era natural. —a verdade é que você me encanta... desde que terminei com meu namorado, procuro alguém assim... como você... casado... sem problemas... com lugar pra fazer... e com essa alma de putinha safada...
-Não fala assim com ela que ela esquenta na hora... eu chamo ela de bunda pequena sensível... goza rapidinho... quando estimula a rabeta dela... ou falo o quanto ela é putinha...
Jantamos, tomamos vinho, a conversa foi fantástica, dava pra ver que era alguém que, apesar de ter só 22 anos, era muito confiante e sabia bem o que queria. No carro, eu dirigi, elas iam se apertando atrás. Quando entramos em casa, a Débora arrancou minha calça, eu tava morrendo de vergonha e tesão. Me fizeram desfilar um pouco, elas estavam sentadas com um copo de rum com Booty na mão. A Celeste falou, com uma voz sensual, profunda...
Chega de joguinhos... ajoelha com o corpo no sofá... mostra bem essa raba gostosa que você tem...
Me acomodei no sofá como a Celeste me disse, a Débora olhava divertida.
-Que bumbum divino você tem, putinha... mexe ele pra mim... me esquenta... vai, putinha...
Eu tava morrendo de vergonha e ao mesmo tempo rebolava a bunda sensualmente, a Celeste ainda tava com o vestido, colocou os peitos pra fora do decote e me deu pra chupar, a gente se beijou fundo enquanto se acariciava, ela me mandou levantar e a gente se beijou, os dois se apalpando a bunda, ela pegou minha mão direita e levou até o pau dela, tava durasso e era enorme, ela tinha soltado ele, eu pensava como ela conseguia ter aquilo ali sem incomodar, era uma parada realmente impressionante, com aquela voz de mulherzinha ela falava no meu ouvido.
—Acaricia ela bem... daqui a pouco você vai sentir ela toda dentro... e você vai amar, vadia... A Débora me contou que você já tá dando com o strap há um tempão... e que ela tá muito feliz de ter me encontrado... você não faz ideia do quanto eu gosto de você... essa sua bunda me deixa louco de tesão — ele dizia enquanto apertava e brincava com os dedos na entrada do meu cu. — Hoje você não vai me chupar... não acho certo encher sua boquinha de porra logo no primeiro dia... seria pesado demais pra você... mas essa sua bunda pequena vai ficar transbordando — ele se aproximou do meu ouvido — vou falar assim com você... pra você não ficar com vergonha, sabe... é sua primeira vez... fica de joelhinho no sofá, vadia... vou te pegar todinha, gostosa... Eu sentia o coração batendo a mil por hora. A Débora falou pra ele colocar camisinha, que eu ia sujar o sofá inteiro, que com certeza não ia aguentar muito. Se eu já não aguentava com o strap, com um pau daquele tamanho eu não ia durar nada.
Me acomodei, ela se acomodou em cima de mim, me acariciava suavemente as costas inteiras, a bunda, me falava no ouvido.
- Você me deixa louca... não sabe o quanto me custa não me apressar, vou ter que bater uma... senão, não vou aguentar nada... e isso vai ser o melhor lubrificante... hein, putinha... - como resposta, só gemia e me sentia excitadíssimo e envergonhado.
Senti ela se ajoelhar atrás de mim, ela puxou a tanga pro lado e eu senti a língua dela chupando minha bunda, ela também brincava com os dedos. A Débora sentou do meu lado, eu tava com vergonha de falar, mas falei pra ela.
-Não aguento... vou gozar...
Débora sorriu e disse pra ele
- Te falei que ela tem a bucetinha sensível... não gosta de caras... mas pra gente ela não nega nada...
Celeste continuou brincando com os dedos e a língua, e eu acabei gemendo.
—Sua putinha... que delícia que você é... acho que vou esquecer meu ex-namorado rapidinho... não acreditei que ia encontrar uma putinha tão gostosa tão rápido...
Movia meus quadris enquanto gozava. A Celeste se levantou, disse pra Débora que a gente podia pegar algo pra beber e descansar um pouco. Ela sentou, a Débora foi buscar as cervejas, ela ainda estava com os peitos de fora, levantou o vestido e tirou o pau de dentro da calcinha fio dental. Era uma ferramenta enorme, diferente da minha: começava com uma cabeça pequena e ia ficando cada vez mais grossa. Eu ficava alternando entre olhar aquela cara de anjo, com aqueles olhos azuis, loira pintada, aquelas tetonas e um baita chibata.
Quando a Debora chegou e viu ele
-Posso comer isso um pouquinho...
-Não, amorzinho... tô muito excitado... vou gozar na porta do cú da putinha e aí vou meter... ela vai adorar...
—Que perversa que você é...
-Mas olha como tá crescendo na putinha... ela tá morrendo de vontade de provar... se ajeita, putinha... não aguento mais esperar...
Me acomodei de novo no sofá, a Debora colocou outra camisinha em mim... e me beijou, se ajoelhou do meu lado e me beijava. Senti a Celeste puxando minha calcinha fio dental pra baixo, deixando ela entre minhas coxas, ela deu duas sacudidas e senti algo morno na entrada do meu cu, ela tava gozando, o pau dela entrou bem duro, enquanto eu sentia ela jorrando porra.
- Viu que delícia de sensação, vadia... é o bom de ser novinha... gozar e continuar bem dura... - ela ficou com os peitos apoiados nas minhas costas, me acariciava a bunda, o pau dela tava todo dentro de mim. Virei a cabeça e ela se beijou com a Débora.
Valeu, amiga... isso é um presente dos deuses..." Ela se levantou um pouco e começou a me comer, eu tentava não reclamar mas era impossível, ela me segurava firme pela cintura e de vez em quando dava uns tapas fortes na minha bunda que arrancavam um gemido de mim.
Hoje você não vai falar porque tá com vergonha... outro dia que eu pegar você sozinha... vai poder se expressar tranquila, putinha... tá com vergonha na frente da sua esposa... - eu escondi a cabeça contra o sofá.
-Pobrezinha, putinha... -disse Débora- ela tá com vergonha... com certeza tá perto de gozar de novo... né, porca...? -ela me deu um tapa forte na bunda- te perguntei uma coisa, putinha...
- Sim, meu amor... tô perto...
- Chega se quiser, sua putinha... mas eu vou continuar aproveitando essa sua bunda gostosa, sabia... adoro como você aperta minha pica... dá pra ver que você gosta, hein...
Só gemi, me agarrei forte nos cabelos, levantando a cabeça, eu tava com a boca aberta.
- Você tá com a boca aberta porque queria ter outra pica na boca... é típico das cachorrinhas reprimidas como você... chega, vadia, vai... não se segura mais...
-Sim... sim... vou gozar... aaaahhh... que delícia... -falei e mexia a buceta me empurrando o máximo que podia com aquele pau enorme. A Celeste chegou perto da minha boca e me beijou, enfiando a língua fundo. Continuou me comendo bem gostoso.
—Essa é minha bunda... e vou te dar toda essa porra... não aguento mais... que delícia de rabo... — ele ficou parado — mexe e mostra pra Débora como você sabe conseguir o que quer, vai... — Débora sorria gostosa, mordendo o lábio inferior, eu mexia a bunda e tentava apertar a pica dele, ele me segurou pela cintura e me comeu bem gostoso.
-ai si!!!!... chegou a putinha si!!!!... toma tudo nessa bundinha pequena... meu gozo todo pra você... puta gostosa... - e se espalhou nas minhas costas, o pau dele não perdia toda a dureza, foi tirando devagar mesmo assim,
Empurra meu gozo pra fora vai... saíram uns peidinhos, enquanto o gozo escorria, eu morria de vergonha, enfiei a cabeça debaixo do travesseiro...
—Quanta porra que sai... isso é a segunda gozada... ela fica com vergonha, pobre porquinha... — disse Débora — Toda vez que ela sair com um macho... que é dia sim, dia não, quase... quero que você venha pra casa... assim a puta vai se soltando...
- Se eu quero que você seja minha putinha... não gosto de ficar com muitas ao mesmo tempo... acho que encontrei uma puta que tem muito pra dar... e quando a gente ficar sozinho, ela vai soltar a língua também... isso me deixa com mais tesão ainda...
—Tô morrendo de vontade de ver ele... — Disse a Débora.
-Em pouco tempo ela vai ficar bem desinibida... e mais na sua frente... vai ser nossa putinha pro que a gente quiser... - elas se beijaram e Débora foi chupar o pau dele, mamando do jeito que só ela sabe fazer, quando Celeste estava quase gozando, agarrou ela forte pela nuca.
—Engole tudo, sua puta... que você é tão vadia quanto sua vadia... — Débora se masturbava e gozou enquanto engolia o leite da Celeste. Descansamos, batemos um papo, elas foram tomar banho juntas, Celeste me beijou e disse.
— A Debi me deu uma chave de casa... quando ela não vier... eu vou vir... espero que seja sempre... porque com meus 22 anos... preciso muito de sexo... e ainda mais com uma puta como você... — ele me beijou enfiando a língua, meu pau já tava durasso.
No dia seguinte, jantamos com a Debora, sem muitos comentários, não transamos, ela não quis, queria que eu ficasse bem excitado. De manhã, no café da manhã, ela me disse
—Eu vejo o Martín... e vou ser a putinha dele... como sempre... e vou entrar nos jogos e nos caprichos dele... e você vai ser a vadia da Celeste... passei seu celular pra ela... ela quer que você a espere na cozinha... com uma fio dental vestida... um avental e preparando o jantar... ela vai trazer o vinho... vai te avisar cinco minutos antes de chegar porque quer te encontrar cozinhando... ela diz que as putas na cozinha deixam ela com tesão...
Nem preciso dizer que eu tava de saco cheio, o dia inteiro foi uma eternidade, nem pensava na Débora, a reviravolta da situação me dominava, uma garota trans de 22 anos tava tomando conta da minha vontade na base da pura safadeza.
Comecei a preparar o jantar, de vez em quando conseguia abaixar um pouco a ereção, mas quase o tempo todo ela tava dura que nem uma pedra. Lá pelas oito e meia, meu celular tocou, mensagem da Celeste: "tô chegando em cinco... quero você na cozinha..." Ouvi a porta abrindo, não tive coragem de olhar, senti a presença dela na porta da cozinha.
—Não vai me cumprimentar...?
Me aproximei e nos beijamos apaixonadamente.
-Essa fio dental fica muito gostosa em você... te deixa bem putinha... foi você quem escolheu...
Eu me virei pra cozinha e continuei cozinhando, sem responder. Dei uma olhada de canto, a Celeste tinha tirado o vestido e a tanguinha, ficou só com os saltos altos e o sutiã, e veio andando devagar na minha direção.
Quando tava atrás de mim, me agarrou forte por trás, encostando a pica durona no meu cu e os peitos nas minhas costas. Instintivamente, joguei a bunda pra trás, buscando o contato, e também o peito.
-Hoje sua esposa não está... seu corpo tá pedindo minha pica aos berros... então tenta não bancar a putinha sensível... porque uma única pergunta que você não responder... você vai ter que se virar sozinha, sabia...
—Sim... —e fiquei na dúvida de como chamar ela.
É mesmo...
—Sim, senhora...
—Não gosto, senhora... tenho só 22... e você já tá na casa dos trinta... — ela pegou minha mão e levou até o pau dela. Senti como ele tava duro. Cê gosta, sim...
-Sim...
—É sério...?
-Ama?
Ela se afastou um pouco e me deu um tapa forte na bunda.
—Muito bem, putinha... vai pra cama... tira o avental... coloca uma camisinha pra não sujar a cama da sua esposa... bota uma toalha também... pra quando eu tirar minha porra, puta... que vai ser uma porrada... sabe, puta...?
—Sim, amor...
—Tua língua vai se soltando... muito bem... eu fico mais excitado quando as putas falam e pedem o que querem... e me dizem o que gostam... cê tá com vontade de eu deixar essa bucetinha bem cheia... hein?
-Estou morrendo de vontade, ama... fiquei o dia todo com tesão... esperando você vir...
- Eu adoro essa putinha...
—Mas eu tô bem perto de gozar...
-Eu também... igualzinho outro dia... vou gozar na portinha da sua bucetinha minúscula e vou meter enquanto tô gozando, sabe...
Ama, se ela continuar falando comigo, vou gozar só de pensar no que ela vai fazer comigo...
Sorriu com aquela carinha de anjo, enquanto o pau dele pulava no ar.
-Vai pra cama... abaixa a tanga entre as coxas e mexe essa bundinha... agora vou... coloca um travesseiro embaixo da sua pélvis...
-Não aguento, amor...
Ela se jogou em cima de mim, senti o primeiro jato na entrada do meu cu e o pau dele entrando enquanto pulsava e cuspia porra, eu gritei meu orgasmo.
—sou sua putinha, amor... enche bem minha buceta... que lindo que você ainda tá com o pau duro... me fode muito, por favor...
Ela me agarrou pelos cabelos e me beijou, eu, mesmo sem acreditar, não perdia minha ereção.
—Quer trocar a camisinha...?
—Ainda tô duro, amor...
—Você vai acabar virando uma putinha qualquer... a qualquer hora vai começar a olhar pros volumes dos caras...
— Não gosto de homens...
—Mas essa pica que você tem no cu, adora, hein...?
—Se eu amo, sou sua putinha...
Ela se ajeitou pra eu ficar de quatro, ficou parada.
-Mexe essa bunda... porra, um pouquinho você... vai...
Ela rebolava a bunda pros dois lados, eu metia fundo nela e tirava quase até a porta pra meter de novo.
—Sua bunda me deixa louco... e o tanto que você é puta... só falta você tomar meu gozo ainda... mas temos tempo... não consigo resistir a encher sua bunda de novo... sabe...?
-Desculpa pela dureza, dona...
- Você gosta...
—Você me agrada...
-Que bom... sabe que sou birrenta, né...?
—Imagino...
-Pega o telefone e liga pra sua esposa...
—Tá na cozinha...
Saiu de dentro de mim.
—Faz que não sai nada de porra e vai buscar ele...
Quando voltei, ela me fez deitar de novo como no começo, tinha tirado a minha calcinha fio dental.
—Coloca a fio dental de novo...
Ele afastou ela pro lado e me penetrou devagar, saboreando meter devagarinho e continuou num ritmo de vai e vem lento e pausado, ia até sair e voltava...
-Chama a Debi... bota no viva-voz... quero ouvir...
Não atendeu, saiu de cima de mim e foi pegar o celular dela.
—Oi... —a voz da Débora se fez ouvir, ela se ajeitou enquanto eu enfiava nela.
-Pode falar...
-Agora sim... o Martín tava me fazendo um booty... e quando viu que era meu marido ligando, ficou mais excitado ainda e encheu minha bucetinha de porra...
-Que bom... teu marido tá com ela cheia e vai levar outra descarga... cê tá com o Martín..?
-Sim...
- Coloca no viva-voz pra geral ouvir...
Tava morrendo de vergonha, mas ao mesmo tempo me sentindo mais tesuda.
-Agora vou encher essa bucetinha de novo, putinha... enquanto sua esposa e o Martín te ouvem... então geme com gosto...
—Adoro como você arrebenta minha buceta... quero que me encha de porra... muita...
—Muito bem, vadia... e você vai gozar de novo...?
—Tô bem pertinho...
-Me avisa... quero encher essa sua bucetinha quando você chegar...
-ai... siiiim!!! enche meu cu...!!!
—Toma tudo, sua putinha... mexe essa bunda, vai... nem lembrou da sua esposa, hein, vagabunda... viu uma pica e ficou doida...
—Se sou sua putinha...
Conta pra sua esposa e pro Martín que você sente...
-Que você ainda tá duro... e como eu adoro como você me come... sou sua putinha...
-Que mais...
- Vou fazer tudo o que você mandar...
Naquele momento, ela foi tirando... ainda estava dura...
-Goza dentro de mim como no outro dia...
—Em só um dia você deixou ela bem putinha... — disse Débora.
-É mó putinha... te falei que ela só é reprimida...
Senti a porra saindo, e um punhado de peidinhos escaparam, ouvi a Débora e o Martín dando risada. A Celeste desligou o celular, juntou um pouco da porra que tava saindo e enfiou de novo em mim.
—Como me excita que você seja tão putinha...
—Tô com a bunda doendo um pouco, tia... preciso descansar...
—E o que é que eu faço com essa dureza, hein...?
—Te faço uma punheta...
—Não sou uma punheteira...
—Se não quer ela na Booty, você vai tomar tudo que ela te der... igual fez a puta da sua esposa... que também vai ser minha puta... mais do que desse Martin... Você gostaria que ela fosse minha puta...?
- Sim, amor... adoraria...
- E aí, vou foder as duas até não poder mais...?
- Ai, ama... tá doendo, ama...
—E aí...
- Sai, por favor... - senti que ele ficava mais duro quando eu pedia por favor.
Me excita mais quando as putinhas pedem algo e não tão totalmente convencidas...
—Vai tomar no cu...?
—Não se ama... tá toda suja...
- Hoje, por ser a primeira vez... posso ir me lavar...
-Bom, patroa... como a senhora quiser...
—Vamos pro banheiro... melhor que você lave ela...
Nós comemos as bocas por um bom tempo, chupei os peitos dela no caminho pro banheiro, minha pica tava dura pra caralho, depois de dois orgasmos eu não conseguia reagir. Lavei a buceta dela com muito cuidado.
Fica de quatro e chupa... chega mais perto com essa bunda que eu quero brincar com ela..." — ele enfiava os dedos em mim e me deixava toda excitada.
-Mais devagar... não tenho pressa de chegar... gosto do jeito que você chupa... engole um pouco mais... segura aí... siiiim... que gostoso... brinca com sua língua... em volta da glande... siiiim... que gostoso...
Depois, com as duas mãos, pegou minha cabeça e começou a foder minha boca. Ficou um tempão e, quando terminou, apertou forte minha nuca.
-Engole tudo... não quero que desperdice nem uma gota, sua puta... - engoli como pude, o gosto era amargo, mas engolindo direto não senti tanto.
—Muito bem, putinha... — me ajudou a levantar e nos beijamos. Depois sentamos pra jantar, do jeito que estávamos, já era tarde.
-Como você está se sentindo...
—Tá doendo um pouco minha buceta...
Não me fala assim que eu me aqueço de novo... tenta falar de outras coisas... olha que quatro gozadas é minha média... dia sim, dia não... como você tá se sentindo então...
-Bem, ama... muito bem...
—Coloca uns salto alto... e vem me servir o vinho... veste uma fio dental da tua patroa...
Os sapatos eram todos muito pequenos, encontrei uns que eram um pouco maiores, vesti uma fio dental da Debora e fui pra cozinha. Não podia acreditar, mas meu pau tava duro de novo. Caminhei até a cozinha, não queria que ela visse minha ereção, mas era impossível.
-Parece que você também tá toda molhadinha...
- Um pouco...
—Vem me servir vinho... e fica parada do meu lado... —Me posicionei feito uma puta do lado dele, tentando deixar minha bunda no melhor ângulo.
-Se você quer me deixar excitada, está conseguindo...
Não falei nada, ela não tinha me perguntado.
-Quer que eu te coma de novo...
Tá doendo um pouco a bunda pequena, amor...
—Essa bundinha minúscula... e com voz de putinha... — ele se levantou e me inclinou sobre a mesa, puxou a tanga pro lado e eu senti de novo aquela dureza me invadindo. Enquanto me comia, ele batia uma punheta pra mim — vai me dar a porra da gozada que sobrar, sua vadiazinha, hein...
-É toda sua, amor...
—Tá doendo minha bundinha... sua alma de puta... e você vai gozar no chão e depois vai limpar tudo direitinho... puta...
—Sim, amor... sua putinha...
Ficou um tempão me comendo, de vez em quando me dava uns tapas fortes ou virava minha cabeça puxando meu cabelo com força e enfiava a língua bem fundo.
—Tô perto, patroa...
Acelerou a foda dela...
- Chega quando quiser e me avisa...
- chegou, dona... aaaaaiiiiiii simmmmmmm!!!!
Senti o pau dele explodindo de novo, percebi pela forma como ele me enfiou, mas não senti a descarga, os restos da minha porra caíram no chão.
Ela foi tomar banho, se vestiu e me disse que era tarde, que precisava ir embora.
-Diz pra Debora que você teve três orgasmos..., com certeza ela vai ficar com um pouco de ciúme..., melhor, essa vai ser minha próxima putinha...

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