Emilce era o nome da minha tia, 40 e poucos anos... grandona, muito peito e uma bunda do caralho, paraguaia, cabelo avermelhado e pele branquíssima... uma gostosa.
A primeira punheta que bati pra ela foi durante umas férias, eles tinham vindo passar o verão com a minha família e, com todo mundo na piscina, lembro de ter ido no banheirinho do fundo, que dava pra trás da piscina. Depois de mijar, espiei pela janelinha e de lá dava pra ver a bunda da minha tia sem ninguém me ver... sublime!!
O pau subiu na hora — mesmo que aos 14 anos fosse algo normal — comecei a me masturbar... duas, três batidas e já tava a todo vapor, duríssimo... continuava com aquela visão linda das nádegas dela ao meu dispor, quando ela virou, ficando de frente pro banheiro, e de costas pros outros, ajeitou um peito, claro que sem saber que eu tava olhando... enquanto fazia isso, gozei... foi uma das melhores esporradas ao vivo e direto que já tive na vida.
Desde esse momento, procurei em toda oportunidade que aparecia, passar perto dela e roçar, estar em contato com a pele dela... algo que não foi difícil porque ela vivia abraçando, tocando... sempre era assim, e além disso, as frases dela sempre tinham duplo sentido, o que divertia todo mundo nos encontros.
Na noite seguinte, levantei de madrugada pra beber água e, ao passar pelo quarto onde meus tios estavam, ouvi murmúrios... me aproximei o máximo que pude — a porta estava fechada — e prestando atenção, consegui ouvir que eles estavam transando... Emilce pedia mais, que metesse mais forte... eu já tinha tirado o pau da cueca e tava batendo uma punheta acelerada... devem ter passado uns 5 minutos quando ela começou a gemer alto, tava gozando... acelerei o ritmo da punheta e terminei esporrando na parede... longos e grossos fios de porra escorrendo pela tinta branca... guardei o pau e saí correndo pro meu quarto.
Essa é a lembrança mais primitiva e erótica que tenho dela. Obviamente, dediquei várias punhetas pra ela por um bom tempo.
Já tinham passado 5 anos desde aquele momento e eu decidi – depois de uma conversa por telefone – ir visitar ela em Assunção.
Meus tios tinham se separado fazia mais de um ano, e o filho deles passava quase o ano todo com o pai em Buenos Aires e durante as férias ia pra casa da mãe no Paraguai, então, como já era janeiro, achei que ia encontrá-lo lá.
Cheguei em Assunção depois de 16 horas de viagem de ônibus... quase 3 da tarde... Janeiro... 35 graus à sombra... meu primo não estava me esperando e depois de meia hora resolvi ligar pra minha tia.
"... tia... sou eu, Alex, tô na rodoviária, mas o Cristian não veio... cê vem me buscar?..." falei, meio puto.
"... Alex, meu amor!!... esqueci de te avisar, o Cristian foi de Buenos Aires pra Foz do Iguaçu com uns amigos, acho que volta em alguns dias... desculpa, amor!! fica aí que eu saio do trabalho e em 10 minutos tô aí..." o sotaque paraguaio dela acalmou minha raiva, mas acendeu meu tesão: íamos ficar sozinhos por alguns dias...
Uns minutos depois, a Emilce chegou: um tailleur azul escuro com uma saia bem curta, camisa branca... a visão era maravilhosa, uma delícia... as tetas dela mal cabiam naquela roupa, e a bunda... aquela bunda enorme, parecia que ia rasgar o tecido da saia, acho que meu pau deu uma pulada quando senti ela perto.
Ela me abraçou forte, me apertando... e criando coragem, comecei a dar uns beijinhos no pescoço dela... beijinhos pequenos até chegar na bochecha... percebi a pele dela se arrepiar.
Ela pegou meu rosto com as mãos e, me olhando surpresa, disse: "... meu amor!! que recepção gostosa!!..." e rindo, passou o braço na minha cintura e me levou até um carro último modelo que tava estacionado lá fora.
"... opa!!... esse carro é seu??..." perguntei, impressionado.
Ela ligou o motor e, colocando a mão na minha perna – o que me deixou louco de tesão – disse:
"... esse corpo ainda dá conta... foi presente de um amigo, desses que com uma chupadinha você deixa eles loucos..." e soltou uma risada contagiante. ... Emilce era assim, sempre falava assim... e isso me encantava.
Chegamos no apartamento e ela mandou eu tomar um banho... "... eu vou me trocar porque essa farda com esse calor me deixa irritada..." e foi pro quarto dela rebolando aquele rabão enorme de um lado pro outro.
Saí do banho e ela tinha preparado suco e biscoitos doces, mas meus olhos estavam em outra coisa... ela tinha vestido uma espécie de camisola curta que transparentava... dava pra sentir os peitos e a bunda dela ao alcance das minhas mãos... não demorou pro meu pau reagir, então tive que ajustar a cadeira pra esconder a ereção debaixo da mesa.
Emilce se mexia pra lá e pra cá... eu seguia cada movimento dela, principalmente quando se abaixava pra pegar alguma coisa, porque naquela hora eu via o começo da bunda dela.
Dava pra sentir o sexo no ar... ela apoiava os cotovelos na mesa pra falar comigo e os peitos dela transbordavam do sutiã... e jogando o jogo de duplo sentido que ela manjava tão bem, com minha mão abri um pouco mais a camisola e, olhando nos olhos dela, falei: "... deixa eu ver uma coisa!!!"
Minha tia sacou na hora... desabotoou devagar os botões enquanto assobiava uma música sexy... e, colocando as mãos na cintura, perguntou: "... o senhor gosta assim, né?! ... olha que essa coroa tem seus encantos, hein!! ... foi assim que consegui um carro zero..." e a gente riu junto... mas um grande passo tinha sido dado.
"... que peitos lindos a senhora tem!!..." completei, aumentando a aposta... e ela pegou os dois com as mãos e, aproximando do meu rosto, disse: "... não vai se afogar não, moço!!..." enquanto esfregava eles na minha cara.
Ela se afastou e a gente começou a rir... a sorte estava lançada...
Ela virou e foi até a geladeira... se abaixou e aí foi quando eu não consegui mais segurar minha vontade.
Levantei rápido e antes que ela percebesse contei, abracei ela por trás... meu pau ficou entre as bundas dela, dura, babenta... ela foi se levantando devagar... fui subindo minhas mãos até agarrar os peitos dela... Emilce deixou uma ali e a outra levou até a buceta dela... estava encharcada.
".. tia, que gostosa que você é..." e beijava o pescoço dela.
"... imagino que depois disso você vai me comer, né?... não pode deixar a tia com tesão... espero que me dê um pouco do seu leite, bebê... vai dar o pau pra sua tia? hein, guri... inteiro, inteiro??... ela gemia e se contorcia.
Ela se virou e a gente se beijou, eu tava desesperado... ela empurrou minha cabeça pros peitos dela pra eu chupar... a calcinha dela já tinha caído e eu continuei com meus dedos masturbando ela... ficamos pelados e pedi pra irmos pra cama.
"... na cama a gente vai ficar a noite toda, agora senta na mesa..."
Sentei com as pernas abertas, ela também sentou, mas na cadeira... chupou meu pau uns segundos e colocou entre os peitos dela, batendo uma pra mim... de vez em quando levava à boca pra molhar e depois colocava de novo entre os seios... falei que ia gozar.
Ela se ajeitou melhor na cadeira e, levando à boca, fez uma garganta profunda até fazer eu soltar meu gozo direto no estômago dela... em nenhum momento, enquanto chupava, parou de me olhar nos olhos.
Beijei ela... fundo... uma das mãos dela acariciava a buceta dela... me ajoelhei e comecei a lamber... ela abriu as pernas o máximo que pôde e derramou os sucos dela na minha boca.
A gente tomou banho e foi comprar algo pra jantar.
No elevador a gente se beijou... se tocou... tirei um dos peitos dela e mordi o mamilo... parecíamos dois caras tarados, eu era, ela não.
Quando voltamos, enquanto arrumávamos a mesa, ela se inclinou e, apoiando ela por trás, abaixei a legging dela e meti meu pau sem nenhum impedimento... a gente trepou uns 10 minutos e gozei dentro dela...
"... sou sua puta... daqui até a eternidade..." disse ela passando os dedos pelas coxas. e, recolhendo meu gozo, levou à boca.
4 dias durou nosso love... apresentou um atestado no trabalho pra ficar o dia inteiro comigo... 24 horas de sexo... provei a bunda dela na primeira noite, não se fez de rogada... me cavalgou de dez mil formas diferentes, era uma puta de alto nível mesmo... a boca dela tirou gozo toda vez que descia... andava pelada pela casa pra aproveitar cada momento de dureza de um cara de 19 anos.
No 4º dia chegou o filho dela, meu primo, e não pudemos mais intimar, exceto uma tarde que ficamos sozinhos.
No fim de semana seguinte eu voltei pra Argentina, minha tia me levou até o terminal no carro dela... antes paramos pra trepar num parque.
A primeira punheta que bati pra ela foi durante umas férias, eles tinham vindo passar o verão com a minha família e, com todo mundo na piscina, lembro de ter ido no banheirinho do fundo, que dava pra trás da piscina. Depois de mijar, espiei pela janelinha e de lá dava pra ver a bunda da minha tia sem ninguém me ver... sublime!!
O pau subiu na hora — mesmo que aos 14 anos fosse algo normal — comecei a me masturbar... duas, três batidas e já tava a todo vapor, duríssimo... continuava com aquela visão linda das nádegas dela ao meu dispor, quando ela virou, ficando de frente pro banheiro, e de costas pros outros, ajeitou um peito, claro que sem saber que eu tava olhando... enquanto fazia isso, gozei... foi uma das melhores esporradas ao vivo e direto que já tive na vida.
Desde esse momento, procurei em toda oportunidade que aparecia, passar perto dela e roçar, estar em contato com a pele dela... algo que não foi difícil porque ela vivia abraçando, tocando... sempre era assim, e além disso, as frases dela sempre tinham duplo sentido, o que divertia todo mundo nos encontros.
Na noite seguinte, levantei de madrugada pra beber água e, ao passar pelo quarto onde meus tios estavam, ouvi murmúrios... me aproximei o máximo que pude — a porta estava fechada — e prestando atenção, consegui ouvir que eles estavam transando... Emilce pedia mais, que metesse mais forte... eu já tinha tirado o pau da cueca e tava batendo uma punheta acelerada... devem ter passado uns 5 minutos quando ela começou a gemer alto, tava gozando... acelerei o ritmo da punheta e terminei esporrando na parede... longos e grossos fios de porra escorrendo pela tinta branca... guardei o pau e saí correndo pro meu quarto.
Essa é a lembrança mais primitiva e erótica que tenho dela. Obviamente, dediquei várias punhetas pra ela por um bom tempo.
Já tinham passado 5 anos desde aquele momento e eu decidi – depois de uma conversa por telefone – ir visitar ela em Assunção.
Meus tios tinham se separado fazia mais de um ano, e o filho deles passava quase o ano todo com o pai em Buenos Aires e durante as férias ia pra casa da mãe no Paraguai, então, como já era janeiro, achei que ia encontrá-lo lá.
Cheguei em Assunção depois de 16 horas de viagem de ônibus... quase 3 da tarde... Janeiro... 35 graus à sombra... meu primo não estava me esperando e depois de meia hora resolvi ligar pra minha tia.
"... tia... sou eu, Alex, tô na rodoviária, mas o Cristian não veio... cê vem me buscar?..." falei, meio puto.
"... Alex, meu amor!!... esqueci de te avisar, o Cristian foi de Buenos Aires pra Foz do Iguaçu com uns amigos, acho que volta em alguns dias... desculpa, amor!! fica aí que eu saio do trabalho e em 10 minutos tô aí..." o sotaque paraguaio dela acalmou minha raiva, mas acendeu meu tesão: íamos ficar sozinhos por alguns dias...
Uns minutos depois, a Emilce chegou: um tailleur azul escuro com uma saia bem curta, camisa branca... a visão era maravilhosa, uma delícia... as tetas dela mal cabiam naquela roupa, e a bunda... aquela bunda enorme, parecia que ia rasgar o tecido da saia, acho que meu pau deu uma pulada quando senti ela perto.
Ela me abraçou forte, me apertando... e criando coragem, comecei a dar uns beijinhos no pescoço dela... beijinhos pequenos até chegar na bochecha... percebi a pele dela se arrepiar.
Ela pegou meu rosto com as mãos e, me olhando surpresa, disse: "... meu amor!! que recepção gostosa!!..." e rindo, passou o braço na minha cintura e me levou até um carro último modelo que tava estacionado lá fora.
"... opa!!... esse carro é seu??..." perguntei, impressionado.
Ela ligou o motor e, colocando a mão na minha perna – o que me deixou louco de tesão – disse:
"... esse corpo ainda dá conta... foi presente de um amigo, desses que com uma chupadinha você deixa eles loucos..." e soltou uma risada contagiante. ... Emilce era assim, sempre falava assim... e isso me encantava.
Chegamos no apartamento e ela mandou eu tomar um banho... "... eu vou me trocar porque essa farda com esse calor me deixa irritada..." e foi pro quarto dela rebolando aquele rabão enorme de um lado pro outro.
Saí do banho e ela tinha preparado suco e biscoitos doces, mas meus olhos estavam em outra coisa... ela tinha vestido uma espécie de camisola curta que transparentava... dava pra sentir os peitos e a bunda dela ao alcance das minhas mãos... não demorou pro meu pau reagir, então tive que ajustar a cadeira pra esconder a ereção debaixo da mesa.
Emilce se mexia pra lá e pra cá... eu seguia cada movimento dela, principalmente quando se abaixava pra pegar alguma coisa, porque naquela hora eu via o começo da bunda dela.
Dava pra sentir o sexo no ar... ela apoiava os cotovelos na mesa pra falar comigo e os peitos dela transbordavam do sutiã... e jogando o jogo de duplo sentido que ela manjava tão bem, com minha mão abri um pouco mais a camisola e, olhando nos olhos dela, falei: "... deixa eu ver uma coisa!!!"
Minha tia sacou na hora... desabotoou devagar os botões enquanto assobiava uma música sexy... e, colocando as mãos na cintura, perguntou: "... o senhor gosta assim, né?! ... olha que essa coroa tem seus encantos, hein!! ... foi assim que consegui um carro zero..." e a gente riu junto... mas um grande passo tinha sido dado.
"... que peitos lindos a senhora tem!!..." completei, aumentando a aposta... e ela pegou os dois com as mãos e, aproximando do meu rosto, disse: "... não vai se afogar não, moço!!..." enquanto esfregava eles na minha cara.
Ela se afastou e a gente começou a rir... a sorte estava lançada...
Ela virou e foi até a geladeira... se abaixou e aí foi quando eu não consegui mais segurar minha vontade.
Levantei rápido e antes que ela percebesse contei, abracei ela por trás... meu pau ficou entre as bundas dela, dura, babenta... ela foi se levantando devagar... fui subindo minhas mãos até agarrar os peitos dela... Emilce deixou uma ali e a outra levou até a buceta dela... estava encharcada.
".. tia, que gostosa que você é..." e beijava o pescoço dela.
"... imagino que depois disso você vai me comer, né?... não pode deixar a tia com tesão... espero que me dê um pouco do seu leite, bebê... vai dar o pau pra sua tia? hein, guri... inteiro, inteiro??... ela gemia e se contorcia.
Ela se virou e a gente se beijou, eu tava desesperado... ela empurrou minha cabeça pros peitos dela pra eu chupar... a calcinha dela já tinha caído e eu continuei com meus dedos masturbando ela... ficamos pelados e pedi pra irmos pra cama.
"... na cama a gente vai ficar a noite toda, agora senta na mesa..."
Sentei com as pernas abertas, ela também sentou, mas na cadeira... chupou meu pau uns segundos e colocou entre os peitos dela, batendo uma pra mim... de vez em quando levava à boca pra molhar e depois colocava de novo entre os seios... falei que ia gozar.
Ela se ajeitou melhor na cadeira e, levando à boca, fez uma garganta profunda até fazer eu soltar meu gozo direto no estômago dela... em nenhum momento, enquanto chupava, parou de me olhar nos olhos.
Beijei ela... fundo... uma das mãos dela acariciava a buceta dela... me ajoelhei e comecei a lamber... ela abriu as pernas o máximo que pôde e derramou os sucos dela na minha boca.
A gente tomou banho e foi comprar algo pra jantar.
No elevador a gente se beijou... se tocou... tirei um dos peitos dela e mordi o mamilo... parecíamos dois caras tarados, eu era, ela não.
Quando voltamos, enquanto arrumávamos a mesa, ela se inclinou e, apoiando ela por trás, abaixei a legging dela e meti meu pau sem nenhum impedimento... a gente trepou uns 10 minutos e gozei dentro dela...
"... sou sua puta... daqui até a eternidade..." disse ela passando os dedos pelas coxas. e, recolhendo meu gozo, levou à boca.
4 dias durou nosso love... apresentou um atestado no trabalho pra ficar o dia inteiro comigo... 24 horas de sexo... provei a bunda dela na primeira noite, não se fez de rogada... me cavalgou de dez mil formas diferentes, era uma puta de alto nível mesmo... a boca dela tirou gozo toda vez que descia... andava pelada pela casa pra aproveitar cada momento de dureza de um cara de 19 anos.
No 4º dia chegou o filho dela, meu primo, e não pudemos mais intimar, exceto uma tarde que ficamos sozinhos.
No fim de semana seguinte eu voltei pra Argentina, minha tia me levou até o terminal no carro dela... antes paramos pra trepar num parque.
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