Comendo a mulher do amigo

Tudo aconteceu numa época em que Carla começou a me contar que tava meio mal com o relacionamento dela com o Raúl, porque tinha achado umas mensagens comprometedoras no celular dele com uma colega de trabalho. Uma vez a gente encontrou o Raúl e eu perguntei se ele também tava vendo que a Carla não tava bem, e queria saber se tinha algo a mais, mas ele não me falou nada além do que a Carla já tinha me contado. Só que, ao mesmo tempo, ele soltou uma coisa que me deixou muito intrigada. Ele disse: "Todo mundo tem seus deslizes, ou será que nunca passou pela sua cabeça também?", me olhando fixo e com um sorriso. Aí eu só ri junto com ele, sem falar nada.

Desde aquele dia, comecei a observar o Raúl com mais atenção. Notei que toda vez que a gente se encontrava, ele ficava me olhando, e quando a gente ficava a sós, soltava umas palavras de duplo sentido. E mais: peguei ele várias vezes olhando pra minha bunda.

Sem querer, ele foi me chamando cada vez mais a atenção. Às vezes eu mandava mensagem pra ele sobre qualquer coisa e a gente acabava trocando besteiras, muitas vezes com duplo sentido. E quando a gente se via, era só olhares e risadas. Eu via que ele me olhava cada vez mais descarado pro meu corpo, enquanto eu fazia de tudo pra ele me olhar.

Um dia, minha amiga Carla me contou que ia viajar pra fora da cidade com a família pra resolver uns documentos. Nessa altura, já tava passando um monte de coisa obscena pela minha cabeça em relação ao Raúl. Cheguei até a me tocar no banho e ter sonhos molhados com ele.

Chegou o dia da viagem da Carla. E eu, toda descarada, mandei um monte de mensagem no WhatsApp pro Raúl, perguntando qualquer merda. Mas no fundo, tava era procurando um jeito dele me chamar pra ir no apartamento, já que ele tava sozinho, haha. Tipo, uma desculpa pra ir lá e deixar ele fazer o que quisesse comigo. Acho que eu já tava indo longe demais.

Como vocês sabem, meu marido trabalha numa empresa e sai bem cedo de manhã. E a minha filha, o transporte escolar vai buscar ela. às 07:30, então tenho a manhã toda livre, que na verdade uso pra ir na academia, fazer os serviços de casa e dia sim, dia não, vou no escritório do meu sogro, etc., já que minha filha volta às 15:30 e meu parceiro chega umas 17 ou 18 horas.
Um dia, inventei a desculpa perfeita pra conseguir ir até o apartamento do Raúl e vê-lo. Mas antes disso, no dia anterior, falei com a Carla, liguei pra ela pra conversar sobre várias coisas, porque a gente trocava mensagens, mas não era a mesma coisa. Conversamos sobre tudo e encontrei a desculpa pra chegar até o Raúl. Eu tinha emprestado um romance pra ela, e com a desculpa de que precisava do livro, ela disse que ligaria pro Raúl pra ele passar lá em casa deixar quando tivesse tempo; era a situação perfeita pra vê-lo e me livrar dessa necessidade de descobrir o que realmente estava rolando entre a gente.
Depois de desligar, o Raúl me mandou uma mensagem dizendo que à noite ou no dia seguinte passaria pra deixar o livro. Aí aproveitei a chance e falei: "E se eu passar no seu apartamento amanhã de manhã pra pegar? Porque tenho que sair pra resolver umas coisas e fica perto." Ele respondeu na hora que sim, mas pra avisar. Aí a gente trocou várias mensagens, todas com duplo sentido; até que escrevi: "Me espera com chimarrão, mas se a Carla perguntar, não fala nada sobre eu ir buscar o livro, por via das dúvidas." Ele perguntou por quê, e eu disse que ela poderia pensar mal, eu indo no apartamento dele, com a parceira dele sozinha, só pra buscar um livro. Ele respondeu na hora: "É verdade, mas fica tranquila, ela não vai saber de nada. Então vem na boa, que a gente tem tempo pra tomar um mate" com um emoji sugestivo.
No dia seguinte, depois que o ônibus escolar passou, me preparei, tomei banho, tava ansiosa pra ir e ver o que ia rolar. A verdade é que Muita vontade de ir, coloquei uma calcinha de renda bem pequena, preta, vesti uma calça de tecido elástico preta, que destacava minhas pernas e minha bunda, já que a calcinha pequena fazia meus glúteos ficarem bem marcados; um sapato de salto, uma camisa branca, com sutiã da mesma cor, e uma jaquetinha de tricô.

Enquanto dirigia, ficava pensando e imaginando o que poderia rolar, como seria a chegada e como o Raúl me receberia, verdade, estava muito nervosa, embora já tivéssemos compartilhado momentos com ele, mas dessa vez era diferente, porque eu sabia que algo ia acontecer e estava preparada pra isso. Antes de chegar, mandei uma mensagem pra ele, dizendo que logo estaria lá, e ele respondeu que estava me esperando, e que achava que eu não iria...

Cheguei, bati na porta e o Raúl abriu, ele se surpreendeu ao me ver vestida daquele jeito, e me cumprimentou com um beijo, colocando a mão na minha cintura, sentindo um fogo pequeno invadindo meu interior; ele me fez entrar e eu o vi recém-saído do banho, com roupa folgada de ficar em casa.

Entre uma conversa e outra, ele disse que não sabia bem qual era meu livro, mas que tinha procurado na sala e não tinha encontrado, então falou pra eu procurar enquanto ele preparava o mate, e eu respondi que a Carla tinha dito que estava no quarto; foi aí que ele disse pra eu procurar, a menos que tivesse medo de entrar, rindo de forma safada; então eu ri e falei:... medo? Não, de jeito nenhum, senão não estaria aqui... rindo e indo em direção ao quarto, ouvindo o Raúl dizer "me avisa porque o quarto está uma bagunça", e eu respondi já da entrada do quarto, "então vem me ajudar"; enquanto me posicionei na entrada, de costas, levemente inclinada, com minha bunda pra fora, desejando que o Raúl chegasse e me pegasse por trás; foram instantes eternos, enquanto ouvia os passos do Raúl, sinto que ele chega, se aproxima de mim, e de imediato sinto a mão dele Enfia na minha entreperna, soltando um suspiro pela sensação, ouvindo o Raul me dizer: …tô querendo te ter assim há um tempão, você não sabe como eu esperava por isso. Adoro sua bunda. Enquanto eu acenava pra mão dele que queimava meu interior, me virando, dizendo que também tava afim dele e que por isso tinha vindo; imediatamente começamos a nos devorar de beijos, enquanto nos despíamos rápido, aí levei minha mão no pau dele e me deparei com um pacote do caralho, pensando por dentro, não é à toa que a Carla perdoa tudo nele; intuitivamente comecei a descer, e quando cheguei no pau dele vi como era grande e cheio de veias, começando a chupar desesperadamente, enquanto o Raul se acabava de gosto e me puxava pelo cabelo levando minha boca pro pau dele bem rápido. Num momento, o Raul se joga na cama bagunçada, enquanto eu continuava enchendo a boca com aquele pau gostoso dele; depois o Raul vira e me joga na cama, começando a tirar meus sapatos e calças, me deixando só de calcinha, enquanto enfiava a mão na minha buceta, que tava completamente molhada, quase explodindo. Ele foi até minha buceta, puxou minha micro calcinha fio dental, e começou a me chupar sem parar, me fazendo gemer de tesão, até que peço pra ele me penetrar porque não aguentava mais, aí falo pra ele colocar proteção, mas ele diz que não tinha, e eu falo que na minha bolsa eu tinha (tinha levado porque sabia que ia deixar o Raul me comer); então ele me diz que não gosta com proteção, me vira de costas, me coloca de quatro, puxa a calcinha e me penetra com o pau dele, sentindo ele bem no fundo, ouvindo um gemido forte escapar de mim por causa daquela sensação. Depois o Raul começa a se mover rápido, sentindo como ele me penetrava com força, me dando estocadas, parecia um touro, me fazendo gritar com a sensação de dor e tesão; cada vez as investidas dele eram mais fortes, chegando a pegar meus dois braços pra trás, me usando de alavanca, onde ao sentir que o pau dele O pau batia no fundo da minha buceta, consegui gozar rapidinho. Raúl dava uma pausa pra descansar, diminuindo as estocadas, e depois voltava com tudo, enquanto eu, louca de tesão, gritava, gemia, mordia o lençol, mas adorava como ele me comia, parecendo uma puta de verdade; minhas pernas tremiam, ele já tava me matando, era um homem de verdade que tava me fodendo, e enquanto eu curtia, não acreditava na surra de buceta que eu tava levando. Acho que gozei três vezes nessa posição, até que Raúl, já cansado, diminui as estocadas e se deita na cama. Nessa hora, montei em cima dele, primeiro com os joelhos na cama, começando a cavalgar no pauzão lindo dele, enquanto ele apertava meus peitos com as mãos e, de vez em quando, me puxava pra perto, chupando minha boca e meus bicos. Depois, ele me ajustou com os braços e eu apoiei os pés no colchão, sentindo o pau dele entrar no fundo de mim, gritando de dor e prazer, me mexendo devagar porque o pau dele é enorme mesmo. De vez em quando, Raúl me pegava pelas nádegas e me ajudava a subir e descer, até que me deixava suspensa e, de baixo, se mexia rápido, metendo gostoso; até que eu gozei de novo, sem conseguir segurar as pernas porque já tava exausta, tava mesmo curtindo um massacre sexual de verdade, vendo Raúl voltar a ficar por cima de mim, levantar minhas pernas e colocar no ombro dele, começando a me penetrar fundo. Não acreditava na fera que ele era na cama, me meteu por um tempo até que a gente começou a não aguentar a respiração, ouvindo Raúl falar: “vou gozar..”, e eu, com a mesma sensação, enquanto gemia e gritava, falei: “..não para, não para, me enche de porra..”; tava gozando tanto que não liguei pra mais nada, a ponto de pedir pra ele encher minha buceta de sêmen; durou mais alguns segundos de gemidos e gritos. juntos, até que senti minha buceta se encher do leite da pica do Raúl; ficamos colados por uns minutos, enquanto os genitais dele terminavam de expelir todo o sêmen pela pica, depositando dentro de mim; e depois disso ficamos deitados por uns momentos, descansando da surra de sexo que eu tinha levado do Raúl.
Adorei a foda que ele me deu, nunca imaginei que ele seria tão bom de cama, e olha que era a primeira vez que a gente se pegava assim.
Depois levantei pra ir no banheiro me higienizar, e quando voltei pra pegar minhas roupas, o Raúl me encheu de beijo de novo, dando a entender que queria continuar transando. Eu tava tão exausta que fugi da situação e me troquei, falei que precisava resolver o tramite porque tavam me esperando. Só deu tempo de ir pra cozinha, bater um papo e ficar com o compromisso de nos ver de novo antes da Carla chegar. Fui embora, mas não sem antes nos beijarmos e sentir as mãos dele grudadas na minha bunda enquanto ele a apertava.Comendo a mulher do amigoValeu por ler minha experiência pessoal, uma história que vivi e que hoje tenho coragem de compartilhar com vocês.

9 comentários - Comendo a mulher do amigo

atun88 +1
saber que entro aca y veo una foto tuya en el inicio, es sentirme contento de que publicaste un lindo relato lleno de lujuria. Sos un hermosura de mujer ! espero poder ser parte de algun relato algun dia.
8976
Lindo relato van 10 putita hermosa
@paraguaya28 como gustaria agarrarte en ese sillon y darte pija hasta que me explote toda la leche en tu boca bebe, te gustaria??❤

caliente
m eencantaria , me excita la leche en la boca
a me exitas vos bebe, quiero que cojamos @paraguaya28 ❤