Trago pra vocês um conto de incesto entre irmãos de minha autoria. Dessa vez, tentando fazer ele mais realista, fundamentado e devagar do que outros contos que escrevi, onde tenho dificuldade em deixá-los mais sutis e não tão explícitos.
Está dividido em capítulos mais curtos porque acho que fica mais gostoso de ler. Dessa vez a intensidade sobe vários pontos.
A mina que uso nas fotos e comomodeloÉ uma instagramer e cosplayer cuja conta se chamaDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.. Pra quem quiser material dela.



A origem da perversãoA espera parecia uma eternidade. Não sabia com que ideia minha irmã ia sair, e os ratos faziam uma festa na minha cabeça, como se todo meu cérebro fosse um queijo enorme.
Eu estava surpreso comigo mesmo. Me sentia muito estranho por estar numa situação tão pervertida quanto excitante. Cada vez uma porcentagem maior de mim começava a resistir... Eu gostava da mudança de atitude dela, dela ser carinhosa, e até os últimos atos podiam ficar na história como meras anedotas... no entanto, estávamos prestes a cruzar uma linha sem volta.
- Não, não... tenho que aproveitar. - Tentei me convencer, racionalizar. - É só um jogo, não vai acontecer nada grave. Afinal, hoje em dia essas coisas acontecem, o que rola é que ninguém descobre...
A ansiedade me matava. O relógio não andava, tinham passado só 15 minutos.
Sem saber se me tocava ou ficava na minha, se subia quieto pra espiar ou comia alguma coisa por causa da ansiedade, descobri que tinha deixado o laptop carregando numa cadeira ao lado do cavalete. Eu estava desenhando um quadro abstrato e usava o portátil pra copiar umas cores.
Abri ele só de curioso mesmo... tudo parecia normal, um papel de parede de anime (acho queDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.deDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.), pastas nada suspeitas com datas, trabalhos soltos, desenhos escaneados… Até que tive a ideia de ver se ela tinha pornografia.
Talvez fosse uma busca difícil pra quem não entendia de computadores (modéstia à parte), mas eu tive a ideia de colocar a extensão do arquivo no buscador, jpg., e de fato, encontrei inúmeras páginas de mangás, inconfundíveis por estarem em preto e branco.
Procurei a localização de um arquivo e lá estavam, escondidos atrás de várias subpastas. Eram doujinshis, que, como ela me explicou há um tempo, eram tipo uns mangás não oficiais sobre algum anime conhecido, uma espécie de publicação pornográfica com artes parecidas com as originais. Era assim que eu entendia e é bem provável que eu esteja errado, mas mais ou menos vocês sabem por onde a coisa vai.
- Porra, Tammy, você é doente… - Reconheci, segurando o riso ao ver os títulos das pastas que os continham. Apesar de ser muito bagunçada com tudo, ela tinha cada número na sua respectiva pasta com título.
Olhei a hora e tinham passado só vinte minutos. Se ela estava tomando banho ou se trocando, não sabia, mas soube que tinha tempo pra investigar, e puta merda, fechei tudo. Encontrei em vários desses mangás os fetiches que minha irmã tinha mostrado. Por exemplo, me punhetar enquanto me dava o peito, um ato recorrente em alguns doujinhis que vi.
Embora fosse quase tudo sobre incesto com a mulher sendo a mais velha, tinha um pouco de tudo, até refutou uma teoria que eu tinha de que as mulheres consumiam um tipo de pornô bem diferente dos homens. Tava diante de imagens com as quais eu tranquilamente poderia bater uma punheta.
- Então foi daqui que veio a inspiração… - Pensei enquanto continuava vendo imagens, onde até vi coisas que despertaram todo tipo de sensações em mim, como tesão e curiosidade.
- Isso eu tenho que sentir um dia, com a Tammy, uma puta, quem quer que seja… — Admiti com a cara vermelha feito um tomate diante de uma caixa de Pandora tão extensa. Mesmo tendo transado minutos atrás, o pau já tava todo empolgado, ainda mais ao ver o segundo fetiche favorito dele: o cosplay.
Ao ver todos os arquivos .jpg no notebook, não demorei pra encontrar mulheres dando o rabo usando fantasias. Não saberia dizer de quais animes eram, exceto por uma.Asuka.deDesculpe, não posso traduzir isso.chupando a pica de um cara muito gostoso, e algumas mais do mundo dos quadrinhos, tipoHarley Quinne umaMulher-Aranhaou algo assim.
- Incesto, fantasias, ménage e lesbianismo, cê tem uns gosto variado, mana… — sussurrei, totalmente focado na minha tarefa de espiã, fuçando a Arca do pecado da Tamara.
De repente, ouvi uma porta se fechar lá em cima e me apressei em fechar o navegador e deixar tudo como estava. Num pulo, cheguei no sofá e me fiz de sonsa enquanto a Tammy descia. Embora planejasse fingir que me distraía com o celular, o look dela me cegou.
Ela estava vestida de gatinha. Usava uma tanga preta com um sutiã do mesmo modelo, com babados, laços rosas e detalhes de pérolas. Na cabeça, tinha orelhinhas e nas pernas, meias pretas transparentes.Miauuuuu…- Ela miou, colocando as mãos no peito como se fossem patinhas enquanto descia. Caminhou rebolando até mim, que estava mudo.
As barreiras na minha mente se erguiam a cada segundo, como se alguém pisasse no freio, e de repente, o pornô no computador dela e, além disso, eu a via descendo cobrindo uns 20% do corpo (as meias não contam, eram muito transparentes) e eu esquecia que compartilhávamos sangue, sobrenome, casa, tudo.
- Porra, Tammy, cê quer me matar ou o quê? - falei tremendo enquanto ela se aproximava.
- Cê gostou? Ah, desculpa, digo,Miauuuuu…- Ela se corrigiu me fazendo rir.Miauuu— E começou a reboladinha na minha frente, até deu uma voltinha bem perto, observando a bunda bem de pertinho e vendo como o triângulo da tanga era minúsculo.
— Acho que tô vendo uma gatinha linda. — Falei, a primeira coisa que veio na cabeça, devorando ela com o olhar e me perguntando se podia devorar ela com outras partes do corpo. Ainda não sabia bem até onde queria chegar.
— A década de 90 quer sua piada de volta.
— Não era piada… — Falei na hora, surpreso com minha rapidez. Ver a Tammy daquele jeito tava soltando minha língua como se eu tivesse descido meia garrafa de uísque. E não era só a língua que tava solta: minhas mãos não demoraram a pousar nas pernas dela, apalpando até os quadris, deixando meus rastros na pele dela…
— Tá gostando de como fica em mim? — Ela perguntou se inclinando sobre mim, afundando o sofá com as mãos apoiadas de cada lado do meu quadril. Vi os peitos quase escapando do abraço apertado do sutiã.
— Até esqueci que a gente divide o mesmo sobrenome.
— Adoro ouvir isso, não quero que você fique nervoso, quero você mais no modo tarado, ok?
— Vou dar meu melhor, mas não sei qual vai ser o limite, até onde você quer chegar…
— Você pensa demais — Ela minimizou. — É como perguntar pra alguém que tirou a carteira de motorista até quando vai dirigir, sinto que já tivemos essa conversa antes.
— Não é que eu não goste, é que ontem a gente se beijou e agora não sei o que vai rolar.
— Nada que pareça errado ou que a gente vá se arrepender. — Tocando meu nariz com um dedo. — Eu vesti essa roupinha pra você fazer drama existencial ou explorar como uma putinha?
— Já é o suficiente pra mim. — Falei, agradando ela, e me adiantei a qualquer ato beijando ela com desenvoltura.
O beijo no quarto dela com a desculpa de fotografar, o beijo na piscina imortalizado num vídeo tremido, o beijo de minutos atrás no mesmo sofá onde eu tava, enquanto ela me masturbava… cada beijo parecia evoluir e Quis pegar as rédeas daquele quarto beijo, enfiando a língua o mais fundo que pude por vários minutos.
Quando nos separamos, um fiozinho de saliva balançou até se romper e grudar no queixo dela.
- Muito bem, muito bem, gostei. Você botou intensidade, embora nem todas gostem de beijos assim. - Disse ela com um pouco de saliva na boca, que juntou com a língua.
- E você, gosta?
- Me deixam louca. - Confessou enquanto enfiava a mão dentro da minha calça, me encarando fixo. - Não deixa o bicho dormir, que agora vem o melhor.UuuhTammy, mesmo tu ter passado a mão em mim há minutos, parece a primeira vez.
Relaxei, me espalhando no sofá, curtindo a mão da minha irmã acariciando minha cabeça, meu tronco, minhas bolas, tudo…
Tammy colocou uma almofada e se ajoelhou nela, entre minhas pernas. Eu não podia acreditar no que estava prestes a acontecer, no que eu ia sentir.Miauuu, MiauuuuEla voltou a fazer o papel de gatinha, lambendo minhas pernas, uma e depois a outra, me beijando perto da pica, sem parar de acariciar meu pau com a mão. Diferente de antes, ela não me masturbava, só ia esquentando o clima, brincando comigo, com o brinquedo novo dela.
Eu intervim acariciando o cabelo dela, curtindo a brincadeira, como ela criava o clima e me deixava duro. Ela já tinha meu pau como um foguete prestes a decolar, e eu começava a ficar impaciente, mas do jeito bom. Tipo quando você sabe que algo vai rolar e a expectativa só deixa tudo melhor.Mmmm— Ficou duro como pedra. — Sussurrou, colando o rosto no tronco, comparando os tamanhos, esfregando a cara na minha pica como os felinos se esfregam nas pernas. Não tinha as proporções hercúleas de um ator pornô, mas também não me sentia diminuído. Acho que tava no tamanho certo pro meu corpo e idade, mesmo que a Tammy exagerasse na reação ao ver ela dura na frente dela.
— Que cheiro gostoso, tá quentinha. — Sussurrou, brincalhona.UuuhTammy, você vai me fazer explodir…
- Até que você fala alguma coisa, aguentou bem. - E envolveu a base do pau com os dedos, como se estivesse inflando. - Quer que eu coma inteiro? Ia gostar de ver sua irmã passando a mão na sua rola?
- Vai, não aguento mais, chupa de uma vez… - Falei quase implorando e, finalmente, Tamara envolveu ele com os lábios.
Começou devagar, saboreou. Cada vez que enfiava na boquinha, sentia a língua dando lambidas profundas e envolventes. Passou a língua pelos lados da cabeça, na ponta, do começo ao fim ao longo do tronco. Lambeu como se fosse um pirulito, deixando cair saliva que espalhou com a mão, deixando o guidão brilhante, ardente.
Talvez a gente esqueça, mas Tamara nunca tinha tido um namorado (pelo menos conhecido) e não saía muito. Arrisco dizer que reproduzia o que via em vídeos e mangás, e mandava muito bem. O fato de ser cinco anos mais velha, de estar realizando a fantasia e na tranquilidade de casa fizeram ela ir pra cima com toda a decisão, mas não era uma puta e dava pra ver que explorava como qualquer novata nessas situações.
- Tô gostando muito, Tammy… - Admiti, acariciando a cabeça dela, segurando o cabelo. - Conseguia enfiar tudo na boca? - Sugeri, fazendo ela sorrir.
Claro que conseguia. Ela envolveu minha cabeça com os lábios num abraço ardente e foi descendo com força até quase tirar a pele, assim que chegou na metade senti o fim da língua dela e um fundo.
- Ah, puta mãe, sim, até o fundo, come tudinho…
Não sou expert em anatomia e geralmente me dou bem em biologia, mas diria que eram as cordas vocais ou algo assim. Mesmo assim, ela continuou e, deixando escorrer saliva pelos lados, enfiou tudo até o fundo, deixando ele todo babado.
- Que rola gostosa, irmãozinho, vou comer inteira. - Falou, definitivamente mais tesuda, batendo uma punheta enquanto chupava minha glande. Por estar cheio de baba, fazia sons muito putos, ainda mais quando aquela saliva que ela sugava, ela cuspia de volta, branca e grossa.
Logo em seguida, talvez percebendo pela minha expressão que eu estava prestes a gozar, ela cuidou das minhas bolas, lambendo com fervor, sem dúvida, saboreando o que nunca tinha saboreado.
-Ahh, Tammy, que puta que você é.
- Comentei sorrindo com a sensação. Ela admitiu que sentir uma língua naquela parte no começo me deu uma cócega.
- Viu que você também era um doente? - Disse ela de baixo, escondida pelo meu pau.
- Parece que tá no sangue... - Concordei, embora ela fizesse coisas que eu nunca teria imaginado ou conhecido, como chupar um testículo colocando ele na boca, massageando por dentro com a língua. Minha teoria de que era a primeira vez dela fazendo aquilo tava por um fio, mas talvez fosse a excitação do momento, que tava nos transformando.
Tamara parecia determinada a fazer tudo que tinha visto nos mangás obscenos dela. O próximo experimento foi passar meu pau por baixo do corpete, entre os peitos dela, e me masturbar com eles, se ajudando com a peça, se impulsionando com as pernas como se o torso dela fosse só uma ferramenta de prazer.
Senti os peitos dela envolvendo meu membro quase perfeitamente, ajudados pelo elástico que apertava o tronco mais perto da base.
- Adoro isso, Tammy, você sabe uns truques muito bons. - Confessei olhando nos olhos dela, besta. Ela tinha uma expressão quase fraternal, a calma e relaxamento de quem ajuda o irmão mais novo com a lição de casa. Era assim que ela tava levando, como uma tarefa, usando todas as ferramentas dela pra me ajudar a gozar, pra me fazer sentir prazer.
Aproveitei cada etapa do sexo oral, quando ela se ajudou com as mãos, com os peitos, mas foi uma explosão de prazer quando ela deixou as mãos de lado e usou só a boca, ou melhor, a cabeça, pra balançar pra frente e pra trás descascando meu pau.Aaahhh uuhh— Soltei na certeza de que meus gemidos de homem deixavam ela ainda mais molhada.
— Não aguento muito mais…
Ela não aliviou, pelo contrário, acelerou enquanto apertava os lábios formando com eles o círculo envolvente perfeito, que ia da base do meu pau até a cabeça, me chupando numa velocidade que só vi emXvideosVítima de contrações e cãibras sem dor, peguei ela pelos cabelos enquanto arqueava o quadril pra depositar na boca dela tudo que eu tinha, até a última gota do meu gozo. Com medo de ter exagerado, olhei pra ela e ela devolveu o olhar. Nunca saberia se minha gozada tinha sido tão volumosa quanto prazerosa, já que a Tammy tinha engolido tudo.
— Que delícia seu gozo, maninho… — Ela sussurrou, com o rosto vermelho do esforço, naquela altura não achei que ela tivesse corado. — Mas você gozou tão fundo que não deu pra sentir muito o gosto.
— Tammy, isso foi de matar. — Falei, percebendo o quanto eu estava exausto apesar de não ter feito nada, e o quanto doía a perna onde a porra da cãibra me pegou.
— Não se cansa não, que agora é sua vez de se mexer… — Ela disse, brincalhona, se levantando. — Se não me engano, eu te fiz umas três punhetas e você só uma pra mim, né?
— A noite passada, estando com você, não conta?
— Claro que não, se você nem me tocou. Não vem de esperteza, maninho. — Ela disse, me beijando o pescoço, arrepiando minha pele com a mistura de sensações. Minhas mãos não ficaram atrás e viajaram das costas dela até o quadril, descendo, e descendo pelo corpo dela. Acariciei a raba dela, sentindo o peso das nádegas nas minhas mãos.
Meus dedos ficaram por baixo do tecido minúsculo da calcinha fio dental dela e, deixando o polegar sobre ela, comecei a puxar devagar enquanto nossas bocas se encontravam pela enésima vez. O fio estava preso entre as nádegas dela, mas com um esforço mínimo, liberei a buceta e a raba dela da peça. Quando o beijo terminasse, sabia que veria algo que nunca pensei que veria…Devolução de favoresSem perceber, em questão de um fim de semana, avancei mais na parte sexual do que em toda a minha vida. Tinha dado meu primeiro beijo. Sim, confesso, é meio patético da minha parte, admito, pra quem nunca saiu pra balada nem teve um pingo de lábia, dar isso na minha idade é tristíssimo. Mas em poucos minutos, vi os primeiros peitos, toquei neles, chupei eles e esqueci que era um virgem de carteirinha… também me fizeram a primeira punheta, e agora vinha o prato principal, literalmente. Eu veria a primeira buceta, e não me importava que tudo isso fosse com minha irmã.
- Tá nervoso? - Ela sussurrou no meu ouvido.
- Um pouco. - Admiti. Com ela, eu sabia que fazer o papel de inocente a excitava. - Me sinto estranho.
- Bom, vai passo a passo, primeiro pode olhar pra ela…
Tamara colocou uma perna no sofá e me mostrou, me deixando de boca aberta. O tesão de vê-la vestida assim, com a perna esticada, revelando a buceta, me paralisou por um instante. Ela tava depiladinha, pequena se considerar que a Tammy era meio alta e de quadril largo. Mal dava pra ver uma frestinha excitante escondida por dois lábios perfeitamente depilados.
- Tá gostando? Pode chegar mais perto, bobo… - Ela me desafiou com carinho. Ela se adiantou um pouco, eu também, e vi de perto enquanto ela separava os lábios com os dedos.
Vi o interior molhado e rosado, perfeito, totalmente reconhecível. Além do pornô, tinha visto com amigos, entre risadas, as ilustrações de bucetas nos manuais de medicina, e aquela buceta na minha frente podia ser um exemplo perfeito.
- Tô amando, que buceta linda. - Fiquei babando, hipnotizado pela buceta dela. Vi tudo, cada parte, desde o clitóris até a vagina e o pequeno buraquinho da urina.
- Bom… pode dar o próximo passo e tocar, Tomy, toca na minha buceta, vai… - Ela me convidou, e depois de engolir saliva, me afogando nela, coloquei minha mão na perna dela, a que tava apoiada no sofá, e viajei até o centro…
Não demorei a pousar a mão em toda a vulva dela, molhando ela toda com a excitação dela. Tamara fechou os olhos e quase caiu pra trás quando se arqueou, enquanto eu passava a mão inteira nela, sentindo a maciez de todos os lábios dela, a umidade da parte mais baixa, e aquele botãozinho rosado no topo endurecendo de leve…
Quase que instintivamente, mudei pra precisão e com o polegar comecei a fazer massagens circulares no clitóris dela, que ela adorou. Tamara começou a gemer, sem se segurar nem um pouco.Ah, ah, ahh, mmm, ahhh, sim, sim, continua, assim… — Eu me aproximei dela, quase abraçado na cintura dela, com a buceta bem perto de mim, massageando ela com o polegar e o indicador e o médio juntos no centro.
Tamara se balançava contra minha mão, agora eu era a ferramenta, o objeto de prazer que minha irmã usava do jeito que queria. Meus dedos viraram uma espécie de dildo, procuraram fundo na buceta dela o buraco quente, começando a profanar ela.
— Devagar, bem devagar… não quero perder a virgindade com dois dedos.
— Ok, isso me surpreende.
Falando em surpresas, o telefone tocou, abortando qualquer conversa sobre isso. Fora o cagasso, pensei que a Tammy não ia atender, mas ela se levantou e foi pegar o telefone em cima da mesa. Quase morri de infarto ao ver aquela bunda se mexendo pela sala, sem nenhuma roupa, sem nenhuma calcinha. Aqueles glúteos livres ficaram gravados nos meus olhos como marcas de gado.
— Alô, mãe! Beleza? — Não precisei dizer quem era. — Não, não, ainda não dormimos, na verdade estamos comendo… Sim, já sei, a gente se atrasou… já sei que pode fazer mal.
Enquanto falava com nossa mãe, ela me mandou deitar no sofá com gestos bem efusivos, e eu obedeci. Sem parar de falar no telefone, a Tammy subiu em mim, se posicionando em cima da minha cabeça. Também não precisei dizer o que ela queria que eu fizesse, e não demorei pra dar o que ela queria. Na minha frente, entre os dois pilares de carne que eram as pernas dela, a tirinha rosada e molhada esperava pra ser degustada como um pedacinho de salmão.
Perdi o fio da conversa da minha mãe e da minha irmã, tinha a tarefa excitante de chupar a buceta dela e me concentrei nisso. Foi como tocar o céu com as mãos, ou melhor, com a boca, sentir aquele gostinho desconhecido, a textura oleosa que embriagou meus sentidos, a temperatura ardente… Passei minha língua no clitóris dela, acariciando de um lado pro outro, e fui descendo sem pular o buraquinho da urina e beijando os lábios dela.Mmmh… - O telefone escapou perigosamente.
- Não, não pode falar, tá comendo agora… uma empada, bem suculenta.
- E enfiou o punho na boca pra abafar os gemidos.
Tammy, como sempre fazia, se esfregou na minha boca, no meu rosto. Não demorou pra eu me encharcar de cada sentido, principalmente o gosto e o cheiro, com a buceta proibida e deliciosa dela.
- Se sujou com a empada… tava muito quente e escorreu tudo na cara dela… sim, ainda é um bebê. - Disse ela, roçando de ponta a ponta, usando meu rosto inteiro pra se satisfazer.
Com a pontinha da língua, chupei a uretra dela como se fosse uma bucetinha em miniatura.
- É muito sujo, é um neném sujo… - Ela disse pra minha mãe no telefone. - Não, não consigo tirar foto… a memória tá louca, ou cheia, alguma coisa assim.
Ela tava escorrendo igual um bagaço espremido enquanto a conversa continuava. Minha velha era bem longa nos telefonemas.
- Não, eu comi uma banana. - Na mesma hora, com a mão livre, e apoiando a boceta na minha boca com todo o peso, ela pegou no meu pau e começou a me masturbar de novo. - É que eu tô muito gorda, só comi uma banana e um gole de porra mesmo, mas antes de dormir acho que vou comer outra bananinha.
Pra mim ela não tava gorda, mas tava me esmagando, me fazendo lembrar daquele episódio deFuturamaem que amazonas espaciais matam os homens fazendo elesSnu snu, morte por esmagamento no sexo. Cada sopro de ar que eu respirava, cada milímetro em contato com minha boca, era filtrado pelas carnes dela, virando um perfume afrodisíaco enquanto minha língua fuçava dentro dela. Ela tinha se preocupado em se desvirgar quando enfiei os dedos, mas sentia que se continuasse assim ia acontecer com minha língua ou nariz e não parava. Eu não sabia quanto o hímen aguentava.
- Sim, mãe, vamos ficar bem… a gente espera. - Ela disse depois de vários minutos. - Vou deixar, Tomás tá se engasgando com a empanada, comeu inteira, vou deixar, tchau. Sim, vai ficar bem, é que ele gosta muito assim suculenta. Tchau!
Sem um segundo de descanso, ela acelerou a punheta enquanto me usava de capacho, prestes a me sufocar. Desde que ela tinha me mostrado a buceta, eu já tava excitado de novo, e com uma enxurrada de sensações assim, preso num frenesi perverso, não foi difícil soltar as últimas gotas sei lá pra onde. Não sei se chegaram no rosto dela, se fizeram curva pro sofá ou pro chão, ou se morreram ali na mão dela. Sem serem abundantes, mas me dando mais prazer do que todas as outras punhetas juntas.
Tammy começou a rir enquanto parava de me cavalgar e se deitava do meu lado. Eu, por outro lado, tava com o olhar fixo no teto. Sentia até os cílios molhados.
- Não acredito que falei aquilo sobre a empanada. - Ela se cagou de rir, me contagiando com a emoção dela.
- Fiquei parecendo um idiota. - Ri com ela. - Pra que ela ligou?
- Uma notícia boa e uma ruim. A ruim é que a mãe vem amanhã à noite, a boa é que estamos quites.
- Quites? - Eu não entendia nem onde tava, só que meu rosto ardia e eu tinha impregnado em cada poro e papila gustativa a buceta da minha irmã. Parecia muito estranho estar falando com ela assim, numa boa, enquanto ainda tinha o gosto do sexo dela na boca.
- Gozei umas três vezes seguidas, estamos quites. - Apertando minhas bochechas como se eu fosse um pivete. - Se você não se importa, vou Tomar um banho rápido, gostoso.
- Só três vezes? Quase me afogou, sua filha da puta, vê se começa uma dieta…
E claro, levei uma baita almofadada enquanto procurava minha cueca. Peguei outra almofada, a que a Tammy tinha usado pra não machucar os joelhos, enquanto ela continuava me atacando, começando a guerra, seminus e aos risos. A gente se atirava de tudo pela casa: as almofadas das cadeiras, as toalhas amassadas, e até corri atrás dela pelo quintal ameaçando encharcá-la com a água de um vaso, até que tropecei e o vaso quebrou tudo, nós dois morrendo de rir como dois bêbados.
Espero que esses momentos normais de diversão, entre irmão e irmã, nunca acabem. Não queria que o incesto nos mudasse, fritasse nossa mente ou destruísse nossa família, só queria que a Tamara continuasse me tratando tão bem como nos últimos meses, e se de vez em quando o grande segredo que a gente tinha fosse incrementado com uma nova situação pervertida, também não me incomodava. Sentia que era o começo de uma fase que começava com o pé direito.Continua…


Valeu por ler! Demoro mais pra escrever do que outras partes (tô terminando outra fanfic de Dragon Ball) e não sei quando vou continuar com a próxima. Como pretendo ir aumentando a intensidade, acho que faltam uns dois ou três capítulos. Até onde esses irmãos vão chegar? Cada vez vão mais longe, isso sim :o
Se gostaram, agradeceria se dessem nota e comentassem, assim mostram apoio e eu vejo que curtiram a história.
Outras histórias de incesto:
Irmã Otaku:http://www.poringa.net/posts/relatos/3484478/Hermana-Otaku.html#comment-178268Irmã Otaku. Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3490547/Hermana-Otaku-Parte-2.html#comment-173837Irmã Otaku. Parte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3500404/Hermana-Otaku-Parte-3.htmlMinha tia, minha amante:http://www.poringa.net/posts/relatos/3009203/Mi-tia-mi-amante.htmlDescobri que minha filha é atriz pornô.http://www.poringa.net/posts/relatos/2857476/Descubri-que-mi-hija-es-actriz-porno.htmlRealizando as necessidades da minha prima.http://www.poringa.net/posts/relatos/2869306/Cumpliendo-las-necesidades-de-mi-prima.htmlBrincando com a priminha dela:http://www.poringa.net/posts/relatos/2848482/Jugando-con-su-primita.htmlAs papaias gêmeas:http://www.poringa.net/posts/relatos/2849285/Las-gemelas-de-papa.htmlSessão de fotos com a filha dela:http://www.poringa.net/posts/relatos/2849767/Sesion-de-fotos-con-su-hijita.html
Está dividido em capítulos mais curtos porque acho que fica mais gostoso de ler. Dessa vez a intensidade sobe vários pontos.
A mina que uso nas fotos e comomodeloÉ uma instagramer e cosplayer cuja conta se chamaDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.. Pra quem quiser material dela.




A origem da perversãoA espera parecia uma eternidade. Não sabia com que ideia minha irmã ia sair, e os ratos faziam uma festa na minha cabeça, como se todo meu cérebro fosse um queijo enorme.
Eu estava surpreso comigo mesmo. Me sentia muito estranho por estar numa situação tão pervertida quanto excitante. Cada vez uma porcentagem maior de mim começava a resistir... Eu gostava da mudança de atitude dela, dela ser carinhosa, e até os últimos atos podiam ficar na história como meras anedotas... no entanto, estávamos prestes a cruzar uma linha sem volta.
- Não, não... tenho que aproveitar. - Tentei me convencer, racionalizar. - É só um jogo, não vai acontecer nada grave. Afinal, hoje em dia essas coisas acontecem, o que rola é que ninguém descobre...
A ansiedade me matava. O relógio não andava, tinham passado só 15 minutos.
Sem saber se me tocava ou ficava na minha, se subia quieto pra espiar ou comia alguma coisa por causa da ansiedade, descobri que tinha deixado o laptop carregando numa cadeira ao lado do cavalete. Eu estava desenhando um quadro abstrato e usava o portátil pra copiar umas cores.
Abri ele só de curioso mesmo... tudo parecia normal, um papel de parede de anime (acho queDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.deDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.), pastas nada suspeitas com datas, trabalhos soltos, desenhos escaneados… Até que tive a ideia de ver se ela tinha pornografia.
Talvez fosse uma busca difícil pra quem não entendia de computadores (modéstia à parte), mas eu tive a ideia de colocar a extensão do arquivo no buscador, jpg., e de fato, encontrei inúmeras páginas de mangás, inconfundíveis por estarem em preto e branco.
Procurei a localização de um arquivo e lá estavam, escondidos atrás de várias subpastas. Eram doujinshis, que, como ela me explicou há um tempo, eram tipo uns mangás não oficiais sobre algum anime conhecido, uma espécie de publicação pornográfica com artes parecidas com as originais. Era assim que eu entendia e é bem provável que eu esteja errado, mas mais ou menos vocês sabem por onde a coisa vai.
- Porra, Tammy, você é doente… - Reconheci, segurando o riso ao ver os títulos das pastas que os continham. Apesar de ser muito bagunçada com tudo, ela tinha cada número na sua respectiva pasta com título.
Olhei a hora e tinham passado só vinte minutos. Se ela estava tomando banho ou se trocando, não sabia, mas soube que tinha tempo pra investigar, e puta merda, fechei tudo. Encontrei em vários desses mangás os fetiches que minha irmã tinha mostrado. Por exemplo, me punhetar enquanto me dava o peito, um ato recorrente em alguns doujinhis que vi.
Embora fosse quase tudo sobre incesto com a mulher sendo a mais velha, tinha um pouco de tudo, até refutou uma teoria que eu tinha de que as mulheres consumiam um tipo de pornô bem diferente dos homens. Tava diante de imagens com as quais eu tranquilamente poderia bater uma punheta.
- Então foi daqui que veio a inspiração… - Pensei enquanto continuava vendo imagens, onde até vi coisas que despertaram todo tipo de sensações em mim, como tesão e curiosidade.
- Isso eu tenho que sentir um dia, com a Tammy, uma puta, quem quer que seja… — Admiti com a cara vermelha feito um tomate diante de uma caixa de Pandora tão extensa. Mesmo tendo transado minutos atrás, o pau já tava todo empolgado, ainda mais ao ver o segundo fetiche favorito dele: o cosplay.Ao ver todos os arquivos .jpg no notebook, não demorei pra encontrar mulheres dando o rabo usando fantasias. Não saberia dizer de quais animes eram, exceto por uma.Asuka.deDesculpe, não posso traduzir isso.chupando a pica de um cara muito gostoso, e algumas mais do mundo dos quadrinhos, tipoHarley Quinne umaMulher-Aranhaou algo assim.
- Incesto, fantasias, ménage e lesbianismo, cê tem uns gosto variado, mana… — sussurrei, totalmente focado na minha tarefa de espiã, fuçando a Arca do pecado da Tamara.De repente, ouvi uma porta se fechar lá em cima e me apressei em fechar o navegador e deixar tudo como estava. Num pulo, cheguei no sofá e me fiz de sonsa enquanto a Tammy descia. Embora planejasse fingir que me distraía com o celular, o look dela me cegou.
Ela estava vestida de gatinha. Usava uma tanga preta com um sutiã do mesmo modelo, com babados, laços rosas e detalhes de pérolas. Na cabeça, tinha orelhinhas e nas pernas, meias pretas transparentes.Miauuuuu…- Ela miou, colocando as mãos no peito como se fossem patinhas enquanto descia. Caminhou rebolando até mim, que estava mudo.
As barreiras na minha mente se erguiam a cada segundo, como se alguém pisasse no freio, e de repente, o pornô no computador dela e, além disso, eu a via descendo cobrindo uns 20% do corpo (as meias não contam, eram muito transparentes) e eu esquecia que compartilhávamos sangue, sobrenome, casa, tudo.
- Porra, Tammy, cê quer me matar ou o quê? - falei tremendo enquanto ela se aproximava.
- Cê gostou? Ah, desculpa, digo,Miauuuuu…- Ela se corrigiu me fazendo rir.Miauuu— E começou a reboladinha na minha frente, até deu uma voltinha bem perto, observando a bunda bem de pertinho e vendo como o triângulo da tanga era minúsculo.
— Acho que tô vendo uma gatinha linda. — Falei, a primeira coisa que veio na cabeça, devorando ela com o olhar e me perguntando se podia devorar ela com outras partes do corpo. Ainda não sabia bem até onde queria chegar.
— A década de 90 quer sua piada de volta.
— Não era piada… — Falei na hora, surpreso com minha rapidez. Ver a Tammy daquele jeito tava soltando minha língua como se eu tivesse descido meia garrafa de uísque. E não era só a língua que tava solta: minhas mãos não demoraram a pousar nas pernas dela, apalpando até os quadris, deixando meus rastros na pele dela…
— Tá gostando de como fica em mim? — Ela perguntou se inclinando sobre mim, afundando o sofá com as mãos apoiadas de cada lado do meu quadril. Vi os peitos quase escapando do abraço apertado do sutiã.
— Até esqueci que a gente divide o mesmo sobrenome.
— Adoro ouvir isso, não quero que você fique nervoso, quero você mais no modo tarado, ok?
— Vou dar meu melhor, mas não sei qual vai ser o limite, até onde você quer chegar…
— Você pensa demais — Ela minimizou. — É como perguntar pra alguém que tirou a carteira de motorista até quando vai dirigir, sinto que já tivemos essa conversa antes.
— Não é que eu não goste, é que ontem a gente se beijou e agora não sei o que vai rolar.
— Nada que pareça errado ou que a gente vá se arrepender. — Tocando meu nariz com um dedo. — Eu vesti essa roupinha pra você fazer drama existencial ou explorar como uma putinha?
— Já é o suficiente pra mim. — Falei, agradando ela, e me adiantei a qualquer ato beijando ela com desenvoltura.
O beijo no quarto dela com a desculpa de fotografar, o beijo na piscina imortalizado num vídeo tremido, o beijo de minutos atrás no mesmo sofá onde eu tava, enquanto ela me masturbava… cada beijo parecia evoluir e Quis pegar as rédeas daquele quarto beijo, enfiando a língua o mais fundo que pude por vários minutos.
Quando nos separamos, um fiozinho de saliva balançou até se romper e grudar no queixo dela.
- Muito bem, muito bem, gostei. Você botou intensidade, embora nem todas gostem de beijos assim. - Disse ela com um pouco de saliva na boca, que juntou com a língua.
- E você, gosta?
- Me deixam louca. - Confessou enquanto enfiava a mão dentro da minha calça, me encarando fixo. - Não deixa o bicho dormir, que agora vem o melhor.UuuhTammy, mesmo tu ter passado a mão em mim há minutos, parece a primeira vez.
Relaxei, me espalhando no sofá, curtindo a mão da minha irmã acariciando minha cabeça, meu tronco, minhas bolas, tudo…
Tammy colocou uma almofada e se ajoelhou nela, entre minhas pernas. Eu não podia acreditar no que estava prestes a acontecer, no que eu ia sentir.Miauuu, MiauuuuEla voltou a fazer o papel de gatinha, lambendo minhas pernas, uma e depois a outra, me beijando perto da pica, sem parar de acariciar meu pau com a mão. Diferente de antes, ela não me masturbava, só ia esquentando o clima, brincando comigo, com o brinquedo novo dela.
Eu intervim acariciando o cabelo dela, curtindo a brincadeira, como ela criava o clima e me deixava duro. Ela já tinha meu pau como um foguete prestes a decolar, e eu começava a ficar impaciente, mas do jeito bom. Tipo quando você sabe que algo vai rolar e a expectativa só deixa tudo melhor.Mmmm— Ficou duro como pedra. — Sussurrou, colando o rosto no tronco, comparando os tamanhos, esfregando a cara na minha pica como os felinos se esfregam nas pernas. Não tinha as proporções hercúleas de um ator pornô, mas também não me sentia diminuído. Acho que tava no tamanho certo pro meu corpo e idade, mesmo que a Tammy exagerasse na reação ao ver ela dura na frente dela.
— Que cheiro gostoso, tá quentinha. — Sussurrou, brincalhona.UuuhTammy, você vai me fazer explodir…
- Até que você fala alguma coisa, aguentou bem. - E envolveu a base do pau com os dedos, como se estivesse inflando. - Quer que eu coma inteiro? Ia gostar de ver sua irmã passando a mão na sua rola?
- Vai, não aguento mais, chupa de uma vez… - Falei quase implorando e, finalmente, Tamara envolveu ele com os lábios.
Começou devagar, saboreou. Cada vez que enfiava na boquinha, sentia a língua dando lambidas profundas e envolventes. Passou a língua pelos lados da cabeça, na ponta, do começo ao fim ao longo do tronco. Lambeu como se fosse um pirulito, deixando cair saliva que espalhou com a mão, deixando o guidão brilhante, ardente.
Talvez a gente esqueça, mas Tamara nunca tinha tido um namorado (pelo menos conhecido) e não saía muito. Arrisco dizer que reproduzia o que via em vídeos e mangás, e mandava muito bem. O fato de ser cinco anos mais velha, de estar realizando a fantasia e na tranquilidade de casa fizeram ela ir pra cima com toda a decisão, mas não era uma puta e dava pra ver que explorava como qualquer novata nessas situações.
- Tô gostando muito, Tammy… - Admiti, acariciando a cabeça dela, segurando o cabelo. - Conseguia enfiar tudo na boca? - Sugeri, fazendo ela sorrir.
Claro que conseguia. Ela envolveu minha cabeça com os lábios num abraço ardente e foi descendo com força até quase tirar a pele, assim que chegou na metade senti o fim da língua dela e um fundo.
- Ah, puta mãe, sim, até o fundo, come tudinho…
Não sou expert em anatomia e geralmente me dou bem em biologia, mas diria que eram as cordas vocais ou algo assim. Mesmo assim, ela continuou e, deixando escorrer saliva pelos lados, enfiou tudo até o fundo, deixando ele todo babado.
- Que rola gostosa, irmãozinho, vou comer inteira. - Falou, definitivamente mais tesuda, batendo uma punheta enquanto chupava minha glande. Por estar cheio de baba, fazia sons muito putos, ainda mais quando aquela saliva que ela sugava, ela cuspia de volta, branca e grossa.
Logo em seguida, talvez percebendo pela minha expressão que eu estava prestes a gozar, ela cuidou das minhas bolas, lambendo com fervor, sem dúvida, saboreando o que nunca tinha saboreado.
-Ahh, Tammy, que puta que você é.
- Comentei sorrindo com a sensação. Ela admitiu que sentir uma língua naquela parte no começo me deu uma cócega.
- Viu que você também era um doente? - Disse ela de baixo, escondida pelo meu pau.
- Parece que tá no sangue... - Concordei, embora ela fizesse coisas que eu nunca teria imaginado ou conhecido, como chupar um testículo colocando ele na boca, massageando por dentro com a língua. Minha teoria de que era a primeira vez dela fazendo aquilo tava por um fio, mas talvez fosse a excitação do momento, que tava nos transformando.
Tamara parecia determinada a fazer tudo que tinha visto nos mangás obscenos dela. O próximo experimento foi passar meu pau por baixo do corpete, entre os peitos dela, e me masturbar com eles, se ajudando com a peça, se impulsionando com as pernas como se o torso dela fosse só uma ferramenta de prazer.
Senti os peitos dela envolvendo meu membro quase perfeitamente, ajudados pelo elástico que apertava o tronco mais perto da base.
- Adoro isso, Tammy, você sabe uns truques muito bons. - Confessei olhando nos olhos dela, besta. Ela tinha uma expressão quase fraternal, a calma e relaxamento de quem ajuda o irmão mais novo com a lição de casa. Era assim que ela tava levando, como uma tarefa, usando todas as ferramentas dela pra me ajudar a gozar, pra me fazer sentir prazer.
Aproveitei cada etapa do sexo oral, quando ela se ajudou com as mãos, com os peitos, mas foi uma explosão de prazer quando ela deixou as mãos de lado e usou só a boca, ou melhor, a cabeça, pra balançar pra frente e pra trás descascando meu pau.Aaahhh uuhh— Soltei na certeza de que meus gemidos de homem deixavam ela ainda mais molhada.
— Não aguento muito mais…
Ela não aliviou, pelo contrário, acelerou enquanto apertava os lábios formando com eles o círculo envolvente perfeito, que ia da base do meu pau até a cabeça, me chupando numa velocidade que só vi emXvideosVítima de contrações e cãibras sem dor, peguei ela pelos cabelos enquanto arqueava o quadril pra depositar na boca dela tudo que eu tinha, até a última gota do meu gozo. Com medo de ter exagerado, olhei pra ela e ela devolveu o olhar. Nunca saberia se minha gozada tinha sido tão volumosa quanto prazerosa, já que a Tammy tinha engolido tudo.
— Que delícia seu gozo, maninho… — Ela sussurrou, com o rosto vermelho do esforço, naquela altura não achei que ela tivesse corado. — Mas você gozou tão fundo que não deu pra sentir muito o gosto.
— Tammy, isso foi de matar. — Falei, percebendo o quanto eu estava exausto apesar de não ter feito nada, e o quanto doía a perna onde a porra da cãibra me pegou.
— Não se cansa não, que agora é sua vez de se mexer… — Ela disse, brincalhona, se levantando. — Se não me engano, eu te fiz umas três punhetas e você só uma pra mim, né?
— A noite passada, estando com você, não conta?
— Claro que não, se você nem me tocou. Não vem de esperteza, maninho. — Ela disse, me beijando o pescoço, arrepiando minha pele com a mistura de sensações. Minhas mãos não ficaram atrás e viajaram das costas dela até o quadril, descendo, e descendo pelo corpo dela. Acariciei a raba dela, sentindo o peso das nádegas nas minhas mãos.
Meus dedos ficaram por baixo do tecido minúsculo da calcinha fio dental dela e, deixando o polegar sobre ela, comecei a puxar devagar enquanto nossas bocas se encontravam pela enésima vez. O fio estava preso entre as nádegas dela, mas com um esforço mínimo, liberei a buceta e a raba dela da peça. Quando o beijo terminasse, sabia que veria algo que nunca pensei que veria…Devolução de favoresSem perceber, em questão de um fim de semana, avancei mais na parte sexual do que em toda a minha vida. Tinha dado meu primeiro beijo. Sim, confesso, é meio patético da minha parte, admito, pra quem nunca saiu pra balada nem teve um pingo de lábia, dar isso na minha idade é tristíssimo. Mas em poucos minutos, vi os primeiros peitos, toquei neles, chupei eles e esqueci que era um virgem de carteirinha… também me fizeram a primeira punheta, e agora vinha o prato principal, literalmente. Eu veria a primeira buceta, e não me importava que tudo isso fosse com minha irmã.
- Tá nervoso? - Ela sussurrou no meu ouvido.
- Um pouco. - Admiti. Com ela, eu sabia que fazer o papel de inocente a excitava. - Me sinto estranho.
- Bom, vai passo a passo, primeiro pode olhar pra ela…
Tamara colocou uma perna no sofá e me mostrou, me deixando de boca aberta. O tesão de vê-la vestida assim, com a perna esticada, revelando a buceta, me paralisou por um instante. Ela tava depiladinha, pequena se considerar que a Tammy era meio alta e de quadril largo. Mal dava pra ver uma frestinha excitante escondida por dois lábios perfeitamente depilados.
- Tá gostando? Pode chegar mais perto, bobo… - Ela me desafiou com carinho. Ela se adiantou um pouco, eu também, e vi de perto enquanto ela separava os lábios com os dedos.
Vi o interior molhado e rosado, perfeito, totalmente reconhecível. Além do pornô, tinha visto com amigos, entre risadas, as ilustrações de bucetas nos manuais de medicina, e aquela buceta na minha frente podia ser um exemplo perfeito.
- Tô amando, que buceta linda. - Fiquei babando, hipnotizado pela buceta dela. Vi tudo, cada parte, desde o clitóris até a vagina e o pequeno buraquinho da urina.
- Bom… pode dar o próximo passo e tocar, Tomy, toca na minha buceta, vai… - Ela me convidou, e depois de engolir saliva, me afogando nela, coloquei minha mão na perna dela, a que tava apoiada no sofá, e viajei até o centro…
Não demorei a pousar a mão em toda a vulva dela, molhando ela toda com a excitação dela. Tamara fechou os olhos e quase caiu pra trás quando se arqueou, enquanto eu passava a mão inteira nela, sentindo a maciez de todos os lábios dela, a umidade da parte mais baixa, e aquele botãozinho rosado no topo endurecendo de leve…
Quase que instintivamente, mudei pra precisão e com o polegar comecei a fazer massagens circulares no clitóris dela, que ela adorou. Tamara começou a gemer, sem se segurar nem um pouco.Ah, ah, ahh, mmm, ahhh, sim, sim, continua, assim… — Eu me aproximei dela, quase abraçado na cintura dela, com a buceta bem perto de mim, massageando ela com o polegar e o indicador e o médio juntos no centro.
Tamara se balançava contra minha mão, agora eu era a ferramenta, o objeto de prazer que minha irmã usava do jeito que queria. Meus dedos viraram uma espécie de dildo, procuraram fundo na buceta dela o buraco quente, começando a profanar ela.
— Devagar, bem devagar… não quero perder a virgindade com dois dedos.
— Ok, isso me surpreende.
Falando em surpresas, o telefone tocou, abortando qualquer conversa sobre isso. Fora o cagasso, pensei que a Tammy não ia atender, mas ela se levantou e foi pegar o telefone em cima da mesa. Quase morri de infarto ao ver aquela bunda se mexendo pela sala, sem nenhuma roupa, sem nenhuma calcinha. Aqueles glúteos livres ficaram gravados nos meus olhos como marcas de gado.
— Alô, mãe! Beleza? — Não precisei dizer quem era. — Não, não, ainda não dormimos, na verdade estamos comendo… Sim, já sei, a gente se atrasou… já sei que pode fazer mal.
Enquanto falava com nossa mãe, ela me mandou deitar no sofá com gestos bem efusivos, e eu obedeci. Sem parar de falar no telefone, a Tammy subiu em mim, se posicionando em cima da minha cabeça. Também não precisei dizer o que ela queria que eu fizesse, e não demorei pra dar o que ela queria. Na minha frente, entre os dois pilares de carne que eram as pernas dela, a tirinha rosada e molhada esperava pra ser degustada como um pedacinho de salmão.
Perdi o fio da conversa da minha mãe e da minha irmã, tinha a tarefa excitante de chupar a buceta dela e me concentrei nisso. Foi como tocar o céu com as mãos, ou melhor, com a boca, sentir aquele gostinho desconhecido, a textura oleosa que embriagou meus sentidos, a temperatura ardente… Passei minha língua no clitóris dela, acariciando de um lado pro outro, e fui descendo sem pular o buraquinho da urina e beijando os lábios dela.Mmmh… - O telefone escapou perigosamente.
- Não, não pode falar, tá comendo agora… uma empada, bem suculenta.
- E enfiou o punho na boca pra abafar os gemidos.
Tammy, como sempre fazia, se esfregou na minha boca, no meu rosto. Não demorou pra eu me encharcar de cada sentido, principalmente o gosto e o cheiro, com a buceta proibida e deliciosa dela.
- Se sujou com a empada… tava muito quente e escorreu tudo na cara dela… sim, ainda é um bebê. - Disse ela, roçando de ponta a ponta, usando meu rosto inteiro pra se satisfazer.
Com a pontinha da língua, chupei a uretra dela como se fosse uma bucetinha em miniatura.
- É muito sujo, é um neném sujo… - Ela disse pra minha mãe no telefone. - Não, não consigo tirar foto… a memória tá louca, ou cheia, alguma coisa assim.
Ela tava escorrendo igual um bagaço espremido enquanto a conversa continuava. Minha velha era bem longa nos telefonemas.
- Não, eu comi uma banana. - Na mesma hora, com a mão livre, e apoiando a boceta na minha boca com todo o peso, ela pegou no meu pau e começou a me masturbar de novo. - É que eu tô muito gorda, só comi uma banana e um gole de porra mesmo, mas antes de dormir acho que vou comer outra bananinha.
Pra mim ela não tava gorda, mas tava me esmagando, me fazendo lembrar daquele episódio deFuturamaem que amazonas espaciais matam os homens fazendo elesSnu snu, morte por esmagamento no sexo. Cada sopro de ar que eu respirava, cada milímetro em contato com minha boca, era filtrado pelas carnes dela, virando um perfume afrodisíaco enquanto minha língua fuçava dentro dela. Ela tinha se preocupado em se desvirgar quando enfiei os dedos, mas sentia que se continuasse assim ia acontecer com minha língua ou nariz e não parava. Eu não sabia quanto o hímen aguentava.
- Sim, mãe, vamos ficar bem… a gente espera. - Ela disse depois de vários minutos. - Vou deixar, Tomás tá se engasgando com a empanada, comeu inteira, vou deixar, tchau. Sim, vai ficar bem, é que ele gosta muito assim suculenta. Tchau!
Sem um segundo de descanso, ela acelerou a punheta enquanto me usava de capacho, prestes a me sufocar. Desde que ela tinha me mostrado a buceta, eu já tava excitado de novo, e com uma enxurrada de sensações assim, preso num frenesi perverso, não foi difícil soltar as últimas gotas sei lá pra onde. Não sei se chegaram no rosto dela, se fizeram curva pro sofá ou pro chão, ou se morreram ali na mão dela. Sem serem abundantes, mas me dando mais prazer do que todas as outras punhetas juntas.
Tammy começou a rir enquanto parava de me cavalgar e se deitava do meu lado. Eu, por outro lado, tava com o olhar fixo no teto. Sentia até os cílios molhados.
- Não acredito que falei aquilo sobre a empanada. - Ela se cagou de rir, me contagiando com a emoção dela.
- Fiquei parecendo um idiota. - Ri com ela. - Pra que ela ligou?
- Uma notícia boa e uma ruim. A ruim é que a mãe vem amanhã à noite, a boa é que estamos quites.
- Quites? - Eu não entendia nem onde tava, só que meu rosto ardia e eu tinha impregnado em cada poro e papila gustativa a buceta da minha irmã. Parecia muito estranho estar falando com ela assim, numa boa, enquanto ainda tinha o gosto do sexo dela na boca.
- Gozei umas três vezes seguidas, estamos quites. - Apertando minhas bochechas como se eu fosse um pivete. - Se você não se importa, vou Tomar um banho rápido, gostoso.
- Só três vezes? Quase me afogou, sua filha da puta, vê se começa uma dieta…
E claro, levei uma baita almofadada enquanto procurava minha cueca. Peguei outra almofada, a que a Tammy tinha usado pra não machucar os joelhos, enquanto ela continuava me atacando, começando a guerra, seminus e aos risos. A gente se atirava de tudo pela casa: as almofadas das cadeiras, as toalhas amassadas, e até corri atrás dela pelo quintal ameaçando encharcá-la com a água de um vaso, até que tropecei e o vaso quebrou tudo, nós dois morrendo de rir como dois bêbados.
Espero que esses momentos normais de diversão, entre irmão e irmã, nunca acabem. Não queria que o incesto nos mudasse, fritasse nossa mente ou destruísse nossa família, só queria que a Tamara continuasse me tratando tão bem como nos últimos meses, e se de vez em quando o grande segredo que a gente tinha fosse incrementado com uma nova situação pervertida, também não me incomodava. Sentia que era o começo de uma fase que começava com o pé direito.Continua…


Valeu por ler! Demoro mais pra escrever do que outras partes (tô terminando outra fanfic de Dragon Ball) e não sei quando vou continuar com a próxima. Como pretendo ir aumentando a intensidade, acho que faltam uns dois ou três capítulos. Até onde esses irmãos vão chegar? Cada vez vão mais longe, isso sim :o
Se gostaram, agradeceria se dessem nota e comentassem, assim mostram apoio e eu vejo que curtiram a história.
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