Desde que fiz 19 anos, comecei minha vida sexual de forma bem ativa e frenética. Sou uma garota de rosto muito bonito, baixinha, peitos pequenos, mas com boas pernas e uma bunda gostosa. Sempre fui a mimada do meu pai, então sou bem caprichosa, e isso passou pros meus parceiros.
Bom, antes mesmo de perder a virgindade, eu tinha uma fantasia sexual meio estranha, que nunca tive coragem de compartilhar com ninguém, porque poderiam não me entender. Essa fantasia é transar com meu pai, que é um homem muito amoroso e que me mima pra caralho, sendo eu a filha caçula. A gente passa muito tempo junto, ele me compra de tudo, e eu já pensei que poderia satisfazer ele de várias maneiras, já que ele e minha mãe pararam de ser amantes há muito tempo, e ele passa mais tempo comigo, se preocupando em me mimar.
Bom, essa fantasia só era possível nas minhas noites sozinhas, quando meus dedos brincavam com meu clitóris, e não era meu namorado o dono dessa utopia, mas sim meu pai. Certa noite, cheguei da faculdade meio cansada, meus pais tinham acabado de voltar de uma reunião. Só nós três estávamos em casa, meu irmão mais velho estava fora por causa do trabalho. Meu pai tinha bebido demais e tava bem alegre. Eles entraram no quarto deles, e eu fui pro meu. Tirei a roupa e fiquei só com uma camisola grande. Quando ia colocar uma calcinha por baixo, parei ao ouvir uma discussão. Então saí do meu quarto descalça pra não fazer barulho e me escondi atrás de um biombo no corredor, bem do lado da porta do quarto dos meus pais.
A cena que vi foi bem constrangedora: meu pai tinha tentado forçar sexo com minha mãe, e ela tinha recusado. O vestido dela estava rasgado, e uma taça do sutiã arrancada, deixando um dos peitos dela à mostra. Ela reclamou que não queria transar com ele porque ele tava bêbado. Minha mãe saiu do quarto chorando e foi dormir no quarto do meu irmão, enquanto meu pai ficou lá, dormindo. Tão bêbado que ele tava.
Quando minha mãe saiu, apagou a luz, eu fiquei pensando um tempinho atrás do biombo por que meu pai tava agindo daquele jeito, ele sempre foi um cara tranquilo, até que cheguei à conclusão que podia ser o álcool junto com a falta de sexo. Decidi ir ver ele, já que tava muito bêbado e eu tava preocupada que ele dormisse de barriga pra cima. Entrei no quarto, não acendi a luz, sentei do lado dele e perguntei no ouvido: "cê tá bem, pai?" Ele não respondeu, só balançou a cabeça. Aí me levantei pra ir pro meu quarto e me inclinei pra dar um beijo na bochecha dele. Quando fiz isso, ele colocou a mão numa das minhas nádegas que tinha ficado de fora e falou: "cê ainda tem uma buceta gostosa, Martha, apesar dos anos." Eu fiquei paralisada, não acreditava, ele tava me confundindo com a minha mãe. Enquanto eu pensava nisso, ele me beijava o rosto todo igual um louco, abriu os olhos mas não conseguia me reconhecer no escuro. Me senti meio possuída, mas ao mesmo tempo queria fugir. Deitei do lado dele e ele me abraçou enquanto procurava minha boca pra me beijar, e eu não sabia o que fazer. Minha mente não me dava uma solução enquanto meu pai me beijava, os beijos dele eram muito gostosos e eu comecei a ficar muito excitada. Ele puxou minha mão pro volume dele. Quando toquei, acordou aquela puta que dorme em mim e, quase como possuída, eu abaixei a calça e a cueca dele pra sentir o pau dele nas minhas mãos. Era como um sonho. Aí pensei: se eu masturbar ele, vou fazer um favor, ele vai achar que comeu a minha mãe e todo mundo fica de boa. Comecei a masturbar ele, o pau dele era grande e grosso. Quando saíram umas gotas de líquido pré-seminal, não aguentei a vontade e comecei a lamber desde os testículos até a glande. Fiquei louca, mas tava cheia de felicidade, o pau dele era delicioso, e eu chupava ele numa boa.
Fiquei chupando o pau dele por uns 20 minutos. Ele abria os olhos de vez em quando, mas na maioria do tempo ficava de olho fechado por causa da tontura. Aí ele falou e disse: "Martha, vem, quero te tocar." Então eu sentei em cima Bom, tirei a camisola e fiquei completamente pelada.
As mãos dele percorriam meu corpo inteiro, e essa era outra dificuldade pra ele perceber quem eu era. Meu corpo era muito parecido com o da minha mãe quando ela era jovem, e mesmo ela tendo celulite e uns quilinhos a mais agora, um homem bêbado podia nos confundir fácil no escuro. Enquanto eu pensava nisso, ele sentou pra beijar meus peitinhos pequenos. Quase soltei um gemido feroz, mas me segurei. O pau dele tava duríssimo, e eu estava sentada um pouco acima da região da pélvis dele. Enquanto ele me beijava e abraçava, o pau dele roçava minha bunda e meu cu — isso tava me deixando a mil, e eu queria gemer que nem uma louca.
Quando senti o pau lindo dele tocando minha bunda, desci um pouco a pélvis e, com as mãos, encaixei ele pra enfiar bem devagarinho na minha buceta. Quando já tava tudo dentro, meu pai pirou e começou a me meter com força, me levantando rápido. De vez em quando doía, mas o tesão falava mais alto. Eu tava me molhando muito, e o orgasmo não ia demorar. A cama começou a fazer barulho, mas supus que minha mãe também tava bêbada o bastante pra não acordar. Ele continuava me fodendo, e eu falava baixinho: "Isso, buceta, que gostosa". Me deitei no peito dele enquanto ele continuava metendo. Depois de uns 15 minutos, ele parou de se mexer e ofegava como se tivesse cansado. Então resolvi fazer ele gozar e comecei a cavalgar que nem uma louca até sentir o leite dele dentro de mim. Mesmo depois de gozar, o pau dele continuou duro por uns 10 minutos, e eu aproveitei pra continuar cavalgando e ter um orgasmo, que terminei com um gemido só — um grito de tesão: "Ahhh!"
Sem perceber, depois de gozar, ele tinha dormido. Eu só levantei, dei um beijinho nos lábios dele e voltei na ponta dos pés pro meu quarto, enquanto o sêmen dele e meus fluidos escorriam pelas minhas pernas.
Ele nunca pergunta nada. Meus pais continuaram brigados por mais uma semana, e eu, toda vez que lembro daquele dia, me masturbo, rezando pra que aconteça de novo — e mais. agora que tô grávida, preciso da minha dose de porra paterna todo dia!!!


Bom, antes mesmo de perder a virgindade, eu tinha uma fantasia sexual meio estranha, que nunca tive coragem de compartilhar com ninguém, porque poderiam não me entender. Essa fantasia é transar com meu pai, que é um homem muito amoroso e que me mima pra caralho, sendo eu a filha caçula. A gente passa muito tempo junto, ele me compra de tudo, e eu já pensei que poderia satisfazer ele de várias maneiras, já que ele e minha mãe pararam de ser amantes há muito tempo, e ele passa mais tempo comigo, se preocupando em me mimar.
Bom, essa fantasia só era possível nas minhas noites sozinhas, quando meus dedos brincavam com meu clitóris, e não era meu namorado o dono dessa utopia, mas sim meu pai. Certa noite, cheguei da faculdade meio cansada, meus pais tinham acabado de voltar de uma reunião. Só nós três estávamos em casa, meu irmão mais velho estava fora por causa do trabalho. Meu pai tinha bebido demais e tava bem alegre. Eles entraram no quarto deles, e eu fui pro meu. Tirei a roupa e fiquei só com uma camisola grande. Quando ia colocar uma calcinha por baixo, parei ao ouvir uma discussão. Então saí do meu quarto descalça pra não fazer barulho e me escondi atrás de um biombo no corredor, bem do lado da porta do quarto dos meus pais.
A cena que vi foi bem constrangedora: meu pai tinha tentado forçar sexo com minha mãe, e ela tinha recusado. O vestido dela estava rasgado, e uma taça do sutiã arrancada, deixando um dos peitos dela à mostra. Ela reclamou que não queria transar com ele porque ele tava bêbado. Minha mãe saiu do quarto chorando e foi dormir no quarto do meu irmão, enquanto meu pai ficou lá, dormindo. Tão bêbado que ele tava.
Quando minha mãe saiu, apagou a luz, eu fiquei pensando um tempinho atrás do biombo por que meu pai tava agindo daquele jeito, ele sempre foi um cara tranquilo, até que cheguei à conclusão que podia ser o álcool junto com a falta de sexo. Decidi ir ver ele, já que tava muito bêbado e eu tava preocupada que ele dormisse de barriga pra cima. Entrei no quarto, não acendi a luz, sentei do lado dele e perguntei no ouvido: "cê tá bem, pai?" Ele não respondeu, só balançou a cabeça. Aí me levantei pra ir pro meu quarto e me inclinei pra dar um beijo na bochecha dele. Quando fiz isso, ele colocou a mão numa das minhas nádegas que tinha ficado de fora e falou: "cê ainda tem uma buceta gostosa, Martha, apesar dos anos." Eu fiquei paralisada, não acreditava, ele tava me confundindo com a minha mãe. Enquanto eu pensava nisso, ele me beijava o rosto todo igual um louco, abriu os olhos mas não conseguia me reconhecer no escuro. Me senti meio possuída, mas ao mesmo tempo queria fugir. Deitei do lado dele e ele me abraçou enquanto procurava minha boca pra me beijar, e eu não sabia o que fazer. Minha mente não me dava uma solução enquanto meu pai me beijava, os beijos dele eram muito gostosos e eu comecei a ficar muito excitada. Ele puxou minha mão pro volume dele. Quando toquei, acordou aquela puta que dorme em mim e, quase como possuída, eu abaixei a calça e a cueca dele pra sentir o pau dele nas minhas mãos. Era como um sonho. Aí pensei: se eu masturbar ele, vou fazer um favor, ele vai achar que comeu a minha mãe e todo mundo fica de boa. Comecei a masturbar ele, o pau dele era grande e grosso. Quando saíram umas gotas de líquido pré-seminal, não aguentei a vontade e comecei a lamber desde os testículos até a glande. Fiquei louca, mas tava cheia de felicidade, o pau dele era delicioso, e eu chupava ele numa boa.
Fiquei chupando o pau dele por uns 20 minutos. Ele abria os olhos de vez em quando, mas na maioria do tempo ficava de olho fechado por causa da tontura. Aí ele falou e disse: "Martha, vem, quero te tocar." Então eu sentei em cima Bom, tirei a camisola e fiquei completamente pelada.
As mãos dele percorriam meu corpo inteiro, e essa era outra dificuldade pra ele perceber quem eu era. Meu corpo era muito parecido com o da minha mãe quando ela era jovem, e mesmo ela tendo celulite e uns quilinhos a mais agora, um homem bêbado podia nos confundir fácil no escuro. Enquanto eu pensava nisso, ele sentou pra beijar meus peitinhos pequenos. Quase soltei um gemido feroz, mas me segurei. O pau dele tava duríssimo, e eu estava sentada um pouco acima da região da pélvis dele. Enquanto ele me beijava e abraçava, o pau dele roçava minha bunda e meu cu — isso tava me deixando a mil, e eu queria gemer que nem uma louca.
Quando senti o pau lindo dele tocando minha bunda, desci um pouco a pélvis e, com as mãos, encaixei ele pra enfiar bem devagarinho na minha buceta. Quando já tava tudo dentro, meu pai pirou e começou a me meter com força, me levantando rápido. De vez em quando doía, mas o tesão falava mais alto. Eu tava me molhando muito, e o orgasmo não ia demorar. A cama começou a fazer barulho, mas supus que minha mãe também tava bêbada o bastante pra não acordar. Ele continuava me fodendo, e eu falava baixinho: "Isso, buceta, que gostosa". Me deitei no peito dele enquanto ele continuava metendo. Depois de uns 15 minutos, ele parou de se mexer e ofegava como se tivesse cansado. Então resolvi fazer ele gozar e comecei a cavalgar que nem uma louca até sentir o leite dele dentro de mim. Mesmo depois de gozar, o pau dele continuou duro por uns 10 minutos, e eu aproveitei pra continuar cavalgando e ter um orgasmo, que terminei com um gemido só — um grito de tesão: "Ahhh!"
Sem perceber, depois de gozar, ele tinha dormido. Eu só levantei, dei um beijinho nos lábios dele e voltei na ponta dos pés pro meu quarto, enquanto o sêmen dele e meus fluidos escorriam pelas minhas pernas.
Ele nunca pergunta nada. Meus pais continuaram brigados por mais uma semana, e eu, toda vez que lembro daquele dia, me masturbo, rezando pra que aconteça de novo — e mais. agora que tô grávida, preciso da minha dose de porra paterna todo dia!!!



5 comentários - Una hija amorosa!
van 10