Lambendo as bolas do professor (literalmente)

Realmente não podia acreditar. Elizabeth estava frustrada, sempre manteve a média e agora, por causa de uma apresentação final idiota, onde ficou nervosa e não se saiu tão bem, o professor deu a ela uma nota seis. Isso derrubava a média dela, essencial para manter a bolsa com que estudava. Elizabeth se mortificou consigo mesma . E assim fez. Naquela mesma tarde, Eli foi até a sala do professor, bateu e entrou toda irritada. Depois de expor todo o problema, o professor simplesmente baixou o olhar para os papéis e respondeu: — Elizabeth, você é uma aluna aplicada, boa e gostosa. Mas minhas notas são baseadas em critérios específicos e você não os superou. — E a idiota da Maggy conseguiu? — escapou-lhe o pensamento, ela estava tão puta que não conseguiu se segurar — se ela até em didática tem nota baixa! E ninguém tem nota baixa em didática! — Elizabeth estava fora de si, fechou os punhos e se levantou da cadeira onde estava sentada, em frente à mesa do professor. A saia pregueada que usava, junto com a camisa e o blazer bordô, davam um toque intelectual, embora seu lindo rosto e o cabelo ruivo solto lhe conferissem uma imagem de fúria terrível. O professor a olhou por cima dos óculos por alguns segundos sem dizer nada. Deixou o que quer que estivesse fazendo, cruzou as mãos sobre a mesa e, olhando Elizabeth dos pés à cabeça, começou a assentir. — Sim. Maggy, é verdade que a pobre coitada não conseguiria encontrar a capital do país no mapa. Mas ela, bem... — ele ajustou os óculos e pigarreou — digamos que ganhou "pontos extras". Ela é muito boa nisso. Por um momento, Eli hesitou. Mas se era algum tipo de indireta, Eli não podia simplesmente entender assim; o professor só se retiraria, não disse nada explícito. Lá no fundo, o coração de Elizabeth começou a bater mais forte. nota, talvez se eu tentasse um blefe...
> — E eu não poderia ganhar esses pontos? — a voz de Eli foi a mais puta que conseguiu colocar, enquanto passava a mão dos lábios, descendo pelos peitos até a cintura, tentando parecer espontânea.
— Pode ser, Elizabeth. Se você tiver tempo agora, posso te conceder uns pontos por... — o professor fez uma pausa de um segundo para dar ênfase — desempenho oral.

Mas Elizabeth não ia ficar pra trás. Aceitou.
— Tá bom, gostoso — disse o professor — vai até a porta e tranca ela. — enquanto ela se virava pra cumprir a ordem, o professor continuou — e se enfia debaixo da mesa.

Trancou a porta e andou até o professor, tudo no piloto automático. Parou antes de se abaixar pra entrar debaixo da mesa.
— Então... Só vai ser oral, né?
— Tá faltando pouco pra você subir de nota, querida — ele disse enquanto pegava a mão dela e com a outra segurava a cintura — com um oral já basta, mas primeiro deixa eu te olhar.
O professor começou a acariciar ela. Começou desabotoando a camisa dela. Os peitos dela pularam pra fora, só segurados pelo sutiã branco que ela usava. A pele branca dela fazia contraste enquanto as mãos do professor percorriam ela.
— Você é realmente uma gostosa.
— Isso você também falou pra Maggy?
— Falei, sim. Mas você é mais bonita. Deixa eu ver sua raba.
Obedeceu, se virou, e o professor levantou a saia dela. Sentiu um pouco de vergonha, o professor não sentiu nenhuma. Agarrou as nádegas carnudas dela, beijou, acariciou e apalpou de propósito. Brincou com a calcinha de algodão preta que ela usava, fez ela entrar entre as nádegas. Puxou pra o lado e começou a brincar com os dedos.
— Ei! Isso não foi combinado...
— Só tô aproveitando, não fica assim.
O professor continuou tocando a buceta dela por mais um tempo. Acariciava de forma bruta, mas Eli ficou... começaram a molhar os lábios da buceta. Até o professor "escorregava" um dedo dentro da buceta dela de vez em quando. - Porra, Eli, como eu quero te foder. Se não fizesse alguma coisa, ia acabar dando em outra parada, então Eli tomou a iniciativa. Virou bruscamente e se abaixou. Engatinhou de quatro e entrou debaixo da mesa. - Já não aguenta mais, hein? Então começou. Elizabeth de joelhos debaixo da mesa e o professor sentado na cadeira dele. Ela abriu o zíper e o pau saiu bem duro. Comprido e fino, sem depilar. Eli segurou o membro com uma mão e levou até a boca. Enfiou a cabeça sem descobrir e chupou uma vez. Repetiu o processo mais umas duas vezes pra depois enfiar mais fundo, chegou até onde a mão dela tava. O prepúcio tinha enrolado, então Eli conseguiu sentir o gosto salgado do pau na língua. Tirou e enfiou a rola, depois meteu mais fundo. Teve que tirar a mão que segurava e continuou enfiando. Sentiu a cabeça batendo na campainha, mas só três quartos do pau estavam dentro. Mal tocava os pelos mais compridos. Tirou de novo e chupou a glande, aproveitou pra lamber a cabeça toda enquanto respirava. Aí, enfiou de novo fundo, dessa vez conseguiu meter mais, embora faltassem dois dedos pra fazer garganta profunda, a cabeça batia no fundo da boca. - Deus, Elizabeth, você manda muito, agora mesmo você tem um nove. - Um nove? - Eli se sentiu ofendida, começou a chupar as laterais do pau enquanto falava - Preciso de um dez. - Então, você tem que passar num teste. - Que teste? O professor mostrou o relógio no pulso e disse: - Dois minutos de garganta profunda. É o que a Maggy aguentou. Claro que depois eu fodi ela, mas se você passar a marca dela, ganha o dez. Elizabeth aceitou. Esperou o ponteiro dos segundos chegar no doze e respirou fundo. Enfiou a rola na boca e desceu. Dessa vez, a rola bateu no fundo e escorregou lá pra garganta. de Elizabeth. Ela fechou os olhos enquanto o pescoço inchava com a rola que tinha dentro. Os lábios dela chegaram a tocar as bolas e o nariz coçava com os pelos do professor. Ela começou a contar, um, dois, três, ia bem, ainda não sentia ânsia. Treze, catorze, a saliva escapava pelos cantos. Começou a respirar pelo nariz devagar, passou um minuto e dez segundos, onze, ia conseguir. Respirar ficava difícil, mais pelos pelos e o cheiro típico de pinto dos homens. Vinte, vinte e um e a saliva emperrou quando ela inspirou. Tirou o pênis rapidamente e começou a tossir. e na hora tentou de novo. Só durou trinta segundos. Tossiu de novo e dessa vez teve ânsia. tentou mais duas vezes, mas nas duas a ânsia fez ela desistir depois de um minuto. Frustrada de novo, começou a chupar a rola enquanto pensava no que fazer. Brincou com a língua no prepúcio quando teve a ideia de prender a respiração e tentar outra vez. A rola encheu a garganta dela enquanto Elizabeth segurava o ar. Depois de um minuto e vinte, não aguentou mais e, de novo, acabou tossindo e cuspindo saliva. Já tinha uma poça no chão debaixo dela. Mas no fundo sabia que podia errar nas outras matérias, precisava de um dez pra garantir a média. . A rola chegava até a garganta dela. Elizabeth sentia que engolia enquanto engolia a própria saliva. Sentia atrás da gargantilha. O professor segurava a cabeça dela pra manter a penetração funda enquanto os segundos passavam. Um minuto e trinta, um minuto e dez, um minuto e três segundos. Elizabeth perdeu a conta de quantas vezes tinha tentado. Até fazia automático, tirava a rola entre tosses e enfiava de novo até o fundo, aguentava a ânsia, até quatro ânsias com a garganta cheia, mas no final de todos os tentativas, sempre chegava num ponto em que ela quase vomitava. Numa dessas, aguentou três ânsias com os olhos lacrimejando. Até tossiu com o pau ainda na garganta e Eli achou que podia aguentar mais uma ânsia, mas essa foi mais forte e acabou cuspindo saliva pelo nariz quando a tosse veio de repente. Ela tirou rapidamente o pênis pra não se sufocar e bateu a cabeça na mesa. — Não consegue, amor? — Ainda... Não... Desisto — protestou Elizabeth, que nessa altura já tava com a cara vermelha, cheia de lágrimas, cuspe e meleca, com o cabelo todo bagunçado. Nesse momento alguém bateu na porta. O professor pegou Eli pelo cabelo e enfiou ela entre as bolas dele pra ela não falar nada. — Quem é? — gritou. Elizabeth tava com os testículos nos lábios, o professor apertava tão forte que ela não conseguia respirar, o pouco ar que chegava era entre os pelos e o pau caía no rosto dela. Não teve jeito, teve que aspirar todo o aroma de macho. — Oi, professor, sou eu. Verônica Rios. Era um ano mais nova e tão burra quanto a irmã. a falta de ar já tava preocupante, então Eli começou a chupar uma das bolas, com pelo e tudo, isso fez o professor aliviar a pressão. — O que você quer? — Posso entrar? Preciso falar com o senhor. O professor pensou um pouco. Depois guardou o pau e tentou esconder a ereção. Olhou pra Eli e fez um sinal pra ela ficar quieta. Levantou e foi abrir a porta. Rapidamente voltou e sentou de novo na cadeira. Enquanto Vero se sentava, o professor tirou o pênis de novo e Eli, entendendo, começou a fazer um boquete do melhor jeito que sabia. Vero e o professor começaram a conversar. pensava Elizabeth ao ouvir a conversa enquanto lambia os testículos do professor e masturbava ele com uma mão, chupou um testículo e depois o outro, todos os pelos já tavam molhados. — Minha Minha irmã me contou sobre os "pontos extras" dela e eu tava querendo saber se... eu também não podia ganhar eles - disse Vero enquanto, escondida, Eli continuava lambendo os testículos do professor. - Olha, Verônica - respondeu o professor, mantendo as aparências - você tá reprovada. Da sua irmã eu só aumentei uma nota ou duas. Pra você eu teria que dar... Muitos pontos, cê sabe do que eu tô falando. - Eu sei, professor - respondeu Verônica por sua vez - eu sei que tenho que entregar, mais que minha irmã, entregar mais trabalhos. - Tô falando de... Trabalhos convencionais... E além disso, você vai ter que me entregar... O trabalho... Anual. - Anual? Mas... - Óbvio. Tudo protegido. Você faz e eu te dou um oito, pra não levantar suspeitas. - Quando? - aceitou Vero depois de uns minutos de silêncio. - Agora mesmo, vai fechar a porta. - Agora mesmo? - se surpreendeu Vero, levantando pra ir fechar a porta. Também se surpreendeu Elizabeth, que continuava chupando os testículos e a rola inteira do professor. Assim, quando Vero fechou a porta o professor se levantou. Pegou uma camisinha da gaveta dele. Olhou pra Elizabeth e com o dedo nos lábios mandou ela ficar quieta. Elizabeth imitou o gesto e sentou no chão bem escondida. Quando Vero voltava o professor já tinha colocado a camisinha. - Você não quer que eu te chupe? - perguntou toda submissa Verônica. - O oral já foi feito por outra - Quem? Por um momento Elizabeth pensou que o professor ia dedar ela, mas não fez isso. Em vez disso, pegou Vero e apoiou ela contra a mesa, do lado oposto onde Elizabeth tava escondida. Verônica se inclinou sobre a mesa e o professor não perdeu tempo. Levantou a saia de Vero, afastou a calcinha fio dental e meteu na buceta dela. Ela gritou e se segurou na mesa. Elizabeth podia ver os dedos dela se agarrando com força, ouvia os gemidos dela e sentia a mesa balançar. . Segurou Vero pela cintura e comeu ela por um tempo. Ela gemia enquanto a rola penetrava a buceta. Elizabeth estava sentada no chão, toda desajeitada, ouvindo como estavam fodendo Verônica em cima dela. Os gemidos e gritos dela mudaram drasticamente. - AAAAAAU. AI AI AU!. AAAAAAAAAA! Pois é, o professor tinha tirado a pica da buceta num movimento só e enfiado no cu. Com uma rebolada, penetrou o rabo da Verônica, que começou a gritar e se mexer. - NÃO. NÃOO. PELO AMOR. NÃO PROF, DÓI. CHEGA!! Mas o professor não cedeu. Não parou nem um segundo, pelo contrário, começou a furar o cuzinho magro da Verônica. - Assim você aprende a estudar. Eli concordava escondida, embora se sentisse muito perto da própria definição. - Nossa, você é linda. O professor fodia com raiva e força. A mesa tremia com as estocadas e a coitada da Vero se segurava na mesa enquanto os pés balançavam. Os gritos de dor e sofrimento pararam e foram substituídos por gemidos de prazer incontroláveis. No momento em que o professor aumentou a velocidade, ela levantou uma das pernas na mesa pra ficar mais aberta. Com as mãos, abria as próprias nádegas. E o professor enfiava a pica toda. - Ah prof, sim, sim, me come. pensava Elizabeth no esconderijo. A fodida anal não durou muito mais. O professor gozou ali mesmo entre estocadas brutais. O resto foi rápido. Ele mudou a nota na planilha na frente da Vero pra ela ver. Se despediu e ela saiu do escritório. Elizabeth se levantou quando ouviu a porta fechar. - Por que você tá se levantando? - perguntou o professor. - Porque fiquei meia hora chupando sua pica e suas bolas. E fiquei mais uns dez minutos no chão enquanto você fodia a Vero pelo cu em cima de mim. Elizabeth já tava de saco cheio. Aceitaria o nove e vazaria dali. - Me dá meu nove, não aguento sua prova e tô pouco me fodendo. Caralho, Maggy me ganhar nisso. — Fica tranquila, Eli gostosa, não fica assim — disse o professor com calma, ainda com a camisinha no pau dele, que já tava meio murcho — A gente pode fazer um outro acordo mais fácil e rápido. — Que outra ideia você tem? — perguntou Elizabeth enquanto abotoava a camisa. O professor se aproximou dela. Pegou ela pela cintura e fez ela sentar na mesa. Abriu a planilha e procurou o nome dela, aí apagou a nota que tava lá. — Vou te dar um dez se... você tirar a camisinha... Ele aproximou o pau de Elizabeth e ela tirou com as duas mãos. A camisinha tava tão cheia de porra que parecia um balão, ela deu um nó na ponta. — E aí? — E isso... — o professor pegou a camisinha com a mão esquerda e desceu ela rápido até as pernas de Elizabeth. Enfiou a mão entre as pernas e procurou a buceta. Eli deu um pulo e segurou o braço dele com as mãos, fechando as pernas. — Cê é louco! — Um dez, Elizabeth. Eli hesitou. Ficou paralisada. Mas aí pensou melhor. Devagar, tirou as mãos e abriu as pernas. — Anda logo. O professor pegou a camisinha entre os dedos indicador e médio e enfiou esses dois dedos entre os lábios de Eli, penetrou na buceta com a camisinha ainda entre eles. Soltou ela lá dentro e depois enfiou os dedos de novo pra empurrar até o fundo. Quando sentiu, Eli empurrou o professor de leve, que com a mão direita começou a escrever na planilha, colocou um um e Elizabeth deixou ele continuar de novo, o professor enfiou mais dedos nela, tirava e enfiava até a camisinha sumir lá dentro. Elizabeth abraçou ele, entre o prazer, e o professor escreveu o zero que faltava. Dez. Finalmente, pronto. Elizabeth tinha conseguido a nota dela. O professor tirou os dedos da buceta dela e ela se levantou. — Pode ir, princesa. Quando saiu da sala do professor, Elizabeth foi direto pro banheiro. Tinha que tirar aquela camisinha. Eli passou reto pelo banheiro. banheiros. Ela saiu do local e foi até o apartamento dela, a algumas ruas dali. Enquanto caminhava, alguma coisa a incomodava. Podia-se pensar que era a camisinha na buceta dela se mexendo enquanto andava, mas era outra coisa. Elizabeth pensou nisso o caminho todo, quando chegou em casa encontrou a causa do incômodo. — Não pode ser — disse em voz alta — no final, deixei aquela puta da Dr. Maggy me superar de novo.Lambendo as bolas do professor (literalmente)
vadia
peitos
peitoes
anal
Buceta
rabao
aluna
tetas naturais
Escolares
Felacao
Lambendo as bolas do professor (literalmente)
vadia
peitos
peitoes

1 comentários - Lambendo as bolas do professor (literalmente)