Nunca pensei que minha filha fosse despertar tanto desejo quanto o que ela provoca em mim
Não quero entrar em muitos detalhes sobre mim porque, no final, o que vou contar é a coisa mais condenável do mundo. Tenho uma criaturinha de 19 anos chamada Natália. A mãe dela e eu estamos separados há 2 anos, e ela tem a guarda da menina. Eu tenho hoje 46 anos e moro num apartamento na zona norte da cidade. Nos fins de semana, eu fico com a guarda da Natália. Sexta-feira ela chega da faculdade de ônibus, e na segunda-feira sai daqui para o trabalho e depois vai pra faculdade, e nessa noite chega na casa da mãe, que fica na zona oeste da cidade.
Natália é uma menina de cabelo loiro acinzentado, muito parecida com a mãe. Já é bem desenvolvida pra idade dela e tem uns peitões enormes, por isso é a inveja das amiguinhas dela, pelo que eu sei. A relação com ela é boa (não a melhor), e a separação da mãe já foi superada, então a gente leva uma vida tranquila, sem grandes problemas. Natália é muito introvertida e tem poucas amizades, mas é bem madura pra idade dela.
Naquele dia, não soube se minha menina, depois de tantas vezes que a gente tinha transado, já estaria grávida
– Quando foi sua última menstruação?
– Há 10 dias.
– Tá se cuidando?
– Óbvio, pai.
– Só tô perguntando a mesma coisa que vão te falar lá.
– OK
– Com que frequência você se masturba?
– O que é isso? Eu só transo com você.
– Mmmm, pera aí. Vou te mostrar (Liguei o canal adulto e fui passando até mostrar alguém se masturbando, parei num canal de uma menina cheerleader que tava de pernas abertas no banheiro gemendo, tendo um orgasmo). Vou deixar pra você ver enquanto a gente continua, é educativo, ok?
– Mmm, ok (ela falou sem muita convicção)
– Com que frequência você se masturba?
– Não faço isso.
– Love, me fala a verdade.
– Bom, às vezes, não é muito.
– E como você faz?
– Assim, parecido com a garota do filme.
– Tá, vem aqui, deita e abre as pernas. Ela levantou a saia e eu puxei pra baixo a calcinha fio-dental amarela dela (era uma das (que eu tinha dado pra ela)
As que comprei nos Estados Unidos?
Sim, pai, são minhas favoritas.
OK, deixa eu ver. Ela tava com a buceta toda depiladinha. Comecei a explorar e falei que ela tava muito seca. Eu sentia o cheiro da buceta dela, queria devorar ela ali mesmo.
Como assim, pai? Ela disse.
Ué, é bom que esteja lubrificada, e isso se consegue com estimulação, respondi.
Mmm, tá bom. Já terminamos?
Sim, love.
E fui me trocar. Ela me disse: então e você, quem te examina?
Love, eu me examino sozinho. Vejo se tá com uma cor boa, se não tem nada estranho.
E você também se estimula, papai?
Sim, love. Mas na minha idade a gente quase não faz mais isso. Aproveita mais é na companhia da parceira.
Mas você não tem agora?
Eu sei.
Mmmmmm, tem que arrumar uma namorada.
Love, não preciso de uma. Sou feliz assim com você aqui e não quero que ninguém tire isso de mim.
Tão lindo. Me deu um beijo e repetiu: precisa de uma namorada.
Naquela noite dormimos abraçados a noite toda. Eu vivia agora com uma ereção permanente e naquele dia tinha minha bebê me dando a bundinha dela e eu abraçando ela. Meu pau tava em cima das bundinhas dela e comecei a apertar. Ela se mexia e se encostava mais e mais em mim. Passamos a noite toda assim.
De manhã, fiel à nossa rotina agora, antes de entrar no banho fiz o exercício de examinar os peitos dela. Acariciava cada vez mais descaradamente e agora adicionei de checar a bucetinha dela. Tive a surpresa quando enfiei a mão nos lábios dela: tava muito molhada.
Naty, e isso? Por que você tá assim? Ficou se masturbando ontem à noite?
Não, pai. Mmm, é você quando me examina.
Eu te causo isso?
Sim, pai. Love, isso é normal. Na verdade, eu tô igual.
Posso olhar?
Sim, love, confiança é dos dois lados. E eu abaixei a calça do pijama. Tava com o pau pra fora na frente da minha bebê, ereto, com a ponta molhada. É aqui que a gente deve se estimular. Como no filme do outro dia. Então, se quiser, minha vidinha, a gente se mima antes de entrar no banho.
Ela hesitou e eu dei um beijinho nela, e dessa vez não dei a palmadinha na bunda. mas eu peguei ela com cuidado e apertei uma vez.
Ela me disse que tudo bem. Foi pra cama e se enfiou debaixo das cobertas. Deitei do lado dela. Coloquei o canal de vídeos pornô e fui passando até achar uma cena erótica de masturbação. Eu não me cobri, comecei a subir e descer a glande olhando pra ela. E ela olhava pra mim, olhava pra tela e, debaixo das cobertas, se tocava. Levantei as cobertas e falei pra ela me deixar ver pra saber se eu tava fazendo direito.
Ela tentava imitar a mulher da tela. Não, amor, assim não. Vem, deixa eu te guiar. Me sentei na cabeceira da cama e pedi pra ela deitar em cima de mim. Peguei a mãozinha dela e comecei a fazer círculos na buceta dela. Com a outra mão, acariciava o peito dela. Ela começou a gemer. Eu perdi a cabeça completamente e queria meter logo nela.
Deitei e falei pra ela sentar em cima de mim, que ia ensinar outra coisa. Ela se levantou e ficou olhando muito pro meu pau. Sentou comigo deitado de barriga pra cima, com meu pau durinho a centímetros da buceta dela. Eu com a ponta dos dedos continuava acariciando ela. Ela me disse naquele momento: "E não posso ser sua namorada, pai?" "Sim, amor, pode sim", respondi.
Deitei ela na minha barriga e comecei a esfregar a ponta do meu pau nela, na barriguinha dela. Deitei ela e me posicionei entre as perninhas dela e falei que ia fazer algo que ela ia gostar muito. Abri os lábios da buceta dela e meti só a pontinha do meu pau. Metia e tirava a pontinha. Ela dizia: "Que gostoso, pai. Mete tudo, que gostoso." "Sim, meu amor." E meti devagar. Era a buceta mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. Era super molhada, apertadinha. Eu podia sentir as paredes da buceta dela apertando meu pau lá dentro, era delicioso. Ela gritou um pouco e eu falei: "Calma, só vai doer uma vez. Você não é mais virgem, amor, faz tempo."
"Que gostosoooo, pai, vai, vai... Sim, que gostoso." Eu tava finalmente comendo minha cria. Metendo uma e outra vez, já quase ia gozar, então tirei o pau e olhei pra minha filha de pernas abertas na minha frente. e comecei a gozar na barriguinha dela. Ela me abraçou, me beijou e perguntou se a gente podia fazer de novo. Eu não acreditava, ela era uma gostosa do caralho. Sim, amor, vamos fazer de novo quantas vezes você quiser. Levantei ela, levei pro chuveiro, nos ensaboamos, limpei o sêmen dela e comecei a fazer sexo oral nela. Depois ensinei ela a fazer também. Debaixo da água quente, ela ajoelhada enfiou meu pau na boca e chupou. Não precisei de muito pra ter meu pau duro de novo. A gente transou de novo no chuveiro e, depois, de novo na cama. Dormimos pelados. E a manhã foi a melhor. Ela se arrumou pra escola, saiu do chuveiro, fiz uma revisão nos peitos dela. Toquei a buceta dela, massageei a bundinha. Ela me fez uma punheta na hora. Se vestiu, colocou o uniforme e, quando ia sair, eu falei pra esperar, que não queria soltar ela ainda. E ela disse: "você me faz amor de novo antes de eu ir pra escola?" Sim, meu amor. Levantei a saia dela e na sala ela sentou em cima de mim, só que dessa vez ela enfiou meu pau sozinha. Abriu os botões da camisa e começou a rebolando em círculos no meu pau. Eu mordia e mordia os peitos dela. Minha menina era uma puta muito safada, igual ao pai dela. Que delícia. As melhores gozadas da minha vida foram ali com minha filha. Gozei dentro dela. Não consegui me segurar, foi divino encher a barriga dela com minha semente, um a um meus "soldados" estavam dentro do útero dela. Pedi pra ser nosso segredo. Ela disse: "não se preocupa, não sou burra." Me deu um beijo e repetiu que adorava ser minha namorada. "Te amo, papai." E foi embora. Ficamos assim por uns 5 meses e algumas semanas, até que notei que ela começou com nojo de comida, tinha uns desejos estranhos e, pra completar, vômitos. Perguntei o que tava rolando e ela disse: "não menstruei faz 6 semanas." Então fui comprar um teste de gravidez e o que me esperava por não ter me cuidado: ela tava grávida. Perguntei se não tinha tido outro pretendente, e ela disse Raiva e me disse: "Essa gravidez é sua, você deveria estar feliz que sua semente deu fruto na minha barriga.
Me senti envergonhado, não sabia o que dizer, íamos ser pais, eu e minha filha. A única coisa que pensava era no que faríamos, como contaríamos pra família. Então decidi que a gente só ia esconder nosso relacionamento e, se perguntassem quem era o pai, diria que foi um love rápido que ela teve. Pois é, agora já são 5 meses e, sinceramente, quando vejo minha menina pelada com aquela barriga linda crescendo, me excita saber que aquele presente que Deus mandou era meu. E me dava um tesão danado pensar que, assim que o bebê nascesse, eu ia engravidar ela de novo, pelo menos mais duas vezes...
Ela acabou de ir embora e eu tô pasmo. Que experiência maravilhosa.
Não quero entrar em muitos detalhes sobre mim porque, no final, o que vou contar é a coisa mais condenável do mundo. Tenho uma criaturinha de 19 anos chamada Natália. A mãe dela e eu estamos separados há 2 anos, e ela tem a guarda da menina. Eu tenho hoje 46 anos e moro num apartamento na zona norte da cidade. Nos fins de semana, eu fico com a guarda da Natália. Sexta-feira ela chega da faculdade de ônibus, e na segunda-feira sai daqui para o trabalho e depois vai pra faculdade, e nessa noite chega na casa da mãe, que fica na zona oeste da cidade.
Natália é uma menina de cabelo loiro acinzentado, muito parecida com a mãe. Já é bem desenvolvida pra idade dela e tem uns peitões enormes, por isso é a inveja das amiguinhas dela, pelo que eu sei. A relação com ela é boa (não a melhor), e a separação da mãe já foi superada, então a gente leva uma vida tranquila, sem grandes problemas. Natália é muito introvertida e tem poucas amizades, mas é bem madura pra idade dela.
Naquele dia, não soube se minha menina, depois de tantas vezes que a gente tinha transado, já estaria grávida
– Quando foi sua última menstruação?
– Há 10 dias.
– Tá se cuidando?
– Óbvio, pai.
– Só tô perguntando a mesma coisa que vão te falar lá.
– OK
– Com que frequência você se masturba?
– O que é isso? Eu só transo com você.
– Mmmm, pera aí. Vou te mostrar (Liguei o canal adulto e fui passando até mostrar alguém se masturbando, parei num canal de uma menina cheerleader que tava de pernas abertas no banheiro gemendo, tendo um orgasmo). Vou deixar pra você ver enquanto a gente continua, é educativo, ok?
– Mmm, ok (ela falou sem muita convicção)
– Com que frequência você se masturba?
– Não faço isso.
– Love, me fala a verdade.
– Bom, às vezes, não é muito.
– E como você faz?
– Assim, parecido com a garota do filme.
– Tá, vem aqui, deita e abre as pernas. Ela levantou a saia e eu puxei pra baixo a calcinha fio-dental amarela dela (era uma das (que eu tinha dado pra ela)
As que comprei nos Estados Unidos?
Sim, pai, são minhas favoritas.
OK, deixa eu ver. Ela tava com a buceta toda depiladinha. Comecei a explorar e falei que ela tava muito seca. Eu sentia o cheiro da buceta dela, queria devorar ela ali mesmo.
Como assim, pai? Ela disse.
Ué, é bom que esteja lubrificada, e isso se consegue com estimulação, respondi.
Mmm, tá bom. Já terminamos?
Sim, love.
E fui me trocar. Ela me disse: então e você, quem te examina?
Love, eu me examino sozinho. Vejo se tá com uma cor boa, se não tem nada estranho.
E você também se estimula, papai?
Sim, love. Mas na minha idade a gente quase não faz mais isso. Aproveita mais é na companhia da parceira.
Mas você não tem agora?
Eu sei.
Mmmmmm, tem que arrumar uma namorada.
Love, não preciso de uma. Sou feliz assim com você aqui e não quero que ninguém tire isso de mim.
Tão lindo. Me deu um beijo e repetiu: precisa de uma namorada.
Naquela noite dormimos abraçados a noite toda. Eu vivia agora com uma ereção permanente e naquele dia tinha minha bebê me dando a bundinha dela e eu abraçando ela. Meu pau tava em cima das bundinhas dela e comecei a apertar. Ela se mexia e se encostava mais e mais em mim. Passamos a noite toda assim.
De manhã, fiel à nossa rotina agora, antes de entrar no banho fiz o exercício de examinar os peitos dela. Acariciava cada vez mais descaradamente e agora adicionei de checar a bucetinha dela. Tive a surpresa quando enfiei a mão nos lábios dela: tava muito molhada.
Naty, e isso? Por que você tá assim? Ficou se masturbando ontem à noite?
Não, pai. Mmm, é você quando me examina.
Eu te causo isso?
Sim, pai. Love, isso é normal. Na verdade, eu tô igual.
Posso olhar?
Sim, love, confiança é dos dois lados. E eu abaixei a calça do pijama. Tava com o pau pra fora na frente da minha bebê, ereto, com a ponta molhada. É aqui que a gente deve se estimular. Como no filme do outro dia. Então, se quiser, minha vidinha, a gente se mima antes de entrar no banho.
Ela hesitou e eu dei um beijinho nela, e dessa vez não dei a palmadinha na bunda. mas eu peguei ela com cuidado e apertei uma vez.
Ela me disse que tudo bem. Foi pra cama e se enfiou debaixo das cobertas. Deitei do lado dela. Coloquei o canal de vídeos pornô e fui passando até achar uma cena erótica de masturbação. Eu não me cobri, comecei a subir e descer a glande olhando pra ela. E ela olhava pra mim, olhava pra tela e, debaixo das cobertas, se tocava. Levantei as cobertas e falei pra ela me deixar ver pra saber se eu tava fazendo direito.
Ela tentava imitar a mulher da tela. Não, amor, assim não. Vem, deixa eu te guiar. Me sentei na cabeceira da cama e pedi pra ela deitar em cima de mim. Peguei a mãozinha dela e comecei a fazer círculos na buceta dela. Com a outra mão, acariciava o peito dela. Ela começou a gemer. Eu perdi a cabeça completamente e queria meter logo nela.
Deitei e falei pra ela sentar em cima de mim, que ia ensinar outra coisa. Ela se levantou e ficou olhando muito pro meu pau. Sentou comigo deitado de barriga pra cima, com meu pau durinho a centímetros da buceta dela. Eu com a ponta dos dedos continuava acariciando ela. Ela me disse naquele momento: "E não posso ser sua namorada, pai?" "Sim, amor, pode sim", respondi.
Deitei ela na minha barriga e comecei a esfregar a ponta do meu pau nela, na barriguinha dela. Deitei ela e me posicionei entre as perninhas dela e falei que ia fazer algo que ela ia gostar muito. Abri os lábios da buceta dela e meti só a pontinha do meu pau. Metia e tirava a pontinha. Ela dizia: "Que gostoso, pai. Mete tudo, que gostoso." "Sim, meu amor." E meti devagar. Era a buceta mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. Era super molhada, apertadinha. Eu podia sentir as paredes da buceta dela apertando meu pau lá dentro, era delicioso. Ela gritou um pouco e eu falei: "Calma, só vai doer uma vez. Você não é mais virgem, amor, faz tempo."
"Que gostosoooo, pai, vai, vai... Sim, que gostoso." Eu tava finalmente comendo minha cria. Metendo uma e outra vez, já quase ia gozar, então tirei o pau e olhei pra minha filha de pernas abertas na minha frente. e comecei a gozar na barriguinha dela. Ela me abraçou, me beijou e perguntou se a gente podia fazer de novo. Eu não acreditava, ela era uma gostosa do caralho. Sim, amor, vamos fazer de novo quantas vezes você quiser. Levantei ela, levei pro chuveiro, nos ensaboamos, limpei o sêmen dela e comecei a fazer sexo oral nela. Depois ensinei ela a fazer também. Debaixo da água quente, ela ajoelhada enfiou meu pau na boca e chupou. Não precisei de muito pra ter meu pau duro de novo. A gente transou de novo no chuveiro e, depois, de novo na cama. Dormimos pelados. E a manhã foi a melhor. Ela se arrumou pra escola, saiu do chuveiro, fiz uma revisão nos peitos dela. Toquei a buceta dela, massageei a bundinha. Ela me fez uma punheta na hora. Se vestiu, colocou o uniforme e, quando ia sair, eu falei pra esperar, que não queria soltar ela ainda. E ela disse: "você me faz amor de novo antes de eu ir pra escola?" Sim, meu amor. Levantei a saia dela e na sala ela sentou em cima de mim, só que dessa vez ela enfiou meu pau sozinha. Abriu os botões da camisa e começou a rebolando em círculos no meu pau. Eu mordia e mordia os peitos dela. Minha menina era uma puta muito safada, igual ao pai dela. Que delícia. As melhores gozadas da minha vida foram ali com minha filha. Gozei dentro dela. Não consegui me segurar, foi divino encher a barriga dela com minha semente, um a um meus "soldados" estavam dentro do útero dela. Pedi pra ser nosso segredo. Ela disse: "não se preocupa, não sou burra." Me deu um beijo e repetiu que adorava ser minha namorada. "Te amo, papai." E foi embora. Ficamos assim por uns 5 meses e algumas semanas, até que notei que ela começou com nojo de comida, tinha uns desejos estranhos e, pra completar, vômitos. Perguntei o que tava rolando e ela disse: "não menstruei faz 6 semanas." Então fui comprar um teste de gravidez e o que me esperava por não ter me cuidado: ela tava grávida. Perguntei se não tinha tido outro pretendente, e ela disse Raiva e me disse: "Essa gravidez é sua, você deveria estar feliz que sua semente deu fruto na minha barriga.

Me senti envergonhado, não sabia o que dizer, íamos ser pais, eu e minha filha. A única coisa que pensava era no que faríamos, como contaríamos pra família. Então decidi que a gente só ia esconder nosso relacionamento e, se perguntassem quem era o pai, diria que foi um love rápido que ela teve. Pois é, agora já são 5 meses e, sinceramente, quando vejo minha menina pelada com aquela barriga linda crescendo, me excita saber que aquele presente que Deus mandou era meu. E me dava um tesão danado pensar que, assim que o bebê nascesse, eu ia engravidar ela de novo, pelo menos mais duas vezes...
Ela acabou de ir embora e eu tô pasmo. Que experiência maravilhosa.
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