Alejandra 2

De novo aqui pra contar uma aventura pra vocês. Como vocês lembram, sou uma garota que mora no México, adoro me vestir bem gostosa e exibir meus atributos pra esquentar todos os homens em qualquer lugar que vou, mas só realizo as fantasias daqueles que eu considero que nunca teriam chance de ter uma garota como eu. Geralmente são senhores de uns 50 anos, gordos, carecas ou policiais, operários, pedreiros, motoristas, etc... Dessa vez fui visitar meu namorado no escritório dele e já fazia um tempo que tinha notado que o segurança do andar onde fica o escritório do meu namorado me devorava com os olhos toda vez que me via. Ele é um rapaz de uns 30 anos chamado Pablo, alto e moreno, mas era bem gordo e dava pra ver que tinha tido muitos problemas de acne. Eu sorria bem provocante pra ele e o máximo que tinha deixado foi mostrar meus peitos quando me aproximava e me abaixava na mesa dele com qualquer desculpa. Também tinha feito umas duas vezes fingir que não percebia que o elevador tinha aberto as portas, e que tinha me pegado de surpresa enquanto eu arrumava o liga das minhas meias, claro que com minha minissaia levantada até quase a cintura e mostrando todas as minhas pernas pra ele. Naquele dia meu namorado comentou que amanhã seria o último dia de trabalho do Pablo porque no prédio tinham decidido colocar câmeras de segurança e, por isso, iam mandar embora todos os seguranças de cada andar. No dia seguinte, aproveitando que era meu dia de folga no hotel onde trabalho e que meu namorado só ia chegar no escritório depois do almoço, me preparei pra dar uma boa "despedida" pro Pablito. Levantei bem cedo e depois de me banhar, resolvi vestir uma calcinha fio dental branca e um sutiã da mesma cor, por cima coloquei uma regatinha branca que marcava perfeitamente meus bicos e uma minissaia preta bem curta que mal cobre minha bunda, mas como é rodada, tenho que andar com muito cuidado. cuidado pra não subir aqui pra mim.Alejandra 2Coloquei uns saltos de 12cm, deixei o cabelo solto na altura dos ombros e saí decidida a me entregar pro jovem Pablito. No caminho pro escritório do meu namorado começaram minhas dificuldades, já que não tenho carro e tive que sair pra pegar um táxi. Como podem imaginar, enquanto esperava um táxi na esquina de casa, sentia que cada homem que passava me despia com o olhar (embora não tivesse muita roupa pra tirar), alguns até paravam me encarando e não faltaram os que se aproximavam pra falar coisas tipo "mamacita, você é uma puta gostosa" ou "vestida assim dá pra ver que você adora uma pica". Depois de uns 10 minutos passou um táxi vazio e, na hora de entrar, um senhor que estava parado ao meu lado me encarando esticou a mão, agarrou minha bunda e disse "você é uma puta deliciosa…" e saiu correndo.

O táxi era dirigido por um moleque de uns 20 anos e, assim que me viu, ficou impressionado com a minha roupa. Durante todo o trajeto ele não tirava os olhos das minhas pernas enquanto eu fingia distração e, como estava sentada no banco de trás, dava pra ver perfeitamente minha calcinha fio dental. Em cada semáforo ele se agarrava na pica por cima da calça e balançava a cabeça incrédulo com o que via. Quando finalmente chegamos no prédio onde fica o escritório do meu namorado, ele estacionou o táxi, se ajoelhou no banco, virou de frente pra mim e, puxando a pica pra fora da calça, começou a se masturbar enquanto dizia: "por favor, moça, não desce… por favor, ainda não…" Ele estava extasiado e dava pra ver que ia gozar logo. Eu sorri pra ele e me aproximei pra dar só uma chupadinha com a língua naquela pica que já ia explodir e, de fato, enquanto eu descia do táxi, ouvi ele gritando de prazer ao derramar o gozo "aaaaaaahhhh!!!!!!……" Eu já estava muito excitada com tudo que tinha acontecido desde que Peguei um táxi, então assim que cheguei no apartamento onde o Pablo estava, decidi meter a mão na massa. Quando a porta do elevador se abriu, o coitado do Pablo ficou com uma cara de espanto, sem acreditar no que tava vendo: a mulher que ele mais desejou estava parada na frente dele vestida como uma puta de verdade. Na hora, eu fui andando bem gostosa na direção dele, perguntando pelo meu namorado que, obviamente, não estava lá. E como o Pablo me disse que ele ia demorar pra chegar, falei que ia sentar um pouquinho pra ver se por acaso ele aparecia. O Pablo sentou na mesa dele sem tirar os olhos de mim nem por um segundo, e pelo movimento do braço dele dava pra ver claramente que ele tava segurando a pica por cima da calça, o que me deixou a mil por hora. Levantei e pedi pra ele me emprestar o telefone porque precisava fazer uma ligação urgente. O normal seria ele me passar o telefone e eu atender na frente da mesa dele, mas o que eu fiz foi me enfiar debaixo da mesa dele, bem perto da cadeira, e pegar o telefone ali. Pedi pra ele discar o número da minha casa sem ele saber, pra eu fingir que tava falando no telefone, já que na real o que eu queria era ficar colada nele. Quando eu tava parada do lado dele fingindo minha conversa, percebi a ereção enorme que dava pra ver através da calça, parecia que a pica dele ia furar o pano, quando na verdade era em mim que eu queria que ele enfiasse. Eu tava de pé de um jeito que minha bunda ficava a uns 10 centímetros da cara dele, e foi aí que o Pablo não aguentou mais e começou a passar a mão nas minhas nádegas com força. Ele se levantou, largou o telefone e foi pra cima de mim, esfregando a pica na minha bunda e agarrando meus peitos de um jeito bruto e selvagem. Eu fingia surpresa enquanto falava "Pablo… o que cê tá fazendo……. me solta……" embora na real minha bucetinha tivesse bem molhada e eu desejasse que ele me comesse naquele instante. "O que cê tá me fazendo........ se controla, pelo amor de Deus……" E ao mesmo tempo, eu rebolava a bunda. Para dar mais prazer. Ele, por sua vez, tava louco de tesão e não entendia razão, só ficava me beijando o pescoço e já tinha metido as mãos dentro da minha blusinha e apertava forte minhas tetas enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda, me dizendo "faz tempo que te desejo, sua puta safada, sempre se veste com essas minissaia pra me provocar, mas hoje você vai ser minha". Na hora ele me virou, ficando de frente um pro outro, e agora as mãos dele agarraram minhas nádegas enquanto procurava minha boca pra me beijar. Eu não deixava, porque queria continuar fingindo que não queria nada com ele e falava "não, Pablo... o senhor tá enganado, eu não sou assim... me solta, por favor" enquanto com a mão direita eu passava a mão no pauzão enorme que dava pra sentir. Pablo se afastou um pouco de mim só pra dizer "cala a boca, puta, dá pra ver na hora que você adora ser desejada e que adora levar pica, mas agora você vai chupar a minha...". Ele me pegou pelos ombros, me fazendo ajoelhar até ficar de frente pro volume enorme que fazia dentro da calça, e sem ele falar nada, eu soltei o pau dele e comecei a dar uns beijinhos e umas lambidas na cabeça da pica, que já tava prestes a explodir, enquanto dizia "eu não sei fazer isso... me solta, por favor... eu não gosto disso... eu não sou assim..." e comecei a chupar que nem uma desesperada. Eu tava tão molhada que, enquanto chupava aquele garrote lindo, comecei a ter um orgasmo delicioso, e só dava pra ouvir meus gemidos, que eram abafados pela pica que eu tava chupando. Pablo sentou na cadeira da mesa dele, eu me levantei e, puxando a calcinha fio dental pro lado, sozinha me sentei no pau dele, começando a cavalgar que nem uma puta faminta e louca pra ser comida. Ele tirou minha blusa e meu sutiã, me deixando só de minissaia, que já tava toda enrolada na minha cintura, e eu me apoiei nele, falando no ouvido dele entre um gemido e outro "cê gosta dessa buceta, né?... me mostra que eu te deixo louco". Louco… me mostra aquela vontade que sempre despertei em você… me come… sou sua… sou sua putinha…” Isso acabou de enlouquecer o Pablo, que, no meio de um grito, começou a despejar o leite dele dentro de mim, o que me fez ter outro orgasmo. Assim que ele terminou de se esvaziar, ficamos um momento deitados na cadeira dele, respirando ofegantes, mas percebi que o pau dele continuava duro como pedra, então comecei a me mexer em círculos devagar de novo. Ele, sem tirar o pau de dentro de mim, me carregou, eu enrolei minhas pernas na cintura dele e ele me levou pro sofá em frente à mesa, me colocou de quatro e começou a me comer de novo como um desesperado. Eu me sentia no paraíso, nunca ninguém tinha me tocado e, logo depois de me comer, começado a me foder de novo sem tirar o pau. Pra esquentar mais ele, eu dizia entre meus gemidos: “Para, Pablo, por favor… não continua mais… isso não tá certo… já, Pablito… tira teu pau de dentro de mim…”. Ele puxava meu cabelo com uma mão e com a outra segurava meus peitos, dizendo: “Toma, putinha… engole meu pau… você adora, né?… vou te comer até eu me saciar e vou gozar nos seus peitos lindos…”. Depois de uns 10 minutos me comendo nessa posição, ele me virou de barriga pra cima pra meter assim, enquanto mordia meus bicos. Eu tava louca de prazer quando veio meu próximo orgasmo, bem na hora em que o Pablo tirou o pau da minha buceta e colocou no meio dos meus peitos pra gritar: “Vou gozar, putinha… toma meu leite… esfrega meu pau nos seus peitões… tô gozandooooo!!!!!” Imediatamente, ele começou a soltar uma porrada de porra que espalhou por todos os meus peitões, chegando até no meu rosto e no meu cabelo. Eu, como toda puta profissional, comecei a limpar o pau dele com a boca, que agora tava murcho mas ainda pulsando e soltando leite, então engoli tudo sem derramar uma gota.vadiaLogo percebi que, surpreendentemente, a pica dele começou a subir de novo (dava pra ver que o Pablo não comia ninguém há muito tempo, ou melhor, que ele não acreditava que eu, a puta que ele tava comendo, tava ali com ele). Eu me assustei porque já não faltava muito pro meu namorado chegar no escritório dele (senão eu também teria continuado a foder o dia inteiro com ele). Então, aproveitando que o Pablo tava com os olhos semicerrados, peguei minha blusa, meu sutiã e minha bolsa e corri pro elevador, que felizmente abriu na hora. O Pablo levantou meio grogue, mas confuso por não sentir minha língua no pau dele, que já tava duro de novo, e me viu entrar no elevador. Instantes antes da porta fechar, tirei minha calcinha fio dental, mandei um beijo e joguei ela pra ele, pra ele ter uma lembrança minha. Já dentro do elevador, comecei a me limpar com a própria blusinha os restos de porra que tinham espalhado pelos meus peitos e no meu rosto. Enquanto rezava pra não encontrar meu namorado no elevador, pensava em como ia chegar em casa, já que vestida daquele jeito ia ter que encarar de novo a situação que vivi quando cheguei. De repente, tive uma ideia e liguei do meu celular pro meu namorado, dizendo que ia sair pra fazer umas compras e que precisava do carro dele, e que pra não ter que subir até o escritório, ele deixasse as chaves com o guarda do térreo do prédio. Ele respondeu e disse que justamente naquele momento tava chegando no prédio, que não tinha problema e que ia deixar as chaves com o seu Manuel, um senhor de uns 60 anos. Assim que desci do elevador, trombei com seu Manuel, que falou: "Seu namorado acabou de deixar as chaves do carro e fica tranquila… não comentei que a senhora esteve aqui". Eu perguntei como era possível ele lembrar que eu tinha subido umas 2 horas atrás, e ele respondeu me entregando as chaves: "Moça, é impossível não reparar numa gostosa como a senhora. Uma mulher tão gostosa como você, ainda mais quando anda vestida que nem uma verdadeira puta... e toma (me disse me dando um lenço) pra terminar de limpar o que tem no cabelo e a mancha na sua blusa..." Eu não consegui falar nada, ele tinha reparado que ainda tinha porra no meu cabelo e que a blusinha estava transparente de tão molhada que ficou com o mesmo sêmen que o Pablo tinha espalhado em mim, então também não falei nada quando ele começou a apertar meus peitos com uma mão enquanto com a outra segurava minha bunda e me dizia "por enquanto vai embora, parece que você já tomou uma boa dose de pica, outro dia você me paga o favor...

2 comentários - Alejandra 2

Esta bueno es parte zd las fantasias de todos
eres una puta y de las buenas para cuando el otro relato