De novo aqui pra contar uma aventura pra vocês. Como vocês lembram, sou uma garota que mora no México, adoro me vestir bem sexy e exibir meus atributos pra esquentar todos os homens em qualquer lugar que vou, mas só realizo as fantasias daqueles que eu considero que jamais teriam chance de ter uma garota como eu. Geralmente são senhores de uns 50 anos, gordos, carecas ou policiais, operários, pedreiros, motoristas, etc... Dessa vez fui visitar meu namorado no escritório dele e já tinha reparado há um tempo que o segurança do andar onde fica a sala do meu namorado me devorava com os olhos toda vez que me via. Ele é um rapaz de uns 30 anos chamado Pablo, alto e moreno, mas era bem gordo e dava pra ver que tinha tido muitos problemas de acne. Eu sorria bem provocante pra ele e o máximo que tinha deixado foi mostrar meus peitos ao me aproximar e me abaixar na mesa dele com qualquer desculpa. Também tinha feito umas duas vezes fingir que não percebia que o elevador tinha aberto as portas, e que fui pega de surpresa enquanto eu arrumava o liga das minhas meias, claro com minha minissaia levantada até quase a cintura, mostrando todas as minhas pernas pra ele. Naquele dia, meu namorado comentou que amanhã seria o último dia de trabalho do Pablo porque no prédio tinham decidido colocar câmeras de segurança e, por isso, iam mandar embora todos os seguranças de cada andar. No dia seguinte, aproveitando que era meu dia de folga no hotel onde trabalho e que meu namorado só ia chegar no escritório depois do almoço, me preparei pra dar uma boa "despedida" pro Pablito. Acordei bem cedo e depois de me lavar, resolvi vestir uma calcinha fio dental branca e um sutiã da mesma cor, por cima coloquei uma regatinha branca que marcava perfeitamente meus bicos e uma minissaia preta curtíssima que mal cobre minha bunda, mas como ela é rodada, tenho que andar com muito cuidado. cuidado pra não subir aqui.
Coloquei uns saltos de 12cm, deixei o cabelo solto na altura dos ombros e saí decidida a me entregar pro jovem Pablito. No caminho pro escritório do meu namorado começaram meus problemas, já que como não tenho carro, tive que sair pra pegar um táxi. Como podem imaginar, enquanto esperava um táxi na esquina de casa, sentia que cada homem que passava por mim me despia com o olhar (embora na real não tivesse muita roupa pra tirar), alguns até pararam na minha frente me encarando, e não faltaram os que se aproximavam pra falar coisas tipo "mamacita, você é uma puta gostosa" ou "vestida assim dá pra ver que você adora uma pica". Depois de uns 10 minutos passou um táxi vazio e na hora que eu ia entrar, um senhor que estava parado do meu lado me encarando esticou a mão, agarrou minha bunda e disse "você é uma puta deliciosa…" e saiu correndo.
O táxi era dirigido por um moleque de uns 20 anos e assim que me viu ficou impressionado com a minha roupa. Durante todo o trajeto ele não tirava os olhos das minhas pernas enquanto eu fingia que não via nada, e como eu estava sentada no banco de trás, dava pra ver perfeitamente minha calcinha fio dental. Em cada semáforo ele se agarrava na pica por cima da calça e balançava a cabeça sem acreditar no que tava vendo. Quando finalmente chegamos no prédio onde fica o escritório do meu namorado, ele estacionou o táxi, se ajoelhou no banco, virou de frente pra mim e, puxando a pica pra fora da calça, começou a se masturbar enquanto dizia: "por favor, moça, não desce… por favor, ainda não…" Ele tava extasiado e dava pra ver que ia gozar logo. Eu sorri pra ele e me aproximei pra dar só uma chupadinha com a língua naquela pica que já tava prestes a explodir e, de fato, enquanto eu descia do táxi, ouvi ele gritando de prazer ao derramar o leite: "aaaaaaahhhh!!!!!!……" Eu já tava muito excitada com tudo que tinha acontecido desde que Peguei um táxi, então assim que cheguei no apartamento onde o Pablo estava, decidi meter a mão na massa. Quando a porta do elevador se abriu, o coitado do Pablo ficou com uma cara de espanto, sem acreditar no que tava vendo: a mulher que ele mais desejou estava parada na frente dele, vestida como uma puta autêntica. Imediatamente, eu fui andando bem gostosa na direção dele, perguntando pelo meu namorado, que obviamente não estava lá. E como o Pablo me disse que ele ia demorar pra chegar, falei que ia sentar um pouco pra ver se por acaso ele aparecia. O Pablo sentou na mesa dele sem tirar os olhos de mim nem por um segundo, e pelo movimento do braço dele dava pra ver claramente que ele tava segurando a rola por cima da calça, o que me deixou a mil por hora. Levantei e pedi pra ele me emprestar o telefone porque precisava fazer uma ligação urgente. O normal seria ele me passar o telefone e eu atender na frente da mesa dele, mas o que eu fiz foi me enfiar dentro da mesa dele, bem perto da cadeira, e pegar o telefone ali. Pedi pra ele discar o número da minha casa sem ele saber, pra eu fingir que tava falando no telefone, já que na real o que eu queria era ficar colada nele. Quando eu tava parada do lado dele fingindo minha conversa telefônica, percebi a ereção monstra que aparecia pela calça dele, parecia que a rola ia furar o pano, quando na verdade era em mim que eu queria que ele furasse. Eu tava de pé de um jeito que minha bunda ficava a uns 10 centímetros da cara dele, e foi aí que o Pablo não aguentou mais e começou a passar a mão na minha bunda com força. Ele se levantou e, desligando o telefone, se jogou em cima de mim, esfregando a rola na minha bunda e agarrando meus peitos de um jeito bruto e selvagem. Eu fingia surpresa enquanto dizia: "Pablo... o que cê tá fazendo... me solta..." embora na real minha bucetinha tivesse bem molhada e eu quisesse que ele me comesse na hora. "O que cê tá me fazendo... se controla, pelo amor..." e ao mesmo tempo mexia minha bunda. pra dar mais prazer pra ele. Ele, por sua vez, tava louco de tesão e não entendia razão, só ficava me beijando o pescoço e já tinha metido as mãos pra dentro da minha blusinha e me agarrava com força as tetas enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda, me dizendo "faz tempo que te desejo, sua puta safada, sempre se veste com suas minissaias pra me provocar, mas hoje você vai ser minha". Na hora ele me virou, ficando de frente um pro outro, e agora as mãos dele se apossaram das minhas nádegas enquanto procurava minha boca pra me beijar. Eu não deixava, porque queria continuar fingindo que não queria nada com ele, e dizia "não, Pablo... o senhor tá enganado, eu não sou assim... me solta, por favor", enquanto com a mão direita eu esfregava o pauzão enorme que dava pra sentir. Pablo se afastou um pouco de mim só pra falar "cala a boca, puta, dá pra ver na hora que você adora ser desejada e que adora meter o pau, mas agora você vai chupar o meu...". Ele me pegou pelos ombros, me fazendo ajoelhar até ficar de frente pro volume enorme que fazia dentro da calça, e sem ele falar nada, eu soltei o pau dele e comecei a dar uns beijinhos e umas lambidas na cabeça do pau, que já tava prestes a explodir, enquanto dizia "eu não sei fazer isso... me solta, por favor... eu não gosto disso... eu não sou assim..." e comecei a chupar ele como uma desesperada. Eu tava tão molhada que, enquanto chupava aquele pedaço gostoso, comecei a ter um orgasmo delicioso, e só dava pra ouvir meus gemidos, que eram abafados pelo pau que eu tava chupando. Pablo sentou na cadeira da mesa dele, eu me levantei e, puxando a tanga pro lado, sozinha me sentei no pau dele, começando a cavalgar como uma verdadeira puta faminta e louca pra ser comida. Ele tirou minha blusa e meu sutiã, me deixando só de minissaia, que já tava toda enrolada na minha cintura, e eu me apoiei nele, falando no ouvido dele, entre um gemido e outro: "cê gosta dessa buceta, né?... me mostra que eu te deixo louco". Louco… me mostra a vontade que sempre despertei em você… me come… sou sua… sou sua puta…” Isso acabou de enlouquecer o Pablo que, no meio de um grito, começou a despejar o leite dele dentro de mim, o que fez eu ter outro orgasmo. Assim que ele terminou de se esvaziar, ficamos um momento deitados na cadeira dele respirando ofegantes, mas percebi que o pau dele continuava duro como pedra, então comecei a me mexer em círculos devagar de novo. Ele, sem tirar o pau de dentro de mim, me carregou, eu enrolei minhas pernas na cintura dele e ele me levou pro sofá na frente da escrivaninha, me colocou de quatro e começou a me comer de novo como um desesperado. Eu me sentia no paraíso, nunca tinha pego alguém que, logo depois de me comer, começasse a me foder de novo sem tirar o pau. Pra esquentar mais ele, eu dizia entre meus gemidos: “Para, Pablo, por favor… não continua mais… isso não tá certo… já, Pablito… tira teu pau de mim…”. Ele puxava meu cabelo com uma mão e com a outra segurava meus peitos, dizendo: “Toma, puta… engole meu pau… você adora, né?… vou te comer até me saciar e vou gozar nos seus peitos lindos…”. Depois de uns 10 minutos me comendo nessa posição, ele me virou de barriga pra cima pra meter assim enquanto mordia meus bicos. Eu tava louca de prazer quando veio meu próximo orgasmo bem na hora em que o Pablo tirou o pau da minha buceta e colocou no meio dos meus peitos pra gritar: “Vou gozar, puta… toma meu leite… esfrega teu pau nos seus peitões… tô gozando!!!!!” Imediatamente ele começou a soltar uma porrada de porra que espirrou por todos os meus peitões, alcançando até meu rosto e meu cabelo. Eu, como toda puta profissional, comecei a limpar o pau dele com a boca, que agora tava murcho mas ainda pulsando e soltando leite, então engoli tudo sem derramar uma gota.
Logo percebi que, surpreendentemente, a pica dele começou a subir de novo (dava pra ver que o Pablo não transava com ninguém há muito tempo ou que ele não acreditava que tava comendo justamente eu, a putinha). Eu me assustei porque não faltava muito pro meu namorado chegar no escritório dele (senão eu também teria continuado transando o dia inteiro com ele). Então, aproveitando que o Pablo tava com os olhos semicerrados, peguei minha blusa, meu sutiã e minha bolsa e corri pro elevador, que felizmente abriu na hora. O Pablo levantou meio lerdo, mas confuso por não sentir minha língua no pau dele, que já tava duro de novo, e me viu entrar no elevador. Instantes antes da porta fechar, tirei minha calcinha fio-dental e, dando um beijo, joguei pra ele, pra ele ter uma lembrança minha. Já dentro do elevador, comecei a limpar com minha própria blusinha os restos de porra que tinham espalhado pelos meus peitos e no meu rosto. Enquanto rezava pra não encontrar meu namorado no elevador e pensava em como ia chegar em casa, já que vestida desse jeito ia ter que encarar de novo a situação que vivi quando cheguei. De repente, tive uma ideia e liguei do meu celular pro meu namorado, dizendo que ia sair pra fazer umas compras e que precisava do carro dele, e que pra não ter que subir até o escritório, ele deixasse as chaves com o guarda que tava no térreo do prédio. Ele respondeu e disse que justamente naquele momento tava chegando no prédio e que não tinha problema, e que deixaria as chaves com o seu Manuel, um senhor de uns 60 anos. Assim que desci do elevador, encontrei o seu Manuel, que me disse: "Seu namorado acabou de deixar as chaves do carro e pode ficar tranquila... não comentei que a senhora esteve aqui". Eu perguntei como era possível ele lembrar que eu tinha subido umas 2 horas atrás, e ele respondeu me entregando as chaves: "Moça, é impossível não reparar numa gostosa como a senhora. Uma mulher tão gostosa como você, ainda mais quando anda vestida que nem uma verdadeira puta... e toma (me disse me dando um lenço) pra terminar de limpar o que tem no cabelo e a mancha na sua blusa..." Eu não consegui falar nada, ele tinha reparado que ainda tinha porra no meu cabelo e que a blusinha tava transparente de tão molhada que ficou com o mesmo sêmen que o Pablo tinha espalhado em mim, então também não falei nada quando ele começou a pegar nas minhas tetas com uma mão enquanto com a outra agarrava minha bunda e me dizia "por enquanto já vai, parece que você já tomou uma boa dose de pica, outro dia você me paga o favor...
Coloquei uns saltos de 12cm, deixei o cabelo solto na altura dos ombros e saí decidida a me entregar pro jovem Pablito. No caminho pro escritório do meu namorado começaram meus problemas, já que como não tenho carro, tive que sair pra pegar um táxi. Como podem imaginar, enquanto esperava um táxi na esquina de casa, sentia que cada homem que passava por mim me despia com o olhar (embora na real não tivesse muita roupa pra tirar), alguns até pararam na minha frente me encarando, e não faltaram os que se aproximavam pra falar coisas tipo "mamacita, você é uma puta gostosa" ou "vestida assim dá pra ver que você adora uma pica". Depois de uns 10 minutos passou um táxi vazio e na hora que eu ia entrar, um senhor que estava parado do meu lado me encarando esticou a mão, agarrou minha bunda e disse "você é uma puta deliciosa…" e saiu correndo.O táxi era dirigido por um moleque de uns 20 anos e assim que me viu ficou impressionado com a minha roupa. Durante todo o trajeto ele não tirava os olhos das minhas pernas enquanto eu fingia que não via nada, e como eu estava sentada no banco de trás, dava pra ver perfeitamente minha calcinha fio dental. Em cada semáforo ele se agarrava na pica por cima da calça e balançava a cabeça sem acreditar no que tava vendo. Quando finalmente chegamos no prédio onde fica o escritório do meu namorado, ele estacionou o táxi, se ajoelhou no banco, virou de frente pra mim e, puxando a pica pra fora da calça, começou a se masturbar enquanto dizia: "por favor, moça, não desce… por favor, ainda não…" Ele tava extasiado e dava pra ver que ia gozar logo. Eu sorri pra ele e me aproximei pra dar só uma chupadinha com a língua naquela pica que já tava prestes a explodir e, de fato, enquanto eu descia do táxi, ouvi ele gritando de prazer ao derramar o leite: "aaaaaaahhhh!!!!!!……" Eu já tava muito excitada com tudo que tinha acontecido desde que Peguei um táxi, então assim que cheguei no apartamento onde o Pablo estava, decidi meter a mão na massa. Quando a porta do elevador se abriu, o coitado do Pablo ficou com uma cara de espanto, sem acreditar no que tava vendo: a mulher que ele mais desejou estava parada na frente dele, vestida como uma puta autêntica. Imediatamente, eu fui andando bem gostosa na direção dele, perguntando pelo meu namorado, que obviamente não estava lá. E como o Pablo me disse que ele ia demorar pra chegar, falei que ia sentar um pouco pra ver se por acaso ele aparecia. O Pablo sentou na mesa dele sem tirar os olhos de mim nem por um segundo, e pelo movimento do braço dele dava pra ver claramente que ele tava segurando a rola por cima da calça, o que me deixou a mil por hora. Levantei e pedi pra ele me emprestar o telefone porque precisava fazer uma ligação urgente. O normal seria ele me passar o telefone e eu atender na frente da mesa dele, mas o que eu fiz foi me enfiar dentro da mesa dele, bem perto da cadeira, e pegar o telefone ali. Pedi pra ele discar o número da minha casa sem ele saber, pra eu fingir que tava falando no telefone, já que na real o que eu queria era ficar colada nele. Quando eu tava parada do lado dele fingindo minha conversa telefônica, percebi a ereção monstra que aparecia pela calça dele, parecia que a rola ia furar o pano, quando na verdade era em mim que eu queria que ele furasse. Eu tava de pé de um jeito que minha bunda ficava a uns 10 centímetros da cara dele, e foi aí que o Pablo não aguentou mais e começou a passar a mão na minha bunda com força. Ele se levantou e, desligando o telefone, se jogou em cima de mim, esfregando a rola na minha bunda e agarrando meus peitos de um jeito bruto e selvagem. Eu fingia surpresa enquanto dizia: "Pablo... o que cê tá fazendo... me solta..." embora na real minha bucetinha tivesse bem molhada e eu quisesse que ele me comesse na hora. "O que cê tá me fazendo... se controla, pelo amor..." e ao mesmo tempo mexia minha bunda. pra dar mais prazer pra ele. Ele, por sua vez, tava louco de tesão e não entendia razão, só ficava me beijando o pescoço e já tinha metido as mãos pra dentro da minha blusinha e me agarrava com força as tetas enquanto esfregava o pau dele na minha bunda toda, me dizendo "faz tempo que te desejo, sua puta safada, sempre se veste com suas minissaias pra me provocar, mas hoje você vai ser minha". Na hora ele me virou, ficando de frente um pro outro, e agora as mãos dele se apossaram das minhas nádegas enquanto procurava minha boca pra me beijar. Eu não deixava, porque queria continuar fingindo que não queria nada com ele, e dizia "não, Pablo... o senhor tá enganado, eu não sou assim... me solta, por favor", enquanto com a mão direita eu esfregava o pauzão enorme que dava pra sentir. Pablo se afastou um pouco de mim só pra falar "cala a boca, puta, dá pra ver na hora que você adora ser desejada e que adora meter o pau, mas agora você vai chupar o meu...". Ele me pegou pelos ombros, me fazendo ajoelhar até ficar de frente pro volume enorme que fazia dentro da calça, e sem ele falar nada, eu soltei o pau dele e comecei a dar uns beijinhos e umas lambidas na cabeça do pau, que já tava prestes a explodir, enquanto dizia "eu não sei fazer isso... me solta, por favor... eu não gosto disso... eu não sou assim..." e comecei a chupar ele como uma desesperada. Eu tava tão molhada que, enquanto chupava aquele pedaço gostoso, comecei a ter um orgasmo delicioso, e só dava pra ouvir meus gemidos, que eram abafados pelo pau que eu tava chupando. Pablo sentou na cadeira da mesa dele, eu me levantei e, puxando a tanga pro lado, sozinha me sentei no pau dele, começando a cavalgar como uma verdadeira puta faminta e louca pra ser comida. Ele tirou minha blusa e meu sutiã, me deixando só de minissaia, que já tava toda enrolada na minha cintura, e eu me apoiei nele, falando no ouvido dele, entre um gemido e outro: "cê gosta dessa buceta, né?... me mostra que eu te deixo louco". Louco… me mostra a vontade que sempre despertei em você… me come… sou sua… sou sua puta…” Isso acabou de enlouquecer o Pablo que, no meio de um grito, começou a despejar o leite dele dentro de mim, o que fez eu ter outro orgasmo. Assim que ele terminou de se esvaziar, ficamos um momento deitados na cadeira dele respirando ofegantes, mas percebi que o pau dele continuava duro como pedra, então comecei a me mexer em círculos devagar de novo. Ele, sem tirar o pau de dentro de mim, me carregou, eu enrolei minhas pernas na cintura dele e ele me levou pro sofá na frente da escrivaninha, me colocou de quatro e começou a me comer de novo como um desesperado. Eu me sentia no paraíso, nunca tinha pego alguém que, logo depois de me comer, começasse a me foder de novo sem tirar o pau. Pra esquentar mais ele, eu dizia entre meus gemidos: “Para, Pablo, por favor… não continua mais… isso não tá certo… já, Pablito… tira teu pau de mim…”. Ele puxava meu cabelo com uma mão e com a outra segurava meus peitos, dizendo: “Toma, puta… engole meu pau… você adora, né?… vou te comer até me saciar e vou gozar nos seus peitos lindos…”. Depois de uns 10 minutos me comendo nessa posição, ele me virou de barriga pra cima pra meter assim enquanto mordia meus bicos. Eu tava louca de prazer quando veio meu próximo orgasmo bem na hora em que o Pablo tirou o pau da minha buceta e colocou no meio dos meus peitos pra gritar: “Vou gozar, puta… toma meu leite… esfrega teu pau nos seus peitões… tô gozando!!!!!” Imediatamente ele começou a soltar uma porrada de porra que espirrou por todos os meus peitões, alcançando até meu rosto e meu cabelo. Eu, como toda puta profissional, comecei a limpar o pau dele com a boca, que agora tava murcho mas ainda pulsando e soltando leite, então engoli tudo sem derramar uma gota.
Logo percebi que, surpreendentemente, a pica dele começou a subir de novo (dava pra ver que o Pablo não transava com ninguém há muito tempo ou que ele não acreditava que tava comendo justamente eu, a putinha). Eu me assustei porque não faltava muito pro meu namorado chegar no escritório dele (senão eu também teria continuado transando o dia inteiro com ele). Então, aproveitando que o Pablo tava com os olhos semicerrados, peguei minha blusa, meu sutiã e minha bolsa e corri pro elevador, que felizmente abriu na hora. O Pablo levantou meio lerdo, mas confuso por não sentir minha língua no pau dele, que já tava duro de novo, e me viu entrar no elevador. Instantes antes da porta fechar, tirei minha calcinha fio-dental e, dando um beijo, joguei pra ele, pra ele ter uma lembrança minha. Já dentro do elevador, comecei a limpar com minha própria blusinha os restos de porra que tinham espalhado pelos meus peitos e no meu rosto. Enquanto rezava pra não encontrar meu namorado no elevador e pensava em como ia chegar em casa, já que vestida desse jeito ia ter que encarar de novo a situação que vivi quando cheguei. De repente, tive uma ideia e liguei do meu celular pro meu namorado, dizendo que ia sair pra fazer umas compras e que precisava do carro dele, e que pra não ter que subir até o escritório, ele deixasse as chaves com o guarda que tava no térreo do prédio. Ele respondeu e disse que justamente naquele momento tava chegando no prédio e que não tinha problema, e que deixaria as chaves com o seu Manuel, um senhor de uns 60 anos. Assim que desci do elevador, encontrei o seu Manuel, que me disse: "Seu namorado acabou de deixar as chaves do carro e pode ficar tranquila... não comentei que a senhora esteve aqui". Eu perguntei como era possível ele lembrar que eu tinha subido umas 2 horas atrás, e ele respondeu me entregando as chaves: "Moça, é impossível não reparar numa gostosa como a senhora. Uma mulher tão gostosa como você, ainda mais quando anda vestida que nem uma verdadeira puta... e toma (me disse me dando um lenço) pra terminar de limpar o que tem no cabelo e a mancha na sua blusa..." Eu não consegui falar nada, ele tinha reparado que ainda tinha porra no meu cabelo e que a blusinha tava transparente de tão molhada que ficou com o mesmo sêmen que o Pablo tinha espalhado em mim, então também não falei nada quando ele começou a pegar nas minhas tetas com uma mão enquanto com a outra agarrava minha bunda e me dizia "por enquanto já vai, parece que você já tomou uma boa dose de pica, outro dia você me paga o favor...
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