O calor daquela noite de agosto era insuportável. Depois de quase duas horas tentando em vão pegar no sono na minha cama, decidi me levantar pra beber algo gelado. Era tarde, o relógio da sala já tinha batido as 3 há um tempão. Depois de sair do meu quarto, percebi que pelas frestas da porta do quarto onde minha mãe dormia, saía uma luz fraca, mas artificial. Minha mãe com certeza também não conseguia dormir por causa do calor. Desci até a cozinha, me refresquei com um pouco de água e voltei pro quarto, mas antes de entrar, ouvi gemidos que vinham do quarto da minha mãe. Esperei uns instantes antes de entrar no meu quarto e pude ouvir como esses gemidos foram se transformando em suspiros desenfreados e até alguns gritos chegaram aos meus ouvidos. Não tinha outra explicação, minha mãe estava se dando uma punheta feminina como nenhuma outra.
Meu nome é Juan Diego, moro nos arredores de Cádiz, numa cidade litorânea. Minha família é daquelas destruídas pelo trabalho: meu pai, Juan, de 52 anos, por ser capitão de barco, passa metade do ano fora de casa; minha mãe, Ana, de 45, dona de casa, sobrevive mal por causa do abandono que sente que é obrigada a suportar; o resto da família somos eu e meu irmão, Pedro, de 25 anos, que por necessidade familiar trabalha com meu pai no barco, e eu, de 16, que, estando no meu despertar sexual, divido as horas do dia ora estudando, ora batendo uma punheta.
Minha mãe é uma daquelas senhoras de idade que escondem mais do que aparentam. Embora seu busto já volumoso seja algo que salta aos olhos, ela sempre se veste muito recatada (normal pra gente de cidade pequena), mas qualquer sortudo que a tenha visto no verão com seu biquíni pode confirmar como minha mãe é gostosa, com seus 1,76 de altura, seus 135 de busto, suas ancas largas e sua bunda empinada, e suas pernas esbeltas. Morena de pele e cabelos, seus olhos verde-mar, seus lábios grossos e vermelhos… só quem convive com ela sabe que tipo de mulher é. se esconde atrás dessa vestimenta retrógrada. Como grande entusiasta do mundo pornográfico, sempre me lembrou, salvando as devidas proporções, da atriz gibraltariana Ava Addams. Embora minha mãe, se for pra comparar, seja mais alta, tenha a bunda maior e os quadris mais largos, e tenha mais ruguinhas no rosto, que a tornam ainda mais MILF do que a atriz mencionada.
Ocasionalmente, eu tinha ouvido meus pais transando. Sempre imaginei que a vida sexual dos meus pais devia se resumir a uma rapidinha e tchau; também pensei muitas vezes em como minha mãe viveria, sexualmente falando, aqueles longos períodos de ausência do meu pai… mas nunca imaginei que minha mãe realmente precisasse de punheta pra suprir as necessidades que meu pai não conseguia cobrir. Naquela noite, minha mãe, a recatada, a certinha, a santa, tava se dedando e tinha gozado entre gritos e soluços, sem se importar que, no silêncio da noite, o filho de 16 anos, que dormia no quarto ao lado e tava no despertar sexual, pudesse ouvir.
Aquela ideia da minha mãe enfiando o próprio dedo e aquele orgasmo tão apaixonado, junto com minha mente adolescente ainda bagunçada, me marcaram fundo e despertaram os desejos e instintos mais profundos. Corri pro meu quarto e lá, em homenagem àquela mulherão que era minha mãe, me presenteei com uma das melhores punhetas que lembro.
A partir daquele momento, mudou radicalmente o conceito que eu tinha da minha mãe; era uma mulher fogosa com certeza, cuja libido tava presa igual um tigre e que, por causa da situação, só podia sair naquelas longas noites de solidão. Decidi investigar mais pra saber até que ponto minha mãe precisava de sexo extra além do que meu pai dava, e não demorei a descobrir que aquelas punhetas se repetiam quase toda noite. E até mais de uma vez, ao voltar da praia pra casa ao meio-dia, peguei minha mãe no quarto, ofegante e suada, com os botões da camisola meio desabotoada e a saia levantada, deixando ver os joelhos dela. Ela sempre me dava alguma desculpa esfarrapada pra justificar aquele estado.
Logo minhas suspeitas se confirmaram; uma manhã que minha mãe saiu pra ir ao mercado, decidi ir mais longe e revirei as gavetas do criado-mudo dela. Minha surpresa foi enorme ao descobrir que minha mãe escondia roupas íntimas extremamente sexy: calcinhas de renda de várias cores, sutiãs combinando, até duas ou três tangas bem escondidas no fundo de uma das gavetas. Imaginar aquela mulher que eu tinha como mãe usando aquela lingerie me deixou num estado de tesão tão grande que ali mesmo eu tirei minha piroca dura e, com a imagem da minha mãe vestindo aquelas roupas lascivas, me masturbei até gozar que nem um louco.
Mas ainda tinha mais: sapatos de salto preto, vermelho, branco; botas de cano alto e saltos finíssimos; sandálias de verão e de salto bem provocantes; tudo escondido no guarda-roupa dela em caixas de sapato e colocado atrás de um monte de outras caixas que tinham as alpargatas, pantufas e sapatos quase ortopédicos que ela usava sempre. Camisolas transparentes de tule, meias de muitas cores, e até descobri, entre as roupas antiquadas dela, um conjunto de saia e corpete de couro.
Não acreditava no que tinha descoberto. Quanta safadeza minha mãe escondia entre aquelas quatro paredes do quarto dela! Eu tinha que descobrir essa cara dupla que minha mãe escondia da gente, tinha que ver aquela mulher madura vestida com aqueles saltos e aquela lingerie. Decidi colocar no quarto dela minha câmera de vídeo digital. [Sou fã de reprografia e me orgulho de ter uma dessas câmeras com bluetooth, de forma que do PC do meu quarto posso controlá-la do meu jeito]. Coloquei a câmera no alto do guarda-roupa, que fica aos pés da cama; apontei a câmera pra cama e fui pro meu quarto, de onde, pelo PC, conferi que tudo aparecia perfeitamente.
Quando chegou a Noite, fui me deitar relativamente cedo, deixando minha mãe vendo TV na sala. Eu estava vestindo uma camisola de manga longa branca e uma saia marrom, que nem chegavam perto do que estava escondido no armário dela. No meu quarto, liguei o PC e deixei a tela em modo de espera com o visor da câmera, de forma que eu via a cama dos meus pais sem nenhum problema.
Minha mãe não demorou a chegar no quarto dela. Depois de se deitar na cama, ainda com aquela roupa feia, ela enfiou a mão debaixo do colchão e, depois de um tempo fuçando, tirou uns recortes de revista que escondia; o zoom da câmera me permitiu ver que eram revistas de conteúdo erótico. Então aconteceu o que eu esperava: minha mãe sumiu do plano da câmera e voltou para a cama... mas dessa vez tinha trocado aquela roupa horrível por uma tanga vermelha cujo fio dental se perdia entre as massas brancas da bunda enorme dela, combinando com um sutiã da mesma cor que mal cobria todo o volume dos peitos enormes e pálidos dela, umas meias também vermelhas que iam até as coxas brancas da minha mãe, e uns sapatos de salto alto vermelhos e altíssimos estilo sandália. Ela estava impressionante. Minha pica, diante daquela gostosa madura que aparecia na tela do monitor, não ficou indiferente e atingiu o máximo esplendor em poucos segundos. Mas eu queria esperar para ver o que minha mãe ia fazer antes de gozar. Minha mãe se deitou na cama de novo; murmurava algo que não dava para ouvir... ajustei o volume da minha câmera no máximo e ouvi:
- Você quer foder essa puta, né? Veio para comer essa vadiazinha pelo cu?
Aquele vocabulário eu nunca tinha ouvido dos lábios da minha mãe. Depois de dizer isso, ela ficou de quatro na cama, mostrando toda a bunda enorme para a câmera, atravessada bem no meio pelo fio dental da tanga.Tá vendo a buceta? Tá vendo como ela pulsa de tão tarada que tá, meu amor?– Ela colocou o dedo do meio na entrada da buceta e foi enfiando devagarzinho enquanto soluçava de tesão –Aaaaiii! Quer me foder no cu, né, tesouro?–
Então, entre soluços e gemidos, quase como um sussurro, ela soltou algo inesperado e impressionante, algo que gelou minha alma, algo que nem nos meus desejos mais profundos e tortuosos eu teria imaginado.Juaaaanitooooo(assim minha mãe me chamava)o que você tá fazendo no meu cu, neném,… com esse teu pauzão,… o que você tá fazendo com a raba da sua mamãe!!,¡¡¡amor, filho meuoooooo, que teu chuchu já tá grandão demais… e tá arrebentando minha bunda, meu amoooooorrrrrrrrrr!!–
¡¡¡Minha mãe estava se masturbando aquela bunda maravilhosa dela pensando que o filho dela, eu, tava comendo ela por trás!!! Eu fiquei pasmo, sem saber como reagir diante de tanto tesão e tanta perversidade.
Minha mãe continuava se esfregando gostoso na bunda dela com o dedo, de quatro, com as coxas bem abertas e o dedo do meio entrando e saindo a toda velocidade do cu dela. Ela continuava fazendo referências a mim:¡¡¡¡UHF, filho da minha alma, que você tá me arrombando o cu em dois!!!!!, ¡¡¡¡¡Mamãe tá gozando igual uma puta com seu pauzão no rabão dela, meu filho!!!! ¡¡¡¡Quer que sua mamãe goze enquanto você come ela pelo cu, né meu tesouro?!!!! ¡¡¡¡Aiii meu Juanito, que safado você é, metendo na sua mamãe pelo cu!!!....–
… E continuava dizendo umas barbaridades daquelas, quase sussurrando, enquanto enfiava o dedo no próprio cu. Num instante saí da minha catatonia e me toquei do que tava rolando: minha mãe, aquela que todo mundo achava que era beata, aproveitava as noites de solidão pra se vestir com essas roupas e se masturbar o cu pensando no filho de 16 anos!! Essa ideia acabou de fritar minha mente… e meu pau, que já tava duro fazia quase dez minutos. Explodi num orgasmo tão absurdo que não consegui segurar os gritos enquanto meu pau cuspia jorros e jorros de porra que encharcaram a tela do PC.
Felizmente minha mãe tava tão vidrada na própria punheta que nem percebeu meus gemidos. Ela continuava ali, mostrando aquele rabão imenso pra câmera, com os sapatos vermelhos cujos saltos apontavam, desafiadores, pra câmera, as meias vermelhas e a calcinha fio dental vermelha com o lacinho puxado pra fora da bunda direita daquele cuzão. O ritmo da masturbação anal só aumentava, no compasso do squish-squish dos fluidos que iam escorrendo do cu e da buceta da minha mãe.
De repente ela começou a rebolar a cintura e a bunda, como se só com o dedo já não fosse suficiente. Ficou assim por um minuto até que o vai e vem daquele rabão foi se transformando num estado de choque no corpo inteiro… a cabeça dela balançava pra lá e pra cá; a mão esquerda, que tava apoiada na cama, apertava os lençóis como se eles quisessem fugir; os peitões, que até agora eu não conseguia ver por causa da posição dela, apareciam, apertados naquele sutiã vermelho, a cada investida de cada lado do corpo; a bunda já não seguia um padrão, mas num instante se mexia da direita pra esquerda, noutro de trás pra frente, e num terceiro, fazendo círculos em cima da mão direita… tudo isso acompanhado de gemidos e lamentos, entre os quais de vez em quando escapava algo sobre meu pau entrando no A bunda dela. Logo o clímax ia chegar pra ela…:¡¡¡ Tô gozandooooooo, filho da minha vida, que delícia que você me fez sentirrrrrrrrrrrr!!! ¡¡¡¡AAAAAAIIIII que prazerzão você deu com esse pauzão pra essa putinha que tem como mãe!!!! ¡¡¡¡Meu cuzão, Juanito da minha alma, meu cuzãooooooooooo!!!— isso ela já dizia quase gritando e esquecendo completamente que eu não estava ali com ela, mas dormindo no quarto ao lado —Porra, Juanito meu, tua mãe, que gozaaa com teu pau no cu dela, meu amor... MEU CUUUUU JUANITO, TÔ GOZANDOOOO OOOOOOOOOOOOO….. JÁ TÔ GOZANDO ENQUANTO VOCÊ ME COME NESSE RABÃO GIGANTEEEEEE OOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOO JUANITO OOOOOOOAAGGGGG GGGGGGGGGGGG TÔ GOZANDOOOOOOOOOOOOOOOO AGGGGGGGGG…… AAAAAAHHHHHHAHH HHHAHHHHHAHHHHHHHHHHHH!!!!Após um orgasmo violento, ela ficou deitada de bruços na cama, ainda com a bunda empinada, mostrando tudo pra câmera, de olhos fechados e respiração ofegante.
Depois de alguns segundos, ela se recuperou, ajeitou a fio-dental, se levantou da cama e, balançando os peitos, que agora apareciam por inteiro pra câmera, sumiu de novo do ângulo da filmagem pra voltar logo depois vestindo aquela roupa vagabunda. Deitou, apagou a luz e foi dormir... como se o que acabasse de rolar fosse a coisa mais normal do mundo.
Desde aquela noite, nunca mais olhei pra aquela mulher como minha mãe.
Eu tinha um plano e ia conseguir: precisava despertar a libido dela; fazer ela enxergar que podia curtir o sexo sem precisar apelar pra imaginação. Tinha decidido libertar toda a luxúria que estava presa, por causa da mentalidade atrasada dela e do encaixotamento da sociedade naqueles povoados de pescadores, tão presos nos ideais machistas, mais típicos de séculos passados.
Não seria tarefa fácil, isso é certo. Romper 45 anos de educação quase paleolítica num piscar de olhos seria impossível. Tudo teria que ser orquestrado aos poucos, quase sem ela perceber o progresso, nem notar que estava deixando pra trás o papel de santinha e se transformando numa puta de verdade. Matéria-prima pra começar, tinha.
Já conhecia o segredo dela. Ela, porém, não sabia que eu tinha descoberto. Ia jogar com essa vantagem. Me sentia sujo. Ia usar a fraqueza da minha mãe a meu favor. Mesmo que só no começo. Porque o objetivo final era a libertação dela. O despertar.
Ouvi ela se mexendo na cozinha. Eram dez da manhã.
Saí do quarto vestindo uma cueca branca justa, com o peito nu. Meu corpo não tem nada de atraente que chame atenção. Na real, me acho muito infantil: magro, meio desengonçado, com cara de garoto, imberbe. Os pelos pubianos são só um penugem no meu pau, sem nada no resto do corpo.
Meu pau, por outro lado, é o oposto total: se desenvolveu de um jeito incrível no último ano, chegando a 21 centímetros mole e batendo 29 centímetros duro. Não muito grosso, mas com uma cabeça grande em formato de cogumelo.
O primeiro passo era tornar a convivência comigo insuportável pra ela. Eu precisava manter ela num estado de excitação constante. Um estado que a obrigasse a se masturbar toda noite, sem escapatória. Minha câmera escondida ia testemunhar tudo.
— Nossa, que noite quente, hein? Conseguiu dormir, mãe? — Da soleira da porta da cozinha, vi ela de costas, na frente do fogão. Aquela saia marrom que cobria abaixo dos joelhos, aquelas alpargatas cinza de ficar em casa, aquela blusa bege de manga até o cotovelo, não faziam justiça à gostosa que as vestia. O cabelão preto dela tava escondido num lenço azul amarrado debaixo do coque.
— Sim, filho. Você sabe que quando seu pai não tá, eu descanso melhor — respondeu sem se virar — Os roncos dele são insuportáveis.
— Quando é que falam na cooperativa que eles voltam?
— No fim de agosto. Talvez antes. — Agora sim ela se virou e pôde ver que eu tava só de cueca — JUANITO! Dá pra você se vestir, por favor?
— Tá calor, mãe.
O rosto dela ficou todo vermelho. Não ousava olhar diretamente nos meus olhos, e ficava desviando o olhar de um lado pro outro.
— Já mandei você colocar uma roupa, sem-vergonha.
— Melhor eu tomar um banho na banheira, mãe. Pra ver se refresco.
A masturbação tava garantida.
Deixei a porta ligeiramente aberta. Enchi a banheira de água morna e me estiquei todo, de costas pra porta. Nessa posição, não dava pra ver diretamente a entrada do banheiro, mas o ângulo da porta refletia no espelho da pia. Ela podia me ver; e eu podia ver ela sem que ela percebesse que eu tava de olho. Eu observava. Ficava na dúvida se ela ia aparecer ou não.
Comecei a me masturbar. Lembrava do que rolou na noite anterior: aquela mulherzona no cio, toda vestida daquele jeito, aquela masturbação anal inacreditável, aquele par de melões, aquela rabuda atravessada pelo fio da tanga, aquele dedo entrando e saindo do cu dela, aqueles gemidos e choramingos dirigidos a mim... A pica logo chegou nos seus 29 centímetros, com a cabeça toda exposta e vermelha. Eu acariciava ela, imaginando que eram os dedos da minha mãe que estavam fazendo o serviço de punheta.
Uma olhada rápida no espelho confirmou minhas suspeitas. Lá estava ela. Furtiva. Agachada, atrás da porta, com o narizinho e os olhões verdes espiando pela fresta.
Ia dar um show pra ela poder curtir na calada da noite no quarto dela: peguei o pau com as duas mãos e fui masturbando devagar, mas mostrando, a cada descida do prepúcio, o cogumelão.
- OHHHH!! Quer bater uma pra esse pauzão? - falei, sem me referir diretamente a ela - Queria ter ele só pra você, meu amor? AAAAAHHHHH É todo seu... pra você poder aproveitar MMMMMM AAAAHHHHH Olha como ele tá... por sua causa... por causa das suas tetonas AAAAHHHHH VOU GOZAR NAS SUAS TETAS!!! AAHHH VOCÊ QUERIA PEGAR ELE COM AS DUAS MÃOS?? E TIRAR A PORRA DELE?? OOOOOOHH FAZ ISSO COM AS DUAS MÃOS. ASSIM OOOOOOHHHH EU ADORO QUANDO VOCÊ SEGURA ELE ASSIM... COM AS DUAS MÃOS... ME DÁ UM TESÃO, AAAA AHHHHHH OOOOHHHHHH. TÔ GOZANDO... TÔ GOZANDOOOO PEGA MEU LEITEEEE AAGHHHHHHHHGGGG OOOOOOOOOOHHHHHHHHHHH
Gozei pra caralho. Vários jatos saíram voando pra todo lado. No fim, fiquei exausto na banheira.
Olhei pro espelho. Ela ainda estava lá, com os olhos arregalados, o rosto todo vermelho e a boca escancarada... Quando fiz menção de me levantar, ela se recompos e saiu na surdina do banheiro.
Meu nome é Juan Diego, moro nos arredores de Cádiz, numa cidade litorânea. Minha família é daquelas destruídas pelo trabalho: meu pai, Juan, de 52 anos, por ser capitão de barco, passa metade do ano fora de casa; minha mãe, Ana, de 45, dona de casa, sobrevive mal por causa do abandono que sente que é obrigada a suportar; o resto da família somos eu e meu irmão, Pedro, de 25 anos, que por necessidade familiar trabalha com meu pai no barco, e eu, de 16, que, estando no meu despertar sexual, divido as horas do dia ora estudando, ora batendo uma punheta.
Minha mãe é uma daquelas senhoras de idade que escondem mais do que aparentam. Embora seu busto já volumoso seja algo que salta aos olhos, ela sempre se veste muito recatada (normal pra gente de cidade pequena), mas qualquer sortudo que a tenha visto no verão com seu biquíni pode confirmar como minha mãe é gostosa, com seus 1,76 de altura, seus 135 de busto, suas ancas largas e sua bunda empinada, e suas pernas esbeltas. Morena de pele e cabelos, seus olhos verde-mar, seus lábios grossos e vermelhos… só quem convive com ela sabe que tipo de mulher é. se esconde atrás dessa vestimenta retrógrada. Como grande entusiasta do mundo pornográfico, sempre me lembrou, salvando as devidas proporções, da atriz gibraltariana Ava Addams. Embora minha mãe, se for pra comparar, seja mais alta, tenha a bunda maior e os quadris mais largos, e tenha mais ruguinhas no rosto, que a tornam ainda mais MILF do que a atriz mencionada.
Ocasionalmente, eu tinha ouvido meus pais transando. Sempre imaginei que a vida sexual dos meus pais devia se resumir a uma rapidinha e tchau; também pensei muitas vezes em como minha mãe viveria, sexualmente falando, aqueles longos períodos de ausência do meu pai… mas nunca imaginei que minha mãe realmente precisasse de punheta pra suprir as necessidades que meu pai não conseguia cobrir. Naquela noite, minha mãe, a recatada, a certinha, a santa, tava se dedando e tinha gozado entre gritos e soluços, sem se importar que, no silêncio da noite, o filho de 16 anos, que dormia no quarto ao lado e tava no despertar sexual, pudesse ouvir.
Aquela ideia da minha mãe enfiando o próprio dedo e aquele orgasmo tão apaixonado, junto com minha mente adolescente ainda bagunçada, me marcaram fundo e despertaram os desejos e instintos mais profundos. Corri pro meu quarto e lá, em homenagem àquela mulherão que era minha mãe, me presenteei com uma das melhores punhetas que lembro.
A partir daquele momento, mudou radicalmente o conceito que eu tinha da minha mãe; era uma mulher fogosa com certeza, cuja libido tava presa igual um tigre e que, por causa da situação, só podia sair naquelas longas noites de solidão. Decidi investigar mais pra saber até que ponto minha mãe precisava de sexo extra além do que meu pai dava, e não demorei a descobrir que aquelas punhetas se repetiam quase toda noite. E até mais de uma vez, ao voltar da praia pra casa ao meio-dia, peguei minha mãe no quarto, ofegante e suada, com os botões da camisola meio desabotoada e a saia levantada, deixando ver os joelhos dela. Ela sempre me dava alguma desculpa esfarrapada pra justificar aquele estado.
Logo minhas suspeitas se confirmaram; uma manhã que minha mãe saiu pra ir ao mercado, decidi ir mais longe e revirei as gavetas do criado-mudo dela. Minha surpresa foi enorme ao descobrir que minha mãe escondia roupas íntimas extremamente sexy: calcinhas de renda de várias cores, sutiãs combinando, até duas ou três tangas bem escondidas no fundo de uma das gavetas. Imaginar aquela mulher que eu tinha como mãe usando aquela lingerie me deixou num estado de tesão tão grande que ali mesmo eu tirei minha piroca dura e, com a imagem da minha mãe vestindo aquelas roupas lascivas, me masturbei até gozar que nem um louco.
Mas ainda tinha mais: sapatos de salto preto, vermelho, branco; botas de cano alto e saltos finíssimos; sandálias de verão e de salto bem provocantes; tudo escondido no guarda-roupa dela em caixas de sapato e colocado atrás de um monte de outras caixas que tinham as alpargatas, pantufas e sapatos quase ortopédicos que ela usava sempre. Camisolas transparentes de tule, meias de muitas cores, e até descobri, entre as roupas antiquadas dela, um conjunto de saia e corpete de couro.
Não acreditava no que tinha descoberto. Quanta safadeza minha mãe escondia entre aquelas quatro paredes do quarto dela! Eu tinha que descobrir essa cara dupla que minha mãe escondia da gente, tinha que ver aquela mulher madura vestida com aqueles saltos e aquela lingerie. Decidi colocar no quarto dela minha câmera de vídeo digital. [Sou fã de reprografia e me orgulho de ter uma dessas câmeras com bluetooth, de forma que do PC do meu quarto posso controlá-la do meu jeito]. Coloquei a câmera no alto do guarda-roupa, que fica aos pés da cama; apontei a câmera pra cama e fui pro meu quarto, de onde, pelo PC, conferi que tudo aparecia perfeitamente.
Quando chegou a Noite, fui me deitar relativamente cedo, deixando minha mãe vendo TV na sala. Eu estava vestindo uma camisola de manga longa branca e uma saia marrom, que nem chegavam perto do que estava escondido no armário dela. No meu quarto, liguei o PC e deixei a tela em modo de espera com o visor da câmera, de forma que eu via a cama dos meus pais sem nenhum problema.
Minha mãe não demorou a chegar no quarto dela. Depois de se deitar na cama, ainda com aquela roupa feia, ela enfiou a mão debaixo do colchão e, depois de um tempo fuçando, tirou uns recortes de revista que escondia; o zoom da câmera me permitiu ver que eram revistas de conteúdo erótico. Então aconteceu o que eu esperava: minha mãe sumiu do plano da câmera e voltou para a cama... mas dessa vez tinha trocado aquela roupa horrível por uma tanga vermelha cujo fio dental se perdia entre as massas brancas da bunda enorme dela, combinando com um sutiã da mesma cor que mal cobria todo o volume dos peitos enormes e pálidos dela, umas meias também vermelhas que iam até as coxas brancas da minha mãe, e uns sapatos de salto alto vermelhos e altíssimos estilo sandália. Ela estava impressionante. Minha pica, diante daquela gostosa madura que aparecia na tela do monitor, não ficou indiferente e atingiu o máximo esplendor em poucos segundos. Mas eu queria esperar para ver o que minha mãe ia fazer antes de gozar. Minha mãe se deitou na cama de novo; murmurava algo que não dava para ouvir... ajustei o volume da minha câmera no máximo e ouvi:
- Você quer foder essa puta, né? Veio para comer essa vadiazinha pelo cu?
Aquele vocabulário eu nunca tinha ouvido dos lábios da minha mãe. Depois de dizer isso, ela ficou de quatro na cama, mostrando toda a bunda enorme para a câmera, atravessada bem no meio pelo fio dental da tanga.Tá vendo a buceta? Tá vendo como ela pulsa de tão tarada que tá, meu amor?– Ela colocou o dedo do meio na entrada da buceta e foi enfiando devagarzinho enquanto soluçava de tesão –Aaaaiii! Quer me foder no cu, né, tesouro?–
Então, entre soluços e gemidos, quase como um sussurro, ela soltou algo inesperado e impressionante, algo que gelou minha alma, algo que nem nos meus desejos mais profundos e tortuosos eu teria imaginado.Juaaaanitooooo(assim minha mãe me chamava)o que você tá fazendo no meu cu, neném,… com esse teu pauzão,… o que você tá fazendo com a raba da sua mamãe!!,¡¡¡amor, filho meuoooooo, que teu chuchu já tá grandão demais… e tá arrebentando minha bunda, meu amoooooorrrrrrrrrr!!–
¡¡¡Minha mãe estava se masturbando aquela bunda maravilhosa dela pensando que o filho dela, eu, tava comendo ela por trás!!! Eu fiquei pasmo, sem saber como reagir diante de tanto tesão e tanta perversidade.
Minha mãe continuava se esfregando gostoso na bunda dela com o dedo, de quatro, com as coxas bem abertas e o dedo do meio entrando e saindo a toda velocidade do cu dela. Ela continuava fazendo referências a mim:¡¡¡¡UHF, filho da minha alma, que você tá me arrombando o cu em dois!!!!!, ¡¡¡¡¡Mamãe tá gozando igual uma puta com seu pauzão no rabão dela, meu filho!!!! ¡¡¡¡Quer que sua mamãe goze enquanto você come ela pelo cu, né meu tesouro?!!!! ¡¡¡¡Aiii meu Juanito, que safado você é, metendo na sua mamãe pelo cu!!!....–
… E continuava dizendo umas barbaridades daquelas, quase sussurrando, enquanto enfiava o dedo no próprio cu. Num instante saí da minha catatonia e me toquei do que tava rolando: minha mãe, aquela que todo mundo achava que era beata, aproveitava as noites de solidão pra se vestir com essas roupas e se masturbar o cu pensando no filho de 16 anos!! Essa ideia acabou de fritar minha mente… e meu pau, que já tava duro fazia quase dez minutos. Explodi num orgasmo tão absurdo que não consegui segurar os gritos enquanto meu pau cuspia jorros e jorros de porra que encharcaram a tela do PC.
Felizmente minha mãe tava tão vidrada na própria punheta que nem percebeu meus gemidos. Ela continuava ali, mostrando aquele rabão imenso pra câmera, com os sapatos vermelhos cujos saltos apontavam, desafiadores, pra câmera, as meias vermelhas e a calcinha fio dental vermelha com o lacinho puxado pra fora da bunda direita daquele cuzão. O ritmo da masturbação anal só aumentava, no compasso do squish-squish dos fluidos que iam escorrendo do cu e da buceta da minha mãe.
De repente ela começou a rebolar a cintura e a bunda, como se só com o dedo já não fosse suficiente. Ficou assim por um minuto até que o vai e vem daquele rabão foi se transformando num estado de choque no corpo inteiro… a cabeça dela balançava pra lá e pra cá; a mão esquerda, que tava apoiada na cama, apertava os lençóis como se eles quisessem fugir; os peitões, que até agora eu não conseguia ver por causa da posição dela, apareciam, apertados naquele sutiã vermelho, a cada investida de cada lado do corpo; a bunda já não seguia um padrão, mas num instante se mexia da direita pra esquerda, noutro de trás pra frente, e num terceiro, fazendo círculos em cima da mão direita… tudo isso acompanhado de gemidos e lamentos, entre os quais de vez em quando escapava algo sobre meu pau entrando no A bunda dela. Logo o clímax ia chegar pra ela…:¡¡¡ Tô gozandooooooo, filho da minha vida, que delícia que você me fez sentirrrrrrrrrrrr!!! ¡¡¡¡AAAAAAIIIII que prazerzão você deu com esse pauzão pra essa putinha que tem como mãe!!!! ¡¡¡¡Meu cuzão, Juanito da minha alma, meu cuzãooooooooooo!!!— isso ela já dizia quase gritando e esquecendo completamente que eu não estava ali com ela, mas dormindo no quarto ao lado —Porra, Juanito meu, tua mãe, que gozaaa com teu pau no cu dela, meu amor... MEU CUUUUU JUANITO, TÔ GOZANDOOOO OOOOOOOOOOOOO….. JÁ TÔ GOZANDO ENQUANTO VOCÊ ME COME NESSE RABÃO GIGANTEEEEEE OOOOOOOOOOOOOOO OOOOOOOOOO JUANITO OOOOOOOAAGGGGG GGGGGGGGGGGG TÔ GOZANDOOOOOOOOOOOOOOOO AGGGGGGGGG…… AAAAAAHHHHHHAHH HHHAHHHHHAHHHHHHHHHHHH!!!!Após um orgasmo violento, ela ficou deitada de bruços na cama, ainda com a bunda empinada, mostrando tudo pra câmera, de olhos fechados e respiração ofegante.
Depois de alguns segundos, ela se recuperou, ajeitou a fio-dental, se levantou da cama e, balançando os peitos, que agora apareciam por inteiro pra câmera, sumiu de novo do ângulo da filmagem pra voltar logo depois vestindo aquela roupa vagabunda. Deitou, apagou a luz e foi dormir... como se o que acabasse de rolar fosse a coisa mais normal do mundo.
Desde aquela noite, nunca mais olhei pra aquela mulher como minha mãe.
Eu tinha um plano e ia conseguir: precisava despertar a libido dela; fazer ela enxergar que podia curtir o sexo sem precisar apelar pra imaginação. Tinha decidido libertar toda a luxúria que estava presa, por causa da mentalidade atrasada dela e do encaixotamento da sociedade naqueles povoados de pescadores, tão presos nos ideais machistas, mais típicos de séculos passados.
Não seria tarefa fácil, isso é certo. Romper 45 anos de educação quase paleolítica num piscar de olhos seria impossível. Tudo teria que ser orquestrado aos poucos, quase sem ela perceber o progresso, nem notar que estava deixando pra trás o papel de santinha e se transformando numa puta de verdade. Matéria-prima pra começar, tinha.
Já conhecia o segredo dela. Ela, porém, não sabia que eu tinha descoberto. Ia jogar com essa vantagem. Me sentia sujo. Ia usar a fraqueza da minha mãe a meu favor. Mesmo que só no começo. Porque o objetivo final era a libertação dela. O despertar.
Ouvi ela se mexendo na cozinha. Eram dez da manhã.
Saí do quarto vestindo uma cueca branca justa, com o peito nu. Meu corpo não tem nada de atraente que chame atenção. Na real, me acho muito infantil: magro, meio desengonçado, com cara de garoto, imberbe. Os pelos pubianos são só um penugem no meu pau, sem nada no resto do corpo.
Meu pau, por outro lado, é o oposto total: se desenvolveu de um jeito incrível no último ano, chegando a 21 centímetros mole e batendo 29 centímetros duro. Não muito grosso, mas com uma cabeça grande em formato de cogumelo.
O primeiro passo era tornar a convivência comigo insuportável pra ela. Eu precisava manter ela num estado de excitação constante. Um estado que a obrigasse a se masturbar toda noite, sem escapatória. Minha câmera escondida ia testemunhar tudo.
— Nossa, que noite quente, hein? Conseguiu dormir, mãe? — Da soleira da porta da cozinha, vi ela de costas, na frente do fogão. Aquela saia marrom que cobria abaixo dos joelhos, aquelas alpargatas cinza de ficar em casa, aquela blusa bege de manga até o cotovelo, não faziam justiça à gostosa que as vestia. O cabelão preto dela tava escondido num lenço azul amarrado debaixo do coque.
— Sim, filho. Você sabe que quando seu pai não tá, eu descanso melhor — respondeu sem se virar — Os roncos dele são insuportáveis.
— Quando é que falam na cooperativa que eles voltam?
— No fim de agosto. Talvez antes. — Agora sim ela se virou e pôde ver que eu tava só de cueca — JUANITO! Dá pra você se vestir, por favor?
— Tá calor, mãe.
O rosto dela ficou todo vermelho. Não ousava olhar diretamente nos meus olhos, e ficava desviando o olhar de um lado pro outro.
— Já mandei você colocar uma roupa, sem-vergonha.
— Melhor eu tomar um banho na banheira, mãe. Pra ver se refresco.
A masturbação tava garantida.
Deixei a porta ligeiramente aberta. Enchi a banheira de água morna e me estiquei todo, de costas pra porta. Nessa posição, não dava pra ver diretamente a entrada do banheiro, mas o ângulo da porta refletia no espelho da pia. Ela podia me ver; e eu podia ver ela sem que ela percebesse que eu tava de olho. Eu observava. Ficava na dúvida se ela ia aparecer ou não.
Comecei a me masturbar. Lembrava do que rolou na noite anterior: aquela mulherzona no cio, toda vestida daquele jeito, aquela masturbação anal inacreditável, aquele par de melões, aquela rabuda atravessada pelo fio da tanga, aquele dedo entrando e saindo do cu dela, aqueles gemidos e choramingos dirigidos a mim... A pica logo chegou nos seus 29 centímetros, com a cabeça toda exposta e vermelha. Eu acariciava ela, imaginando que eram os dedos da minha mãe que estavam fazendo o serviço de punheta.
Uma olhada rápida no espelho confirmou minhas suspeitas. Lá estava ela. Furtiva. Agachada, atrás da porta, com o narizinho e os olhões verdes espiando pela fresta.
Ia dar um show pra ela poder curtir na calada da noite no quarto dela: peguei o pau com as duas mãos e fui masturbando devagar, mas mostrando, a cada descida do prepúcio, o cogumelão.
- OHHHH!! Quer bater uma pra esse pauzão? - falei, sem me referir diretamente a ela - Queria ter ele só pra você, meu amor? AAAAAHHHHH É todo seu... pra você poder aproveitar MMMMMM AAAAHHHHH Olha como ele tá... por sua causa... por causa das suas tetonas AAAAHHHHH VOU GOZAR NAS SUAS TETAS!!! AAHHH VOCÊ QUERIA PEGAR ELE COM AS DUAS MÃOS?? E TIRAR A PORRA DELE?? OOOOOOHH FAZ ISSO COM AS DUAS MÃOS. ASSIM OOOOOOHHHH EU ADORO QUANDO VOCÊ SEGURA ELE ASSIM... COM AS DUAS MÃOS... ME DÁ UM TESÃO, AAAA AHHHHHH OOOOHHHHHH. TÔ GOZANDO... TÔ GOZANDOOOO PEGA MEU LEITEEEE AAGHHHHHHHHGGGG OOOOOOOOOOHHHHHHHHHHH
Gozei pra caralho. Vários jatos saíram voando pra todo lado. No fim, fiquei exausto na banheira.
Olhei pro espelho. Ela ainda estava lá, com os olhos arregalados, o rosto todo vermelho e a boca escancarada... Quando fiz menção de me levantar, ela se recompos e saiu na surdina do banheiro.
2 comentários - Os Desejos Reprimidos da Mamãe Parte 1