Nossa História - Cap. IV

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http://www.poringa.net/posts/relatos/3499437/Nuestra-historia---Cap-III.htmlSeguimos com o relato da Nossa história, as primeiras partes estão aí em cima. Espero que vocês gostem.Durante algumas semanas, a gente continuou tendo esses encontros com a Laura. Eu me dei ao luxo de comer a bunda dela, praticamente esvaziei ela. Ela sempre trazia as pastilhinhas dela. Mas tudo acabou quando a Mariel descobriu que uma vez a gente foi pra um hotel com a Laura pra transar só nós dois. Elas brigaram, a Laura pediu demissão do trabalho, eu tive que me afastar pra preservar meu relacionamento e nunca mais nos vimos. Mas essa não foi a única mulher com quem a gente ficou. No aniversário de um amigo, a gente conheceu a namorada de outro amigo, a Natália. Uma mina não muito bonita, mas com um corpo gostoso, quase sem peito, mas a bunda bem empinada. Assim que a gente viu, a Mariel me fez um sinal de que se rolasse, seria a próxima. Minha namorada começou a conversar com ela, trocaram redes sociais e números de celular, beberam juntas, riram a noite toda e em um momento eu vi elas se dando um selinho. No fim de semana seguinte, a Natália e o Martín vieram no nosso apê pra jantar. A gente pediu umas pizzas e tomou cerveja. Elas dançaram, se pegaram como se fossem um casal, até se beijaram de língua. O Martín tava perdido, eu fingi que também tava, falei que elas estavam bêbadas e que deviam ir dormir um pouco. Elas foram, eu fiquei com o Martín conversando, tomando mais cerveja e jogando videogame, pra dar tempo e privacidade pras minas. Em umas duas horas, o Martín apagou de vez no sofá. Eu espiei o quarto e as duas estavam dormindo, mas peladas e abraçadas, nas pernas da Natália dava pra ver o brilho dos fluidos misturados com saliva, sabia que elas tinham se divertido pra caralho. Cobri elas com o lençol e dormi no sofá de um corpo só. De manhã, a Natália me acordou com chimarrão, o Martín tava acordando e a Mariel tomando banho. Com uma piscada e em voz baixa, ela me disse que tinha dormido melhor do que nunca. Eu sorri cúmplice e acariciei a mão dela quando devolvi o chimarrão. Ela se virou e voltou pra cozinha de um jeito bem sugestivo. Já tava tudo combinado.
Durante a semana, ela inventou uma desculpa pro Martín e apareceu em casa. Tava vestida bem casual, nada sugestivo, mas exalava uma sensualidade natural. Entrou, me beijou como se fosse minha mina, fez o mesmo com a Mariel e disse "bom, vamos começar?". Veio totalmente decidida e a gente deu o gosto pra ela. Eu beijei ela e comecei a tirar a roupa dela, desesperadamente ela desabotoou minha calça e começou a chupar minha pica. A Mariel chegou perto e me beijava enquanto curtia a vista. Ela chupava muito bem, cuspia e voltava a chupar, igual uma profissional. A Mariel desceu até a altura dela e procurou minha pica pra chupar também, eu mandei a Natalia parar, terminei de tirar a roupa dela e chupei os bicos dos peitos dela, ela tinha uns peitos bem pequenos mas os bicos eram pontudos. Brinquei um pouco com eles, enquanto passava a mão na buceta dela, a Mariel continuava chupando minha pica mas também acariciava a bunda da Natalia. A gente se apressou pra ir pro quarto, terminamos de tirar a pouca roupa que ainda tinha em cada um e nos preparamos pra chupar um ao outro num círculo. Eu chupava a buceta da Natalia, a Natalia chupava a da Mariel e a Mariel chupava minha pica, depois a gente rodou e quando senti vontade de gozar, coloquei elas juntas e banhei os rostos delas com meu esperma. Elas se limparam entre si, engolindo tudo, e me beijaram. Foi a primeira vez que senti o gosto de esperma, não foi totalmente desagradável, mas também não era algo que eu comeria sempre ou de outro cara.
Fiz elas se colocarem uma em cima da outra e, enquanto se beijavam, eu lambia as bucetas e os cuzinhos delas, enfiava dedos em tudo quanto era lugar, até que encaixei a rola na buceta da Natália e meti nela. Enquanto eu fazia isso, a Mariel apertava as nádegas dela e era testemunha das minhas investidas. Tirei de dentro, empurrei ela um pouco pra frente e meti na minha namorada. Assim por uns minutos até que bateu vontade de gozar, parei, apertei a base do meu pau, deixei a sensação passar e voltei pro rala e rola. Comecei metendo em uma de cada vez, brincando nas duas bucetas. Quando senti vontade de gozar de novo, dessa vez eu gozei, mas dentro da buceta da Natália. Na sequência, a Mariel chupou ela, tentando comer um pouco do meu sêmen, mas eu gozei com tanta força que muito pouco saiu da buceta dela.

Continuamos sendo os amantes da Natalia por uns meses, sempre juntos, não cometeria o mesmo erro de novo, embora elas tivessem seus momentos a sós. Às vezes eu olhava, ou a Mariel me mostrava os vídeos que a Natalia mandava dela se masturbando pensando na gente. Uma vez, ela escondeu o celular, se filmou transando com o Martín e mandou pra nós. Minha namorada elogiou os movimentos do Martín, mas não quis comentar sobre o tamanho do pau dele, embora eu reconheça que era um pouco maior que o meu.
Um dia, o Martín me liga desesperado pra contar que tava desconfiado que a Natalia tava traindo ele. Perguntei qual era a pista que ele tinha, e ele disse que encontrou uns vídeos no celular dela, mas não tinha a conversa de pra quem ela tava mandando. Tentei acalmar ele e comentei com a Natalia pra ela tomar cuidado, aí ela decidiu que a gente devia dar um tempo, porque a coisa tava saindo do controle. A gente topou e deixou em aberto pra outra oportunidade, mas nunca mais rolou.

Vale dizer que enquanto a gente fazia esses ménages, nunca deixamos de transar só nós dois, talvez não com a mesma frequência, mas continuávamos tendo sexo de casal. Foi assim até conhecer a Daniela.


Na próxima tem mais da Daniela, a bartender...

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