
Muitos me pediram pra contar minhas histórias de novo, pra ser uma boa coelhinha e contar como foi minha estadia no Japão ultimamente e o que rolou na minha vida sexual.
Bom, vou contar pra vocês como andam as coisas ultimamente e como foi o ménage mais estranho que a gente já teve, eu e o Papaconejo!
Era uma segunda-feira de manhã e eu tinha acabado de levar minha filha mais nova pro primeiro dia de aula no jardim de infância. Meu pai e eu deixamos ela lá, e a mina que nos recebeu era a professora dela, uma gostosa da Espanha.
Algo estranho pra ser japonês, mas não impossível por ser o instituto multidisciplinar LICEU ESPANHOL. Desde o momento que o papai coelhinha viu, pude notar na calcinha dele que tava de pau duro, o que consegui perceber na calça dele.
Nós nos despedimos da nossa filha mais nova e, no carro, eu disse pra ela:
—Espero que a gatinha seja feliz no primeiro dia dela.
—Pois é, e além do mais, ela tá em boas mãos.
—Tá falando da professora dela, muito gostosa, né?
—É muito gostosa, mas não tanto quanto você!
-Valeu, mas mesmo assim notei que tu ficou de pau duro quando viu a bunda da professora da menina.
—Algo normal.
Nesse momento, eu me abaixei até a virilha dela e, enquanto ela dirigia o carro, puxei o zíper, tirei a rola dela e, como a ninfomaníaca e depravada que sou, comecei a chupar gostoso, cada vez mais rápido e devagar, rápido e devagar. Por um tempo não aconteceu nada, mas quando fiz garganta profunda, senti que ia ficando mais dura e, de repente, ela teve que puxar o freio de mão porque ia passar do sinal e, com isso, dar um possível acidente.
Então, na hora de frear, bati no volante e decidi parar de dar prazer pro meu pai, mas o que tinha começado não ia parar por ali. Perto de onde a gente tava tinha um estacionamento, e pra hora que era, sabíamos muito bem que não ia ter problema com carros por lá.
Se eu estaciono no 6º andar de uns 10 que a gente achou vaga, e lá ele começou a me beijar.Ouvi o motor desligar e o carro ficar parado. A gente se olhou por uns instantes antes de se jogar num beijo longo e apaixonado, sem vergonha nem receio nenhum. Avançamos rápido no beijo enquanto as mãos ávidas dele percorriam meu decote, apertando de leve meus peitos, tocando, pesando um e outro sem parar de me beijar como se quisesse devorar minha boca. Uma mão desceu até tocar minha bunda e logo apertou, enquanto eu ouvia um gemidinho bem suave na hora que ele tocava e tentava enfiar a mão por baixo da calça. Minha respiração ficou mais forte quando ele conseguiu apalpar direto. Sentir a mão dele na minha bunda me deixou louca, queria dar pra ele ali mesmo, mas ele só continuou até alcançar meu períneo e minha buceta. O safado me deixou tão tesuda que chegou com a mão na minha entrada, que claro já estava toda molhada e bem inchada. Aí nós dois soltamos um gemido gostoso, ele só ficou brincando de me penetrar só com a ponta dos dedos, me fazendo ficar ainda mais molhada.
Ele se afastou e quando fiquei de frente pra ele, com uma cara de puro prazer, me disse quase sem fôlego:
— Vamos tentar ter outro filho de novo.
Enquanto, como um robô, ele desabotoava a calça, deixando à mostra o pau dele, cheio de veias, sem circuncisão e com uma moita loira de pelos. Assim que vi, me joguei nele, tava com uma sede danada de pica, de transar e ser tratada como uma puta de rua. Comecei um boquete sem pressa nem pausa, chupando do começo ao fim, até chegar nas bolas dele, brincando com minha língua, fazendo força na glande, me ajudando com a mão pra masturbar ele. Era o maior pau que eu já tinha visto, bom, praticamente é o único homem com quem já estive, mas a sensação de estar chupando ele num lugar público me deixava com um tesão do caralho, então eu chupava com muita vontade até sentir os pelos dele e me afastava, até que ouvi ele gemer e virei pra olhar ele com o membro bem enfiado na minha boca, só deu pra ver a cara de prazer dele com as mãos quentes. Acariciando meu rosto por onde escorria uma lágrima de alguma arcada espontânea. A gente se olhou nos olhos e ele disse com um fio de voz:
— Quer que eu meta e te engravide?
— É sério? — pensei, ia trepar num estacionamento de novo com o papai, como em tantas das minhas aventuras anteriores que eu tinha imaginado, e em plena luz do dia. Não tive tempo de pensar em mais nada e, com todo o meu tesão, falei que sim, e ele mandou eu ir pro banco de trás.
Não aguentava o tesão que tomava conta do meu corpo inteiro, sentia meu corpo quente, minha buceta fervendo e ao mesmo tempo molhada como nunca antes, e minha mente totalmente apagada. Tirei a saia e fiquei vestida só da cintura pra cima, com os peitos pra fora do sutiã. Ele se colocou por cima de mim com a calça arriada até os joelhos e, assim, sem mais, começou a me comer devagar.
Foi uma delícia. Nem tava prestando atenção no que rolava ao redor ou se podiam nos descobrir. Só queria soltar a puta que há em mim e trepar com ele até não aguentar mais, que importa se é meu próprio pai? As estocadas eram menos potentes do que eu precisava, claro, ele cuidando pra não balançar mais o carro, porque a essa altura a gente já tava causando movimentos irregulares num carro supostamente vazio, os vidros embaçados e o carro inteiro cheirando a sexo. Aquele cheiro gostoso de uma boa foda. A gente se olhava nos olhos enquanto ele tentava parar meus movimentos pélvicos, que eu fazia inconscientemente pra me sentir mais penetrada. Tava tudo ótimo até que chegou um carro bem do lado. Uma família estacionou e, na hora, parou todo movimento. No meio do meu tesão frustrado, meu medo de sermos descobertos e o puta tesão da situação, eu continuava com meus movimentos até que ele me obrigou a parar e tirou a rola. Senti uma mistura de raiva e medo até que ele me penetrou de novo, dessa vez com os dedos; num movimento mais suave, ele tava me comendo com os dedos na buceta e no cu. Eu só me deixei comer por ali por ele, mas dessa vez tava aproveitando mais que Outras vezes, eu queria que ele enfiasse mais fundo, mas ele só ficava me masturbando devagar e, de vez em quando, tirava os dedos, chupava eles que estavam na minha buceta e continuava me desejando. Enquanto isso, eu via pela janela a família japonesa discutindo o roteiro sem se afastar muito do carro. Tava desesperada pra dar. Então, assim que eles foram embora, peguei com as mãos o pau dele e enfiei dentro de mim.
— Ahhhh — gememos os dois quando eu dei a estocada. Ele me olhava com aquela cara de menino safado e perguntou se eu topava ir com ele pra um motel antes de buscarmos as meninas.
— Claro que sim — pensei, ou você acha que vai me deixar com esse tesão infernal?? Infelizmente, o único com quem eu tinha ido pra motel era meu pai, o PAPACONEJO, umas duas vezes pra transar o que não conseguimos em meses porque as meninas estavam em casa e assim matar a fome acumulada de sexo livremente. Concordei com um olhar cúmplice.
Então, quando chegamos na área dos motéis e entramos num, meu coração deu um pulo enorme. O ambiente era bem discreto e o quarto bem limpo, me passou confiança. Nos instalamos em tempo recorde e, enquanto eu explorava o lugar, vi uma folha com os serviços que o motel oferecia: tinha desde comida no quarto até dildos de todos os tamanhos e outros brinquedos estranhos. Num canto, tinha um balanço sexual, lembrei que sempre quis ser comida num daqueles. Enquanto eu pensava nos detalhes, senti um puxão na minha cintura que me levou pros braços dele. Nos fundimos num beijo cheio de cumplicidade e paixão enquanto ele me deitava na cama e se acomodava por cima de mim. Íamos terminar o que deixamos pendente no estacionamento. Na hora, ele tirou minha blusa, deixando meus peitos grandes e brancos à mostra (sou tamanho 36C), que ele mordeu assim que teve chance e chupou como se fosse um bebê. Ele enfiava todo meu peito na boca e comia como se fosse um doce, mordendo de leve meu mamilo. Beijou rapidinho minha barriga até tirar minha calça e Minhas calcinhas já estavam molhadas, e eu respondi tirando a camiseta dele e desabotoando a calça. Quando abaixei, senti o pau dele molhado e duro feito uma estaca, e instintivamente apertei ele. Depois de nus, resolvi dar mais um boquete nele, então logo fiquei de cócoras na frente dele, guiando o pau dele pra minha boca, que engoliu rapidinho. Soltei um gemido abafado, e ele mexeu a pélvis junto com meus movimentos. Já tava molhado com líquido pré-seminal, que chupei até secar, ouvindo a respiração dele ofegante, me avisando pra parar ou ele ia gozar — e eu queria muito mais. Deslizei como uma pluma pelos lençóis até ficar de frente pra ele, e ele, sem tirar os olhos de mim, me penetrou de novo, com estocadas muito mais firmes e gostosas do que no carro. Ele me comeu com força, sem pensar em mais nada, e eu respondi me firmando com minhas pernas nas cadeiras escorregadias dele, cravando as unhas nas costas dele a cada estocada dura. Ficamos um tempão assim sem gozar, só aproveitando, até que me deu vontade de transar de quatro. Quando fiquei na posição, ele me segurou firme pelas cadeiras, olhando minha bunda, minhas pernas, e me dizendo como eu era gostosa daquele jeito e como ele amava minha raba. Aí eu falei:
— Vai, papai, me dá outro filho teu.
— Assim, putinha, quer que eu fecunde teu ventre? Fala meu nome, putinha, fala!
— Steffan, sim, me dá, sim, Steffan, continua me fodendo.
— Fala mais alto, coelhinha, você é minha escrava, fala!!!
— Steffan, me fode, me dá outro filho teu, cê consegue ou não consegue?
Finalmente, senti a cabeça do pau dele atravessar a entrada da minha buceta, e um movimento firme de penetração se fez presente enquanto ele se agarrava na minha cintura e quadril, me puxando pra ele como se a vida dependesse disso. Ou ele tava com a mesma fome de sexo que eu, ou achava a situação igualmente safada. Conseguimos sensações ainda melhores nessa posição, mas ainda não gozamos. Aí tomei a iniciativa de novo e escolhi a posição de cowgirl — queria ver ele enquanto me comia e ser Eu sou a dominante. Então, em poucos movimentos, já estava montando no pau dele no meu próprio ritmo. Era delicioso, porque eu enfiava até o colo do útero a cada oportunidade, enquanto ele apertava meus peitos e me puxava pra baixo pra chupá-los. Começamos um ritmo mecânico e sem pausas, só interrompido pelo barulho da nossa respiração e o som natural de uma penetração bem molhada. Eu sentia as bolas dele batendo na minha bunda. Essa sensação sempre me pareceu a coisa mais puta que existe, e por isso acho alucinante e gostosa. Nessa profundidade de penetração, comecei a sentir os primeiros sinais do orgasmo, então acelerei o movimento até sentir que tava gozando. E aí, sentindo as contrações fortes, tive um orgasmo que molhou o pau dele inteiro e me deixou atordoada por uns momentos. Ele aproveitou pra tomar o controle da foda e continuar me metendo até gozar também. Senti o leite quente dele enchendo minha buceta e o excesso escorrendo pelos meus lábios vaginais carnudos e inchados, escorrendo deliciosamente. Quis ficar mais um tempo com o pau dentro até sentir ele murchar. Me joguei do lado dele, sonolenta e satisfeita, mas eu precisava de um pouco mais. Tinha aquela sensação que sempre tenho depois do primeiro orgasmo: a necessidade de ser estimulada de novo e de novo pra ter muito mais orgasmos. Então, como não tive resposta da parte dele, pedi pra ele me dedar, e ele aceitou meio indiferente.
— Sou multiorgásmica, pai, preciso gozar mais vezes. Vai, me deda enquanto você se recupera — falei finalmente. Guiei as mãos dele até minha buceta, ainda bem molhada das gozadas, até conseguir que ele continuasse estimulando meu ponto G. Tive outro orgasmo, um pouco mais fraco que o anterior.
Caímos no sono, num cochilo leve. Acordei um pouco antes dele pra ir buscar as meninas e ver como nossa filha mais nova tinha se saído no primeiro dia dela. Só de pensar que meu pai Voltei a engravidar depois de perder nosso terceiro bebê com quase 6 meses de gestação. Tava pensando nas minhas outras fantasias reprimidas, igual essa que eu tava vivendo, quando os olhos dele encontraram os meus. Ficamos nos olhando e conversando um tempo até que bateu a vontade de beijar ele de novo e, por que não, chupar a pica dele pra deixar ela dura que nem pouco antes. Não foi difícil endurecer ela, o gosto era agradável, meio ácido, provavelmente por causa da minha gozada repentina de uns minutos atrás; quando consegui fazer sair mais líquido pré-seminal, pedi pra ele me comer do jeito que preferisse, eu só queria uma pica dentro de mim. Ele não demorou nada pra me colocar de quatro e me foder com força, se dedicando a sentir a sensação e a vista. Sentindo como ele batia uma e outra vez na minha bunda e no meu períneo, e como eu tremia quanto mais forte ele me comia, então ele resolveu me levar pra parede, e quase de pé começou a me foder assim, segurando minha cintura, dando uma palmada aqui e outra ali de vez em quando, sentindo nossos fluidos escorrendo dos meus lábios maiores até minhas pernas. Fodemos em outras posições até ele ter outro orgasmo potente e esvaziar de novo o conteúdo dentro de mim. Me enchendo de suor, porra da saliva dele, e por que não, fecundando meu jovem ventre de 28 anos, sendo mãe dos filhos do meu pai de novo, já que temos duas meninas de 7 e quase 4 anos. Tomamos banho e nos vestimos quase voando, com um pouco de alegria como se nada daquilo fosse real. Depois disso, tudo foi silêncio enquanto voltávamos pra casa com as meninas. Alguma pergunta esporádica, uma comida com contato visual lascivo, sem ligar que as meninas estavam ali, seguido de mais silêncio e comentários sobre isso e aquilo como se fosse uma família normal. Finalmente, já era noite, nos despedimos com uns beijinhos das meninas que já eram 8 horas, dormimos juntos e esperamos as meninas pegarem no sono. Eu tava vestindo um babydoll preto, igual a cor favorita do meu pai. E a maquiagem de puta, fedendo a sexo, a buceta ainda deixando cair por gravidade as últimas gotas de porra e a sensação de ter se divertido pra caralho. Meu pai me olhou com um pouco de luxúria por ter deixado ele o dia inteiro, então compensei com uma foda quase olímpica. No meio da noite, recebi uma mensagem da Mamaconeja perguntando se eu topava um ménage e um emoji piscando.
— Sim — respondi na lata, enquanto sentia minha buceta ficar molhada de novo só de pensar. Mamaconeja chegaria do México em 1 dia com minhas irmãs, e nesse dia a gente ia transar as duas com a nova namorada dela.

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Aqui embaixo a continuação e o relato completo dessa história!!!!
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0 comentários - Aventura da Bunny em 27/10/2019