Se aprovecharon de mi...

Olá, pessoal! Adorei a repercussão que meu primeiro post/relato teve:http://www.poringa.net/posts/relatos/3472729/Me-paso-por-calentona.htmlPra quem não quiser ler, meu nome é Marina, tenho 35 anos, sou branquinha de cabelo castanho, tenho 1,60m e um corpo pequeno, mas com uma bunda boa e uns peitos que, mesmo não sendo grandes, têm uns bicos bem marcados.Se aprovecharon de mi...No dia seguinte que aquele "animal" abusou de mim daquele jeito, decidi fechar a veterinária por uma semana pra tirar umas férias e, de quebra, não cruzar com ele. Na segunda-feira seguinte, abri a veterinária como um dia normal, só que com aquele nervoso de não saber se o Osvaldo ia aparecer pra trabalhar. Passou meia hora do horário de abertura, e o tal sujeito se apresenta pra trabalhar, cumprimentando de um jeito quase imperceptível. Dava pra ver na forma como ele agia que, passada a quentura daquela noite, por dentro ele tava morrendo de vergonha ou com medo de como eu poderia reagir. A gente passou a manhã inteira cada um pro seu lado, até que num dado momento toca o telefone por causa de um cachorro que aparentemente tava muito ferido e precisava de atendimento urgente. Era num bairro complicado, então tive que quebrar o clima estranho com meu funcionário e pedir pra ele me acompanhar, e ele só balançou a cabeça que sim.

Fomos no meu carro, claro, porque ele é bem limitado de inteligência, seria impossível passar num exame de direção. O caminho era longo e nenhum dos dois soltava uma palavra, até que não aguentei mais e falei: "— Quer falar sobre o que aconteceu?". Aí ele respondeu com a voz toda trêmula: "— Hum... hmm... meu pai encontrou umas fotos que tirei de você sem perceber naquela noite...". Na hora meu sangue gelou. O pai do Osvaldo e marido da senhora que me deixou a veterinária como um gesto de bondade era considerado um ogro com todas as letras, um chefe de polícia aposentado com fama de selvagem, um urso de mais de dois metros que, apesar de ter quase 70 anos, sempre me chamou a atenção por manter um físico de dar inveja.

"— E aí??? O que ele disse???" Eu já tava em pânico. "— Ele falou algo sobre não deixar isso assim, mas acho que convenci ele a não fazer nem falar nada..." Óbvio que essa resposta não me tranquilizou nem um pouco, queria morrer... o que ia acontecer se esse homem falasse com meu marido ou mostrasse as fotos pra ele? fotos...morenaEnquanto isso, dirigimos mais uns minutos até identificar a casa onde tínhamos que ir... um rancho caindo aos pedaços que parecia abandonado há anos. Descemos do carro, batemos palmas porque não tinha campainha e uma voz se ouve lá de dentro.
"-Por aqui, tá nesse quarto..."
Entramos e não tinha cachorro nenhum, só um catre imundo... mas a maior surpresa foi que por outra porta entrou o pai do Osvaldo!!!
"-Era contigo que eu queria falar, girl... pra que trouxe o dude?", disse dom Orlando, pai do meu funcionário.
"-Pai, o que cê tá fazendo? Me disse que não ia fazer nada!"
Eu queria morrer, dessa vez tava com medo de verdade... tava no meio do nada e sentia que nada ia dar certo. Não era nada comparado com o que tinha acontecido da outra vez, isso era realmente grave. Sentia que precisava falar alguma coisa... "-Dom Orlando, pelo amor de Deus, não me faça nada!"
"-Escuta aqui, girl slut, você passou dos limites com o dude, sabe que ele é um brutamontes lerdo e se aproveitou pra dar pra ele... agora vamos ver o que seu marido acha disso..."
"-Não, por favor... posso te pagar muito bem, não me faça isso!"
"-Se fodeu, sua slut, agora não tem volta."
"-Dom Orlando, me fala o que você quiser que eu consigo, tenho muito dinheiro... te dou tudo."
"-Olha, girl... vou ser direto, vi as fotos que esse otário tirou de você... bati várias punhetas olhando pra elas, mas já tô velho pra isso... agora você vai ter que me atender..."
Naquela hora, o mundo desabou de novo, senti que não tinha escolha, comecei a chorar histericamente e consegui falar "-Não! Pelo amor de Deus! Isso não é certo, não me estup... ughh..." aí foi quando dom Orlando me deu um soco na boca do estômago... Me contorci de dor no chão, quase sem conseguir respirar.
"-Hahaha, que molenga você é, nena... depende de você se esse é o único murro que eu te dou ou se quer que eu te encha de porrada..."
Aí entendi tudo... aquele monstro ia fazer comigo o que quisesse sem que eu pudesse fazer nada.
Ele me levantou. do chão dos pelos e me jogou na cama. Osvaldo quis sair correndo, mas o pai mandou ele ficar... "-Vou te mostrar como se faz...", disse. Em seguida, tirou o cinto de couro, deu uma volta e falou: "-Tira a roupa, putinha, ou vou te encher de cintada..."
Entre lágrimas, fiz o que ele pediu, ficando nua naquele casebre horrível. Dom Orlando esfregava o pau por cima da calça, formando um volume enorme. Ele se aproximou de mim e começou a chupar minha boca, enfiando a língua até o fundo enquanto eu continuava chorando. Com uma mão, beliscava meus mamilos com força, e com a outra, tocava minha buceta, até que enfiou um dedo quase inteiro sem brincar antes, o que me fez dar um pequeno espasmo de dor... aparentemente, isso adorou Dom Orlando, porque ele riu e começou um vai e vem que doía pra caralho.
O incrível foi que, depois de alguns instantes, meu corpo começou a reagir e minha buceta começou a molhar... Dom Orlando percebeu e começou a chupar os dedos molhados com meus fluidos. Essa cena fez algo na minha cabeça também ativar, algo que até então estava bloqueado pelo medo. Percebi que, no fim das contas, não tinha alternativa, a não ser tentar aproveitar uma situação que era inevitável.
Foi assim que, com minha mão, alcancei aquele volume... era uma coisa impressionante... eu, como veterinária, já tinha tocado no pau de algum cavalo uma vez, e aquilo era comparável em grossura. Dom Orlando, ao perceber que eu queria tocar na rola dele, ficou louco... me agarrou de novo pelo cabelo e me fez ajoelhar... "-Já que você quer tanto, vou te apresentar... abre minha calça e chupa tudo, sua filha da puta." Obviamente, obedeci, abri o botão e o zíper da calça com muita dificuldade, porque o pau dele estava estourando. Quando consegui soltar o botão, a rola saltou para fora e bateu na minha cara como um Soco... Dom Orlando só riu enquanto eu pegava o pau dele com as duas mãos e enfiava a cabeça na boca o melhor que podia, pra depois tirar e começar a lamber aquela cabeça gigante daquela rola. Enquanto fazia isso, lembrei que o Osvaldo também tava no quarto e virei os olhos pra ver... aquele bruto passou de surpreso pra bater uma siririca da vida dele. Orlando me pegou pela nuca e enfiou com força até a garganta sem deixar eu respirar, eu tentei puxar pra trás mas ele não me soltou por um tempão, até que quando eu já tava quase desmaiando, ele me soltou entre risadas.

Depois de uns minutos chupando a rola do Dom Orlando, momentos em que eu lambia a cabeça, amassava os ovos, chupava tudo, passava a cara cheia de uma mistura de saliva e porra pré-gozo, cuspia, etc, etc... o velho me virou e me colocou de quatro... começou a passar a ponta do pau na minha buceta que já tava encharcada na hora, e deslizava dali até o cu, o que me deu um baita medo, porque se enfiasse ali ia me partir no meio. Depois começou a trabalhar até meter na buceta... aí sim eu vi estrelas, senti a cabeça daquela rola imensa abrindo caminho na minha buceta, me senti cheia. Dom Orlando, por sorte, começou devagar, mas pegou ritmo rapidinho e começou a me foder com umas estocadas de touro, era uma mistura de dor e prazer indescritível, eu tava nas nuvens... naquele momento não ligava pra nada, só queria receber aquela rola dentro de mim. Nessa hora lembrei de novo do Osvaldo e olhei pra ele... continuava batendo uma punheta, mas eu tava tão puta que olhava fixo nos olhos dele, abria a boca e mostrava a língua como quem pede rola. Quando Dom Orlando percebeu a situação, me deu um tapa na cara que doeu pra caralho, e depois outro... "-Não se Já basta com meu pau, sua puta viciada?", e em seguida tirou o pau da minha buceta e colocou na entrada do meu cu, me assustando pra caralho... "-Nãooo... por favor nãooo, nunca fiz por aí, vai me machucarrrrr... aaaaaggghhhhh... aaaaaaa...", e foi nesse momento que ele começou a me penetrar o cu com toda força.
Eu realmente pensei que ia ficar toda ferrada, mas com o tempo percebi que o cu foi se acostumando e comecei a gostar de novo. Don Orlando nessa hora chama o Osvaldo e manda ele deitar de barriga pra cima se quiser me foder, e o bruto obedece sem reclamar. O velho tira o pau do meu cu por um instante e me manda ficar na frente deles dois pra me exibir como a puta que eles queriam que eu fosse. Me faz dar umas voltinhas e desfilar enquanto os dois seguravam os paus enormes deles, e logo em seguida me faz sinal pra sentar no pau do filho dele. Fiz o que ele mandou, sentando naquele poste de carne que tava duríssimo e começando a cavalgar naquele idiota que eu detestava depois do que tinha rolado. O bruto agarrava minhas tetas com desespero e beliscava meus bicos com força. Enquanto fazia isso, perdi Don Orlando de vista, mas depois vi ele remexendo na minha bolsa e tirando minhas coisas pessoais, especialmente uma foto em que eu tava grávida de 9 meses junto com meu marido. "-Aaaahhhh, mas que puta gostosa prenha você era... se eu tivesse te pegado naquela época, teria arrombado teu cu muito antes... como me excitaria te comer pelo cu e gozar na sua cara...", parecia que ver aquela foto tinha deixado ele mais tarado, porque ele subiu por trás de mim e colocou o pau de novo na porta do meu cu. "-Nãooo, os dois ao mesmo tempo nãooo, por favor...!!!", "-Fica tranquila que vamos te tratar bem...", ele disse, e me penetrou de novo com toda força. Na hora senti que ia desmaiar e desabei em cima do Osvaldo, mas sem perder a consciência. Eu sentia aquelas duas bestas me violentando por todos os lados, mas eu não podia (ou não queria) fazer nada, não conseguia me mexer, meu corpo estava como desconectado da mente. Eles estavam fazendo o que queriam comigo sem eu ter o menor gesto de defesa, provavelmente meu corpo não reagia porque minha mente estava extasiada, e me ter praticamente inerte parecia excitá-los ainda mais, porque eles me batiam com cada vez mais brutalidade.

Depois de alguns minutos nesse estado, recuperei minha mobilidade e de que jeito... um formigamento veio dos meus pés e no momento em que chegou na altura da minha cintura, eu tive o orgasmo mais intenso da minha vida, sentia os fluidos vaginais escorrendo pelos lados da pica do Osvaldo e comecei a gritar descontrolada: "-Filhos da puta, estão me estuprando e eu tô gozando como nunca... quero que me encham de porra! Me deixem prenha de vagabundo!". Mal terminei de falar isso, vejo o bruto mais novo começar a fazer uma cara estranha e apertar meus peitos com muita força "-Aaaaaahhhh, toma toda a porra, filha da puta..." e senti minha buceta inundar com a porra mais quente que já tinha sentido, eram quantidades enormes que eu podia imaginar preenchendo cada lugar dentro do meu corpo e escorrendo por cima dos ovos dele enquanto vazava da minha xota. Ele ficou uns minutos me comendo depois de ter gozado, enquanto eu tinha a pica do pai dele bombeando dentro do meu cu.

Depois desse momento, Dom Orlando tira a pica do meu cu e me puxa pelos cabelos para fora da pica do filho dele, fazendo a porra que eu tinha dentro cair na barriga dele. Ele me pede para segurar a foto do meu marido e eu grávida com a mão perto do meu rosto enquanto ele se punhetava... além disso, me pediu para tirar minha aliança e colocar na boca. Eu não podia fazer outra coisa senão o que ele pedia, por mais estranho que parecesse, então fiz isso e abri a boca mostrando a língua para ele ver. Naquele momento, ele comecei a me masturbar com mais força até que gritei "-Toma, filha da puta, girl slut, toma todo meu gozo...!" e comecei a jorrar esporro que inundou minha boca, junto com o anel, outros jatos caíram nas minhas bochechas, no meu cabelo, nos meus peitos, em todo lugar, até na foto. "Agora tira o anel e coloca ele cheio de porra pra você poder engolir tudo...". Obedeci à risca, engolindo até a última gota de gozo... tive ânsia porque nunca tinha feito aquilo, e pai e filho riram, curtindo como tinham me humilhado.
Depois de tudo isso, consegui me vestir de novo e, quando estava saindo de casa, Dom Orlando se despede de mim com um beijo de língua e diz "-sweet girl, você é linda e muito puta, me deixou com muito tesão... mas isso não vai ficar por aqui... você vai ver o perverso e tarado que eu posso ser!" e me deu um tapa na bunda com toda a força.
No caminho pra casa, não parava de pensar no que ele tinha dito por último, me deixou uma sensação estranha, entre medo e excitação. Quando cheguei em casa, por sorte meu marido não estava e eu, quase sem forças, consegui tomar um banho e fui dormir. Sabia que outras histórias viriam....

Gostaria que me dessem ideias sobre o que escrever... as fantasias mais loucas e taradas que tiverem. Beijoooossss...

13 comentários - Se aprovecharon de mi...

Marc_2 +1
Relata algo que realmente te haya pasado, no fantasías. Van otros 10.
Me encNto tu relato xq yo tmb labiro en una veterianria y me re calientaria garcharme una vete; es posta tubrelato?
morbosita la vete... mmmm. +10, fantasias bien de putita... te sigo.
Me hiciste calentar mal... será el morbo de imaginar esa situación 😰
Tremenda experiencia! La de la foto sos vos?
Si buenísimo el relato pero que hagas que realmente te haya pasado van 10