Noemi

Carlos... durante esses poucos meses, você me mostrou que curte mais imaginar outros homens de verdade me comendo. Hoje decidi te dar o melhor presente para o cuck submisso que você carrega dentro de si: você vai me ver transando com um dos seus amigos e com uma pessoa que já me comeu enquanto você dormia na sala. Nós usamos "nosso" quarto e ele me faz gozar como você nunca será capaz.

Tenta chegar cedo para ver o espetáculo completo.

Atenciosamente,
Noemi

Ao chegar no hotel, entregam a ele um bilhete com uma foto da sua mulher e do seu "homem de verdade". Ela é a mulher mais linda que você poderia imaginar: 1,68m de altura, seios firmes com uma marca de nascença que se destaca na pele pálida, como se tomasse banhos de lua todos os dias, cintura larga, uma bunda tão firme e redonda que qualquer modelo operada desejaria ter, cabelos longos e cacheados com tons avermelhados. Uma mulher linda que outro homem come sempre que tem vontade. (Desta vez será diferente)

Ela, com qualquer tipo de roupa, se destaca entre as mulheres (disse Carlos em voz alta). E como não se destacar, sendo dona de um corpo tão magnífico? E ainda mais com esse baby doll de veludo vermelho e detalhes pretos. Fazia seu amante se perder, segurando-a com as duas mãos – uma diretamente no seu seio e a outra a masturbando. Parece que ele a reclama só para si.

— Que emoção, estou excitado, quero ver como vão comê-la — disse com uma voz tão emocionada que não percebeu que a pessoa que lhe entregou o bilhete era seu amigo.

— Leia o verso — disse o amigo, partindo para o elevador sem olhar para trás.

O que ele leu? São instruções que o amante deixou, junto com uma ameaça: "Se não obedecer e fizer sua esposa infeliz por causa da sua estupidez, farei com que ela peça o divórcio e você se tornará nosso foxy".

# NO QUARTO #

Noemi preparava tudo para se satisfazer naquela noite e humilhar a virilidade da pessoa com quem se casou anos atrás e que nunca a preencheu de prazer. O quarto tinha... um ambiente carregado de luxúria e descontrole, desde uma parede com uma vitrine exibindo todos os vibradores e brinquedos anais que já havia usado, a cruz de Santiago com algemas de couro negro por fora e forro interno aveludado vermelho-vivo, passando por uma cadeira adaptada com almofadas macias vermelhas e correias grossas de couro marrom. Só de começar a organizar tudo e pensar no quanto Noemí iria gozar, ela já começava a esquentar, ficar corada e ansiosa para começar a receber prazer. O amante percebeu, tanto que disse: "Enquanto esperamos, por que não me chupa ali na frente da porta?" Ela concordou e rapidamente se dirigiu à porta, de costas, ajoelhando-se de boca aberta para receber os 20cm de carne que a deixavam molhada e a obrigavam a se masturbar toda vez que pensava naquela peça.

Não se passaram nem cinco minutos desde que ela começou a chupar sem parar, quando bateram na porta. "Posso entrar? Sou o Carlos", ouviu-se uma voz tão baixa que não deram importância até ele gozar dentro de sua boca. Ele faz um sinal para que ela abra a porta e o receba com um beijo, passando um pouco de porra. "Talvez assim você fique mais homem", disse com tom de deboche.

Uma vez dentro, Carlos foi surpreendido com um beijo da esposa — bem, se ainda pudesse chamá-la assim — cheio de sêmen. Ele não teve escolha a não ser engolir a gozada. Noemí aponta para uma roupa de empregadinha preta de vinil com detalhes brancos e calcinha de renda vermelha. "Olha, compramos seu favorito. Vai, vista isso sem demora", disse com um olhar provocador. Imediatamente, ele foi a um canto trocar de roupa. Quando voltou e ficou diante da esposa e do amante, os dois não conseguiram parar de rir da aparência vulnerável de Carlos, a ponto de, em uníssono, decidirem chamá-lo de Carla.

Noemí fica de frente para ela e manda que se ajoelhe, com as pernas abertas e as mãos nas costas. Imediatamente, colocam-lhe algemas com... Peluche rosa nos pulsos e outro par nos tornozelos para que ela não tente se levantar nem fazer nada para estragar a diversão. O amante se aproxima por trás de Noemí, segurando-a pela cintura e começando a despi-la. Com ambas as mãos percorre todo o seu corpo de cima a baixo, começando a estimulá-la, mandam que Carla comece a lamber a buceta da avó que antes era sua mulher e que agora se tornou sua dona. Ela aceita sem hesitar, - hoooo se continuar assim Carla você está indo bem, isso aí, estimula meu clitóris. Era uma das poucas coisas que ela conseguia entender entre os gemidos de prazer que soltava por tanta estimulação. Secamente, ordenam que ela pare de lamber a buceta e se incline para frente, levantando o quadril. Ela avança ao notar uma leve ereção por parte de Carla e decide tirar a calcinha e colocá-la na cabeça. Seu amante diz às suas costas, já sem a calça nem nada que contivesse seus 20 cm de pura carne, ela ao terminar de colocar a calcinha na cabeça põe um pé em seu pênis, repreendendo-o se o que vai penetrá-la é um pênis de verdade. Enquanto o amante a segura pela cintura e levanta uma de suas pernas, começando a penetrá-la lentamente, Carla continua sentindo a pressão do pé de Noemi em seu pênis através da pequena calcinha de renda e daquela minúscula saia de vinil, e sentia como ele começava a se mover por causa das investidas tão selvagens que cada vez aumentavam de ritmo, uma atrás da outra, todas mais fortes e mais rápidas.

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