Olá, amig@s do poringa.net.
Hoje trago mais uma das minhas histórias nunca contadas.
Hoje apresento a Irene. Uma entrerriana linda de 22 anos. Loira, gata. Estudante universitária.
Quando minha sobrinha foi embora, minha casa precisava de alguém pra me ajudar com as coisas da casa. Então decidi colocar um anúncio no jornal local.
Naqueles dias, muitas mulheres me ligaram, mas não fechávamos nada. Muitas se ofereciam, mas poucas horas, e se limpavam, não cozinhavam, e por aí vai. Até que veio a ligação da Irene, era mais do que eu procurava. Foi assim que ela me mandou uma mensagem e marcamos uma entrevista.
Ela chegou em casa e começamos a conversar sobre o trabalho. Ela me explicou o que precisava e esperava desse trampo.
Irene: Bom, o salário é o que combinamos. Me serve e muito. Ficar cama adentro também, já que meu namorado é da minha cidade e não sou de sair. Quanto ao meu tempo livre, que obviamente uso pra ir pra faculdade e estudar, me atende. A verdade é que tô contente. É grana do meu trabalho, casa e comida. Se o senhor achar de boa, não tem problema. Sei cozinhar, passar, lavar e fazer tudo que precisa em casa.
Eu: Sem problema, quando quiser pode começar. Pra mim tá de boa, não é muito dinheiro e se respeitarmos as regras da casa e o que combinamos hoje, não tem problema nenhum.
Irene: Show, começo amanhã mesmo. Preciso trazer minhas coisas de estudo e minhas roupas. Assino um pagaré na pensão e pronto. Porque se eu pagar a pensão, não sobra pro táxi.
Eu: Não se preocupa. Deixa isso por minha conta, amanhã quando tiver tudo pronto, vou com minha caminhonete e você paga a pensão. Não se preocupa com nada.
Irene: Ah, bom, não sei o que dizer. O senhor é muito bom, obrigada. Umas 8 da manhã tá bom? Me diga o senhor a que horas.
Eu: Não diga nada. Tá tudo certo. Ok, às 8 tô aí.
Bom, nos despedimos e eu fui cuidar do meu trampo. No outro dia, 7 e meia cheguei no endereço que ela me deu.
lá estava ela.
com duas malas e uma mochila e umas caixas não muito grandes.
nos cumprimentamos com respeito, de mão, e ela pagou a pensão.
arrumamos as coisas na minha caminhonete e partimos pra minha casa.
ao chegar,
mostrei o quarto dela e o resto da casa.
ela se organizou nas tarefas dela e eu nas minhas.
assim foram os dias. dividindo a casa e a comida.
ela era muito respeitosa e sempre de casa pra escola.
era muito simpática, agradável e o sorriso dela era lindo.
com o passar dos dias,
eu não me arrependia de ter contratado ela.
era uma ótima dona de casa.
depois de uns meses de convivência, fomos nos conhecendo mais.
o amor à distância era difícil pra ela e o namorado dela.
somos seres humanos e o sexo também tem seu grau de importância. como qualquer outro.
tem um tempo que não se vive sem água, sem comida e sem sexo também.
e isso eu sei, porque ela comentou com uma amiga por telefone.
ela disse que tava com muita vontade de foder. mas não queria fazer merda.
to farta de me masturbar e o mariano não pode vir daí por falta de grana e tempo.
poucos dias depois dessa conversa, chovia a cântaros. e sendo tarde da noite, me preocupei porque ela não chegava em casa.
coisa que nunca aconteceu.
não sabia se ligava ou mandava mensagem. mas ela foi mais rápida.
Irene: oi, desculpa te incomodar. mas hoje vou chegar mais tarde em casa.
perdi o ônibus e chove muito pra ir andando.
te aviso pra você não se preocupar.
eu: oi, você foi mais rápida, não sabia se ligava.
se quiser, vou te buscar.
já fechei a oficina.
Irene: não quero te encher o saco, mas, se der, sim.
faz frio, chove e não tem ninguém na rua e me dá medo.
eu: sem problema, não se preocupa, vou praí.
fui buscar ela e lá estava. molhada e com frio. Subiu e me cumprimentou, me dando um beijo, coisa que não era comum.
Irene: Oi, muito obrigada.
Acredita que nem um taxi passou por aqui?
Eu: De nada, acredito sim, não vi nenhum no caminho inteiro.
Olha só, nem trânsito tem.
Irene: Você vai querer me matar, por te fazer sair com esse tempo.
Mas te agradeço muito, tava tipo uma hora esperando e ainda tô molhada e com frio.
Te devo um puta favor.
Eu: Relaxa, eu tenho que cuidar da minha funcionária.
Você me ajuda pra caralho, me faz companhia, me dá conversa e ainda cozinha uma delícia.
Isso não é nada. Hahaha.
Irene: Não se ilude. Se não fosse a oportunidade que você me deu, eu taria de volta na minha cidade.
Me deu trampo, lugar pra estudar e ainda um teto. Sou muito grata.
E ainda te encho o saco no seu tempo livre. Não sei como te agradecer tanto.
Ainda mais que essa semana deu tudo errado pra mim.
Eu: Sem problemas, sério, não me incomoda.
Bom, essas coisas acontecem.
Essa semana já tá acabando. Esquece tudo.
Irene: Quem me dera ter esse otimismo.
Mas acontecem tantas coisas comigo que não sei como resolver.
E assim fomos conversando até chegar em casa.
Falei pra ela se trocar enquanto eu esquentava a comida.
Dia bem normal.
Jantamos e, como sempre, fui ver TV.
Mas pra minha surpresa,
ela chegou com duas latas de cerveja.
Irene: Desculpa te incomodar, cê topa tomar uma cerveja comigo e bater um papo?
Eu: Claro, sem problema.
O que foi?
Irene: Não sei por onde começar.
Você é muito gente boa e eu sei que é bem sexualmente ativo.
Sai com minas diferentes e não tem compromisso com ninguém.
Olha, não tô te julgando.
Vejo como mulheres de várias idades vêm atrás de você. a buscar.
quando lavo sua roupa, sinto o cheiro de sexo.
e isso tá me tirando do sério.
tento ser fiel ao meu namorado.
mas ele não vai vir, e eu não posso ir pra lá.
sei que vai pensar que sou uma puta, mas não tô nem aí, só quero transar.
e quando lavo sua roupa, não consigo pensar em outra coisa.
eu sei que te pedi muitos favores que não eram da sua conta.
quero te comer. não sei como você vai levar, como mais um favor ou pagamento pelos que te devo.
eu: não consigo pensar mal de você e te entendo.
eu também quero te foder.
mas o favor vou pedir eu.
Irene: o que você quiser. pra mim tá de boa.
ela se levantou do sofá e, me dando a mão, me levou pro meu quarto.
já na porta, a gente se beijou e foi se despindo aos poucos.
curtindo nossos corpos nus com beijos e carícias.
peguei minha câmera e pedi pra ela posar pra mim.
Ali estava aquele corpo gostoso, cheio de vontade de prazer.
Seu corpo perfeito, macio e delicado.
Posando pra mim.
Tímida, mas decidida.
Ela se colocou na pose.
Divertia ela e ao mesmo tempo gostava.
Irene: não acredito que tô fazendo isso.
Mas adoro.
Tô parecendo uma putinha, né?
Eu: cê tá linda, gata.
A pergunta é: cê tá ou cê é?
Irene: vamos ter que descobrir. Cê não acha?
Ela engatinhou pela cama.
Direto pro meu pau.
Peguei ele com carinho e comecei a bater uma leve.
Bem devagar, ela foi aproximando a boca.
A língua dela percorreu toda a cabeça do meu pau.
Que jeito gostoso de começar.
Depois, com a língua, lambeu ele inteiro.
Dando uns toques suaves com as mãos.
Tava uma delícia, mas o melhor ainda vinha.
Quando ela enfiou na boca, foi foda.
Chupava do jeito que eu gosto, forte e com uma sugada gostosa.
Me fazendo delirar de prazer.
Ela olhava pra cima, buscando minha aprovação.
Mas só encontrava minha cara de tesão.
Irene: mmmm que prazer poder chupar uma cock, faz tempo que não curto isso.
amo sua cock.
é tão macia, tasty gosto e cheiro mmmm
que cock boa mmmm.
mas o melhor foi curtir um tasty 69.
onde pude ouvir seus gemidos e saborear sua molhada e yummy pussy por um bom tempo.
seus gemidos enchiam meus ouvidos com a melhor música que o sexo pode dar.
Irene: mmm siiiim que tasty, meu deus.
que yummy você come, mmmm deus.
ninguém comeu minha pussy assim na minha vida, mmmm
ah ha ha mmm sim ha ha mmm.
meu deus, que tasty mmmmmm.
eu: como não comer, gata, tá demais.
mmm tá quente e suculenta.
Irene: quero provar o quanto tá yummy.
ela se virou e me beijou, nossas bocas trocaram gostos de pussy e cock.
ela estava por cima de mim.
Irene: tô uma delícia de provar esse dick.
mmm não acredito que finalmente uma cock dentro de mim, vou aproveitar muito.
eu: sim, gata, eu vou te aproveitar muito mais.
ela tomou o controle da situação.
pegou minha cock com a mão direita e começou a brincar com ela.
com movimentos suaves de quadril,
passando minha cock pela sua pussy molhada.
deixei ela fazer o que quisesse sem fazer nada.
curtia aquelas carícias da pussy dela na minha cock. ha hah ah.
ela soltava gemidos suaves e gostosos.
isso obviamente deixou ela no auge.
até que suavemente colocou onde queria.
Irene: chega de carícias. vou engolir tudaaaaa.
deeeeeus uyyyyy que pedaço de cock...
mmmmm sim, me sinto super cheia, mmm sim
que cock boa... mmmm
como me preenche mmmm
ai como eu precisava disso, meu deus...
vou cavalgar igual uma louca até você explodir.
uyyyyy sim mmm uyyyyyy sim, deus, vou gozar mmmm.
ha ha ha mmm sim. ayyy ayyyy ayyyy.
que tasty orgasmo ah ah ah mmm siiiim.
deus, não aguentava mais de vontade.
amo foder com você. tava precisando demais.
Recomecei o jogo depois do gostoso orgasmo dela que molhou toda a minha pica... até minhas bolas.
Ela me chamava de patrãozinho,
fazendo com que minha tarada e a dela potencializassem a vontade de foder.
E isso não era nada.
Várias posições fizeram com que ela me desse seus melhores orgasmos.
Ela delirava, cheia de sexo.
E eu curtia aquela gostosa, toda entregue pra mim.
Irene: ai, patrãozinho, mmmm, que gostoso que me come.
Nunca me senti tão puta por Deus...
Gosto de todas as posições e de como você me faz delirar de prazer.
Não é à toa que sua roupa cheira tão gostoso.
E tantas mulheres vêm te procurar.
Você me deu mais orgasmos em algumas horas do que meu namorado em três anos.
Não quero ser só sua empregada, quero ser sua puta.
Eu: você é uma funcionária muito boa, merece muito mais que isso.
Mas não sei se você quer um aumento, não daria pra te ter por muito tempo.
Já que isso não tem preço, gata.
Irene: não, patrãozinho, não quero mais do que você me dá.
Pelo contrário, com o prazer que você me dá, eu é que teria que pagar.
Eu: então, como uma boa puta, quero tudo.
Sou seu patrão e quero essa bunda.
Irene: sim, patrão, o senhor merece, mas bem devagar, não tem muito uso.
E sua pica é muito grande, patrãozinho.
Eu: calma, seu patrão cuida de você.
Peguei o vidro de gel. Mas antes, chupei bem aquela bunda gostosa.
Ela curtia e, pelo que me disse, nunca recebeu um carinho tão safado.
Isso me agradou, então dei uma boa chupada e muitos beijos pretos,
que fizeram minha empregadinha gozar com tudo aquilo.
O momento chegou, ela sentiu o gel frio se misturar com minha saliva quente.
Ela não disse nada, só se preparou em silêncio.
Minha pica cutucava a bunda dela.
Irene: ayyyyy... meu deus... mmmm
uf uf suave mmmm deus ayyy ayyyy.
ufff ufff ufff
ayyy suave mmm ayyyy
dói mas eu tô bem... ayyy deus.......
essa pica no meu cu tá me matando.
ayyyyy patrãozinho ayyyy
minha bunda tá engolindo essa piroca do senhor ayyyyy.
pouco a pouco minha pica ia entrando mais e mais, ouvindo aquela puta falar de tudo.
minha pica ia abrindo caminho pelos músculos do cu dela.
fazendo ela sentir dor mas ao mesmo tempo tinha aquela mistura de dor e prazer.
minha pica entrava devagar, mas ao mesmo tempo se movia fodendo ela bem suave.
chegou a entrar toda.
quando a bunda apertada dela engoliu ela inteira, era hora de foder.
Irene: ayyyyy deus que puta que eu sou.
meu patrão fode meu cu ayyy deus.
isso é o que eu mereço por ser puta mmmm ayyy.
ha ha hay..........
meu pobre namorado tá batendo uma na minha cidade e eu tô sendo fodida pelo meu patrão ayyyy.
mereço isso por ser puta........
mereço ser fodida assim tão forte patrãozinho.
me humilha, derrama seu leite nas minhas costas patrão.
eu: você é muito puta e eu adoro isso, gostosa.
antes de gozar vou foder bem esse cu por um tempinho.
seu namorado merece isso por não vir te foder.
agora você é minha puta e não precisa dele.
fodi aquele cu gostoso por um bom tempo. até não aguentar mais.
um pouco de leite ficou na bunda dela e o resto nas costas.
Irene: Uff, que boa foda, patrão.
Valeu, eu precisava disso e merecia isso.
Sentir seu gozo no meu cu e nas minhas costas me faz sentir muito puta, obrigada.
Pego a camiseta dele e limpo as costas dele, eu ajudei.
E aí ele me surpreendeu.
A empregadinha aplicada voltou.
Irene: Uiiii, patrão, mil desculpas, que descuido o meu!!!!!!
Seu pau inteiro tá grudento e com resto de gozo. Isso não vai se repetir.
E chupou meu pau até deixar bem limpinho.
Eu: Sinceramente, gata, não me arrependo de ter te contratado.
Nós dois rimos e depois de descansar um pouco.
Ela se surpreendeu ao ver que o patrão dela, de novo, precisava dos serviços dela. Não de empregada, mas de puta.
Aquela noite foi só sexo.
Foi assim que ela foi minha empregada e puta por 3 anos quentes.
Ela se formou e voltou pra cidade dela.
Mas isso não foi o fim da nossa história.
Continua...
PS: Bom, espero que vocês gostem e comentem. Façam valer a pena publicar.
Vamos tornar essa comunidade mais interativa.
Saudações a todos.
------------------------------------------------------------MAURY-SOLO-YO
Hoje trago mais uma das minhas histórias nunca contadas.
Hoje apresento a Irene. Uma entrerriana linda de 22 anos. Loira, gata. Estudante universitária.
Quando minha sobrinha foi embora, minha casa precisava de alguém pra me ajudar com as coisas da casa. Então decidi colocar um anúncio no jornal local.
Naqueles dias, muitas mulheres me ligaram, mas não fechávamos nada. Muitas se ofereciam, mas poucas horas, e se limpavam, não cozinhavam, e por aí vai. Até que veio a ligação da Irene, era mais do que eu procurava. Foi assim que ela me mandou uma mensagem e marcamos uma entrevista.
Ela chegou em casa e começamos a conversar sobre o trabalho. Ela me explicou o que precisava e esperava desse trampo.
Irene: Bom, o salário é o que combinamos. Me serve e muito. Ficar cama adentro também, já que meu namorado é da minha cidade e não sou de sair. Quanto ao meu tempo livre, que obviamente uso pra ir pra faculdade e estudar, me atende. A verdade é que tô contente. É grana do meu trabalho, casa e comida. Se o senhor achar de boa, não tem problema. Sei cozinhar, passar, lavar e fazer tudo que precisa em casa.
Eu: Sem problema, quando quiser pode começar. Pra mim tá de boa, não é muito dinheiro e se respeitarmos as regras da casa e o que combinamos hoje, não tem problema nenhum.
Irene: Show, começo amanhã mesmo. Preciso trazer minhas coisas de estudo e minhas roupas. Assino um pagaré na pensão e pronto. Porque se eu pagar a pensão, não sobra pro táxi.
Eu: Não se preocupa. Deixa isso por minha conta, amanhã quando tiver tudo pronto, vou com minha caminhonete e você paga a pensão. Não se preocupa com nada.
Irene: Ah, bom, não sei o que dizer. O senhor é muito bom, obrigada. Umas 8 da manhã tá bom? Me diga o senhor a que horas.
Eu: Não diga nada. Tá tudo certo. Ok, às 8 tô aí.
Bom, nos despedimos e eu fui cuidar do meu trampo. No outro dia, 7 e meia cheguei no endereço que ela me deu.
lá estava ela.
com duas malas e uma mochila e umas caixas não muito grandes.
nos cumprimentamos com respeito, de mão, e ela pagou a pensão.
arrumamos as coisas na minha caminhonete e partimos pra minha casa.
ao chegar,
mostrei o quarto dela e o resto da casa.
ela se organizou nas tarefas dela e eu nas minhas.
assim foram os dias. dividindo a casa e a comida.
ela era muito respeitosa e sempre de casa pra escola.
era muito simpática, agradável e o sorriso dela era lindo.
com o passar dos dias,
eu não me arrependia de ter contratado ela.
era uma ótima dona de casa.
depois de uns meses de convivência, fomos nos conhecendo mais.
o amor à distância era difícil pra ela e o namorado dela.
somos seres humanos e o sexo também tem seu grau de importância. como qualquer outro.
tem um tempo que não se vive sem água, sem comida e sem sexo também.
e isso eu sei, porque ela comentou com uma amiga por telefone.
ela disse que tava com muita vontade de foder. mas não queria fazer merda.
to farta de me masturbar e o mariano não pode vir daí por falta de grana e tempo.
poucos dias depois dessa conversa, chovia a cântaros. e sendo tarde da noite, me preocupei porque ela não chegava em casa.
coisa que nunca aconteceu.
não sabia se ligava ou mandava mensagem. mas ela foi mais rápida.
Irene: oi, desculpa te incomodar. mas hoje vou chegar mais tarde em casa.
perdi o ônibus e chove muito pra ir andando.
te aviso pra você não se preocupar.
eu: oi, você foi mais rápida, não sabia se ligava.
se quiser, vou te buscar.
já fechei a oficina.
Irene: não quero te encher o saco, mas, se der, sim.
faz frio, chove e não tem ninguém na rua e me dá medo.
eu: sem problema, não se preocupa, vou praí.
fui buscar ela e lá estava. molhada e com frio. Subiu e me cumprimentou, me dando um beijo, coisa que não era comum.
Irene: Oi, muito obrigada.
Acredita que nem um taxi passou por aqui?
Eu: De nada, acredito sim, não vi nenhum no caminho inteiro.
Olha só, nem trânsito tem.
Irene: Você vai querer me matar, por te fazer sair com esse tempo.
Mas te agradeço muito, tava tipo uma hora esperando e ainda tô molhada e com frio.
Te devo um puta favor.
Eu: Relaxa, eu tenho que cuidar da minha funcionária.
Você me ajuda pra caralho, me faz companhia, me dá conversa e ainda cozinha uma delícia.
Isso não é nada. Hahaha.
Irene: Não se ilude. Se não fosse a oportunidade que você me deu, eu taria de volta na minha cidade.
Me deu trampo, lugar pra estudar e ainda um teto. Sou muito grata.
E ainda te encho o saco no seu tempo livre. Não sei como te agradecer tanto.
Ainda mais que essa semana deu tudo errado pra mim.
Eu: Sem problemas, sério, não me incomoda.
Bom, essas coisas acontecem.
Essa semana já tá acabando. Esquece tudo.
Irene: Quem me dera ter esse otimismo.
Mas acontecem tantas coisas comigo que não sei como resolver.
E assim fomos conversando até chegar em casa.
Falei pra ela se trocar enquanto eu esquentava a comida.
Dia bem normal.
Jantamos e, como sempre, fui ver TV.
Mas pra minha surpresa,
ela chegou com duas latas de cerveja.
Irene: Desculpa te incomodar, cê topa tomar uma cerveja comigo e bater um papo?
Eu: Claro, sem problema.
O que foi?
Irene: Não sei por onde começar.
Você é muito gente boa e eu sei que é bem sexualmente ativo.
Sai com minas diferentes e não tem compromisso com ninguém.
Olha, não tô te julgando.
Vejo como mulheres de várias idades vêm atrás de você. a buscar.
quando lavo sua roupa, sinto o cheiro de sexo.
e isso tá me tirando do sério.
tento ser fiel ao meu namorado.
mas ele não vai vir, e eu não posso ir pra lá.
sei que vai pensar que sou uma puta, mas não tô nem aí, só quero transar.
e quando lavo sua roupa, não consigo pensar em outra coisa.
eu sei que te pedi muitos favores que não eram da sua conta.
quero te comer. não sei como você vai levar, como mais um favor ou pagamento pelos que te devo.
eu: não consigo pensar mal de você e te entendo.
eu também quero te foder.
mas o favor vou pedir eu.
Irene: o que você quiser. pra mim tá de boa.
ela se levantou do sofá e, me dando a mão, me levou pro meu quarto.
já na porta, a gente se beijou e foi se despindo aos poucos.
curtindo nossos corpos nus com beijos e carícias.
peguei minha câmera e pedi pra ela posar pra mim.
Ali estava aquele corpo gostoso, cheio de vontade de prazer.Seu corpo perfeito, macio e delicado.
Posando pra mim.
Tímida, mas decidida.
Ela se colocou na pose. Divertia ela e ao mesmo tempo gostava.
Irene: não acredito que tô fazendo isso.
Mas adoro.
Tô parecendo uma putinha, né?
Eu: cê tá linda, gata.
A pergunta é: cê tá ou cê é?
Irene: vamos ter que descobrir. Cê não acha?
Ela engatinhou pela cama.
Direto pro meu pau.
Peguei ele com carinho e comecei a bater uma leve.
Bem devagar, ela foi aproximando a boca.
A língua dela percorreu toda a cabeça do meu pau.
Que jeito gostoso de começar.
Depois, com a língua, lambeu ele inteiro.
Dando uns toques suaves com as mãos.
Tava uma delícia, mas o melhor ainda vinha.
Quando ela enfiou na boca, foi foda.
Chupava do jeito que eu gosto, forte e com uma sugada gostosa.
Me fazendo delirar de prazer.
Ela olhava pra cima, buscando minha aprovação.
Mas só encontrava minha cara de tesão.
Irene: mmmm que prazer poder chupar uma cock, faz tempo que não curto isso. amo sua cock.
é tão macia, tasty gosto e cheiro mmmm
que cock boa mmmm.
mas o melhor foi curtir um tasty 69.
onde pude ouvir seus gemidos e saborear sua molhada e yummy pussy por um bom tempo.
seus gemidos enchiam meus ouvidos com a melhor música que o sexo pode dar.
Irene: mmm siiiim que tasty, meu deus.
que yummy você come, mmmm deus.
ninguém comeu minha pussy assim na minha vida, mmmm
ah ha ha mmm sim ha ha mmm.
meu deus, que tasty mmmmmm.
eu: como não comer, gata, tá demais.
mmm tá quente e suculenta.
Irene: quero provar o quanto tá yummy.
ela se virou e me beijou, nossas bocas trocaram gostos de pussy e cock.
ela estava por cima de mim.
Irene: tô uma delícia de provar esse dick.
mmm não acredito que finalmente uma cock dentro de mim, vou aproveitar muito.
eu: sim, gata, eu vou te aproveitar muito mais.
ela tomou o controle da situação.
pegou minha cock com a mão direita e começou a brincar com ela.
com movimentos suaves de quadril,
passando minha cock pela sua pussy molhada.
deixei ela fazer o que quisesse sem fazer nada.
curtia aquelas carícias da pussy dela na minha cock. ha hah ah.
ela soltava gemidos suaves e gostosos.
isso obviamente deixou ela no auge.
até que suavemente colocou onde queria.
Irene: chega de carícias. vou engolir tudaaaaa.
deeeeeus uyyyyy que pedaço de cock...
mmmmm sim, me sinto super cheia, mmm sim
que cock boa... mmmm
como me preenche mmmm
ai como eu precisava disso, meu deus...
vou cavalgar igual uma louca até você explodir.
uyyyyy sim mmm uyyyyyy sim, deus, vou gozar mmmm.
ha ha ha mmm sim. ayyy ayyyy ayyyy.
que tasty orgasmo ah ah ah mmm siiiim.
deus, não aguentava mais de vontade.
amo foder com você. tava precisando demais.
Recomecei o jogo depois do gostoso orgasmo dela que molhou toda a minha pica... até minhas bolas. Ela me chamava de patrãozinho,
fazendo com que minha tarada e a dela potencializassem a vontade de foder.
E isso não era nada.
Várias posições fizeram com que ela me desse seus melhores orgasmos.
Ela delirava, cheia de sexo.
E eu curtia aquela gostosa, toda entregue pra mim.
Irene: ai, patrãozinho, mmmm, que gostoso que me come.
Nunca me senti tão puta por Deus...
Gosto de todas as posições e de como você me faz delirar de prazer.
Não é à toa que sua roupa cheira tão gostoso.
E tantas mulheres vêm te procurar.
Você me deu mais orgasmos em algumas horas do que meu namorado em três anos.
Não quero ser só sua empregada, quero ser sua puta.
Eu: você é uma funcionária muito boa, merece muito mais que isso.
Mas não sei se você quer um aumento, não daria pra te ter por muito tempo.
Já que isso não tem preço, gata.
Irene: não, patrãozinho, não quero mais do que você me dá.
Pelo contrário, com o prazer que você me dá, eu é que teria que pagar.
Eu: então, como uma boa puta, quero tudo.
Sou seu patrão e quero essa bunda.
Irene: sim, patrão, o senhor merece, mas bem devagar, não tem muito uso.
E sua pica é muito grande, patrãozinho.
Eu: calma, seu patrão cuida de você.
Peguei o vidro de gel. Mas antes, chupei bem aquela bunda gostosa.
Ela curtia e, pelo que me disse, nunca recebeu um carinho tão safado.
Isso me agradou, então dei uma boa chupada e muitos beijos pretos,
que fizeram minha empregadinha gozar com tudo aquilo.
O momento chegou, ela sentiu o gel frio se misturar com minha saliva quente.
Ela não disse nada, só se preparou em silêncio.
Minha pica cutucava a bunda dela.
Irene: ayyyyy... meu deus... mmmm uf uf suave mmmm deus ayyy ayyyy.
ufff ufff ufff
ayyy suave mmm ayyyy
dói mas eu tô bem... ayyy deus.......
essa pica no meu cu tá me matando.
ayyyyy patrãozinho ayyyy
minha bunda tá engolindo essa piroca do senhor ayyyyy.
pouco a pouco minha pica ia entrando mais e mais, ouvindo aquela puta falar de tudo.
minha pica ia abrindo caminho pelos músculos do cu dela.
fazendo ela sentir dor mas ao mesmo tempo tinha aquela mistura de dor e prazer.
minha pica entrava devagar, mas ao mesmo tempo se movia fodendo ela bem suave.
chegou a entrar toda.
quando a bunda apertada dela engoliu ela inteira, era hora de foder.
Irene: ayyyyy deus que puta que eu sou.
meu patrão fode meu cu ayyy deus.
isso é o que eu mereço por ser puta mmmm ayyy.
ha ha hay..........
meu pobre namorado tá batendo uma na minha cidade e eu tô sendo fodida pelo meu patrão ayyyy.
mereço isso por ser puta........
mereço ser fodida assim tão forte patrãozinho.
me humilha, derrama seu leite nas minhas costas patrão.
eu: você é muito puta e eu adoro isso, gostosa.
antes de gozar vou foder bem esse cu por um tempinho.
seu namorado merece isso por não vir te foder.
agora você é minha puta e não precisa dele.
fodi aquele cu gostoso por um bom tempo. até não aguentar mais.
um pouco de leite ficou na bunda dela e o resto nas costas.
Irene: Uff, que boa foda, patrão. Valeu, eu precisava disso e merecia isso.
Sentir seu gozo no meu cu e nas minhas costas me faz sentir muito puta, obrigada.
Pego a camiseta dele e limpo as costas dele, eu ajudei.
E aí ele me surpreendeu.
A empregadinha aplicada voltou.
Irene: Uiiii, patrão, mil desculpas, que descuido o meu!!!!!!
Seu pau inteiro tá grudento e com resto de gozo. Isso não vai se repetir.
E chupou meu pau até deixar bem limpinho.
Eu: Sinceramente, gata, não me arrependo de ter te contratado.
Nós dois rimos e depois de descansar um pouco.
Ela se surpreendeu ao ver que o patrão dela, de novo, precisava dos serviços dela. Não de empregada, mas de puta.
Aquela noite foi só sexo.
Foi assim que ela foi minha empregada e puta por 3 anos quentes.
Ela se formou e voltou pra cidade dela.
Mas isso não foi o fim da nossa história.
Continua...
PS: Bom, espero que vocês gostem e comentem. Façam valer a pena publicar.
Vamos tornar essa comunidade mais interativa.
Saudações a todos.
------------------------------------------------------------MAURY-SOLO-YO
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