Mi novia y mi jefe

Oi, me chamo Juliano, tenho 24 anos e o que vou contar aconteceu uns 3 anos atrás. Naquela época, eu tava saindo com a Cíntia. Ela tinha 19 anos e a gente já tava junto há mais de 2 anos. A gente se conhecia desde o terceiro ano do ensino médio, quando ela foi transferida de outra escola, uma escola católica. Imagino que vocês devem estar se perguntando como ela era. Bom, pra ser sincero, ela era muito gostosa. Não era alta, 1,71. Mas tinha uma bunda que enlouquecia qualquer homem. E ainda por cima, ela adorava usar jeans apertados ou saias curtas no verão. E aquele foi um verão terrível.

Na época, eu trabalhava num escritório onde a maioria dos funcionários era homem, então não gostava que a Cíntia fosse me visitar. Na verdade, por muito tempo eu não deixei ela aparecer no trabalho. Queria evitar os olhares. Mas naquele verão, não teve jeito.

Meu chefe, Guilherme, de 50 anos, era um putanheiro terrível. Ele já tinha feito vários inimigos por transar com as mulheres dos amigos. Não era muito bonito, mas todo mundo dizia que ele comia gostoso e que por isso as mulheres ficavam loucas por ele.

Já imagino que vocês tão sacando onde isso vai dar. Mas é pior do que vocês pensam.

Uma tarde, a Cíntia passou no trabalho. Ela tava usando umas leggings brancas bem justas. Salto alto e uma regatinha que não cobria o umbigo, onde tinha aquele piercing que me deixava doido.

- Oi, papai. - ela disse.

Eu me assustei e olhei pros escritórios da frente, onde meus colegas estavam. Eu via eles e já pensava que tavam olhando pra ela.

- Oi, meu amor, como cê tá? - perguntei.

A Cíntia falou alguma coisa, mas eu nem prestei atenção porque continuava de olho nos escritórios da frente, que davam pra rua.

- Tudo bem, papu. Me diz, o que a gente vai fazer hoje à noite?

- Sei lá, respondi.

- Huuum, mas eu queria ir no cinema.

- Bom, a gente vê depois. - falei sem perceber que naquele momento meu chefe aparecia atrás de mim.

- Oi, oi. - ele disse, olhando pra Cíntia com cara de safado.

- Oi. - a Cíntia respondeu, sorrindo meio sem jeito.

- Mas quem é esse anjo?

- Ah, ela... é Cíntia, minha namorada.
— Ah, mas que bom, que bom. E o que você faz aqui? — perguntou enquanto olhava descaradamente pro piercing da Cíntia.
— É... bom... — falei nervoso. Ela já tava indo embora.
— Não, tô perguntando o que cê faz aqui? Por que não vem no meu escritório, a gente toma um café e eu te conheço melhor.
— É, sim. Me pegou de surpresa. Claro — pensei, idiota, que assim ganhava um ponto e ainda escapava da bronca.

Nós dois fomos pra parte mais afastada do lugar, onde o Guilherme tinha o escritório. Cíntia entrou primeiro, e meu chefe olhou pra rabeta dela sem vergonha nenhuma. Quando eu ia entrar, ele me parou e disse, estendendo umas notas de cem:
— Traz uns cafés da esquina, mano. Toma.
— Mas isso é demais — respondi.
— Relaxa, fica com o troco.

Eu, feliz porque tinha mais grana pra ir no cinema com minha mina, saí pra buscar os cafés. No bar tinha mais de dez pessoas, então demorei mais de vinte minutos pra voltar. Quando voltei, guardei as notas de cem que sobraram e fui pro escritório do meu chefe.

A porta tava trancada. A janela fechada. Bati uma vez, outra. Deixei os cafés e perguntei pros meus colegas se sabiam do chefe, mas todos negaram (alguns rindo). Eu me perguntava o que tava rolando. Cheguei perto da porta e achei que ouvi alguma coisa. Um gemido ou algo assim. Nisso, lembrei que tinha uma chave nos escritórios da frente e saí correndo pra pegá-la. Desesperado, voltei e abri a porta. O que vi quando a porta se abriu ainda me dá uma sensação estranha no peito.

Lá estava Cíntia, apoiada na mesa, com as pernas abertas e a rabeta empinada, enquanto meu chefe metia sem piedade.
— Toma, vagabunda, toma. Cê gosta? — ele dizia.
— Sim, sim.papi. Sim.. ha ha ha!!!! - Já, já te pegaram assim alguma vez? - Como você, ninguém. Eu, nisso tudo, soltei um grito. Meu chefe parou um segundo e deixou a Cintia com a bunda empinada. Ele chegou perto de mim e fechou a porta. Naquele momento, vi o que ele estava metendo: uma porra de uma piroca de 22 cm. Tentei bater nele e me joguei, mas ele me segurou pelo braço e me deu um soco na cara. Caí. E ele continuou me batendo. Cintia, nisso tudo, continuava naquela posição de puta, de quero mais pica. - Cintia... - falei quando o Guillermo parou de me bater. - A puta da sua namorada quer mais pica de um macho. Então cala a boca. - Mas... - Mas nada. Ela não vai falar a menos que eu mande. E você também, a não ser que queira ficar sem emprego e com a cara quebrada. Melhor ainda, você vai ficar olhando. Guillermo trancou a porta e deixou a chave dentro de um móvel do escritório. Depois voltou pra Cintia. - Onde é que eu tava, puta? - Você tava me arrombando, Papai. - Haha. Claro. E agora você tá mais motivada. Agora que seu namorado tá olhando. - Sim, papai. Sim. Eu, nisso tudo, chorava. Sentado no chão. Guillermo enterrou a pica enorme na bunda gostosa da minha namorada. E começou o vai e vem, enquanto dava tapas na bunda dela. - Aí, aí, aíííí! - Toma, toma, puta de merda. Você vestiu essa legging pra provocar, hein? Toma aqui o que você merece. - Sim, sim, papai. Sim, por favor, me arrebenta. Ficaram assim por um tempo. Eu, nisso tudo, tinha ficado excitado com a cena. Comecei a bater uma punheta sem vergonha. - Ha, olha seu namorado. Chora e bate punheta. Dá pena, cara. Aprende com esse macho. Ele virou a Cintia e colocou ela em cima da mesa. Abriu as pernas dela e começou a meter a pica na buceta dela. Eu via a bunda do meu chefe se contrair fazendo força pra meter bem fundo. A calcinha fio dental que a Cintia usava estava pendurada no pé direito dela e balançava a cada estocada. E as pernas da Cintia tremiam. Demorei um pouco pra perceber que meu chefe estava comendo minha namorada sem camisinha. Ele metia cada vez mais forte. Eu estava no chão, me masturbando. limpa e dava pra ver a cara da Cíntia enquanto ela via o pau entrando e saindo dela. entrando e saindo.
—piedade, pai, piedade
—Não tem piedade pra você. Quer ser a putinha do leite?
—Sim, pai. — respondeu Cíntia tremendo.
—Vou gozar dentro. Olha que eu te engravido.
—Já não tô nem aí. Enche o tanque, filha da puta!!!! Olha como você me deixou.
—Haha, ouviu, viado? Olha como ela tá pedindo leite, sua namorada. Capaz que eu engravido ela — meu chefe falou, tirando sarro e me humilhando.
Depois chupou a língua da minha namorada. Beijou ela. E começou a meter mais e mais.
—Ai, ai, aaaaaaai, goza em mim, papai!!!!
—Haha, toma, putinha, toma.
Eu vi as bolas do meu chefe incharem e despejarem todo o esperma dentro da minha namorada, enchendo ela, e fios de porra escorrendo da buceta entupida dela.
—Haaaaaaaaa. haa ha ha haha.
—Ai, pai, como você me comeu. — disse minha namorada.
—Não, mocinha. Não te comi. Tô só começando.
E virou ela e começou a penetrar o cu dela. Não sem antes tirar a calcinha fio dental que pendia inerte no pé da minha namorada.
E levou à boca.
—Essa eu vou guardar de lembrança. — me disse enquanto minha namorada levantava a raba pra esperar a porrada.
—Fala pro teu namorado que você é minha.
—O quê? Quem? — disse a Cíntia
—Aquele viado que tá olhando.
—Me obriga.
—Haha, putinha, cê tá me desafiando. Vai pagar.
Começou a furar a raba dela. Pegou ela pelo cabelo e, como um animal, gritava.
—Gatinha, toma, putinha. Sabia que essa raba é do caralho, mas mesmo assim vestiu essa legging? Filha da puta. Sabia que cê tava provocando, né?
—Sim, sim. — dizia minha namorada delirando.
—Haha. — riu Guillermo e sussurrou algo no ouvido dela —
—Fala pra ele.
—Ai, ai. O que você quiser, pai. Juliannn, olha como seu chefe tá me comendo.
—Fala que você é minha.
—Sou dele. Ele é meu pai agora.
—Haha. Ouviu, viado?
Eu, nessa hora, chorava e continuava batendo uma.
Cha! cha! cha!
Era o som da raba da Cíntia recebendo as porradas do meu chefe.
—Ai, ai, aii...me arrebenta, filho da puta.
Guillermo deu quatro tapas violentos na bunda dela e jogou ela no chão. Continuou comendo. Agora na posição de conchinha. Ficaram vários minutos assim até que em um momento ele disse:
— Quero que você tome a porra toda...
— Siiiiim, papaiiiii...
Cíntia se ajoelhou, Guilherme segurou a cabeça dela e deu um berro.
— Olha só, mostra a porra pro teu namorado.
Cíntia abriu a boca e me mostrou uma quantidade enorme de esperma na boca dela.
— Agora engole — ordenou meu chefe, e ela obedeceu.
— Essa bunda me deixa louco — ele disse e comeu ela mais quatro vezes.
Gozou duas vezes na bunda da minha namorada e duas vezes dentro da buceta dela.
Quando terminou, disse:
— Pronto. Você é minha de agora em diante, garota. Ouviu?
Minha namorada concordou.
— E você é melhor se comportar — ele me disse. — Agora vão embora os dois.
Nós dois levantamos, nos trocamos e fomos para nossas casas.
Por uns dias, não sabia o que fazer. Ia pro trabalho e meu chefe me olhava e ria.
De vez em quando me chamava e lembrava como eu era otário e como ele tinha comido minha namorada direito.
Uns dias depois, ele me chamou no escritório dele.
Vi que a Cíntia estava lá.
— Senta aí, idiota — meu chefe disse.
— A Cíntia acabou de me contar que tá grávida. Vai ter um filho meu. De agora em diante, ela é minha. Então pega suas coisas e vaza. Tá demitido.
Eu não disse nada. Tinha perdido.
Nunca mais vi a Cíntia.
Me mudei pra outra cidade e arrumei uma namorada nova.
Tô meio nervoso agora porque ela também é muito gostosa. E tenho um chefe que é mulherengo.
Espero que ele nunca apareça no meu trabalho.
Mas não sei se consigo evitar.
Também não sei se quero.

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